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Artigos

Lucas Figueredo
Entre a urgência do país e o vazio da oposição
Foto: Divulgação

Entre a urgência do país e o vazio da oposição

O Brasil atravessa 2026 sob um espelho partido: problemas reais nas ruas e uma disputa política que frequentemente transforma demandas públicas em munição eleitoral. A insegurança pública segue como uma das principais angústias da população. Episódios recentes, como a chacina ocorrida no Rio de Janeiro, escancaram o avanço de uma violência que já não se limita a territórios específicos nem admite soluções fáceis. Ainda assim, parte relevante do debate insiste em tratar segurança como slogan, não como política de Estado. A direita, em especial, costuma reduzir o tema a discursos de endurecimento penal e enfrentamento retórico, sem apresentar propostas estruturadas, integração federativa ou estratégias de inteligência capazes de enfrentar o crime organizado.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

psd

Adolpho Loyola diz que governo não fechou portas para diálogo com Angelo Coronel: “Depende mais dele do que de nós”
Foto: Mauricio Leiro / Bahia Notícias

O secretário de Relações Institucionais da Bahia (Serin), Adolpho Loyola, afirmou que o governo estadual não fechou as portas para o diálogo com o senador Angelo Coronel (PSD), mesmo diante das indefinições partidárias envolvendo o parlamentar. Em entrevista neste sábado (7) durante as comemorações dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores, realizadas em Salvador, o titular da Serin afirmou que a permanência do Coronel no grupo governista depende “mais dele” do que do próprio governo.

 

Loyola também ressaltou que a definição depende do próprio senador e que não houve qualquer iniciativa do governo para romper a relação política. O secretário informou também que aguarda um pronunciamento oficial, caso haja um a definição de rompimento.

 

“Veja, depende mais dele do que de nós. Nós não fizemos nenhum movimento em tirar os cargos que ele tem no governo de indicação dele, certo? Estamos aguardando o comunicado oficial. Diego de Faro falou que quando fosse o momento de sair da base definitivamente, ele ligaria para o governador, ligaria para o senador para poder informar, mas estamos abertos”, disse.

 

Loyola reforçou que o diálogo segue como prioridade no processo de construção da chapa majoritária para as próximas eleições.

 

“Nós não fechamos porta, estamos no diálogo, mas vamos escutar todos os partidos para a gente fechar. Gosto de gente que ele pudesse ficar. Se não ficar, a paciência, ninguém fica onde é que não gosta”, declarou.

 

Ainda sobre a formação da chapa, o secretário afirmou que o PT pretende ouvir todos os partidos da base antes de qualquer anúncio oficial. De acordo com Loyola, a prioridade é consolidar a unidade política do grupo.

 

“Veja, o desafio é que nos move. Nada para nós é fácil. Nós vamos continuar no diálogo com os partidos da base, com todos os partidos, ouvindo todos os nossos partidos, para nós definirmos a chapa. Se nós conseguirmos fecharmos a chapa dos três governadores, que é um momento que a gente pode lançar isso, nós vamos conversar com todos os partidos para que possamos sair unidos, para montarmos nossa chapa de deputados federais e estaduais cada vez mais forte, para que a gente possa reeleger o governo. O presidente, reelegeu o governador e fazia uma maior bancada”, completou.

 

RENOVAÇÃO
Em meio às articulações políticas, Loyola também destacou o processo de renovação interna do PT na Bahia, ressaltando a trajetória do partido ao longo de mais de quatro décadas.

 

“Quarenta e seis anos de PT no Brasil e na Bahia. E aqui no Bahia não podia ser diferente. Nós, que há vinte anos estamos mudando a vida do povo e fazer parte dessa renovação do partido, junto com o Éden Valadares, com o Lucas Reis, com o Tássio Brito, o próprio governador Jerônimo, o ministro Rui Costa, que também foi fruto dessa renovação, nos orgulha”, disse.

 

“E ter essa festa de quarenta e seis anos aqui na Bahia hoje é muito importante e simbólico para nós. Ter o presidente Lula aqui e ter o governador Jerônimo, todos aqui hoje, para esse grande lançamento da campanha do presidente. Mostra o símbolo que a Bahia tem para o Brasil e para o Partido dos Trabalhadores”, completou.

Cláudio Cajado se aproxima do PSD em articulação com Wagner e pode sair do PP; entenda movimento
Foto: Divulgação

O deputado federal Cláudio Cajado (PP) pode estar de malas prontas do Progressistas. O destino deve ser o PSD, partido comandado pelo senador Otto Alencar, passando por uma articulação feita com o senador petista Jaques Wagner. 

