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Os cantores Lutte e Faustão comandam a 3ª edição da Festinha Massa, que será realizada no dia 3 de outubro, a partir das 16h, no Clube Espanhol, em Salvador. Com proposta pé na areia, a festa promete uma tarde de música e encontros, além da participação de um convidado especial, que será anunciado em breve pela produção.
Entre os destaques, o evento será marcado pelos encontros musicais entre os artistas ao longo das apresentações. Em clima de fim de tarde, os shows acontecem em uma das quadras do Clube Espanhol, com o pôr do sol como parte do cenário e a experiência ao ar livre como um dos destaques da edição.

Foto: Letícia Vasconcelos
Realizada pelo Grupo Notável, a Festinha Massa estreou em 2025, no próprio Clube Espanhol, e teve Márcio Melo como convidado. Na segunda edição, realizada em janeiro deste ano, na Chácara Baluarte, a festa recebeu a banda Diamba e a Superfly.
Os ingressos da nova edição estão à venda por R$ 90 na plataforma Ticket Maker.
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Lauro de Freitas recebe 2ª edição da Expo Mundo Pet com cursos, simpósio científico e competições
Por Redação
Lauro de Freitas recebe, a partir desta quarta-feira (16), a 2ª edição da Expo Mundo Pet, feira dedicada ao mercado de animais de estimação, com programação voltada a negócios, capacitação e atualização profissional. O evento será realizado no Armazém Convention até sábado (19), das 10h às 18h.
A programação reúne empresários, marcas, médicos-veterinários, especialistas em higiene e estética animal, estudantes e tutores de diferentes regiões do país. Entre os destaques estão os cursos de formação oferecidos pelo Sebrae para profissionais do segmento, além de plenárias educativas, workshops, competições e os simpósios científicos da Simpet.
Também estão previstas ações relacionadas aos cuidados com animais em situação de rua e à coleta seletiva de resíduos. Com diferentes atividades e participantes do setor, o encontro é uma oportunidade para fortalecer marcas, ampliar relacionamentos comerciais e gerar negócios em um dos segmentos que mais crescem na economia brasileira.
As inscrições podem ser feitas pelo site oficial do evento.
Salvador recebe, no dia 26 de setembro, a terceira edição do Congresso de Mães Empreendedoras da Bahia, que reunirá mais de 100 empreendedoras, empresárias e profissionais liberais no Hotel Fiesta. Com uma programação voltada ao desenvolvimento profissional e pessoal, o encontro abordará temas como negócios, maternidade, liderança feminina e saúde emocional.
Idealizado pela jornalista, empresária e mentora Ju Drummond, o congresso propõe um dia de imersão com palestras, painéis, networking e conteúdos voltados ao desenvolvimento profissional e pessoal. Entre os assuntos previstos estão estratégia empresarial, posicionamento digital, vendas, liderança e equilíbrio entre a vida pessoal e os negócios.
Segundo a criadora, a iniciativa surgiu a partir da percepção de que muitas mulheres que conciliam maternidade e empreendedorismo enfrentam a jornada sem uma rede de apoio. “O Congresso nasceu porque eu percebi que muitas mães sabiam trabalhar, mas estavam completamente sozinhas. Elas precisavam de um ambiente onde encontrassem direção, apoio e conexões verdadeiras”, afirmou.
A programação também terá histórias de transformação, experiências com marcas patrocinadoras e momentos dedicados à espiritualidade e ao desenvolvimento pessoal. A proposta é discutir os desafios enfrentados por mulheres que buscam crescimento profissional enquanto conciliam as demandas da maternidade e da vida pessoal.
Além das atividades presenciais, o congresso prevê uma estratégia de divulgação nas plataformas digitais, com participação de influenciadoras, produção de conteúdo e publicações das próprias participantes. A organização estima alcançar mais de 1 milhão de pessoas nas redes sociais.
“Não queremos formar apenas empresárias melhores. Queremos formar mulheres mais fortes, emocionalmente saudáveis e conscientes do propósito que carregam”, destacou Ju Drummond.
O Congresso de Mães Empreendedoras da Bahia chega à terceira edição com a proposta de fortalecer conexões entre mulheres e ampliar o debate sobre empreendedorismo feminino no estado.
