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É nosso dever combater a violência contra a mulher
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Elmar Nascimento cita Wagner e crítica “presunção de culpa” contra políticos: "Estão fazendo uma barbaridade"
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Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
rui costa
O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado Federal pela Bahia, Rui Costa (PT), foi beneficiado com um período de quarentena remunerada após deixar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo informações do O Globo, o regime de remuneração foi aprovado pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República e deve ser válido por seis meses, a contar pelo período de sua exoneração.
Rui Costa deixou oficialmente o comando da Casa Civil no início de abril para cumprir o prazo de desincompatibilização previsto na legislação eleitoral e disputar uma vaga no Senado pela Bahia. O salário bruto de um ministro de estado está em R$46,3 mil por mês no Brasil, o que totaliza R$278 mil ao longo de um semestre.
De acordo com a investigação do O Globo, a quarentena foi aplicada porque Rui Costa, durante os últimos meses à frente da Casa Civil, teve acesso a informações estratégicas e sensíveis do governo federal.
A situação de Rui Costa é semelhante à do ex-ministro Márcio França (PSB), que também deixou o governo para disputar as eleições deste ano e foi submetido à quarentena remunerada pela Comissão de Ética.
Essa quarentena não impede a participação dos candidatos na campanha eleitoral, mas restringe exclusivamente o exercício de atividades profissionais na iniciativa privada durante os seis meses seguintes à sua saída do governo federal.
O deputado estadual Diego Castro (PL) respondeu às declarações do ex-governador da Bahia e pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT), que criticou políticos que, segundo ele, fazem "política com o celular na mão" e "invadem hospitais e escolas". O parlamentar afirmou que suas visitas a equipamentos públicos fazem parte da atividade de fiscalização prevista para o mandato.
Segundo o bolsonarista, a fala de Rui tenta desqualificar a atuação da oposição. O deputado argumentou que as inspeções realizadas em hospitais, escolas e outros órgãos estaduais têm o objetivo de verificar a prestação dos serviços públicos e a aplicação dos recursos.
"Quem invade é o MST. Eu cumpro o meu dever constitucional de fiscalizar a aplicação do dinheiro público e o funcionamento dos serviços oferecidos à população. Fiscalização não é invasão", declarou.
O parlamentar também afirmou que continuará visitando unidades públicas e criticou o que classificou como uma tentativa de intimidar deputados de oposição. Para ele, os problemas encontrados durante as fiscalizações justificam a divulgação dos registros.
O deputado estadual Leandro de Jesus (PL) protocolou, nesta sexta-feira (17), uma notícia de fato na Procuradoria Regional Eleitoral da Bahia contra o senador Jaques Wagner (PT) por suposta propaganda eleitoral antecipada durante o evento Programa de Governo Participativo (PGP), realizado em Itabuna.
Na representação, o parlamentar afirma que Wagner teria feito pedidos explícitos de voto antes do início oficial da campanha eleitoral. Segundo o documento, o senador declarou que era necessário eleger o ex-governador Rui Costa (PT) para o Senado, afirmou que também precisava de "um votinho" para sua candidatura e incentivou o público a escolher candidatos a deputado estadual, além de mencionar a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Conforme a representação, a legislação autoriza atos de pré-campanha, como a apresentação de propostas e pré-candidaturas, mas veda pedidos explícitos de voto antes do período oficial de propaganda. Além de Jaques Wagner, o deputado solicita que o Ministério Público Eleitoral apure eventual responsabilidade de Rui e Jerônimo, apontados como possíveis beneficiários das manifestações feitas durante o evento.
Entre os pedidos encaminhados à Procuradoria Regional Eleitoral estão a abertura de procedimento investigatório, a apuração de possível violação aos artigos 36 e 36-A da Lei nº 9.504/1997 e a adoção de medidas judiciais para retirar das plataformas digitais o vídeo com o discurso, caso a Justiça Eleitoral reconheça a existência de propaganda antecipada.
A Procuradoria Regional Eleitoral da Bahia irá analisar a notícia de fato e decidir se instaura investigação e quais providências serão adotadas. O Bahia Notícias entrou em contato com a assessoria do senador Jaques Wagner para solicitar posicionamento sobre a representação, mas a equipe informou que o petista não irá se manisfestar.
CONFIRA A FALA DE JAQUES WAGNER:
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) compartilhou em sua conta no Instagram, nesta sexta-feira (17), um vídeo satírico criado pelo vereador Gabriel Bandarra (PL), de Lauro de Freitas, que ironiza a obra da prometida ponte que vai interligar Salvador com Itaparica. O vídeo já teve cerca de 530 mil visualizações, mais do que a reprodução que o pré-candidato a presidente fez de uma live realizada nesta quinta (16) em que lançou um pacote de futuras ações voltadas às mulheres.
O vídeo do vereador baiano, conhecido como Tenóbio, diz, em tom humorístico, que a obra da ponte Salvador-Itaparica cresce “farmando aura”.
“Cada pose misteriosa, mais 100 de aura. Cada sinal do L, mais 300 de aura, cada vídeo de promessa, mais 300 de aura”, afirma a locução do vídeo protagonizado pelo vereador.
Tenóbio ironiza, no vídeo, as promessas não cumpridas pelos governos do PT na Bahia e cobra o avanço das obras. O vereador mostra imagens do governo Jerônimo Rodrigues, do ex-governador Rui Costa e do senador Jaques Wagner e os associa com a demora no início da anunciada ponte.
Ao compartilhar o vídeo, o senador Flávio Bolsonaro associou a obra da ponte Salvador-Itaparica a promessas não cumpridas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A ponte é igual à promessa da picanha do Lula, nunca vira realidade! Mas o povo baiano não cai mais nas mentiras do Partido dos Taxadores”, afirma o pré-candidato a presidente.
Gabriel Bandarra, o Tenóbio, é candidato a deputado estadual nas eleições de outubro pelo PL.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, nesta quarta-feira (15), que faz críticas frequentes ao senador Jaques Wagner (PT-BA) e ao ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), ao comentar as investigações sobre supostas relações entre integrantes do PT e o banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. A declaração foi dada durante entrevista ao Flow News.
Ao responder a questionamentos sobre o tema, Flávio negou que evite abordar o caso e afirmou que costuma relacionar Wagner e Rui Costa às apurações envolvendo a instituição financeira. "Eu esculhambei ele. Eu falei da Bahia, eu falo de Rui Costa, eu falo de Jaques Wagner a todo momento. Ele subiu na tribuna para falar mal de mim, para responder. Não tem dificuldade, não", declarou.
Durante a entrevista, o senador voltou a defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Banco Master. Segundo ele, a comissão deveria ouvir Daniel Vorcaro e o empresário baiano Augusto Lima, apontado por Flávio como ligado a Wagner e Rui.
"Eu quero a CPI do Banco Master, sim. Quero o Augusto Lima e o Vorcaro sentados nessa CPI. O núcleo do PT inteiro está envolvido nessa sacanagem começando na Bahia, com esse Augusto Lima", afirmou.
Flávio também rebateu comparações entre o investimento do Banco Master na cinebiografia de Jair Bolsonaro e as suspeitas envolvendo integrantes do governo federal. Segundo ele, o aporte para o filme foi uma relação privada, enquanto classificou como "crime" uma suposta promessa de favorecimento ao banco atribuída ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao senador Jaques Wagner e ao ministro Rui Costa.
ASSISTA:
As contas da gestão do Consórcio Nordeste em 2020, sob responsabilidade do então governador da Bahia e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), entraram na mira do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA). Em parecer técnico, auditores recomendaram a reprovação das contas ao apontarem "erros administrativos grosseiros" na compra de respiradores durante a pandemia de Covid-19. As informações são da Folha de São Paulo, nesta terça-feira (14).
A auditoria trata da aquisição de ventiladores pulmonares da empresa Hempcare Pharma Representações, contratada pelo Consórcio Nordeste. Segundo o relatório, a negociação apresentou falhas consideradas graves, incluindo o pagamento antecipado de R$ 48,7 milhões por equipamentos que nunca foram entregues.
Os técnicos também apontaram que a contratação foi autorizada sem a devida verificação das condições da empresa, que possuía capital social reduzido, não tinha registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercializar equipamentos médicos e foi escolhida mesmo após alertas sobre os riscos da operação.
Além de Rui Costa, o parecer responsabiliza o então secretário-executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Gabas. Ambos poderão ser obrigados a ressarcir os cofres públicos caso a recomendação seja acolhida ao fim do processo. O relatório ainda será apreciado pelo plenário do TCE-BA.
Depois da análise dos conselheiros, a decisão sobre a aprovação ou rejeição das contas caberá à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Em sua defesa, Rui Costa sustentou que a contratação ocorreu em um cenário excepcional de emergência sanitária e escassez mundial de equipamentos.
O deputado federal, Marcelo Nilo (Republicanos) foi alvo de manifestações de moradores do bairro da Liberdade, em Salvador, neste final de semana. O ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), teria sido confrontado por populares enquanto tentava gravar vídeos na rua Major Cunha Matos.
Em imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver o parlamentar sendo abordado pelos moradores enquanto tenta gravar conteúdos. Na sequência, os moradores expulsam Nilo do local, em meio a gritos e manifestações. Informações iniciais compartilhadas em plataformas digitais apontam que as gravações seriam destinadas a críticas ao ex-governador, Rui Costa (PT).
O conteúdo contra o ex-ministro ocorreu no local onde ele teria nascido e sido criado. No perfil do Instagram de Nilo é possível ver que ele gravou um vídeo em frente a um casa, onde indica que seria de Rui Costa.
Em seguida, o deputado aparece em frente a outro endereço, no bairro da Graça, na entrada de um prédio de luxo. No conteúdo, o integrante do Republicanos afirma que seria o novo endereço ligado ao petista, onde Rui estaria morando na capital baiana.
O pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), rebate as declarações de adversários políticos e criticou episódios registrados durante as comemorações do 2 de Julho na capital baiana. O dirigente, presente no evento, acusou o ex-governador e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), de praticar xenofobia ao afirmar que ele não possuiria "alma baiana" pelo fato de ter nascido em outro estado.
Confira o vídeo:
??João Roma acusou Rui Costa de xenofobia por falar que ele não é daqui.
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 3, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/EURzkj2Apw
Em suas redes sociais, Roma classificou a declaração de Rui como preconceituosa e ironizou a postura do ex-ministro, apontando uma suposta incoerência interna no grupo governista, mencionando a origem fluminense do senador Jaques Wagner (PT), que é nascido no Rio de Janeiro.
"Cheguei no carro, peguei o celular e vi um show de horrores. O Rui Costa, mais uma vez, destilando ódio, com xenofobia, dizendo que eu não podia ter alma baiana porque não nasci na Bahia. É lamentável mais esse preconceito. Eu fico pensando se ele usa isso também para atacar o seu então coleguinha Jaques Wagner. Todo mundo fica falando aí que os dois estão se odiando ultimamente", diz Roma.
Nome do PL presente no 2 de Julho | Foto: Ednei Cunha / Bahia Notícias
Por sua vez, Wagner respondeu ao adversário pela cadeira do Senado Federal nas eleições de 2026. Jaques Wagner adotou tom moderado, destacando que vive há 5 décadas no estado, e atribuiu o comportamento ao calor do momento do 2 de julho.
"É o calor, até para o que eu diga, é o calor do 2 de julho, todo mundo com a cabeça quente. Eu vivo aqui há 52 anos, não sei quanto tempo Roma está aqui. Mas, na medida em que o cara está legalizado, eleitoralmente ele pode ser candidato. Eu acho que não é por aí, é o calor da disputa eleitoral", responde Wagner.
Durante as comemorações do 2 de Julho, ACM Neto (União Brasil) afirmou que o anúncio do seu apoio à Presidência da República ocorrerá apenas após as convenções partidárias. O político aproveitou a ocasião para responder às críticas de Rui Costa (PT) sobre declarações do ex-prefeito da capital baiana à ponte Salvador-Itaparica.
Sobre o cenário nacional, Neto informou que viajará a Brasília na próxima semana para se reunir com a direção do seu partido. O objetivo é discutir o cenário estadual e avaliar as tratativas federais. "Primeiro precisamos entender qual será a posição nacional do União Brasil. Após as convenções, manifestaremos a nossa posição, sempre partindo do princípio de respeitar todos os partidos e pré-candidaturas que integram a nossa aliança", explicou.
O ex-prefeito de Salvador também foi questionado sobre uma declaração de Rui Costa. O petista afirmou, ao Bahia Notícias, que ACM Neto possui um "distúrbio cognitivo" por desacreditar na realização da obra da ponte Salvador-Itaparica.
Em resposta, ACM Neto rebateu a fala e transferiu o julgamento para a população. "Não é possível que ele ache que eu e a grande maioria dos baianos temos problema cognitivo. Pergunta ao povo o que o povo acha", concluiu o político.
O pré-candidato ao Senado e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), criticou nesta quinta-feira o pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União Brasil), afirmando que ele está "meio desorientado" ao negar a realidade das obras da Ponte Salvador-Itaparica, cravada nesta quarta-feira com presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"Ontem eu vi um vídeo dele negando a realidade. Quem nega a ponte hoje está sofrendo de distúrbio cognitivo, porque a realidade está se impondo, a estaca está sendo cravada, a ponte está sendo iniciada. É como negou o metrô, como negou o VLT, agora está negando a ponte. Mas a realidade e a vontade do povo da Bahia vai se impondo àqueles que torcem para tudo dar errado", afirmou Rui Costa.