 

De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias com interlocutores que participaram do debate, Cajado chegaria para ocupar o "espaço deixado por Diego Coronel". Com o PP em uma situação "repartida" na Bahia, Cajado resolveria o destino, também sendo contemplado com um espaço na gestão comandada pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) de forma imediata. 

 

Inicialmente o acordo passaria pela filiação também do deputado federal e presidente do Progressistas na Bahia, Mário Negromonte Jr., porém isso não deve ocorrer. Ainda sem "bater o martelo", o aceno teria mirado mais precisamente Cajado. Alguns intermediários da gestão "reforçaram" a busca pelo deputado mais diretamente, podendo também garantir o apoio do deputado a reeleição do grupo petista no estado. 

 

A mudança de legenda também passaria pela alteração no comando da Agerba. A troca faria com que o parlamentar fosse contemplado, indicando Bruno Almeida, atual diretor administrativo e financeiro do Detran para o posto, atendendo o pleito de Cajado. A troca ainda estaria em avaliação, porém o endosso do senador Wagner teria feito o "processo caminhar", facilitando a migração e atendimento ao desejo do deputado. 

Em evento com Lula, Otto Alencar confirma apoio a Wagner e Rui Costa ao Senado e cita “conspirações”
Foto: Reprodução

O senador Otto Alencar (PSD) confirmou, nesta sexta-feira (6), que vai apoiar as candidaturas do senador Jaques Wagner à reeleição e do ministro da Casa Civil, Rui Costa, à segunda vaga da chapa majoritária ao Senado nas eleições deste ano. A declaração foi feita durante um evento de entrega de equipamentos e ambulâncias do SAMU, em Salvador, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

“Nessa cooperação que avança há muitos anos e que vai estar ainda mais sólida agora, nas eleições de 2026, com a reeleição de Jerônimo e com a eleição dos meus candidatos ao Senado Federal, Rui Costa e Jaques Wagner. Nós vamos trabalhar intensamente para que possamos ter uma representação ainda mais forte do que temos tido neste período”, afirmou Otto.

 

O senador também comentou estar acostumado a enfrentar conspirações e relembrou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). A declaração ocorre após a circulação de informações de que o senador Angelo Coronel, ex-PSD, teria tentado retirar o comando estadual do partido das mãos de Otto Alencar.

 

“Chegamos lá em 2015 com a presidente Dilma Rousseff, que, de maneira incorreta, sofreu um impeachment fruto de uma conspiração que eu não acompanhei. Eu já sou acostumado a enfrentar conspiração e vou enfrentar qualquer conspiração que se promova contra o nosso grupo e o nosso projeto”, completou.

Ivana Bastos se ausenta da presidência da AL-BA para viagem internacional
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), se ausentará, pelo menos até o fim do Carnaval, da presidência da Casa, para realizar viagem internacional. A viagem, que será realizada neste mês de fevereiro, foi anunciada pela deputada estadual, nesta quinta-feira (5). 

 

Com a ausência de Ivana, o cargo foi transferido para a deputada Fátima Nunes (PT), primeira vice-presidente, que ficará na função de forma temporária até o retorno dela. As medidas estão previstas conforme o Regimento Interno da Casa. Segundo informações da assessoria da deputada, a viagem é de cunho pessoal e Ivana deve retornar após o carnaval. 

 

Os trabalhos no Legislativo baiano foram retomados na última terça-feira (3). O ato contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT), de deputados estaduais e de outras autoridades. 

 

Durante a abertura feita pela presidente da casa, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) fez a tradicional leitura da mensagem anual do Executivo ao Parlamento. No documento, o governador apresentou um balanço das ações realizadas em 2025 e detalhou o planejamento do governo para 2026. Jerônimo manifestou apreço pelo Parlamento baiano, destacando a atuação responsável e propositiva da Casa no aperfeiçoamento dos marcos legais do Estado. Classificou o Legislativo como guardião da representatividade popular e espaço fundamental para o fortalecimento do pacto democrático entre as instituições. 

 

Durante o pronunciamento, Jerônimo prestou homenagem ao deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), falecido no último dia 17 de janeiro. Em seu segundo ano como presidente da Casa, Ivana Bastos, fez um balanço do primeiro ano de gestão, agradecendo o apoio dos colegas, servidores, imprensa e da família, e estabeleceu como meta principal para 2026 assegurar o funcionamento pleno da AL-BA em um ano eleitoral.

 

Ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e de outras autoridades do Estado, a chefe do Parlamento baiano conduziu a sessão, definida por ela como um encontro que simboliza a harmonia necessária entre os Poderes para governar e legislar em favor da Bahia. 

