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Foto do colunista Davidson pelo Mundo

Davidson pelo Mundo

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Davidson Pelo Mundo: Carnaval em movimento, entre viagens e folias de casa

Fotos: André Carvalho/BN Hall
Enquanto o Brasil se prepara para mais um Carnaval, a maior festa popular do país, um fenômeno chama atenção além das marchinhas e blocos de rua: o equilíbrio entre turismo e permanência local.
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Foto do colunista Desafio Ambiental - Por Lenilde Pacheco

Desafio Ambiental - Por Lenilde Pacheco

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Desafio Ambiental: Elera renováveis articula ações para impulsionar a jornada ESG

Foto: Pixabay
Elera Renováveis acaba de ingressar no Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS)
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Business Hall

Te vi no Latvian: Gastronomia e networking movimentam semana no business lounge

Te vi no Latvian: Gastronomia e networking movimentam semana no business lounge
Foto: Divulgação
Entre os destaques estiveram os almoços promovidos pelo espaço, que vêm se firmando como momentos de encontro entre associados e convidados.

Travelling

Davidson Pelo Mundo: Carnaval em movimento, entre viagens e folias de casa
Foto: André Carvalho/BN Hall

Enquanto o Brasil se prepara para mais um Carnaval, a maior festa popular do país, um fenômeno chama atenção além das marchinhas e blocos de rua: o equilíbrio entre turismo e permanência local. A cada ano, milhões de brasileiros enfrentam a velha pergunta: vale a pena pegar a estrada para celebrar ou é melhor ficar na própria cidade e aproveitar a folia por perto?

 

Os números oficiais já sinalizam o peso do Carnaval na economia do setor. Segundo projeções do Ministério do Turismo, mais de 53 milhões de foliões devem invadir ruas e avenidas por todo o país durante o período, um crescimento de cerca de 8% em relação ao ano anterior. Essa movimentação também se reflete no turismo organizado e nas viagens, com mais de 6,6 milhões de passageiros viajando pelo país usando meios como avião e ônibus apenas no feriado carnavalesco, um aumento de 9% em relação ao Carnaval anterior.

 

Além do fluxo interno, o Brasil também atrai visitantes de fora. A Embratur estimou que aproximadamente 286 mil turistas estrangeiros escolheram o país para curtir o Carnaval de 2025, com destaque para argentinos, americanos e chilenos, e destinos como Rio de Janeiro e Florianópolis no topo da preferência.

 

QUEM VIAJA E QUEM FICA?
Mas nem todo mundo pega mala e passa pelos bloqueios do trânsito rumo à praia ou aos circuitos mais famosos. Uma pesquisa recente com participantes de um levantamento nacional apontou que 70% dos brasileiros preferem ficar em casa ou curtir o Carnaval local, seja acompanhando blocos de rua, festas comunitárias ou encontros familiares.

 

Essa preferência por permanecer na própria cidade ou região mais próxima, mesmo entre aqueles que gostam da folia, reflete uma mudança no perfil dos foliões. Há uma busca clara por experiências menos custosas, com logística simplificada e mais centradas no ambiente social imediato, sem a pressão e os custos de viagens longas.

 

Para quem decide viajar, o feriado ainda é um atrativo forte. As praias lideram como destino de escolha, com 48% dos viajantes optando pelo litoral, enquanto cidades grandes, campo ou cruzeiros completam o leque de opções.

 

O efeito econômico da movimentação turística durante o Carnaval é enorme. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estimou que o feriado deve movimentar mais de R$ 12 bilhões apenas no setor turístico, um dos maiores valores da série histórica.

 

Mas essa massa de foliões também testa a logística urbana. Hotéis e pousadas registram ocupações altíssimas nas principais cidades-sede da festa, enquanto serviços de transporte adaptam suas operações, com voos extras e horários estendidos para atender à demanda.

 

O Carnaval brasileiro vive hoje sua face dual:
• Turismo em plena expansão, com milhões de deslocamentos interestaduais e internacionais motivados pela festa;
• Uma maioria silenciosa de foliões locais, que opta por curtir a festa onde vive, valorizando circuitos de bairro, celebrações gratuitas e encontros com amigos e família.