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O ex-governador também comentou as investigações em curso envolvendo diferentes políticos. Para ele, todos os citados têm direito à defesa e ao devido processo legal.
"Seja o senador Jaques Wagner, seja o ACM Neto, que abriu uma empresa com sua esposa e dois dias depois recebeu R$ 5 milhões. Todo mundo vai ter o direito de se defender, de se explicar, e eu espero que o Ministério Público e a Justiça venham a dizer quem são de fato os responsáveis", disse.
De passagem pela Lapinha, em meio ao circuito de festas de celebração ao 2 de Julho, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) foi vaiado por populares que marcaram presença no evento. Ao lado do candidato ao Senado, Rui Costa (PT), o governador petista cumpre agenda no evento celebrado na então capital brasileira.
Confira o vídeo:
?? VÍDEO: Ao lado de Rui Costa, Jerônimo é vaiado em chegada ao desfile de 2 de Julho
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 2, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/sVfBALeMAr
O ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), manteve a liderança nas intenções de voto para o Senado Federal pela Bahia para as eleições de 2026. Dados do levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, sob encomenda do Bahia Notícias, apontaram que Rui ocupa a primeira posição com 50,6% das intenções de voto na pesquisa estimulada.
Ele é seguido pelo senador Jaques Wagner (PT), com 36,7%, e João Roma (PL), com 23,2%. Neste cenário, os entrevistados podiam citar até dois candidatos. Rui também aparece na liderança com 5,7% das citações, seguido por Jaques Wagner com 4,3%, na pesquisa espontânea.
O ex-ministro de Lula manteve a liderança e oscilou positivamente em um crescimento em relação à pesquisa de maio de 2026, quando registrava 48,8% na modalidade estimulada. Angelo Coronel apareceu com 22,4%, Marcelo Santtana com 5,3% e Delliana Ribeiro com 3,9%, no cenário estimulado. Nenhum/Branco/Nulo apareceu com 14,9% e Não sabe/Não opinou: 6,1%
Na Pesquisa Espontânea, divulgada nesta quarta-feira (1º), os outros candidatos, além de Wagner e Rui registraram:
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João Roma: 3,7%
-
Angelo Coronel: 1,9%
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Otto Alencar: 0,3%
No índice de rejeição eleitoral ao Senado, quando questionados em quais candidatos não votariam de jeito nenhum, os resultados foram:
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Jaques Wagner: 30,7% (rejeição subiu em relação aos 26,2% de maio).
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Rui Costa: 23,5% (rejeição caiu em relação aos 25,0% de maio).
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Angelo Coronel: 22,3%.
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João Roma: 20,7%.
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Delliana Ribeiro: 15,0%.
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Marcelo Santtana: 14,5%.
Além disso, 15,2% dos entrevistados afirmaram que poderiam votar em todos os candidatos e 13,0% não souberam ou não opinaram sobre a rejeição.
Os dados comparativos de intenção de voto e rejeição para os demais candidatos ao Senado entre maio e julho de 2026 alcançaram diferentes resultados. O candidato do PL, João Roma em intenção de voto no contexto estimulada apresentou uma oscilação negativa, passando de 24,8% em maio para 23,2% em julho. A rejeição dele diminuiu levemente de 21,3% em maio para 20,7% em julho. Já Angelo Coronel (Republicanos) obteve em intenção de votos estimulados uma oscilação negativa de 23,2% em maio para 22,4% em julho.
A rejeição do senador também apresentou queda, saindo de 23,4% em maio para 22,3% em julho. Delliana Ribeiro (PSOL) em intenções de voto estimulada teve uma redução em seu índice, caindo de 5,7% em maio para 3,9% em julho. A rejeição dela sofreu um pequeno aumento, subindo de 14,2% em maio para 15,0% em julho. Marcelo Santtana alcançou em intenção de voto não obteve dados na comparação de maio, aparecendo no levantamento de julho com 5,3%. A rejeição dele alcançou um índice de 14,5% em julho.
O número de eleitores que não sabem ou não opinaram sobre o voto no Senado caiu de 7,7% para 6,1%, enquanto os votos em nenhum, branco ou nulo oscilaram de 14,1% para 14,9%. O percentual de eleitores que afirmam que poderiam votar em todos os candidatos ao Senado subiu de 15,0% para 15,2%
JAQUES WAGNER REGISTRA QUEDA NAS INTENÇÕES DE VOTO
Jaques Wagner registrou uma queda nas intenções de voto para o Senado entre os meses de maio e julho de 2026. De acordo com os dados comparativos da pesquisa estimulada para o cargo de Senador, em maio de 2026 ele possuía 40,6% das intenções de voto. Já Julho de 2026 seu índice caiu para 36,7%.
Essa redução de 3,9 pontos percentuais ultrapassou a margem de erro da pesquisa, que é de aproximadamente 2,6 pontos percentuais.
Além da queda na intenção de votos, Wagner também apresentou um aumento em sua rejeição eleitoral. Em maio, 26,2% dos eleitores afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum, número que subiu para 30,7% em julho, tornando-o o candidato com o maior índice de rejeição entre os nomes apresentados para o Senado.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob números BA-03619/2026 e BA-04848/2026. A pesquisa entrevistou presencialmente 1.500 baianos entre os dias 27 e 30 de junho em 64 municípios. A margem de erro estimada para os resultados gerais da pesquisa é de aproximadamente 2,6 pontos percentuais. O estudo tem grau de confiança de 95,0%



A previsão de gastos do Governo da Bahia com juros da dívida mais que dobrou durante a gestão Jerônimo Rodrigues (PT) e chegou ao maior patamar da série histórica disponível nos documentos orçamentários do Estado, iniciada em 2007.
Segundo levantamento feito com base nas Leis Orçamentárias Anuais (LOAs), o valor reservado para juros e encargos da dívida saiu de R$ 864 milhões em 2023 para R$ 1,9 bilhão na proposta orçamentária de 2026. A alta é de 116% em quatro anos.
Na prática, isso significa que o governo prevê gastar muito mais dinheiro apenas com o custo da dívida. Não se trata do pagamento do valor principal que o Estado deve, mas dos juros cobrados sobre essa dívida — como acontece quando uma pessoa, empresa ou governo toma dinheiro emprestado e precisa pagar encargos ao longo do tempo.
Em valores absolutos, a previsão de gastos com juros aumentou mais de R$ 1 bilhão entre 2023 e 2026. O avanço no governo Jerônimo supera os períodos anteriores analisados.
Juros da dívida por governo:
- Jaques Wagner: R$ 671,8 mi → R$ 546,5 mi | queda de 18,66%
- Rui Costa: R$ 608 mi → R$ 769,1 mi | alta de 26,51%
- Jerônimo Rodrigues: R$ 864,9 mi → R$ 1,868 bi | alta de 116,03%
O aumento ocorre porque o custo da dívida tende a crescer quando o Estado contrata novos empréstimos, quando o volume total da dívida aumenta ou quando contratos antigos ficam mais caros por causa de juros, inflação ou variação cambial. Em resumo: quanto maior ou mais cara fica a dívida, mais dinheiro o governo precisa separar para pagar seus encargos.
No caso da Bahia, os próprios documentos orçamentários mostram que o Estado segue recorrendo a operações de crédito, que são empréstimos tomados pelo governo para financiar investimentos e despesas previstas no orçamento. A LOA de 2023 previa R$ 1,395 bilhão em operações de crédito. Na proposta de 2026, esse valor sobe para R$ 1,910 bilhão.
Além disso, desde o início do mandato, Jerônimo Rodrigues intensificou os pedidos de autorização para novos empréstimos junto à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Com novo pedido de R$ 5,5 bilhões encaminhado em 2026, o governo chegou ao 24º pedido de empréstimo, somando cerca de R$ 32,2 bilhões em solicitações.
Parte dessas operações ainda depende de contratação efetiva e nem todo o valor representa dívida direta já assumida pelo Estado. Em alguns casos, como no empréstimo de até R$ 5,49 bilhões para a Embasa, o governo atua como garantidor da operação. Ainda assim, o volume de pedidos ajuda a explicar a preocupação com o avanço dos gastos futuros ligados ao endividamento.
Esse tipo de empréstimo pode viabilizar obras e programas, mas também cria compromissos para os anos seguintes. Depois que o dinheiro é contratado, o Estado precisa pagar não apenas o valor tomado, mas também juros e outros encargos. A alta também aparece no comparativo mais recente. De 2025 para 2026, a previsão para juros e encargos da dívida passou de R$ 1,358 bilhão para R$ 1,868 bilhão, crescimento de 37,55% em apenas um ano.
Embora a LOA de 2023 tenha sido aprovada ainda no fim de 2022, antes da posse de Jerônimo Rodrigues, ela corresponde ao primeiro orçamento executado pela atual gestão. Já a proposta de 2026 é a última prevista antes do encerramento do mandato. Com isso, os gastos previstos com juros da dívida no governo Jerônimo não apenas superam os governos anteriores, como atingem o maior valor já registrado na série histórica das LOAs analisadas.
O vereador Claudio Tinoco (União Brasil) rebateu nesta quarta-feira (17) as declarações do ex-governador e pré-candidato ao Senado Rui Costa (PT) sobre a transferência do sistema ferroviário do Subúrbio ao governo do estado e afirmou que o PT tenta reescrever a história para se livrar da responsabilidade pelos problemas enfrentados pela população da região.
Segundo Tinoco, foi o governo federal petista que, em 2005, transferiu a operação dos trens do Subúrbio ao município sob o argumento de viabilizar a implantação do metrô.
O vereador lembrou ainda que, durante a própria gestão de Rui Costa no governo da Bahia, o projeto de substituição do sistema ferroviário foi marcado por questionamentos de órgãos de controle e que o estado chegou a contratar um modelo diferente, o Monotrilho, que foi interrompido após questionamentos levantados pelo próprio Tinoco e por órgãos de fiscalização.
"Rui Costa tenta transformar em herança um problema que foi criado pelo próprio PT. O que a população do Subúrbio viveu nos últimos anos foi consequência de decisões equivocadas do governo estadual, que retirou os trens, prometeu uma solução rápida e deixou milhares de pessoas sem o sistema ferroviário que utilizavam diariamente", afirmou.
"O governo tentou vender uma solução que não saiu do papel como foi prometida. Enquanto isso, quem dependia do transporte ferroviário precisou conviver com anos de espera e incerteza. Essa é uma responsabilidade que não pode ser apagada nem mudada em discursos políticos eleitoreiros", acrescentou.
O pré-candidato ao Senado e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), relembrou nesta quarta-feira (17) que a transferência do metrô de Salvador da Prefeitura para o governo do estado foi feita mediante uma condição imposta pelo município: o estado teria que assumir também o trem do subúrbio. A declaração foi feita durante a entrega da estação Calçada do VLT.
"O município colocou a seguinte condição: eu só passo o metrô se vocês receberem esse trem do subúrbio", contou Rui Costa.
O ex-governador detalhou que o trem era visto como um problema pela Prefeitura de Salvador, que queria se desfazer do sistema. A negociação teria partido do então governador Jaques Wagner, em 2012, quando o metrô de Salvador estava parado há 14 anos.
"O Wagner disse pro município: passa para cá, porque vocês não vão concluir e está envergonhando a Bahia", relatou Rui.
Um representante do Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT) criticou publicamente o ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa, nesta quarta-feira (10), durante evento com a presença do presidente Lula.
Do palco, o homem relatou dificuldades para conseguir audiência com o ex-governador e cobrou mais humildade do petista.
"Eu faço esse apelo para o ministro Rui Costa, que é do meu estado e que deveria ter a mesma humildade de nos receber. Nós tentamos diversas vezes contatos com ministros do senhor e tivemos dificuldades. Eu falo isso porque não sou de governo e eu construo essa política junto com o nosso povo e não tenho medo nem vergonha de falar", disse o representante, dirigindo-se a Lula.
O líder estava no evento em busca da assinatura de um decreto de regularização fundiária dos povos e comunidades tradicionais. Segundo ele, os territórios de sua comunidade estão sendo invadidos.
Suplência de Wagner não altera planos do PSB, diz Vitor Bonfim ao comentar cenário de Lídice da Mata
O deputado estadual Vitor Bonfim (PSB) afirmou que o Partido Socialista Brasileiro está concentrado no fortalecimento de sua chapa para a Câmara dos Deputados e que uma eventual indicação da deputada federal Lídice da Mata (PSB) para a suplência do senador Jaques Wagner (PT) não altera os planos eleitorais da legenda para 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias durante a Bahia Farm Show, ele destacou que a direção nacional do partido orientou os diretórios estaduais a priorizarem a formação de chapas competitivas para deputado federal, diante da necessidade de superar a cláusula de barreira.
Segundo o parlamentar, o PSB construiu uma nominata considerada robusta, reunindo candidatos com histórico eleitoral consolidado e potencial para ampliar a bancada baiana em Brasília. “O PSB optou por centrar forças na chapa de federal. Construímos uma chapa robusta, com nomes fortes e já testados nas urnas. Nossa perspectiva é eleger três deputados federais agora em 2026”, afirmou.