As inscrições podem ser realizadas através de link disponível no instagram oficial da idealizadora.
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Blog do Marrom: Réveillon Praia do Forte promete atrair muita gente ao Castelo Garcia D´Àvila
Por Osmar Marrom
A produção do Réveillon Praia do Forte no Castelo Garcia D` Ávila aposta que o evento pode ser um dos roteiros mais desejados para quem quer começar bem o ano de 2027. Entre os dias 29 de dezembro e 2 de janeiro, a programação reúne alguns dos principais nomes da música brasileira e internacional em uma programação que passeia pelo pagodão, axé, forró, sertanejo, pop, trap e música eletrônica. Léo Santana, Xand Avião, KVSH, Wesley Safadão, Natanzinho Lima, Mari Fernandez, Tília, Parangolé, Matheus & Kauan, Bell Marques, Matuê e Victor Alc estão entre as atrações confirmadas.
A cantora Maria Rita anunciou Salvador na rota da turnê “Redescobrir Vol. 2”, projeto em que revisita o repertório de sua mãe, Elis Regina. O show será realizado no dia 11 de dezembro, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves.
Com mais de duas décadas de carreira, a artista apresenta uma seleção de canções que resgata diferentes momentos da trajetória musical de Elis e estabelece uma relação com a memória da cantora, que faleceu em 1982. A nova versão do projeto também reúne obras de outros nomes da música brasileira.
O espetáculo tem direção artística da própria cantora e cenário assinado por Batman Zavareze. A turnê teve início no primeiro semestre deste ano e também passará por Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Campo Grande, Maringá, Recife e João Pessoa.
Informações sobre valores e vendas de ingressos ainda serão divulgadas pela organização do evento e pela artista.
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Davidson Pelo Mundo: Quando a intimidade vira ativo ou passivo turístico
Por Davidson Botelho
Existe uma coisa que nenhum manual de atendimento consegue ensinar completamente: o jeito de receber. Pode haver treinamento, uniforme impecável, sistema de reservas, tecnologia, protocolo e sorriso ensaiado, mas há algo que pertence à cultura de cada lugar e que, quando verdadeiro, transforma uma simples prestação de serviço em experiência.
É a maneira de falar, de olhar, de brincar, de criar proximidade, e aí entra uma pergunta que pode provocar muita gente no turismo brasileiro: até onde a informalidade é hospitalidade e a partir de quando ela passa a ser falta de profissionalismo?
Na Bahia, por exemplo, é perfeitamente possível entrar em um estabelecimento e ser recebido por um “meu pai”, “minha mãe”, “meu irmão”, “meu pivete”, “meu rei”. Para um baiano, muitas vezes isso não significa intimidade excessiva. É uma linguagem afetiva, é uma forma cultural de dizer: “você é bem-vindo”. Mas, para quem chega de fora, a interpretação pode ser diferente, e comunicação nem sempre é o que eu digo, é o que a pessoa entende.
Aí pode estar a riqueza e também o perigo da hospitalidade como ativo turístico. O baiano tem uma maneira própria de acolher, o carioca também, o paulista, por sua vez, costuma carregar uma comunicação mais objetiva, direta, empresarial. Nenhuma dessas formas é necessariamente melhor ou pior, são diferentes.
E talvez esteja justamente aí uma das grandes forças do turismo: a experiência não acontece apenas no lugar, acontece também na maneira como o lugar se relaciona com quem o visita. Um turista pode esquecer o nome do restaurante, mas dificilmente esquece a pessoa que o recebeu bem, mas também não esquece a demora do prato chegar, a conta errada, etc.
A hospitalidade é muito mais do que uma forma regional de receber, é eficiência e simpatia na dose certa. Pesquisas na área de hotelaria identificam a personalização e o acolhimento caloroso como componentes importantes da satisfação dos hóspedes. Em restaurantes, estudos também apontam personalização, recepção calorosa e relações especiais como elementos percebidos como hospitalidade. Ou seja, chamar o cliente pelo nome, perceber seus hábitos, conversar com ele, recomendar alguma coisa, demonstrar interesse e criar uma relação humana é eficiência.
O problema começa quando confundimos intimidade com qualidade. Um garçom pode chamar o cliente de “meu rei” e, ao mesmo tempo, esquecer o pedido, pode chamar de “meu pai” e entregar a conta errada, pode brincar, sorrir, fazer graça e deixar o cliente esperando quarenta minutos.