 

Esse jogo entre viajar e ficar reflete mais do que preferências pessoais: é uma fotografia da economia, da mobilidade social e da própria relação do brasileiro com sua festa mais emblemática. Entre aviões, blocos de rua e churrascos no quintal, o Carnaval segue sendo um roteiro múltiplo, feito tanto por quem chega quanto por quem simplesmente abre a janela e deixa as marchinhas entrarem pela sala.

 

Boa viagem e bom Carnaval!

Venda de passagens aéreas internacionais para a Bahia no Carnaval cresce 43% e supera média nacional
Foto: Jefferson Peixoto/Secom PMS

A procura por passagens aéreas internacionais com destino à Bahia durante o Carnaval de 2026 registrou crescimento de 43% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Embratur. O índice supera com folga a média nacional, que ficou em 21%, e reforça o estado como um dos destinos mais buscados do Brasil durante o período da maior festa popular do país.

 

Os dados indicam aumento expressivo no interesse de turistas estrangeiros pela folia baiana. Entre os países com maior crescimento na emissão de bilhetes para o período estão a Argentina, com alta de 63%, seguida por Portugal, com 23%, e Uruguai, com 27%. A expectativa é de que, durante os dias de folia, Salvador e os principais circuitos do Carnaval recebam visitantes de diferentes nacionalidades.

 

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o desempenho está diretamente ligado à força cultural do evento. “O Carnaval baiano é uma festa inigualável. Reúne música, identidade, diversidade, ancestralidade e inovação, além de ser um poderoso gerador de emprego e renda. Esse crescimento não é por acaso, é resultado de um destino que se preparou, que diversificou sua oferta de atrativos e que entendeu que o luxo está também na autenticidade de sua cultura”, afirmou.

 

O crescimento da demanda internacional também acompanha a expansão da conectividade aérea do estado. Em 2025, 95,6% das entradas internacionais na Bahia ocorreram por via aérea. Salvador recebeu 1.536 voos internacionais, número 30% superior ao registrado em 2024. Além disso, novas rotas passaram a operar, como o voo direto de Córdoba, na Argentina, e houve ampliação da oferta de assentos vindos de Buenos Aires, Madri, Lisboa e Paris. Atualmente, a Bahia ocupa a sexta posição entre os estados brasileiros que mais recebem turistas estrangeiros.

 

De acordo com a Embratur, o avanço nas vendas para o Carnaval de 2026 é reflexo de um conjunto de ações de promoção internacional do destino. Entre as iniciativas estão campanhas publicitárias em mercados europeus, ativações digitais em países como Argentina, Estados Unidos e Chile, além de press trips, roadshows e ações de relacionamento com o trade turístico internacional.

 

Como resultado desse trabalho, a Bahia registrou a entrada de 211.539 turistas estrangeiros em 2025, crescimento de 47,3% em comparação com 2024. Para 2026, a expectativa da Embratur é de manutenção da curva de alta, impulsionada pela combinação entre cultura, conectividade aérea e posicionamento internacional do destino.

 

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Davidson pelo Mundo: Gastronomia não é nacional, é regional. O que o turista precisa saber antes de sentar à mesa

Viajar é também comer. E, para muitos turistas, a experiência gastronômica é tão ou mais importante do que visitar atrações, museus ou praias. O problema é que boa parte das decepções à mesa nasce de um erro básico: imaginar que a gastronomia de um país é homogênea, quando, na prática, ela é profundamente regional.


No Brasil, por exemplo, ainda é comum o estrangeiro e até o turista nacional acreditarem que uma boa moqueca de camarão pode ser encontrada em qualquer estado. A realidade é outra. Moqueca é um prato de identidade regional, com raízes claras na Bahia e no Espírito Santo. Encontrar uma “moqueca” no Paraná ou no Rio Grande do Sul pode até ser possível, mas dificilmente será uma referência autêntica. A frustração não está no prato, mas na expectativa criada.