A declaração ocorre em meio às discussões sobre a primeira suplência da candidatura de Wagner ao Senado. Nos bastidores da base governista, Lídice aparece entre os nomes mais cotados para ocupar a vaga, enquanto o PSD tem defendido a indicação do ex-prefeito de Salvador Edvaldo Brito (PSD).
Antes, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) havia afirmado ao BN que o grupo trata a definição das suplências com tranquilidade e dentro do prazo eleitoral. “Estamos tranquilos porque estamos no prazo. Temos o governador, o vice e os dois senadores. O PT está dialogando isso com os partidos, mas o que é importante é que já temos a chapa completa”, declarou.
Questionado sobre a possibilidade de Lídice abrir mão da tentativa de reeleição para assumir a suplência, Bonfim afirmou que o partido está preparado para qualquer cenário e acredita que os votos ligados à liderança da deputada permanecerão dentro da legenda.
“Independentemente do caminho político que a deputada Lídice da Mata resolver seguir, nossa intenção continua sendo eleger três deputados federais. Se ela receber um convite ou optar por outro projeto político, esses votos vão permanecer dentro do partido”, disse.
A eventual escolha de Lídice para a suplência tem sido acompanhada com atenção dentro do PSB. A deputada é uma das principais lideranças da legenda no estado e uma eventual saída da disputa pela reeleição à Câmara Federal poderia impactar a distribuição de votos da chapa proporcional.
A definição das suplências integra as últimas pendências da composição da chapa governista para 2026. A primeira suplência da candidatura do ex-governador Rui Costa (PT) ao Senado já foi anunciada e ficará com o ex-deputado federal Ronaldo Carletto (PP).
A composição da chapa majoritária do grupo governista na Bahia segue sem definição e com ruídos internos. Um integrante da base aliada afirmou, em reserva, que o anúncio do ex-deputado federal Ronaldo Carletto (Avante) como primeiro suplente de Rui Costa (PT) foi feito sem consulta prévia aos demais aliados. O mesmo interlocutor apontou, inclusive, que a primeira suplência do senador Jaques Wagner (PT) também não está definida e que a chapa completa só deve ser fechada perto das convenções partidárias, marcadas entre 20 de julho e 5 de agosto.
O nome de Carletto foi confirmado na última quinta-feira (28) durante evento em Ilhéus com prefeitos das regiões Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia. O anúncio, feito sem alinhamento prévio com os demais grupos políticos da base governista, teria sido uma surpresa aos aliados.
Do lado de Wagner, a disputa pela primeira suplência envolve ao menos três nomes. A bancada do PSD na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) divulgou nota pública nesta terça-feira (2) em apoio ao ex-prefeito de Salvador Edvaldo Brito, destacando sua trajetória política e acadêmica. O ex-prefeito de Belo Campo, Quinho Tigre (PSD), também chegou a externalizar articulação para a vaga.
Já o PCdoB, que integra a Federação Brasil da Esperança ao lado do PV e do PT, formalizou a indicação da vereadora Aladilce Souza para compor a chapa majoritária.
O Bahia Notícias havia divulgado na última quarta-feira (27) que o nome da deputada federal Lídice da Mata (PSB), presidente estadual do partido, já teria sido definido para a suplência de Wagner, após ela aceitar convite feito pelo próprio senador.
"A suplência de Wagner só não será de Lídice se ela renunciar ao aceite. Porque aceitar, já aceitou", revelou, em reserva, um aliado próximo ao senador petista.
Mesmo com esse aceite divulgado, a fonte ouvida agora pelo Bahia Notícias contradiz a informação e reforça que nada está fechado, e que o ritmo das negociações indica que a definição só virá perto do prazo das convenções.
A novela da chapa já acumulou outros capítulos. A manutenção de Geraldo Jr. (MDB) na vice-governadoria foi anunciada após desgaste interno, assim como a formação da dobradinha Jaques Wagner e Rui Costa no Senado, decisão que deixou o senador Angelo Coronel (Republicanos) fora da composição.
PRESSÃO SOBRE LÍDICE
A deputada federal Lídice da Mata enfrenta um dos cenários mais delicados de sua trajetória política na disputa de 2026. Ao aceitar a suplência de Wagner, ela abriria mão da reeleição à Câmara Federal num momento em que o PSB filiou nomes de peso para a corrida federal, criando concorrência direta dentro do próprio partido.
Na reta final da janela partidária, o PSB incorporou Mário Negromonte Jr., Vitor Bonfim e Elisângela, todos com potencial eleitoral consolidado. Os números de 2022 ajudam a entender o tamanho do problema: Negromonte Jr. somou 147.711 votos, superando Lídice, que obteve 112.385. Vitor Bonfim, então candidato a deputado estadual, teve 68.043 votos, e Elisângela alcançou 73.138. Com a migração desses nomes para a disputa federal, a tendência é de pulverização dos votos dentro do próprio partido.
O convite de Wagner a Lídice teria dupla motivação. A primeira seria a gratidão do senador petista à deputada: em 2018, ela foi preterida na chapa majoritária pelo nome de Angelo Coronel, que depois migrou para a oposição. A segunda razão teria relação com Salvador. Pesquisas internas da base governista apontam que Lídice teria vantagem entre os postulantes à Câmara Federal quando considerados os votos da capital, de acordo com fontes ligadas ao governo. Em 2022, dos 112.385 votos obtidos pela deputada, 51.105 vieram de Salvador.
A saída de Lídice da disputa proporcional, portanto, representaria uma conta extra para viabilizar a eleição dos recém-chegados Mario Jr. e Vitor Bonfim pelo PSB.
A permanência da presença do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) na alça de mira do ex-governador da Bahia Rui Costa (PT) segue chamando a atenção. Presentes na disputa eleitoral da Bahia neste ano, o embate frequente teria uma motivação para além das críticas direcionadas às antigas gestões de Neto.
Para o senador Jaques Wagner (PT), também presente na chapa majoritária, a razão pode ser mais “interna”. Ao Bahia Notícias, nesta segunda-feira (1), Wagner indicou que “existem brigas passadas que ainda não foram reveladas”.
A declaração do senador ocorre após mais um capítulo da troca de críticas entre Rui Costa e ACM Neto. Na última sexta-feira (29), durante encontro da Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc), em Ilhéus, o ex-governador rebateu declarações do ex-prefeito sobre a influência política dos prefeitos nas eleições estaduais.
Rui respondeu à afirmação de ACM Neto de que “ter 300 prefeitos não muda nada” e criticou o que considerou uma postura de desvalorização das lideranças municipais.
“Quando alguém diz que prefeito não influencia eleição, está se colocando numa posição superior. Está minimizando e desprezando o papel de quem foi reconhecido por sua comunidade como liderança política”, afirmou.
O petista também comparou a relação entre prefeitos e os grupos políticos da base governista e da oposição.
“A diferença entre nós e eles não está só na quantidade de obras. Está também na forma de olhar o outro. De que posição a gente está olhando o outro? De cima para baixo ou olhando olho no olho?”, questionou.
A declaração de Rui foi interpretada nos bastidores como mais um episódio de uma sequência de críticas direcionadas ao principal adversário do grupo governista na disputa pelo Palácio de Ondina. O comportamento recorrente do ex-governador tem chamado atenção de lideranças políticas e motivou a avaliação feita por Jaques Wagner.
Os embates entre Rui Costa e ACM Neto, inclusive, não se restringem ao episódio mais recente. No último dia 7 de maio, durante a entrega da Comenda 2 de Julho ao secretário de Desenvolvimento Urbano de Salvador, Sostenes Macedo, ACM Neto voltou a descartar a possibilidade de debater com o ex-governador.
“Eu não debato com ele [Rui Costa] porque ele é candidato ao Senado. Eu debato com Jerônimo Rodrigues, que é o candidato a governador”, afirmou.
Na sequência, ACM Neto voltou a direcionar críticas ao atual governador da Bahia e afirmou que Jerônimo estaria evitando se expor publicamente.
“Eu debato com Jerônimo, que, por sinal, tem se escondido por aí, falado pouco e deixado outros falarem. Acho que ele deve estar com medo dos problemas do governo e das promessas que não está cumprindo”, disse.
ACM NETO SOBRE PREFEITOS
O episódio que motivou a mais recente reação de Rui Costa teve início no último dia 22, durante um evento político realizado em Vitória da Conquista.
Na ocasião, ACM Neto minimizou o peso do apoio de gestores municipais na disputa eleitoral e destacou o que considera ser um sentimento de mudança entre os eleitores baianos. O posicionamento foi registrado pelo Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias.
"Eles podem vir com a máquina de governo, com não sei quantos prefeitos que eles alegam ter, podem vir com o dinheiro do mundo, porque nós temos o povo da Bahia. E eu sei que temos o povo de Vitória da Conquista ao meu lado", discursou ACM Neto.
A fala repercutiu imediatamente entre prefeitos e lideranças municipais. O comentário foi interpretado por parte dos gestores como uma desvalorização de seu papel político e desencadeou discussões em um grupo institucional da União dos Municípios da Bahia (UPB).
O vazamento de mensagens do espaço virtual, divulgado pelo Blog dos Políticos do Sul da Bahia, transformou um ambiente voltado a questões administrativas em uma arena de debates político-partidários.
O pré-candidato ao Senado Federal e ex-governador Rui Costa confirmou, na tarde desta quinta-feira (28), a indicação do ex-deputado federal Ronaldo Carletto, presidente estadual do Avante, como seu primeiro suplente na pré-candidatura ao Senado. O anúncio oficial ocorreu em Ilhéus, durante um encontro com prefeitos das regiões Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia.
Confira o momento do anúncio:
O evento, realizado em apoio ao grupo político governista, foi promovido pela Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc). A atividade contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT), do senador Jaques Wagner e de aproximadamente 40 prefeitos da região.
Também compareceram ao encontro deputados estaduais e federais, além de ex-prefeitos e vice-prefeitos das três regiões representadas. Rui Costa já aparece nas pesquisas eleitorais como um nome forte para as eleições deste ano, com a troca de 54 das suas 81 cadeiras, o que corresponde a dois terços (2/3) do total da Casa.
O deputado federal da Bahia, Bacelar (PV), avaliou a escolha do grupo governista em manter uma chapa “puro-sangue” para a disputa estadual deste ano. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (25), o parlamentar alega que esta formação é “a melhor chapa que poderia ser construída”.
A chapa “puro-sangue” ou “chapa dos governadores” é formada por Jerônimo Rodrigues, candidato à reeleição, e Jaques Wagner e Rui Costa na disputa pelas vagas no Senado, todos pelo Partido dos Trabalhadores. Para Bacelar, “a nossa chapa é uma chapa, praticamente, eu diria – porque nada humano pode ser dito que é 100% perfeito –, mas é a melhor chapa que poderia ser construída na Bahia no momento”.
Ele explica que a escolha reflete o histórico do grupo governista na Bahia. “Nós temos quem iniciou tudo isso, que foi o senador Wagner. Tudo isso que nós estamos vivendo no estado de desenvolvimento, de obras, de volume de investimentos, de uma vida mais tranquila, de uma política de paz, de uma política civilizada foi iniciada pelo governador Wagner”, explica.
“Depois vem o Rui Costa, o Rui Correria, com um volume de obras presente em todo o estado, o governador que era considerado um prefeito de Salvador, prefeito e governador pelo volume de obras que nós temos em Salvador, e por um estilo que o ministro Rui Costa implantou na política, de conversa direta com os prefeitos”, diz Bacelar.
O parlamentar afirma que “os prefeitos têm verdadeira admiração pelo ex-ministro Rui Costa e isso tudo, a soma de Wagner com Rui Costa, refletindo nessa administração [de Jerônimo Rodrigues] que é a administração que faz a Bahia mais avançar”.
Segundo ele, é justamente pela força nas bases municipais que a chapa teria aberto uma vantagem frente à oposição. “Nós temos uma chapa fortíssima, nós temos o apoio de quase 390 prefeitos, são 380 prefeitos, 11 prefeitos ainda indefinidos. Sobra para o nosso adversário cerca de 15, 16 prefeitos que a gente espera que até o início da campanha venham nos apoiar, porque essa é a melhor proposta para a Bahia e para os baianos”, ressalta.
A força no Legislativo também foi destacada por Bacelar. “Temos o maior número de senadores, o maior número de deputados, as nossas bancadas, tanto a estadual quanto a federal, em relação à eleição de 2022, aumentaram o número de deputados estaduais e federais”, destaca.
Dorival Júnior está oficialmente de volta ao São Paulo. O clube anunciou, nesta sexta-feira (15), o retorno do treinador para assumir o comando da equipe após a demissão de Roger Machado.
A confirmação encerra as negociações iniciadas depois da eliminação do Tricolor na Copa do Brasil. Segundo informações divulgadas pelo jornalista André Hernan, da ESPN, dirigentes do clube se reuniram com Dorival na última quinta-feira (14), e o treinador aceitou uma adequação salarial para viabilizar o acerto.
Dorival estava livre no mercado após passagem pelo Corinthians, clube que comandou depois de deixar a Seleção Brasileira. A questão financeira era tratada internamente como um dos principais obstáculos para a contratação.