Nesse caso, a informalidade deixa de ser hospitalidade e passa a ser apenas informalidade. Porque o turista quer carinho, mas também quer competência, quer ser acolhido, mas quer que o quarto esteja pronto, quer conversar, mas quer que o pedido chegue corretamente, quer sentir-se especial, mas não quer pagar por um serviço que não corresponde ao prometido.
Talvez a equação seja justamente essa: calor humano + competência = hospitalidade. Somente calor humano pode virar amadorismo, somente competência pode transformar a experiência em algo frio e impessoal, e talvez o grande diferencial esteja no equilíbrio.
Pensemos no Rio de Janeiro. A informalidade carioca, a conversa fácil, o “querido”, o “meu amigo”, a brincadeira, o jeito descontraído de conversar com desconhecidos fazem parte da experiência que muitos visitantes associam à cidade. Seria possível imaginar o Rio sem essa espontaneidade? Provavelmente não.
Agora imagine o contrário: um turista chegando a um restaurante e sendo tratado com uma informalidade que ele não autorizou, com brincadeiras inadequadas ou excesso de intimidade. Aquilo que, para um carioca, pode ser simpatia pode, para outra pessoa, parecer invasão.
E aqui chegamos ao ponto central: hospitalidade também é saber ler o outro.
Na Bahia, chamar alguém de “meu pai” pode ser absolutamente natural. Mas talvez não seja apropriado em todos os ambientes, com todos os públicos e em todas as situações.
Um resort de luxo, uma recepção de hotel cinco estrelas, uma companhia aérea, um restaurante popular, um bar de praia e uma loja de shopping não precisam falar exatamente a mesma língua. A identidade cultural deve aparecer, mas precisa ser acompanhada de inteligência no atendimento, e talvez esse seja o erro de muitos destinos turísticos: tentar transformar cultura em roteiro, espontaneidade em treinamento e simpatia em script.
A hospitalidade verdadeira não deveria ser decorada, deveria ser percebida. Há algo ainda mais interessante nisso tudo. Quando viajamos, não compramos somente cama, comida, transporte ou paisagem. Compramos experiências, e essas experiências são construídas também nas relações humanas.
É por isso que a cordialidade pode se transformar em valor econômico, em atendimento que gera satisfação, aumenta a possibilidade de retorno, recomendação e vínculo com o destino. Estudos recentes sobre turismo e hospitalidade reforçam justamente a relação entre personalização, satisfação, valor percebido e lealdade.
Então o jeito de um povo receber pode ser um ativo turístico, mas não podemos confundir ativo cultural com licença para ser inconveniente.
O que precisamos é aprender a transformar identidade em excelência, porque o turista não quer necessariamente ser tratado como amigo, ele quer sentir que é bem-vindo e existe uma enorme diferença entre as duas coisas, talvez a pergunta não seja se devemos ser formais ou informais.
A pergunta é outra: o nosso jeito de receber faz o visitante querer ficar mais um pouco, voltar um dia e falar bem de nós quando chegar em casa, estimula outras pessoas a virem nos conhecer? Se a resposta for sim, temos aí um patrimônio que nenhum museu consegue guardar, um patrimônio que não está na praia, na igreja, no restaurante ou no hotel. Mas, se a resposta for NÃO ou TALVEZ, não passaremos de recordações em forma negativa ou piadas em rodas de amigos contando suas experiências em suas viagens.
O turista quer eficiência em primeiro plano, a hospitalidade é o grande diferencial que cada um pode oferecer. Porém, jamais sem eficiência.
Boa viagem!
Museu de Arte da Bahia recebe exposição “Atlântico Sertão” com obras de mais de 80 artistas
Por Redação
O Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, recebe, a partir de 29 de setembro, a exposição “Atlântico Sertão”, realizada pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Com entrada gratuita, a mostra permanece em Salvador até 29 de janeiro de 2027 e reúne trabalhos de mais de 80 artistas de diferentes regiões do país, com predominância de nomes do Norte e do Nordeste.