Esse mesmo equívoco se repete em destinos internacionais. A pizza, símbolo mundial da Itália, é um exemplo clássico. Muitos turistas chegam a Roma ou Milão esperando encontrar a “melhor pizza do mundo” e acabam decepcionados. A pizza de referência é napolitana, com características próprias de massa, forno e ingredientes. Fora desse contexto regional, o prato existe, mas perde sua essência.


Na Espanha, acontece algo semelhante com a paella. Embora seja um prato famoso no mundo inteiro, sua origem está na região de Valência. Comer uma paella realmente autêntica em Madri não é tão simples quanto parece. O mesmo vale para a Alemanha, onde pratos típicos variam enormemente entre regiões, ou para a França, cuja gastronomia muda completamente de uma cidade para outra. Por isso, uma dica valiosa ao turista é simples: antes de viajar, estude a gastronomia regional do destino. Entenda quais pratos são típicos daquela cidade ou região, quais são apenas adaptações e quais são armadilhas turísticas. Isso evita frustrações e amplia, de forma significativa, a experiência cultural da viagem.


Outra orientação importante é desconfiar de cardápios muito extensos e genéricos, que prometem “pratos típicos” de várias regiões ao mesmo tempo. Restaurantes verdadeiramente conectados à cultura local costumam ser mais específicos, valorizando ingredientes regionais, modos de preparo tradicionais e receitas passadas de geração em geração. Viajar com o paladar aberto, mas com informação, é a melhor combinação. Gastronomia não deve ser tratada como um produto nacional padronizado, e sim como um reflexo da história, do território e da identidade de cada região. Quando o turista entende isso, ele deixa de procurar “o prato famoso” e passa a viver uma experiência muito mais autêntica e quase sempre mais saborosa.


Bom apetite, boa viagem!

Carnaval 2026: Salvador deverá atrair mais de 1,2 milhão de turistas e movimentar R$ 2,6 bilhões na economia
Foto: Jefferson Peixoto / Secom PMS

Faltando menos de duas semanas para os trios ganharem as ruas e os circuitos começarem a ferver, Salvador já se prepara para um Carnaval histórico. A capital baiana deve receber mais de 1,2 milhão de turistas durante o Carnaval de 2026 e movimentar cerca de R$ 2,6 bilhões na economia local, segundo projeção do Observatório do Turismo da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult). A estimativa considera o período entre 12 e 18 de fevereiro, quando a cidade concentra os principais dias da folia.

 

De acordo com o levantamento, o número de visitantes representa um crescimento de aproximadamente 10,2% em relação ao Carnaval do ano passado. Apenas entre sexta e terça-feira, considerados os dias de maior fluxo, a expectativa é de um público superior a 900 mil turistas, volume cerca de 6% maior do que o registrado em 2025.

 

A maioria dos turistas brasileiros vem de fora da Bahia. Do total de visitantes nacionais, 70% são de outros estados, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Minas Gerais e Pernambuco. Entre os estrangeiros, que correspondem a cerca de 11,9% do público, predominam visitantes da França, Alemanha, Argentina, Estados Unidos e Chile.

 

A movimentação financeira prevista ao longo dos sete dias de festa chega a R$ 2,6 bilhões, sendo R$ 1,8 bilhão concentrados nos cinco dias principais do Carnaval. O impacto se distribui por setores como alimentação, bebidas, transporte, hospedagem, comércio, moda, serviços e entretenimento.

 

Os gastos médios durante a estadia também foram estimados. Turistas nacionais devem gastar cerca de R$ 7.131,97, enquanto estrangeiros têm desembolso médio de R$ 5.079,02. Já os turistas baianos devem gastar, em média, R$ 2.590,67 no período.

 

Para a vice-prefeita e secretária municipal de Cultura e Turismo, Ana Paula Matos, a folia tem papel central na economia da cidade. “O Carnaval de Salvador é uma engrenagem poderosa de geração de emprego, renda e oportunidades para milhares de famílias. Estamos falando de uma festa que movimenta bilhões, aquece toda a economia da cidade e projeta Salvador para o mundo. A cada ano avançamos mais, e a nossa previsão é realizar, em 2026, a maior festa de todos os tempos, consolidando Salvador como a capital mundial do Carnaval”, destacou.