O treinador retorna ao Morumbis com histórico recente de título. Em 2023, Dorival comandou o São Paulo na conquista inédita da Copa do Brasil, vencida sobre o Flamengo na decisão. O trabalho no clube foi um dos fatores que o levaram posteriormente ao comando da Seleção Brasileira.
Na passagem pela Amarelinha, Dorival dirigiu o Brasil em 16 partidas, com sete vitórias, sete empates e duas derrotas. O aproveitamento foi de 58,3%. O ciclo terminou após a goleada sofrida para a Argentina.
Depois da Seleção, o técnico assumiu o Corinthians, onde permaneceu entre 2024 e 2026. Foram 63 jogos, com 25 vitórias, 19 empates e 19 derrotas, aproveitamento de 49,7%. Pelo clube alvinegro, conquistou a Copa do Brasil diante do Vasco e a Supercopa contra o Flamengo.
O São Paulo buscava um novo treinador desde a saída de Roger Machado, demitido na última quarta-feira (13) após a derrota por 3 a 1 para o Juventude, no Alfredo Jaconi, resultado que também confirmou a eliminação tricolor na Copa do Brasil.
Roger Machado não é mais técnico do São Paulo. O treinador foi demitido na última quarta-feira (13), após a derrota por 3 a 1 para o Juventude, no Alfredo Jaconi, resultado que confirmou a eliminação tricolor na Copa do Brasil.
A saída foi anunciada por Rui Costa, diretor executivo de futebol do clube, durante a entrevista coletiva depois da partida. A decisão foi tomada ainda nos minutos posteriores ao apito final, em conversa com a diretoria e a comissão técnica.
"O técnico Róger Machado não é mais treinador do São Paulo Futebol Clube. Uma decisão que foi tomada alguns minutos depois do jogos. Conversamos, conversamos com o presidente e com toda a comissão técnica e a partir de hoje o São Paulo inicia a busca por um novo treinador", contou.
Roger deixa o comando do São Paulo após 17 partidas. No período, foram sete vitórias, quatro empates e seis derrotas. O aproveitamento foi de 49%.
A demissão acontece dois dias depois do vazamento de um áudio em que o presidente são-paulino, Harry Massis, dizia que o clube não tinha condições financeiras de trocar o comando técnico.
"Nós não temos condição de trocar o técnico, não temos dinheiro. Será que vocês não entendem isso? Será que vocês não entendem que nós pegamos São Paulo sucateado? Eles não pagaram nada o ano passado, tá sobrando tudo pra mim", disse o dirigente.
DORIVAL PODE VOLTAR?
Com a saída de Roger Machado, o São Paulo deve tentar a contratação de Dorival Jr. Segundo informações do UOL Esporte divulgadas na última quarta, o Tricolor pretende iniciar as tratativas com o treinador ainda nesta quinta-feira (14).
Dorival está livre no mercado após passagem pelo Corinthians, clube que assumiu depois de deixar a Seleção Brasileira. A questão financeira, porém, é tratada internamente como o principal obstáculo para um possível acordo.
O treinador tem histórico recente no Morumbis. Em 2023, comandou o São Paulo na conquista inédita da Copa do Brasil, vencida sobre o Flamengo na decisão. O bom trabalho no clube foi um dos fatores que o levaram posteriormente à Seleção.
Nos bastidores, há o entendimento de que Dorival poderia ter adaptação mais rápida por já conhecer a estrutura tricolor.
O levantamento realizado pela Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Noticias, também analisou o cenário de disputa pelas duas cadeiras baianas ao Senado Federal. A pesquisa revela certa vantagem ao ex-governador Rui Costa (PT).
No cenário estimulado, quando os candidatos são apresentados aos eleitores, podendo citar até dois nomes, Rui Costa surge com 48,8% dos votos, seguido do atual senador Jaques Wagner (PT) com 40,6%. Na sequência aparece João Roma (PL) com 24,8% e o atual senador Ângelo Coronel (Republicanos) com 23,2%. Delliana Ribeiro (PSOL) soma 5,3%. Nenhum, branco ou nulo são 14,1% e não sabem ou não opinaram formam 7,7%.

Registro da pesquisa eleitoral BN/Paraná Pesquisas / Cenário estimulado
Já no cenário espontâneo, sem citar os candidatos, Rui Costa também lidera com 4,7%, seguido de Jaques Wagner com 3,6%, João Roma surge com 2,7%, seguido de Ângelo Coronel com 1,7%. Na sequência aparece o atual senador Otto Alencar (PSD) com 0,5%. Outros nomes são 0,7%, brancos, ninguém e nulos surgem com 5,8%. Não sabem ou não responderam são 80,4%.
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Registro da pesquisa eleitoral BN/Paraná Pesquisas / Cenário espontâneo
O levantamento está de acordo com a Resolução-TSE n.º 23.600/2019, essa pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n. BA-03619/2026. Com coleta de dados realizada através de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais, entre os dias 10 e 12 de maio de 2026.
Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 1510 eleitores em 65 municípios. Tal amostra representativa do Estado da Bahia atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), voltou a afirmar nesta quinta-feira (7) que pretende debater diretamente com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), e não com o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT), pré-candidato para disputar o Senado em 2026.
“Eu não debato com ele [Rui Costa] porque ele é candidato ao Senado. Eu debato com Jerônimo Rodrigues, que é o candidato a governador”, afirmou.
Durante a entrevista, o ex-ministro João Roma (PL), pré-candidato ao Senado pela chapa de Neto, também provocou Rui Costa e disse que o petista evita confrontos públicos.
“Eu estou chamando ele para debate e ele está correndo. Por isso o nome dele é ‘Rui Correria’. Estou chamando para o debate e ele está correndo”, declarou.
Na sequência, ACM Neto voltou a direcionar críticas ao atual governador da Bahia e afirmou que Jerônimo estaria evitando se expor publicamente.
“Eu debato com Jerônimo, que, por sinal, tem se escondido por aí, falado pouco e deixado outros falarem. Acho que ele deve estar com medo dos problemas do governo e das promessas que não está cumprindo”, disse.
Há pouco mais de três meses para o prazo de formalização das chapas para as eleições nacionais, as vagas para suplência de Jaques Wagner (PT) e Rui Costa (PT) na disputa ao Senado Federal seguem indefinidas. Nos bastidores, aponta-se que os caciques do Partido dos Trabalhadores aguardam a indicação de um dos maiores aliados do grupo, Otto Alencar (PSD).
O fato é que, em março deste ano, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), integrante da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), formalizou a indicação da vereadora Aladilce Souza para compor a chapa majoritária, como suplente de um dos dois candidatos majoritários, na frente liderada pelo governador Jerônimo Rodrigues.
Na época, a vereadora e ex-líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador destacou que “é realmente uma alegria muito grande ter meu nome indicado pelo partido para essa suplência”. O partido não indicou para qual suplência a vereadora seria indicada, o cenário que se forma, no entanto, é que a principal vaga em aberto é a suplencia do senador Jaques Wagner.
Ainda nesta quarta-feira (06), o senador petista Jaques Wagner indicou que as chapas estariam “quase formadas”. “Não definimos ainda a primeira e segunda suplência, nem minha nem de Rui. Tem vários nomes citados, vários partidos que têm interesse em participar; a gente vai ter que amadurecer isso. Tem muito nome bom que quer entrar”, afirmou.
Por outro lado, fontes nos bastidores do grupo governista apontam que a indicação do Partido Comunista à suplência estaria “de molho” até que novos nomes também fossem apresentados. A indicativa é que a chapa petista deve priorizar as indicações do presidente estadual do Partido Social Democrata (PSD), Otto Alencar, que não se manifestou, até o momento.
Já para as vagas relacionadas a candidatura do ex-ministro Rui Costa, um desses nomes seria o presidente estadual do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto. Atualmente, o Avante é um dos partidos com maior expressividade no interior do estado, com cerca de 60 prefeituras eleitas em 2024. Nesse sentido, as podem ganhar destaques nos bastidores da negociação.
INDEFINIÇÃO NO PSD
Ao final de janeiro, o PSD perdeu um de seus principais “soldados”. O senador Angelo Coronel e sua família romperam com o partido de Otto Alencar após meses de negociações para a composição da chapa majoritária do grupo governista. Com a confirmação da “chapa puro-sangue” do PT, com Jerônimo, Wagner e Rui, o senador teria sido “deixado de lado” em sua tentativa de reeleição.
Hoje, vinculado ao Republicanos, o senador declarou apoio ao pré-candidato ao Palácio de Ondina, Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto e passou a compôr a chapa "Unidos para Mudar a Bahia", que tem como segundo candidato à "Câmara Alta", o ex-deputado federal e presidente do PL na Bahia, João Roma.
Os petistas Rui Costa e Jaques Wagner lideram as intenções de votos totais na disputa pelo Senado Federal, nas duas vagas para a Bahia. A informação foi apresentada na Pesquisa Quaest, divulgada pela TV Bahia, nesta quarta-feira (29).
No levantamento, o ex-ministro da Casa Civil e o senador lideram com 24% e 22% respectivamente. Como haverá duas vagas em disputa, a pesquisa considerou a combinação de votos totais e a ordem de preferência no primeiro voto:
- Rui Costa (PT): 31%
- Jaques Wagner (PT): 20%
- João Roma (PL): 10%
- Angelo Coronel (Republicanos): 4%
- Delliana Ricelli (PSOL): 1%
- Marcelo Santtana (DC): 0%
- Indecisos: 15%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 19.
Já o segundo voto foi liderado por Wagner e seguido por Rui:
- Jaques Wagner (PT): 24%
- Rui Costa (PT): 16%
- João Roma (PL): 7%
- Angelo Coronel (Republicanos): 7%
- Delliana Ricelli (PSOL): 1%
- Marcelo Santtana (DC): 1%
- Indecisos: 18%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 26%
A pesquisa também mediu o quanto os candidatos são conhecidos e qual o seu teto de votos:
- Rui Costa: É o que possui o maior potencial, com 47% dizendo que o conhecem e votariam nele, enquanto 38% o conhecem e não votariam.
- Jaques Wagner: Tem 39% de potencial de voto e 39% de rejeição.
- João Roma: Apresenta 11% de potencial de voto, mas 64% dos eleitores afirmam não conhecê-lo.Angelo Coronel: Possui 8% de potencial de voto e é desconhecido por 68% da amostra




Atualizada às 08h54
O ex-governador do Estado da Bahia, Rui Costa (PT), comentou sobre as correlaçãos apontadas por opositores entre a sua gestão, entre 2015 e 2023, com o escândalo do Banco Master. Em entrevista ao programa Linha de Frente, da Antena 1 (100.1), nesta terça-feira (28), o ex-ministro da Casa Civil afirmou que as acusações, em torno da venda do CredCesta, cartão de crédito vinculado a Cesta do Povo, não se sustentam.
"Isso é coisa artificial. Quem acusava isso apareceu depois com contrato com consultoria para o Banco. Na época que nós vendemos a cesta do povo, com o cartão [Credcesta], nem Banco Master existia", afirmou o ex-ministro.
Na entrevista, o ex-governador refez a linha do tempo da venda do CredCesta: "Nós não vendemos ao Banco, a cesta do povo não foi vendida ao Banco, ela foi vendida a um fundo de investimento espanhol. Nós tentamos vender uma vez, a segunda vez, e na terceira vez, depois de oferecer a Caixa Econômica, ao Banco do Brasil, a um monte de gente e banco público. E todos eram enfaticos dizendo: a única coisa de valor que tem nesse negócio ai que vocês estão vendendo é esse cartão de crédito da Cesta do Povo, isso vale algum dinheiro”, narra.
O pré-candidato ao Senado destaca ainda que “vendemos a Cesta do Povo com a obrigação de que quem comprasse mantivesse, na época, no mínimo 50 lojas abertas, funcionando,por um prazo mínimo de 5 anos para manter aqueles empregos”.
Para Rui, o problema real teria sido a própria Cesta do Povo, que, segundo ele foi uma “furada” criada pelo ex-governador Antonio Carlos Magalhães (ACM). “A Cesta do Povo foi criada por Antônio Carlos Magalhães, uma ideia que se mostrou, ao longo do tempo, furada, que deu um prejuizo bilionário ao Governo do Estado e ao povo baiano”, disse.
“Era um supermercado que só dava prejuízo, não tem como um supermercado público estatal concorrer com um supermercado privado, não tem como”, conclui.
O deputado estadual Hassan (PP) afirmou ter sido dispensado pela prefeita de Jaguaquara, Edione Oliveira (PT), após a decisão do seu padrinho político, o ex-prefeito de Jequié Zé Cocá (PP), de integrar a chapa de oposição liderada pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União). Segundo o parlamentar, a ruptura ocorreu em meio a pressões políticas relacionadas às eleições estaduais.
A aliança entre Hassan e Edione havia sido construída há cerca de quatro anos, mas, de acordo com o deputado, tornou-se insustentável após o reposicionamento de Zé Cocá, que deixou o cargo de prefeito no último dia 2 de abril para compor a chapa oposicionista. Hassan optou por acompanhar o aliado, responsável por sua projeção política.
O parlamentar também relatou que, após a mudança, integrantes do PT passaram a se articular em municípios governistas, com o objetivo de enfraquecer sua atuação política. Durante visita ao município de Maracás, neste sábado (18), Hassan citou o ministro Rui Costa (PT) como um dos nomes envolvidos nas movimentações.