A exposição propõe diferentes leituras sobre as relações entre o Atlântico e o sertão a partir de temas como deslocamentos forçados, violência colonial, memória, circulação de saberes e resistência. A seleção reúne pinturas, esculturas, fotografias, vídeos e instalações, além de obras produzidas especialmente para o projeto.
Entre os artistas que participam da mostra estão nomes baianos como Adenor Gondim, Alê Siqueira, Ayrson Heráclito, George Teles, J. Cunha, Juraci Dórea, Leonardo França, Lita Cerqueira, Lucélia Maciel, Marcos da Matta, Márvila Araújo, Nádia Taquary, Rose Afefé, Bysmarke Vaqueiro, Ventura Profana, Yacunã Tuxá, Zé di Cabeça, Zumví Arquivo Afro Fotográfico e Àw?n arákùnrin oní???-?nà m??ta. A presença desses artistas estabelece uma relação direta entre a proposta da exposição e a produção cultural baiana.
O ponto de partida da mostra é o verso “O sertão está em toda parte”, de Guimarães Rosa, em “Grande Sertão: Veredas”. A partir da frase, “Atlântico Sertão” aborda os territórios para além de suas fronteiras geográficas e reúne produções de artistas de comunidades afrodescendentes e indígenas.
A exposição foi idealizada por Marina Maciel, mestra e doutoranda em Direito pela Universidade de Brasília (UnB), a partir de uma pesquisa sobre a arte como instrumento de defesa dos direitos humanos. A curadoria é assinada por Marcelo Campos, curador-chefe do Museu de Arte do Rio (MAR), em parceria com Ariana Nuala, Amanda Rezende, Jean Carlos Azuos, Rita Vênus e Thayná Trindade.
O projeto passou anteriormente por São Paulo, onde recebeu mais de 70 mil visitantes, e seguirá posteriormente para Brasília. O percurso em Salvador é dividido em seis núcleos: “Sertão Atlântico”, “Cosmologias em Movimento”, “Ecologias Ancestrais e Futuros da Terra”, “Comunidade, Retomada e Sertões Negros”, “Arquivos Vivos, Grafias e Inscrições da Terra” e “Travessias e Poeiras que Vêm do Saara”.
Os núcleos abordam questões relacionadas a ancestralidade, espiritualidade, ecologia, memória, modos de vida, tecnologias contemporâneas e aos fluxos de pessoas e saberes entre Brasil e África. As propostas são assinadas pelos curadores Marcelo Campos, Rita Vênus, Amanda Rezende, Thayná Trindade, Ariana Nuala e Jean Carlos Azuos, respectivamente.
Selecionada no Edital CCBB 2026-2027, a exposição é viabilizada pela Lei Rouanet e conta com o apoio da Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), do Instituto Guimarães Rosa, do Ministério das Relações Exteriores e do Museu de Arte do Rio (MAR). A iniciativa é do Coletivo Atlântico, criado a partir da pesquisa de Marina Maciel.
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O cantor Xanddy vai celebrar 30 anos de carreira com um show dedicado aos sucessos que marcaram sua trajetória. Intitulada “Xanddy Harmonia, Só as Antigas”, a apresentação será realizada no dia 18 de outubro, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador. Os ingressos começam a ser vendidos nesta terça-feira (15), às 14h.
O projeto propõe uma viagem por diferentes fases da trajetória do artista, com músicas que também fazem parte da história do pagode baiano.
“Chegou a hora de voltar às antigas. Eu quero reviver com vocês as músicas que marcaram épocas”, afirmou Xanddy.
O anúncio foi feito pelo artista nesta segunda-feira (14), por meio de um vídeo que reúne registros de momentos importantes de sua história na música. Na publicação, ele celebrou a parceria construída com o público ao longo dos anos.
“São 30 anos de música, de sonhos, de estrada, de encontros e de momentos que ficarão para sempre na memória, mas, acima de tudo, são 30 anos compartilhados com vocês”, declarou.
O artista ganhou projeção nacional nos anos 1990 como vocalista do Harmonia do Samba. Após mais de duas décadas à frente do grupo, iniciou uma nova fase em carreira solo, em 2022, quando adotou o nome artístico Xanddy Harmonia.
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A empresária e investidora baiana Monique Evelle, à frente da Inventivos, celebra 32 anos nesta terça-feira (15). Neste ano, ela passa a data na China, onde iniciou uma imersão de cinco meses pela Ásia para estudar tendências de tecnologia, consumo e comércio digital.