 

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Setor de hotelaria prevê impacto positivo com ocupação média de 80% durante o Carnaval
Foto: Mauro Zaniboni / Bahia Notícias

Considerado o maior Carnaval do Brasil, a folia de Salvador segue movimentando a economia, e não seria diferente com o setor hoteleiro. Segundo os dados da Booking.com, a cidade está posicionada como a terceira mais procurada do Brasil para a festividade, reafirmando a potência soteropolitana no cenário do turismo nacional. 

 

Faltando menos de duas semanas para o início das festividades, a projeção do fluxo turístico é de grande procura por hospedagem, principalmente em hotéis localizados próximos aos circuitos mais conhecidos, como Barra-Ondina e Campo Grande.

 

Ao BN Hall, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis Bahia (ABIH-BA), afirmou que todos os hotéis em Salvador serão impactados positivamente pela maior festa de rua, embora de forma diferente, devido a fatores como localização e público-alvo.

 

A capital baiana registrou um crescimento promissor na rede hoteleira nos últimos dois anos, e a previsão para 2026 é de mais uma quebra de recordes. “A expectativa positiva é de termos uma ocupação média de 80%, sendo próxima a 93% nos hotéis próximos aos circuitos do Carnaval e 70% nos hotéis voltados ao público corporativo” disse Renata Prosérpio, diretora de Relações Institucionais da ABIH-BA.

 

Apesar de outros destinos baianos se destacarem para quem vem de fora, Salvador continua concentrando a maior parte da demanda turística durante o período carnavalesco, especialmente por oferecer uma programação diversificada, com grandes nomes da música brasileira.

 

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Bahia tem três destinos em lista nacional de refúgios ecológicos de luxo para 2026
Fotos: Divulgação

A Bahia aparece com três representantes na lista “10 Refúgios Ecológicos de Luxo no Brasil para Conhecer em 2026”, divulgada pela plataforma PlanetaEXO, especializada em viagens sustentáveis. O levantamento inclui empreendimentos localizados em Itacaré, Trancoso e na região de divisa entre Bahia, Goiás e Minas Gerais, no Cerrado.

 

Segundo o PlanetaEXO, a seleção considerou critérios como infraestrutura, práticas de baixo impacto ambiental, integração com o território e relação com comunidades locais. A lista reflete uma tendência de viagens voltadas a experiências imersivas na natureza e ao turismo sustentável.

 

Em Itacaré, no sul da Bahia, o Barracuda Boutique Hotel foi um dos destaques. O empreendimento utiliza energia solar, reaproveitamento de água e mantém apoio a projetos esportivos e ambientais da região. A localização permite acesso a áreas de Mata Atlântica costeira, praias e manguezais, com atividades como trilhas, remadas e observação de fauna.

 

Já em Trancoso, no extremo sul do estado, o UXUA Casa Hotel & Spa integra a lista. Instalado no Quadrado histórico da vila, o hotel ocupa antigas casas de pescadores restauradas com técnicas tradicionais, madeira de reuso e materiais naturais. O espaço prioriza a atuação de artesãos locais, práticas de horticultura orgânica e iniciativas culturais ligadas à comunidade.

 

O terceiro representante baiano é a Pousada Trijunção, localizada na região de divisa entre Bahia, Goiás e Minas Gerais, em uma área considerada corredor ecológico do Cerrado. O local desenvolve atividades como safáris noturnos, trilhas e observação de veredas, além de utilizar energia solar e participar de projetos de conservação e educação ambiental voltados ao bioma.

 

De acordo com Lucas Ribeiro, fundador do PlanetaEXO, a proposta da lista é destacar experiências que conciliam hospedagem e responsabilidade ambiental. “A verdadeira exclusividade reside na capacidade de imersão na natureza com responsabilidade e propósito”, afirmou.