”Infelizmente, na última semana fui convidado pelo presidente da Câmara, Nildo Pirôpo, estive na casa da prefeita a convite de Nildo e, lá, ela oficializou que não poderia mais estar com o deputado Hassan por conta de uma pressão que ela havia sofrido por parte de pessoas que vão disputar a eleição, o ex-ministro Rui Costa, ela o nominou, que não aceitava que Jaguaquara votasse com o deputado Hassan”, afirmou em entrevista ao Blog Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias.
Após o rompimento, Hassan não descarta buscar novas alianças políticas no município, onde foi o candidato mais votado nas eleições de 2022, com mais de 8 mil votos. O deputado também destacou ações do seu mandato em apoio à gestão municipal, como a destinação de emendas parlamentares, e disse ter sido informado sobre a retirada de seu nome como apoiador de um encontro de motociclistas previsto para maio.
O senador Jaques Wagner (PT), o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) e o ministro Sidônio Palmeira utilizaram um jatinho pertencente a uma empresa controlada por filhos do empresário Nestor Hermes, citado em investigação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) sobre suposto esquema de grilagem de terras.
A informação foi publicada no último sábado (4), pelo site Uol. De acordo com registros de movimentação de aeronaves da Inframérica, na noite de 18 de junho de 2025, os três embarcaram em um voo particular com destino a Salvador, acompanhados de dois auxiliares.
A aeronave pertence à DH Agropecuária Ltda, empresa controlada por Ana Paula Dupuy Hermes e Diego Dupuy Hermes, filhos de Nestor Hermes. Nenhum dos dois, nem o empresário, estava a bordo.
Também participaram do voo o assessor da Casa Civil Marcelo Emerenciano, ex-prefeito de Cocos, na Bahia, e Tiago Cesar dos Santos, secretário-executivo da Secretaria de Comunicação Social.
Procurado pelo UOL, Sidônio Palmeira afirmou não saber a quem pertencia o avião. "Eu vou geralmente pelo voo da Latam e tinha perdido o voo, descobri que tinha um voo mais tarde e me ofereceram carona. Perguntei se o Tiago podia ir".
Já Jaques Wagner “confirma que já pegou carona no avião citado, mas desconhece qualquer fato que desabone a conduta do senhor Nestor Hermes”.
O ministro Rui Costa foi procurado desde quinta-feira, por meio de sua assessoria, mas não respondeu.
Segundo relatório do MP-BA, como já divulgado anteriormente, Nestor Hermes é apontado como suposto líder de uma organização criminosa especializada em grilagem de terras na região de Cocos, no oeste da Bahia, próximo à divisa com Goiás.
A investigação indica que sua filha, Ana Paula Dupuy Hermes, teria atuado como intermediária em transações financeiras envolvendo um ex-sargento da Polícia Militar acusado de participação em ações violentas relacionadas à disputa por terras.
Em ações judiciais, fazendeiros também acusam Hermes de atuar com funcionários armados. Nos processos de reintegração de posse, há relatos de invasões e ameaças.
A defesa do empresário, representada pelo advogado Pablo Domingues, afirmou que “nem ele nem seus filhos são denunciados, réus, e nem respondem a qualquer processo criminal e nem são investigados por suposta organização criminosa ou grilagem de terras. O MP-BA já teve conhecimento dessas notícias falsas e não ofereceu denúncia contra ele.” Segundo o advogado, as viagens “ocorreram de maneira absolutamente regular”.
Ainda de acordo com a defesa, Hermes é alvo de uma “campanha difamatória reconhecida judicialmente”. “Vem sendo alvo de campanha difamatória reconhecida judicialmente, aonde houve confissão, pelos acusados, de contratação de empresa para divulgação de notícias falsas contra sua pessoa”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elogiou o ministro da Casa Civil, Rui Costa, durante sua agenda em Salvador nesta quinta-feira (2). Apesar de brincar com o mau-humor do ministro, Lula exaltou a atuação do ex-governador. Rui deve deixar o cargo nos próximos dias para concorrer a uma vaga ao Senado pela Bahia.
??Lula diz que Rui “não é o mais simpático”, mas defende ministro em despedida da Casa Civil
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) April 2, 2026
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“Ele não é o mais simpático das pessoas que trabalharam comigo. Ele de vez em quando acorda de cara feia. Mas se você precisar de alguém honesto, com competência e vontade, que não tem medo de cara feia, não tem medo de debater, pode levar o Rui Costa”, afirmou o presidente.
Lula também elogiou o trabalho de Miriam Belchior, secretária-executiva da pasta desde 2023, que deve assumir o comando da Casa Civil. Conhecida por seu perfil técnico, a servidora já foi ministra do Planejamento e presidente da Caixa Econômica. Na ocasião, ele falou sobre a atuação da dupla nos últimos anos.
“Eu convidei Rui para ser ministro com uma condição: que a gente convencesse a Miriam a trabalhar com ele. Porque ela já tinha uma experiência muito bem sucedida no meu governo e depois no governo da Dilma Rousseff. Essa dupla fez a diferença no meu governo”, afirmou.
O presidente concluiu agradecendo a atuação de Rui. “A gente não conseguiu 100% de sucesso em tudo que a gente queria. Mas eu posso dizer pra vocês que nós nunca tivemos a Casa Civil funcionando com a capacidade de apresentar soluções que agora. Então eu vim aqui para agradecer e o Brasil agradece o papel que você cumpriu na Casa Civil”, completou o petista.
Nem a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Bahia, nesta quinta-feira (2), para cumprir agenda na capital parece ter resolvido o impasse do nome para compor a cadeira de vice na chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Com o atual ocupante, Geraldo Jr. (MDB), sem ser confirmado, a indefinição persiste, podendo transformar o cenário atual.
O Bahia Notícias apurou com interlocutores da cúpula petista no estado que, antes da chegada de Lula à Bahia, um encontro foi realizado na última terça-feira (31), para tentar fechar o espaço da vice. Na segunda (30), algumas garantias teriam sido dadas, inclusive ao presidente de honra do MDB, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, de que o nome de Geraldo Jr. seria confirmado no atual espaço. Entretanto, após o encontro para sacramentar a arrumação, uma ligação teria suspendido o entendimento.
Do outro lado da linha estava o ministro da Casa Civil Rui Costa (PT), que estaria irredutível, indicando o veto ao nome de Geraldo Jr. para a vice, elevando a a incerteza sobre como seria arrumada a chapa. Jerônimo preferiu não falar com a imprensa, postergando o anúncio, cogitado para esta quarta (1º). No fim do dia, a visita de Lula prometia "desembaralhar" o cenário, apontando que um nome seria definido. Em mais um encontro, agora contando com a presença de Lula, no Palácio de Ondina, nada foi definido, mantendo a incerteza.
Além disso, aliados próximos aos caciques petistas no estado também têm indicado que o panorama pode sofrer uma mudança ainda mais drástica. Ainda em 2024, em meio a confirmação da candidatura de Rui ao Senado, o Bahia Notícias já indicava o desejo confesso do ex-governador da Bahia em retornar para o estado e disputar o governo. Aos mais próximos, Rui apontava a vontade, porém o movimento também teria se intensificado mais recentemente. "Mais próximo de Lula", Rui também tem apontado para pesquisas como forma de demonstrar a viabilidade de seu retorno, podendo manter o grupo petista no comando e "encaminhar" a eleição de Lula no plano nacional.
A indefinição da vice também pode escancarar o acirramento nesse flanco. Aliados próximos revelaram ao Bahia Notícias que, para além de vetar Geraldo Jr. na vice, Rui também articularia o "retorno ao governo" como forma de reverter um cenário eleitoral indigesto no estado, diante de mais um embate interno, desta vez com o senador Jaques Wagner. O senador tem engrossado o coro pelo nome de Geraldo Jr. na vice, estabelecendo mais um capítulo de desententimento com o ainda ministro da Casa Civil.
Com a Bahia sendo fundamental para o pleito nacional, o presidente Lula pode deixar o estado sem conseguir fazer com que os locais se entendam e fechem questão sobre esse tema.
EMBATE RUI X WAGNER
Os episódios são muitos entre a disputa de Wagner e Rui. Outro deles foi o pelo comando do PT da Bahia, ainda em 2025, deixando o governador Jerônimo Rodrigues no meio do fogo cruzado. Com vetos de ambos os lados, a sucessão da presidência estadual do partido teve alguns retornor à “estaca zero”, durante o Processo de Eleição Direta (PED).
O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), fez críticas públicas à comunicação do governo federal em reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com ministros nesta terça-feira (31). Durante a fala inicial na reunião, Rui Costa citou ao menos três vezes o nome do chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, ao dizer que era preciso comunicar à população sobre as propostas e conquistas do governo federal.
“A minha dúvida, Sidônio, é se o povo sabe disso. Acho que a gente tem que colocar como foco comparar e mostrar. O povo tem o direito de conhecer esses números, esses dados, porque, repito, é a mudança da água para o vinho, de um deserto de governança para um governo que tem um líder que montou uma equipe para trabalhar e produzir esses resultados”, afirmou Rui Costa.
Informações do O Globo apontam que a fala do chefe da Casa Civil foi interpretada pelos participantes como uma cobrança pública, tendo gerado constrangimento em Sidônio, que chegou a responder as críticas.
As críticas ao publicitário a frente da Secom são alimentadas pelo número de levantamentos que mostram maior reprovação à gestão petista e rejeição a Lula, a exemplo da Datafolha de março. O publicitário, que foi marqueteiro de Lula na campanha de 2022, chegou ao Planalto no começo de 2025.
A transmissão feita pelo governo mostrou a cara de Sidônio, que respondeu: “Eu vou responder”. A resposta dele não foi gravada, mas fontes presentes na reunião indicam que o ministro da Secom, em sua fala, rebateu a cobrança de Rui Costa, ainda que sem citá-lo nominalmente. Ele teria atribuido os problemas ao seu antecessor no cargo, o deputado Paulo Pimenta (PT), que comandou a Secom entre janeiro de 2023 e janeiro de 2025.
De acordo com relatos, Sidônio afirmou que faltou ao governo ter alardeado logo no início do mandato de Lula as condições herdadas da gestão anterior, de Jair Bolsonaro (PL). Como argumento, o chefe da Secom afirmou que a legislação não permite que canais governamentais façam comparação de uma gestão a outra.
À tarde, Rui Costa minimizou as cobranças ao colega da Esplanada. Em entrevista à GloboNews, o ministro disse que não fez críticas à Secom, “muito menos ao Sidônio”. “Ao contrário, quero parabenizar pelo excepcional trabalho que ele fez, que ele vem fazendo. Ele deu uma virada positiva na comunicação do governo”, disse o baiano.
Atualmente, a linha central da comunicação do governo aposta na estratégia de comparar o que o governo Lula fez em contraposição a Bolsonaro, estraté que foi adotada pelo próprio presidente Lula em suas falas públicas. Segundo relatos, Sidônio pediu unidade no discurso dos ministros que agora assumem os cargos e os que estavam de saída.
Em reunião realizada nesta terça-feira (31) no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou as mudanças de ministros em pelo menos 18 pastas do seu governo. Lula também disse não saber ainda qual será a decisão de alguns dos ministros, que não definiram se concorrerão nas eleições deste ano ou seguirão na Esplanada.
Entre os indecisos estão o ministro Wolney Queiroz, da Previdência, a ministra Luciana Santos, da Ciência e Tecnologia, e Alexandre Silveira, das Minas e Energia. Já Márcio França, do Empreendedorismo, está cotado para assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio no lugar de Geraldo Alckmin, que sai para se candidatar a vice-presidente na chapa de Lula.
Há o caso ainda do ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira, que deve deixar seu cargo somente próximo ao início da campanha eleitoral. Sidônio comandará o marketing da campanha de reeleição do presidente Lula.
A grande maioria dos ministros que assumirão os cargos será composta dos atuais secretários-executivos da pasta. Os próprios ministros indicaram os seus secretários-executivos para seguir no comando dos ministérios, como forma de dar continuidade ao trabalho que já vem sendo realizado.
Confira abaixo como ficam todos os 38 ministérios do governo Lula, e a que cargo devem concorrer os ministros que deixam a Esplanada:
- Advocacia-Geral da União
Jorge Messias permanece na pasta. O ministro fica à frente da AGU pelo menos até a sabatina no Senado Federal. Messias foi indicado por Lula para a vaga aberta no STF (Supremo Tribunal Federal). Se o nome for aprovado pelos senadores, o presidente precisará escolher um substituto para a chefia da AGU.
- Agricultura e Pecuária
Carlos Fávaro deixa o cargo para disputar uma vaga no Senado por Mato Grosso em outubro.
André de Paula, até então ministro Pesca e Aquicultura, assume o comando da pasta.
- Casa Civil
Rui Costa deixa a pasta para disputar a uma vaga do Senado pela Bahia.
Miriam Belchior, secretária-executiva da pasta, assume o cargo.
- Cidades
Jader Filho deixa o cargo para concorrer como deputado federal pelo Pará.
Antônio Vladimir Lima, secretário-executivo, assume o cargo.
- Ciência e Tecnologia
Luciana Santos está propensa a se manter no cargo, mas ainda não foi anunciada a decisão final.