“A vida realmente presta”, celebrou a aniversariante em uma publicação nas redes sociais. Conhecida pela atuação em projetos ligados ao empreendedorismo, Monique acumula grandes reconhecimentos ao longo da carreira.
Em 2026, ela estampou a capa da Forbes Brasil após ser eleita uma das mulheres mais poderosas do país, além de figurar entre as dez personalidades femininas mais pesquisadas da internet brasileira. Em 2017, também integrou a lista “30 Under 30”, da Forbes Brasil.
Em 2023, também fez história no Shark Tank Brasil ao estrear como a mais jovem investidora da história do programa na América Latina e a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira no painel de investidores. Atualmente, ela integra o elenco fixo da atração.
Para marcar a data, o amigo Gabriel Leal compartilhou uma homenagem nas redes sociais, relembrando os 14 anos de amizade e desejando um novo ciclo de conquistas para a empresária. “Finalmente dia 15 no Brasil! Trinta e dois! 14 anos te desejando feliz aniversário, longevidade, caminhos Odara e uma vida boa de viver. São muitas versões e, em todas elas, você é você: curiosa, inquieta, inventiva, corajosa e numa velocidade que só Deus e os orixás sabem”, escreveu.
Na publicação, Gabriel também destacou a personalidade inquieta e a disposição de Monique para transformar ideias em projetos. “Quando acredita, vai. Quando decide construir, constrói. Que esse novo ciclo te dê tudo que ainda quer viver e, principalmente, tempo para aproveitar tudo que já construiu. Feliz vida inteira, mona. Te amo!”, completou.
O BN Hall deseja um feliz aniversário e um novo ciclo repleto de realizações!
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As paisagens do sertão entre Bahia e Pernambuco chegam às telas do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro com “Tempo à Faca”, longa dirigido por Diogo Oliveira a partir de uma história original de Ruy Guerra. Filmada entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), a produção terá sua primeira exibição pública nesta terça-feira (15), dentro da Mostra Caleidoscópio, reunindo no elenco Agatha Moreira, Uiliana Lima, Irandhir Santos, Vertin Moura, Marcelo Flores e Júlio Adrião.
O filme parte do sertão nordestino para construir uma narrativa atravessada por diferentes formas de violência, desejo e acerto de contas. A história acompanha personagens marcados por escolhas do passado e por caminhos que parecem já determinados, mas que podem tomar novos rumos diante dos encontros que surgem ao longo da trajetória.
Agatha Moreira interpreta Neta, uma mulher que atravessa as estradas sertanejas em uma jornada movida pela vingança. No percurso, o encontro com Solange, vivida por Uiliana Lima, coloca em perspectiva a possibilidade de abandonar o caminho que havia escolhido. Em outra frente da narrativa, o personagem Deodato Cruz, interpretado por Júlio Adrião, retorna ao lugar onde nasceu para cumprir um compromisso assumido com a mulher antes de sua morte.
A estreia em Brasília também representa a chegada do filme à tela grande depois das etapas de produção e finalização. Para Vânia Lima, produtora executiva da obra, o encontro com o público em um dos principais festivais do país dá um significado especial ao momento.
“É a primeira vez que o filme será exibido na telona, e fazer isso em um festival tão importante para o cinema brasileiro torna esse momento ainda mais especial”, afirma.
“Tempo à Faca” marca ainda uma nova colaboração entre Ruy Guerra e a Têm Dendê Produções. Os dois já haviam trabalhado juntos em “Dia de Cão”, de 2014, e na série “Gravador de Histórias”, lançada em 2017. O roteiro do longa foi desenvolvido por Ruy Guerra e Diogo Oliveira, com colaboração de Bruno Laette.
A produção baiana integra a Mostra Caleidoscópio, que nesta edição apresenta cinco longas de diferentes regiões do Brasil. A seleção reúne trabalhos que exploram linguagens e formatos diversos, aproximando ficção, não ficção, documentário, animação e experimentação.
Realizado entre 11 e 19 de setembro, o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é um dos principais encontros do audiovisual nacional. “Tempo à Faca” será distribuído pela Lança Filmes.
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