 

Além dos três destinos baianos, a lista inclui empreendimentos no Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Maranhão, Paraná e Minas Gerais. Entre eles estão o Mirante do Gavião Amazon Lodge (AM), Cristalino Lodge (MT), Refúgio Ecológico Caiman (MS), Nannai Noronha (PE), La Ferme de Georges (MA), Belmond Hotel das Cataratas (PR) e Projeto Ibiti (MG).

 

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Davidson pelo Mundo: O turismo está dormindo mais cedo!
Foto: Divulgação

Há uma mudança de hábito clara, perceptível no Brasil e no mundo, que começa a impactar diversos setores da economia, e o turismo é um deles. As pessoas estão cada vez mais preferindo a vida diurna à noturna. Restaurantes fecham mais cedo, baladas encurtam seus horários ou simplesmente deixam de existir, festas começam e terminam antes da madrugada. Não se trata de um fenômeno isolado, mas de uma tendência estrutural.

 

Os motivos são conhecidos: aumento da violência urbana, maior preocupação com segurança, elevação de custos operacionais, dificuldades de mobilidade, infraestrutura deficiente e também uma mudança de comportamento das pessoas, que passaram a valorizar mais qualidade de vida, bem-estar e experiências menos desgastantes.

 

Esse novo cenário levanta uma questão importante: como essa mudança impacta a economia do turismo em cidades que têm na cultura, na música e nas festas um de seus principais motores econômicos? Salvador, Porto Seguro e tantos outros destinos turísticos brasileiros estão diretamente inseridos nesse debate.

 

Do ponto de vista negativo, o impacto é imediato na chamada economia noturna. Bares, casas de show, eventos de madrugada e toda a cadeia que gira em torno desse modelo sofrem retração. Isso significa menos postos de trabalho, menor arrecadação e redução do ticket médio de um perfil de turista que historicamente gastava mais durante a noite.

 

Por outro lado, essa mesma mudança abre oportunidades relevantes, especialmente para destinos com forte vocação cultural e turística durante o dia. O que se observa não é o fim da festa, mas uma mudança de horário e de formato. Eventos mais cedo, experiências diurnas, festas ao ar livre, ocupação qualificada de espaços públicos, gastronomia, cultura, patrimônio histórico e natureza passam a ganhar protagonismo.

 

Cidades como Salvador possuem uma vantagem competitiva natural nesse novo contexto. O Centro Histórico, a música, a gastronomia, as manifestações culturais, as praias urbanas e as festas populares funcionam muito bem à luz do dia. Além disso, eventos que começam mais cedo tendem a ser mais democráticos, atraem públicos mais diversos, reduzem custos de segurança e aumentam a sensação de conforto e segurança para moradores e turistas.

 

 

Outro efeito importante é a redistribuição do gasto turístico. Parte do consumo que antes se concentrava na madrugada migra para restaurantes, passeios, compras, experiências culturais e serviços durante o dia. Isso ajuda a espalhar melhor a renda gerada pelo turismo e torna a atividade mais sustentável econômica e socialmente.

 

O maior risco, portanto, não está na mudança de hábito em si, mas na falta de adaptação. Destinos que insistirem em modelos caros, inseguros e pouco eficientes tendem a perder competitividade. Já aqueles que entenderem que o turista atual busca experiência, autenticidade, conforto e segurança, e não apenas exaustão, sairão na frente.

 

O turismo não está acabando mais cedo; ele está simplesmente mudando de ritmo. E quem ajustar o relógio à nova realidade terá mais chances de crescer de forma equilibrada, inteligente e sustentável.

 

Boa viagem!

Lavagem da Praia do Forte retorna após 20 anos com cortejo e shows de André Lelis e Batifun
Foto: Carmem Correia / Turismo Bahia

Após duas décadas, a Lavagem da Praia do Forte está de volta e promete marcar um novo capítulo na história cultural da região. O evento será realizado no dia 23 de janeiro (sexta-feira), com saída do mini trio às 16h, em frente à Igreja da Praia do Forte, reunindo manifestações de fé, música e celebração em um dos cenários mais emblemáticos do litoral norte da Bahia.