- Comunicações
Frederico Siqueira segue no cargo.
- Controladoria-Geral da União
Vinícius de Carvalho segue no cargo.
- Cultura
Margareth Menezes segue no cargo.
- Defesa
José Múcio segue no cargo.
- Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar
Paulo Teixeira deixa o cargo para concorrer a deputado federal por São Paulo.
Fernanda Machiaveli, secretária-executiva do ministério, assume a chefia da pasta.
- Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
Geraldo Alckmin deixa o ministério para ser pré-candidato a vice-presidente.
O Planalto ainda não informou quem deve assumir o comando da pasta.
- Desenvolvimento Social
Wellington Dias segue no cargo.
- Direitos Humanos e da Cidadania
Macaé Evaristo deixa o cargo para concorrer como deputada estadual em Minas Gerais.
Janine Mello dos Santos, secretária-executivo, assume o cargo.
- Educação
Camilo Santana deixa o cargo. De início, a intenção do ministro é de tentar reeleger o governador do Ceará, Elmano de Freitas, mas não está descartado que ele seja candidato.
Leonardo Barchini, secretário-executivo do ministério, assume a chefia da pasta.
- Empreendedorismo
Márcio França está cotado para assumir a pasta do Desenvolvimento no lugar de Geraldo Alckmin ou ainda pode sair candidato em São Paulo. A decisão do ministro ainda não foi comunicada oficialmente.
- Esporte
André Fufuca deixa o cargo e tenta articular uma candidatura ao Senado pelo Maranhão, ou então para se reeleger como deputado federal.
Paulo Henrique Cordeiro Perna, atual secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social, assume o cargo.
- Fazenda
Fernando Haddad já tinha anunciado a saída do ministério no último dia 19. Haddad vai concorrer ao governo do estado de São Paulo.
Dario Durigan, até então secretário-executivo, assumiu o cargo.
- Gabinete de Segurança Institucional
General Marcos Amaro segue no cargo
- Gestão e Inovação
Esther Dweck permanece no seu posto.
- Igualdade Racial
Anielle Franco deixa o ministério para concorrer como deputada federal pelo Rio de Janeiro.
Rachel Barros de Oliveira, secretária-executiva, assume o cargo.
- Integração
Waldez Góes permanece no cargo.
- Justiça
Wellington Lima segue no cargo.
- Meio Ambiente e Mudança do Clima
Marina Silva deixa ministério e deve concorrer a uma vaga ao Senado por São Paulo.
João Paulo Ribeiro Capobianco, secretário-executivo, assume o cargo.
- Minas e Energia
Alexandre Silveira a princípio permanece no posto, embora sua decisão final ainda não tenha sido anunciada.
- Mulheres
Márcia Lopes segue no cargo.
- Pesca e Aquicultura
André de Paula deixa o ministério e assume outra pasta, de Agricultura e Pecuária.
Rivetla Edipo Araujo Cruz, atual secretário-executivo, assume o cargo.
- Planejamento e Orçamento
Simone Tebet deixa o ministério para disputar a uma vaga ao Senado por São Paulo.
Bruno Moretti, atual secretário especial de Análise Governamental da Casa Civil, assume o cargo.
- Portos e Aeroportos
Silvio Costa Filho deixa o ministério para concorrer como deputado federal em Pernambuco.
Tomé Barros Monteiro da Franca, secretário-executivo, assume o cargo.
- Povos Indígenas
Sônia Guajajara deixa o cargo e deve concorrer à reeleição como deputada federal por São Paulo.
Eloy Terena, secretário-executivo, assume a chefia da pasta.
- Previdência Social
Wolney Queiroz permanece no cargo, mas essa decisão ainda não é definitiva.
- Relações Exteriores
Mauro Vieira permanece no cargo.
- Trabalho
Luiz Marinho
- Turismo
Gustavo Feliciano segue no cargo.
- Saúde
Alexandre Padilha permanece no cargo.
- Secretaria de Comunicação Social
Sidônio Palmeira permanece no cargo.
- Secretaria-Geral da Presidência da República
Guilherme Boulos permanece no cargo.
- Secretaria de Relações Institucionais
Gleisi Hoffmann deixa o ministério para disputar uma vaga no Senado pelo Paraná.
O Planalto ainda não informou quem deve assumir o comando da pasta.
- Transportes
Renan Filho deixa o cargo para concorrer ao governo de Alagoas.
George Santoro, secretário-executivo, assume o cargo.
Com saída marcada do governo apenas depois da assinatura da ordem de serviço para expansão do metrô de Salvador, na próxima quinta-feira (2), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, foi o responsável por mostrar as conquistas e resultados favoráveis do governo durante a reunião ministerial desta terça (31), no Palácio do Planalto.
Rui Costa fez a apresentação de uma série de slides com números favoráveis ao governo Lula, desde o aumento do investimento público e privado no País, casas entregues do Minha Casa, Minha Vida e queda do desmatamento. O ministro da Casa Civil destacou ações de diversos colegas de ministério que estão de saída dos seus cargos, e destacou também indicadores econômicos como a redução da desigualdade de renda e queda do desemprego.
Assim como na fala do presidente Lula, o ministro Rui Costa fez críticas veladas à imprensa, por não divulgar as ações e entregas do governo. Costa, que sairá do governo para se candidatar ao Senado pela Bahia, disse ter “dúvida” se “o povo sabe” dos números favoráveis ao governo.
“Minha dúvida, Sidônio, é se o povo sabe disso (série de números favoráveis a Lula). Temos de colocar como foco comparar (os governos)”, afirmou Rui Costa, se dirigindo ao ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira.
O ministro da Casa Civil aproveitou a apresentação de slides para fazer comparações e críticas ao governo anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro. Se dirigindo novamente a Sidônio, que seguirá no cargo até meados de julho, Rui Costa disse que é preciso estimular a comparação entre a gestão Lula e a de Bolsonaro para que a população saiba o que cada um fez ou deixou de fazer à frente do governo federal.
“Mais uma vez, Sidônio, o povo tem o direito de saber desses gráficos. A comunicação, o povo quer saber”, afirmou Rui Costa.
Quando deixar a Casa Civil, Rui Costa será substituído pela atual secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior. Quadro histórico do PT, Miriam Belchior é uma veterana de administrações petistas, já tendo sido ministra do Planejamento, da Casa Civil, presidente da Caixa Econômica Federal e coordenadora do PAC em gestões passadas de Lula e de Dilma Rousseff.
A prefeitura de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), assina nesta quarta-feira (1º), a ordem de serviço para a execução de obras em um novo trecho do Rio Camaçari, além de intervenções no Rio Pedreiras e no Riacho da Lama Preta.
A iniciativa ocorre em parceria com os governos estadual e federal e prevê investimento de mais de R$ 100 milhões, via Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A cerimônia está marcada para as 8h, na Praça da Simpatia, em frente à Cidade do Saber.
O evento contará com a presença do prefeito Luiz Caetano, do governador Jerônimo Rodrigues e do ministro da Casa Civil, Rui Costa. De acordo com a gestão municipal, as obras têm como objetivo a prevenção de alagamentos, a ampliação do sistema de drenagem urbana e o aumento da segurança para as comunidades da região.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta terça-feira (31), em reunião no Palácio do Planalto, que 14 ministros estão deixando seu cargo no governo, e outros ainda podem definir até o final da semana se ficam ou continuam no posto. A desincompatibilização até 4 de abril é uma exigência da lei eleitoral.
De acordo com Lula, parte das trocas de ministros estão sendo concretizadas já nesta reunião, e outras poderão ocorrer nos próximos dias. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, por exemplo, vai deixar o cargo somente após participar de uma inauguração de nova linha do metrô de Salvador ao lado de Lula, na próxima quinta (2).
“Essa reunião hoje em que pelo menos 14 companheiros deixarão o governo a partir de hoje, mais quatro companheiros que vão anunciar daqui a pouco. E depois quem sabe mais alguns. Eles nos deixarão porque terão missões mais importantes nos próximos meses. É um direito legítimo disputar uma eleição, seja qual cargo for”, disse Lula na abertura da reunião.
Perto do fim da janela partidária, ao menos quatro ministros do governo ainda não decidiram se saem ou se permanecem na Esplanada até o fim da gestão petista. A indefinição envolve nomes como Wolney Queiroz, da Previdência, Luciana Santos, da Ciência e Tecnologia, Alexandre Silveira, das Minas e Energia, e Márcio França, do Empreendedorismo.
Há também o caso de ministros que podem sair depois do prazo da desincompatibilização. É o caso do ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Sidônio Palmeira, que deixará o cargo para participar da campanha eleitoral.
As substituições na Esplanada dos Ministérios em sua maioria serão feitas com substitutos que já estão nas pastas, com o secretário-executivo assumindo o posto. O objetivo do presidente Lula objetivo é que as políticas colocadas em prática pelo ministro que sai continuam em vigor.
“Na saída dos ministérios tomei como decisão não ficar colocando ministros novos. Temos máquina funcionando há três anos e quatro meses. Não quero que nenhum ministério comece tudo outra vez. A máquina está em andamento e tem que continuar andando. Temos muita coisa para concluir até 31 de dezembro e a obrigação de quem vai ficar é concluir. Não dá para começar a fazer um novo ministério faltando nove meses”, afirmou Lula.
Na sua fala inicial, Lula confirmou que Geraldo Alckmin (PSB) será candidato a vice-presidente na chapa dele para a disputa da reeleição. Alckmin chefia o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), e está se despedindo do cargo para poder concorrer.

Foto: Cadu Gomes/ VPR
"O companheiro Alckmin que vai ter que deixar o MDIC. Ele vai ter que deixar porque ele será candidato a vice-presidente da República outra vez", afirmou Lula.
Outro ponto tocado por Lula no pronunciamento inicial foi um apelo por maior seridade na política. O presidente citou Ulysses Guimarães em sua fala: "Eu não canso de dizer que a política piorou muito. Hoje ainda tem muita gente séria, tem muita gente que faz política"!, afirmou, acrescentando que "em muitos casos a política virou negócio".
"Vocês estejam dispostos a entrar na vida parlamentar para ajudar a mudar a promiscuidade que está estabelecida na política mundial e na brasileira. Perdeu muito de seriedade a política", declarou Lula.
Veja a lista de ministros que estão deixando as suas pastas:
- Renan Filho (MDB), dos Transportes: deve disputar o governo de Alagoas;
- Rui Costa (PT), da Casa Civil: deve disputar o Senado pela Bahia;
- Gleisi Hoffmann (PT), da Secretaria de Relações Institucionais: deve disputar o Senado pelo Paraná;
- Simone Tebet (PSB), do Planejamento: deve disputar o Senado por São Paulo;
- Marina Silva (Rede), do Meio Ambiente: deve disputar o Senado por São Paulo;
- André Fufuca (PP), do Esporte: deve disputar o Senado pelo Maranhão;
- Carlos Fávaro (PSD), da Agricultura: deve disputar o Senado por Mato Grosso;
- Waldez Góes (PDT), da Integração Nacional: deve disputar o Senado por Amapá;
- Sílvio Costa Filho (Republicanos), de Portos e Aeroportos: deve disputar a Câmara por Pernambuco;
- Paulo Teixeira (PT), do Desenvolvimento Agrário: deve disputar a Câmara por São Paulo;
- Anielle Franco (PT), da Igualdade Racial: deve disputar a Câmara pelo Rio de Janeiro;
- Sônia Guajajara (Psol), dos Povos Indígenas: deve disputar a Câmara por São Paulo;
- Macaé Evaristo (PT), dos Direitos Humanos: deve disputar a Câmara legislativa de Minas Gerais
- Camilo Santana (PT), da Educação: deve ajudar na campanha de 2026;
- Sidônio Palmeira, da Comunicação Social: deve ser exonerado não agora, mas no meio do ano, para ser o marqueteiro de Lula na Campanha.
- Geraldo Alckmin, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, será candidato a vice-presidente na chapa de Lula.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), voltou a criticar o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), após o gestor anunciar que será o candidato a vice-governador na chapa de ACM Neto. A declaração do petista ocorreu nesta sexta-feira (27), em Salvador.
?? Rui Costa volta a chamar Zé Cocá de traidor após anúncio como vice de ACM Neto: “Problema de caráter”
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 27, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/x8ccU6ZdJw
Segundo o ministro, o prefeito teria cometido uma traição com ele, no ano de 2022, quando rompeu a aliança com Rui. O chefe da Casa Civil chamou Zé Cocá de “traidor” mais uma vez e afirmou que foi enganado pelo seu ex-aliado.
“Para mim não foi golpe nenhum. A surpresa foi em 2022 quando ele traiu. Hoje não, eu nunca acreditei [nele]. Mas eu sou traído somente uma vez. Ninguém me engana duas vezes. Como eu disse aqui, não vou admitir”, explicou Rui em entrevista à Rádio Sociedade.
O ex-governador da Bahia lembrou ainda quando Zé Coca associou suas conquistas políticas por ter ajuda do deputado federal João Leão. Costa confrontou o administrador municipal por telefone, lembrando-lhe de todos os favores e apoios que recebeu exclusivamente dele (emprego, apoio em sua candidatura e intervenção na eleição municipal).
Na ocasião, Rui concluiu que “o problema era de caráter” de Zé Cocá. “Na eleição de 2022, ele rompeu quando o PP queria acompanhar Leão na mudança de grupo. Na época ouvi uma entrevista de Zé Coca dizendo que tudo que ele tinha na vida agradecia a Leão. Liguei para ele e disse: ‘Acabei de ouvir sua entrevista aqui, e estou achando que preciso de um psiquiatra, pois você disse que tudo que é na vida foi graças a Leão. Quando você estava procurando emprego, veio pedir para quem?”, relembrou o petista.
“Ele respondeu: ‘Foi o senhor governador. Ah, então, graças a Deus, obrigado, Zé, porque vou cancelar minha consulta no psiquiatra, pois o problema é de caráter, é seu mesmo”, completou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitará mais uma vez a Bahia em 2026. Ele retorna após participar de três eventos no estado no mês de fevereiro, entre eles: aniversário do Partido dos Trabalhadores, entrega de equipamentos e ambulâncias do Samu, ambos em Salvador, e o Carnaval da capital baiana, quando prestigiou a folia no sábado carnavalesco. Pouco mais de um mês de sua última passagem em território baiano, o petista volta ao estado na próxima quinta-feira (2).
Segundo a Folha de S.Paulo, o chefe do Executivo nacional vai assinar a ordem de serviço da obra que vai expandir o metrô de Salvador até o bairro do Campo Grande, região do Centro Histórico da capital baiana. No entanto, o Planalto ainda não oficializou a viagem do presidente na agenda de compromissos.
De acordo com a publicação, o ato vai marcar também a despedida do ministro da Casa Civil, Rui Costa, do cargo no Governo Federal, para disputar as eleições de 2026 como senador. Diferente de outros ministros que devem sair da função na próxima terça-feira (31) para a disputa eleitoral, Rui permanece no cargo por mais dois dias, para anunciar a ampliação do sistema metroviário da capital baiana.
A vinda de Lula ao estado chega em um momento crucial para seus apoiadores baianos. A chapa petista ainda não oficializou o nome do candidato a vice-governador de Jerônimo Rodrigues. Nesta quarta-feira (25), o gestor baiano indicou que a definição de quem ocupará a vaga de vice-governador só deve ocorrer após o fim da janela partidária.
“O foco vai ser a composição nos partidos até o dia 4 de abril. Parece que há um acordo de que, neste momento, ninguém está tratando de vice, mas sim da montagem das chapas estaduais e federais. Até o dia 4, o olhar é esse”, declarou à imprensa.
O prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), respondeu às críticas feitas pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, e pelo senador Jaques Wagner (PT) nesta sexta-feira (20). Em nota enviada após as declarações dos petistas em emissoras de rádio e portais locais, o gestor, que é cotado como pré-candidato a vice-governador na chapa de ACM Neto (União), rebateu as acusações de "ingratidão" e "traição".
“Tomei como surpresa os ataques endereçados a mim. Eles me chamam de traidor, mas foram eles que traíram Ângelo Coronel”, dispara Cocá. A declaração faz referência à recente exclusão do senador do PSD da chapa majoritária do governo, em favor de uma composição formada exclusivamente por nomes do PT, a chamada "chapa puro sangue".
Zé Cocá explica que sua relação com o governo estadual nos últimos dois anos foi institucional, focada no desenvolvimento de Jequié, no Médio Rio de Contas. Segundo o prefeito, o diálogo com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o secretário Adolpho Loyola, articulado pelo deputado Hassan (PP), visava apenas a execução de obras para o município.
O gestor ressaltou que nunca houve um acordo político firmado. “Sempre disse publicamente que caminharia com o governador Jerônimo se as obras prometidas fossem executadas. Como um homem democrático e republicano, coloquei as divergências ideológicas de lado para trabalhar pelo povo”, explica.
O prefeito também revelou que a postura de Rui Costa em visitas anteriores confirmava a falta de alinhamento político. As informações são do Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias. Segundo Cocá, o ministro já estaria preparando um nome ligado ao grupo petista para concorrer às eleições municipais em Jequié, o que desmentiria qualquer apoio.
A troca de acusações marca um novo capítulo no acirramento político para as eleições de 2026, com Jequié tornando-se um dos principais palcos do embate entre o grupo governista e a oposição liderada pelo União Brasil.
O ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT), cumpriu agenda em Jequié nesta sexta-feira (20), onde autorizou o início das obras de restauração da BR-330. Durante o evento, que integra investimentos de R$ 57,4 milhões do Novo PAC, o ministro criticou o prefeito Zé Cocá (PP), utilizando metáforas para reclamar de uma suposta “ingratidão” política.
“Eu nasci em uma favela. Era muita gente pobre, [às vezes] não tínhamos o que fazer. Na favela, todo domingo tinha coisa para fazer: uma laje para bater. Aí, depois, quando menos se espera, está o cara falando mal de você. Não é possível, correndo o risco de mudar sua cabeça ou seu coração. Não permito isso, porque gente ruim não pode mudar nossa cabeça”, dispara Rui Costa.
Sem citar nominalmente o gestor, cotado para compor a chapa de ACM Neto (União) como candidato a vice-governador, Rui Costa relembrou o apoio que deu à trajetória política de Cocá no passado.
Rui reforçou que sua dedicação ao aliado de outrora foi ativa e pessoal. “Eu ajudei a construir a casa do cara. Dez domingos eu me dediquei a isso, bati laje, carreguei pelas costas, e o cara está agora falando mal”, completa.
As declarações obtidas pelo Blog do Marcos Frahm, parceiro local do Bahia Notícias, ocorrem em um momento de acirramento das articulações para 2026, quando Rui e o atual prefeito de Jequié ocupam campos opostos na política estadual.
Apesar das críticas, o ministro afirmou que as divergências não mudarão sua postura pessoal ou política. O trecho da rodovia que receberá as melhorias compreende a ligação entre Jequié e Ubaitaba, obra considerada estratégica para a infraestrutura da região sudoeste e sul da Bahia.
“Tem muitas alegrias e muitas ingratidões. Não vamos nos abater com as ingratidões. Gosto de frase que nada supera a fé em Deus e vontade de trabalhar. O político pode ser ingrato, mas o povo não é ingrato.
Confira o momento das declarações:
? Em Jequié, Rui Costa critica Zé Cocá e o classifica "gente ruim" em tom de pré-campanha
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 20, 2026
????Reprodução / Blog do Marcos Frahm
Confira ? pic.twitter.com/Njw1ZRBa3J
GESTORES INGRATOS?
Na ocasião, sem citar nomes, o antigo governador da Bahia também mencionou um antigo aliado de Seabra que teria se aliado com a oposição e, em uma caminhada na cidade, Rui Costa teria mostrado a diferença de influência sob a ótica do poder na região.
“Em 2022, nunca esquecerei: em Seabra fizemos hospital da Chapada, uma maternidade que não existia. Quando chegou na hora H, o cara olhou as pesquisas e achou que a gente ia perder e disse ‘olha, vou ficar do outro lado’, e o povo reagiu com uma das maiores caminhadas, com uma surra gigantesca no prefeito de lá”, alfineta.
O “cara” mencionado pelo ministro Rui Costa parece ser o então ex-prefeito Fábio Oliveira, na época eleito pelo PP para comandar o executivo municipal. Conhecido por ter sido investigado pelo TJ-BA durante o fim do mandato por fraudes em licitações, também por ser multado pelo TCM (Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia) no valor de R$ 100 mil.
A pedido do senador Humberto Costa (PT-PE), a CPI do Crime Organizado do Senado retirou da pauta de votações o requerimento para convocação do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). A comissão está reunida nesta quarta-feira (18) para votar diversas convocações de autoridades, além de quebras de sigilo e compartilhamento de informações.
O documento para convocação de ACM Neto foi contestado pelo senador Sérgio Moro (União-PR) no início da reunião. Moro disse não haver relação da atuação do ex-prefeito de Salvador com o foco de investigação da CPI, que é a atuação do crime organizado no Brasil.
Para Moro, a tentativa do PT de convocar não apenas ACM Neto, mas outros nomes como o do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do ex-ministro da Fazenda, Paulo Guedes, caracterizava manobra política e eleitoral a partir da CPI.
O senador paranaense disse que se a CPI fosse adentrar em investigações sobre relações do Banco Master com autoridades da Bahia, ele exigiria também a votação dos requerimentos que apresentou para convocação do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.
“Esse requerimento envolvendo o ex-prefeito ACM Neto, se nós formos verificar a questão do Banco Master na Bahia, a principal suspeito recai sobre o senhor Rui Costa, o ministro da Casa Civil. É conhecida essa história de que através do CredCesta, deram exclusividade ao Banco Master, e do outro lado ainda proibiram os servidores da Bahia que tivessem a portabilidade para escolher taxas de juros menores do que o consignado. Então a observação que faço aqui é que se vai investigar, investigue todo mundo, mas não se utilize essa CPI como instrumento para criação e exploração de fatos políticos que não têm nenhuma relação, ou que se faça uma seleção de alvos”, afirmou Moro.
“Se vamos adentrar na questão da Bahia, então vamos convocar o ministro Rui Costa e o governador Jerônimo Rodrigues, que deu continuidade a essa relação do governo baiano com o Master”, completou Sérgio Moro.
Na justificativa para a convocação de ACM Neto, o senador Humberto Costa afirma ser necessária para que ele esclareça na CPI se houve tráfico de influência, lavagem de dinheiro ou outras irregularidades na relação entre ele e o Banco Master. Costa citou relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que revelou que a empresa de consultoria de ACM Neto recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da empresa de investimentos Reag entre 2023 e 2024.
Outro pedido que foi retirado pelo senador Humberto Costa pedia a quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico do ex-prefeito de Salvador. O senador petista disse que iria pedir votação desses requerimentos em reuniões futuras.
Uma terceira solicitação que teve sua votação adiada foi o pedido, também do senador Humberto Costa, que pedia a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa A&M Consultoria Empresarial. A empresa tem como administrador principal o ex-prefeito de Salvador, e recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da empresa de investimentos Reag entre 2023 e 2024.
O prefeito de Bom Jesus da Lapa, no Oeste baiano, Eures Ribeiro (PSD), afirmou que apoiará o ministro Rui Costa (PT) na disputa pelo Senado Federal nas eleições de 2026. O gestor municipal, no entanto, declarou que ainda não definiu o segundo voto para o cargo.
Lapa: Prefeito Eures Ribeiro apoia Rui Costa, mas adia decisão sobre segundo voto para Senado; entenda
— BN Municípios (@BNMunicipios) March 16, 2026
Imagem: Notícias da Lapa pic.twitter.com/yZvevTAOan
Segundo o Notícias da Lapa, parceiro do Bahia Notícias, a declaração ocorreu durante entrevista a uma rádio local no último sábado (14). Eures Ribeiro integra o PSD, uma das principais legendas da base de apoio do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e que é presidida no estado pelo senador Otto Alencar (PSD).
Ribeiro declarou que a definição por Rui Costa se trata de um compromisso político com o atual ministro da Casa Civil. “Eu fui secretário de Rui Costa. Seria uma covardia da minha parte não ter compromisso com ele. Ele me deu a honra de ser secretário de Estado, algo que poucos conseguem, e aqui em Bom Jesus da Lapa acredito que fui o único da história a ocupar esse cargo”, afirmou Eures.
Sobre a segunda vaga ao Senado, Eures disse que ainda não decidiu se apoiará o senador Jaques Wagner (PT). De acordo com ele, a definição será tomada após diálogo com seu grupo político. “Eu ainda vou sentar com meu grupo para decidir. O segundo voto para senador ainda não está definido. Vamos analisar com maturidade e construir essa decisão em conjunto”, completou.
O prefeito também relatou que conversou recentemente com Otto Alencar para informar sobre sua posição atual. Segundo ele, a orientação do PSD é apoiar os dois nomes que devem compor a chapa governista ao Senado nas eleições de 2026.
Apesar disso, Eures afirmou que pretende discutir o tema com aliados políticos antes de tomar uma decisão final. Ainda durante a entrevista, o gestor mencionou ainda o senador Angelo Coronel, que saiu do PSD. Ele disse que o parlamentar tem destinado emendas ao município, fator que também será considerado na definição do segundo apoio ao Senado.
“Coronel tem ajudado a cidade, colocou emendas aqui e colaborou com o município. Então isso também precisa ser analisado. Vamos discutir com o grupo político e decidir com responsabilidade”, concluiu.
O governo federal vai implementar uma fiscalização mais rigorosa sobre práticas abusivas e especulativas nos preços dos combustíveis em postos. A medida faz parte de um pacote de ações anunciado nesta quinta-feira (12) para conter os impactos da Guerra no Irã sobre a economia brasileira.
De acordo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, a medida provisória e os decretos editados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantem instrumentos para “empoderar” a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e outros órgãos de controle na fiscalização e no monitoramento dos preços.
“Vamos adotar, nesses instrumentos legais, ferramentas que vão empoderar, facilitar e criar condições para que esses órgãos possam atuar de forma mais consistente e, de fato, coibir abusos”, afirmou o ministro.