 

O cantor André Lelis comandará o cortejo, puxando o circuito da vila até o Bar do Souza, onde a festa continua com show da banda Batifun. De acordo com a organização, estão previstas surpresas e participações especiais ao longo da programação.

 

Os ingressos, disponíveis no segundo lote, custam R$ 200 e estão à venda pela plataforma Ticket Maker. A expectativa é de um público expressivo para celebrar o retorno de uma das festividades mais tradicionais da Praia do Forte, marcada pela mistura de devoção e alegria que caracteriza as lavagens do verão baiano.

 

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Turismo movimenta R$ 1,2 bilhão e leva mais de meio milhão de visitantes a Salvador no início de 2026
Foto: Mauro Zaniboni / Ag. Haack / Bahia Notícias

Os primeiros dias de 2026 confirmam o bom momento do turismo em Salvador. Entre 1º e 18 de janeiro, a cidade recebeu 558.635 visitantes, alcançou 86% de ocupação média na rede hoteleira e registrou uma movimentação econômica de R$ 1,2 bilhão, segundo dados do Observatório do Turismo de Salvador.

 

O levantamento mostra que o início do ano manteve o ritmo de crescimento observado na última temporada, com 532 mil turistas brasileiros e 26 mil estrangeiros circulando pela capital. A receita turística gerada no período foi de R$ 1,1 bilhão por visitantes nacionais e R$ 100 milhões por estrangeiros, consolidando Salvador como um destino que atrai tanto o público interno quanto o internacional.

 

Para a vice-prefeita e secretária municipal de Cultura e Turismo, Ana Paula Matos, o desempenho é resultado direto da política de promoção e da estrutura montada para receber grandes fluxos.

 

“Salvador é hoje um dos destinos mais desejados do Brasil. Esses números demonstram o quanto a cidade tem se preparado para receber bem, com infraestrutura, serviços de qualidade, grandes eventos e uma política permanente de promoção turística”, afirmou.

 

O impacto da atividade turística ultrapassa os limites da capital. De acordo com a Secult, 72,1% dos turistas que visitam a Bahia chegam por Salvador, que atua como principal porta de entrada do estado e é importante distribuidora de fluxo para outros destinos do litoral e do interior.

 

“O turismo em Salvador movimenta toda a cadeia produtiva da Bahia e do Nordeste, fortalecendo hotéis, bares, restaurantes, guias, transportes e o comércio. Salvador é a grande vitrine do turismo baiano para o Brasil e para o mundo”, completou a gestora.

 

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Rally dos Mares chega à 12ª edição com etapa em Itacaré e foco em esporte e ecoturismo
Foto: Divulgação

O litoral de Itacaré, no sul da Bahia, volta a integrar o percurso do Rally dos Mares, maior evento de jet ski do Brasil. A cidade recebe, nos dias 6 e 7 de fevereiro, a 12ª edição da competição náutica, que reúne condutores habilitados e praticantes de esportes aquáticos de diversas regiões do país.

 

Com inscrições já encerradas, a largada acontece em Salvador no dia 31 e o encerramento em Ilhéus, no dia 7 de fevereiro. O Rally percorre cerca de 300 quilômetros pelo litoral baiano, com paradas em Morro de São Paulo, Barra Grande e Itacaré. A proposta do evento é unir esporte, turismo e contato com a natureza, valorizando cenários naturais e incentivando o ecoturismo.

 

Em Itacaré, a etapa conta com a parceria do Resende Imperial Hotel & Spa, do Grupo Aguilar Lima, que funcionará como ponto de apoio oficial dos participantes. Localizado a cerca de 600 metros da Praia do Resende, o hotel oferece estrutura completa, com acomodações confortáveis, opções com hidromassagem, varandas privativas, piscina, restaurante e programação especial preparada para o evento.

 

Os participantes chegam ao município do sul baiano no dia 6 de fevereiro, quando realizam check-in no hotel e participam de atividades que incluem almoço, jantar e apresentação musical. No dia seguinte, após o café da manhã, a programação segue com a saída rumo a Ilhéus, marcando o encerramento do rally.

 

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