O titular da Casa Civil também criticou revendedores e distribuidores que não repassam reduções de preços ao consumidor quando são anunciadas pela Petrobras, mas elevam os valores em momentos de especulação no mercado.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), esteve presente na entrega de uma Unidade Básica de Saúde em Belo Campo, nesta quarta-feira (11), ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e outros aliados. Na ocasião, o representante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou sobre sua relação com Geraldo Júnior (MDB), vice-governador, após a divulgação de conversas vazadas em um grupo no WhatsApp.
Informações divulgadas nas redes sociais apontam que Geraldo Júnior solicitou em um grupo de WhatsApp que interlocutores divulgassem uma mensagem com críticas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT). O conteúdo teria sido encaminhado ao grupo por engano. A mensagem dizia "Manda viralizar" e o link de uma publicação.
Em entrevista ao jornalista Giorlando Lima, Rui falou em deslealdade. “Obviamente, se você me perguntar qual a minha opinião sobre aquilo, posso dizer que é uma deslealdade aquilo. Mas, eu não faço política com rancor, com mágoa ou com raiva. A vida é sempre assim, às vezes você se surpreende com a deslealdade das pessoas. Ali foi um ato de deslealdade”, ressaltou o ministro da Casa Civil e pré-candidato a senador.
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Apesar de ainda manifestar contrariedade com o ocorrido, Rui Costa diz que não cabe a ele dizer se Geraldinho será novamente o candidato a vice-governador de Jerônimo: "Isso não cabe a mim, cabe ao governador decidir quem é que vai compo a chapa dele".
Na última quinta-feira (5), o ministro já havia dado indicativos de que a relação com o vice-governador estava abalada. Após o imbróglio com Geraldo Jr., ele publicou um provérbio com críticas relacionadas a “falsidade” e “infidelidade”, em suas redes sociais. O post com o provérbio 11:3, descreve sobre “a integridade dos justos os guia, mas a falsidade dos infiéis os destrói”.
O clima e a relação entre os aliados da base do governo baiano passa nesses últimos dias, entre episódios de disputa, distanciamento, reconciliações e até pedido de perdão. Depois do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), publicar, nesta quinta-feira (5), um provérbio com críticas relacionadas a “falsidade” e “infidelidade”, em suas redes sociais, o vice-governador da Bahia, Geraldo Jr (MDB), pediu desculpas ao petista por enviar mensagens atribuídas a ele.
?? Geraldo Jr. pede desculpas a Rui Costa e diz que mensagem "contra" ministro seria “erro tecnológico”
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 5, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/7UwrearK6H
Na última terça-feira (3), Geraldo solicitou em um grupo de WhatsApp que interlocutores divulgassem uma mensagem com críticas a Rui. Após o atrito digital entre as partes, coube ao medebista pedir desculpas pelo ato e considerar que a situação causou “desconforto”.
“Já pedi as minhas desculpas a quem deveria pedir e estou pedindo aqui de público porque sou um homem público, e por ser um homem público, eu tenho que fazer essa sorte pedindo desculpas aqui a quem se sentiu incomodado, em especial ao ministro Rui Costa. Tenho o maior respeito à figura humana do ministro Rui ao homem público”, disse durante entrevista à rádio Metrópole.
Geraldo atribui o ocorrido a um “erro tecnológico” e explicou que, por ser da “época analógica", cometeu um erro ao usar o WhatsApp.
“Foi um equívoco tecnológico. Vou bloquear essa pessoa que fica me mandando mensagem, que inclusive gosta de ‘picuinha’. Sabe aquele filme dormindo com o inimigo? A pessoa me encaminhou uma mensagem e eu tinha acabado de acordar, porque tive uma missão chegando de viagem quase três horas da manhã. Pego uma mensagem, achando um absurdo e mando para o deputado Matheus Ferreira, que por coincidência é meu filho e é um Aconselhador. Digo para ele o que eu tenho passado. Se fomos ouvir todas essas coisas que estão falando, a gente sai brigando por todo mundo. E isso é muito pequeno, é rasteiro. Encaminhei para ele.
Ele argumentou que ao tentar enviar a mensagem para o filho acionou um grupo, resultando no que chamou de “envio incorreto”
“O que entendo com isso, um erro tecnológico. Na hora que apertei para meu filho, possivelmente, como são marcados três nomes lá, o primeiro lugar o meu pai, pela idade que tem, em segundo o governador Jerônimo Rodrigues e em terceiro, o deputado Matheus. Esse grupo, possivelmente, essa ferramenta do aplicativo Quando eu apertei para Matheus, acabei selecionado no grupo. Quando vi aquilo, apaguei”,
O ex-presidente da Câmara de Salvador disse ainda que fez contato com Rui por meio de mensagem após o ocorrido e que recebeu uma ligação do senador Jaques Wagner.
“A primeira mensagem que recebi [depois deste caso] foi de Rui Costa. A primeira ligação que recebi foi do senador Jaques Wagner. Dei ciência ao governador porque os 3 me conhecem e sabem que não faria isso premeditado e planejado. Não faria isso de forma intencional. Não pegaria algo em meu nome e colocaria em um grupo cuja participação é 98% de netistas e bolsonaristas, não faria isso”, alegou.
Geraldo disse que Rui não teria se ofendido após o episódio.
“Tenho certeza que não ]que ele se sentiu ofendido] por toda grandeza que ele tem. ele conhece o aliado dele, geraldo jr. Ele conhece o meu caráter”, finalizou.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), publicou, nesta quinta-feira (5), um provérbio com críticas relacionadas a “falsidade” e “infidelidade”, em suas redes sociais. O post com o provérbio 11:3, descreve sobre “a integridade dos justos os guia, mas a falsidade dos infiéis os destrói”.
Provérbio do dia! pic.twitter.com/Z8tlwBaiSf
— Rui Costa (@costa_rui) March 5, 2026
Na legenda, o ex-governador da Bahia escreveu que este seria o provérbio do seu dia. A mensagem que critica pessoas consideradas falsas e infiéis, chega após o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), solicitar em um grupo de WhatsApp que interlocutores divulgassem uma mensagem com críticas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT).
Na ocasião, o conteúdo teria sido encaminhado ao grupo por engano. No aplicativo, ele aparece encaminhando uma mensagem com a legenda "manda viralizar" e o link de uma publicação.
O texto que deveria ser compartilhado atribui ao ministro influência direta sobre o partido Avante e afirma: “O movimento já produz efeitos colaterais. Por conta de Rui, alguns partidos da base admitem, nos bastidores, firmar coligação apenas para o governo, deixando o Senado ‘livre’. Na prática, isso significaria que os candidatos ao Senado da chapa de Jerônimo poderiam ficar sem tempo de televisão robusto, enfraquecendo a exposição numa disputa que depende fortemente de mídia e palanque unificado. Nos corredores, a leitura é direta: Rui atua como um elefante em loja de cristal - reorganizando o espaço à sua maneira, mesmo que isso provoque ruídos”.
Interlocutores da chapa governista apontaram a iniciativa de Geraldo como uma reação a uma articulação atribuída a Rui Costa para indicar o Avante na composição da vice, o que resultaria na saída do atual vice-governador da posição.
Com duas vagas para o Senado Federal em 2026, os ex-governadores Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, lideram a corrida pelas cadeiras. É o que aponta o levantamento da Séculus Análise e Pesquisa, contratado pelo Bahia Notícias. O senador Jaques Wagner é candidato à reeleição, porém aparece com 19,23% das intenções de voto, atrás do ministro da Casa Civil, Rui Costa, que lidera com 23,38%. É o caso de um empate técnico, porém, por serem duas vagas, ambos estariam garantidos pelas urnas.
A pesquisa testou ainda os nomes de João Roma (PL) e Angelo Coronel (sem partido). O ex-ministro da Cidadania do governo de Jair Bolsonaro foi citado por 12,43%, enquanto o senador, que deve ser candidato à reeleição, foi opção para 10,5% dos entrevistados. Dalliane Ribeiro também foi testada e foi opção para 3,69% dos eleitores.
Não souberam ou não opinaram 12,93% dos entrevistados, enquanto 17,84% responderam que não votariam em nenhum deles ou votariam nulo ou em branco.

A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-09740/2026. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.
O vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), solicitou em um grupo de WhatsApp que interlocutores divulgassem uma mensagem com críticas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT). O conteúdo teria sido encaminhado ao grupo por engano. No aplicativo, ele aparece encaminhando uma mensagem com a legenda "manda viralizar" e o link de uma publicação.
O texto que deveria ser compartilhado atribui ao ministro influência direta sobre o partido Avante e afirma: “O movimento já produz efeitos colaterais. Por conta de Rui, alguns partidos da base admitem, nos bastidores, firmar coligação apenas para o governo, deixando o Senado ‘livre’. Na prática, isso significaria que os candidatos ao Senado da chapa de Jerônimo poderiam ficar sem tempo de televisão robusto, enfraquecendo a exposição numa disputa que depende fortemente de mídia e palanque unificado. Nos corredores, a leitura é direta: Rui atua como um elefante em loja de cristal - reorganizando o espaço à sua maneira, mesmo que isso provoque ruídos”.

Segundo a publicação, a iniciativa de Geraldo seria uma reação a uma articulação atribuída a Rui Costa para indicar o Avante na composição da vice, o que resultaria na saída do atual vice-governador da posição.
Segundo o site Se Ligue Bahia, a mensagem foi apagada por Geraldo poucos minutos após o envio.
A primeira reunião administrativa da CPI do Crime Organizado do Senado no ano de 2026, realizada na última quarta-feira (25), teve a aprovação de diversos requerimentos de convocações, convites e quebras de sigilo com objetivo de investigar a infiltração de organizações criminosas no sistema financeiro e em estruturas do Estado. Um dos nomes convocados a depor futuramente na CPI foi o ex-ministro da Cidadania no governo Jair Bolsonaro, o baiano João Roma.
Atual presidente do PL na Bahia, João Roma foi convocado a partir da aprovação de requerimento apresentado pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). O senador justificou a convocação de Roma alegando que existem indícios que conectariam o ex-ministro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e também a Augusto Lima, ex-diretor do Master e proprietário do Banco Pleno.
Outro personagem que o líder do governo associa a João Roma é o de Ronaldo Bento, diretor do Banco Pleno, recentemente liquidado pelo Banco Central. O diretor também é investigado pela Polícia Federal sobre possível infiltração do crime organizado no sistema financeiro nacional e a lavagem de capitais por meio de instituições bancárias e gestoras de recursos.
“Importante destacar a proximidade do Sr. João Roma com o sr. Ronaldo Bento, tendo este substituído aquele no Ministério da Cidadania em 2022. É imperiosa a convocação do ex-ministro para que preste esclarecimentos sobre a incidência do crime organizado em estruturas institucionais, de modo que o presente requerimento alinha ao objetivo da CPI”, justificou Randolfe Rodrigues.
O ex-ministro da Cidadania Ronaldo Bento também foi alvo de requerimento de convocação aprovado pela CPI. Bento, nascido em Salvador, é servidor de carreira do Executivo Federal, e em 2023 se filiou ao partido Republicanos.
Por meio de requerimento do relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), a comissão aprovou a convocação de Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master. O relator justificou que a convocação de Lima seria fundamental para averiguar a incidência do crime organizado em setores da economia, assim como a falha sistêmica ou intencional dos mecanismos de Compliance e Prevenção à Lavagem de Dinheiro.
Ainda em relação a Augusto Lima, o senador Alessandro Vieira garantiu a aprovação de requerimento que solicita à Diretoria-Geral do Senado os registros de entrada e saída de Augusto Ferreira Lima nas dependências do Senado Federal.
Por fim, os membros da CPI aprovaram um requerimento apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), que convida o ministro da Casa Civil, Rui Costa, a comparecer na comissão. Como a aprovação foi de um convite, Rui Costa não tem obrigação de depor no colegiado.
O senador de oposição justificou o convite a Rui Costa lembrando que o ministro esteve presente em uma reunião realizada em novembro de 2024, no Palácio do Planalto, em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o banqueiro Daniel Vorcaro. O encontro, que contou também com a presença do hoje presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, não constou da agenda presidencial.
Para Girão, o ministro Rui Costa, na condição de ministro da Casa Civil, é o responsável pela coordenação política do governo e pela gestão da agenda presidencial, além organização, controle e formalização de compromissos institucionais do chefe do Poder Executivo. Desta forma, para o senador, seria necessário que a CPI obtivesse esclarecimentos sobre os critérios adotados para a realização da referida reunião, da forma como ela foi solicitada, autorizada e registrada.
“A oitiva do Sr. Rui Costa é, portanto, essencial para esclarecer se foram observados os protocolos institucionais adequados, se houve avaliação prévia de riscos administrativos e políticos e se a Casa Civil adotou providências posteriores diante da repercussão pública dos fatos. Trata-se de medida necessária para o completo esclarecimento das circunstâncias investigadas por esta CPI, bem como para a preservação da transparência e da integridade das instituições da República”, justificou o senador.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar da Costa Neto
"Isso é uma loucura, eu acho que o Trump tá, ele perdeu um pouco o rumo nisso aí, e espero que ele estabeleça uma linha melhor, porque o Brasil sempre foi um grande parceiro dos Estados Unidos".
Disse o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao criticar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de incluir o Brasil no pacote de tarifas norte-americanas. O dirigente classificou a medida como uma "loucura" e defendeu a negociação diplomática entre os dois governos como caminho para reverter as tarifas.