Angelo Coronel Filho reclama que pai foi "rifado" de chapa governista e garante migração em bloco
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

O deputado Angelo Coronel Filho comentou nesta terça-feira (3) a mudança de partido de seu pai, senador Angelo Coronel, após rompimento com PSD. O parlamentar, que já participa das negociações com outras siglas, vai acompanhar o pai na migração. 

 

"União Brasil, Republicanos, DC... Vários partidos fizeram convite, vamos agora analisar, estudar com calma. Coronel e o deputado federal Diego estão em Brasília e vão tratar dessa demanda. Mesmo partido, aonde o Coronel for, nós iremos", afirmou.

 

Questionado sobre sentimento de traição por parte deles, o deputado comentou a falta de espaço na chapa governista. "Eu sei que ele foi rifado da chapa, cabe a gente tomar uma decisão de caminhar de um lado ou de outro", disparou.

Jerônimo endossa relação do governo com Otto Alencar e reafirma alinhamento com presidente Lula
Foto: Max Haack / Ag. Haack

O governador Jerônimo Rodrigues endossou a relação e a presença do senador Otto Alencar (PSD), na base do Governo do Estado nos últimos anos. A declaração ocorreu durante a reabertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), nesta terça-feira (03). 

 

No discurso, o gestor citou Otto como um exemplo de compromisso do grupo político, ao falar sobre unidade. 

 

“Um governo que tem um núcleo sólido e articulado em torno de vários partidos e lideranças que prezam pela unidade. Aproveito aqui para pedir licença a todos os partidos para citar como exemplo desse compromisso de grupo o nosso senador, Otto Alencar”, comentou Rodrigues.

 

O governador ainda reafirmou a intenção de seu governo seguir e integrar o projeto do governo Lula. 

 

“Ao mesmo tempo, estamos também em perfeita sintonia com o projeto nacional produzido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está devolvendo ao Brasil a capacidade de sonhar coletivamente. De crescer com justiça social e de reassumir seu lugar de respeito na comunidade internacional”, indicou. 

 

As manifestações de Jerônimo chegam em meio a especulações de uma possível saída do PSD da base da gestão estadual. A possível saída chega depois da filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado na sigla e após Otto revelar que foi pedido a retirada de seu comando no grupo.

 

Além do governador, a presidente da AL-BA, Ivana Bastos, declarou que é absoluta e incontestável a liderança do senador Otto Alencar dentro do partido e que as bancadas estadual e federal do PSD seguem, de forma coesa, a orientação política construída sob sua condução.

 

Segundo a deputada, o alinhamento do PSD às reeleições do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues foi fruto de um processo político amadurecido, conduzido com diálogo e responsabilidade pelo senador Otto Alencar.

Otto Filho evita comentar “crise” no PSD e diz não tratar de política com o pai
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA), Otto Alencar Filho desconversou sobre os recentes episódios envolvendo o Partido Social Democrático (PSD) e o seu pai, o senador Otto Alencar. Ao atender à imprensa nesta terça-feira (3), Otto Filho evitou falar sobre as discussões envolvendo uma possível saída do PSD na base estadual. 

 

O ex-deputado comentou sobre a relação com o seu pai e o cotidiano dele, em meio às especulações envolvendo o partido da família.  

 

“Não tenho conversado com ele [senador Otto Alencar] sobre política, sinceramente. Tenho evitado falar, até por conta das minhas questões e restrições no TCE. Mas conheço meu pai e é uma característica também da família. Nós somos resilientes. Encaramos os problemas de frente e vamos seguir em frente, fazendo o que é melhor para o estado e pelo grupo”, disse. 

 

Na ocasião, o conselheiro abordou ainda sobre sua indicação ao TCE. Segundo ele, sua indicação não ocorreu por questões políticas, mas sim por “capacidade técnica”.

 

“Quando estive com o governador, em nenhum momento ele conversou sobre a questão política. E sim sobre a minha capacidade técnica e por isso ele me colocou na cota pessoal dele. Estou satisfeito, com certeza. Acho que é necessário reconhecer o histórico. Tenho certeza, por exemplo, que vocês estão trabalhando para subir no cargo pela meritocracia. Trabalhei muito para chegar aqui, me sacrifiquei muito com a minha família para a gente chegar até aqui e poder fazer um bom trabalho. Continuar trabalhando pela Bahia, mas de outra forma, não pela política, mas fazendo com que os recursos públicos sejam bem utilizados para atingir a finalidade que eles devem, que é fazer a vida das pessoas mudar para melhor", completou.

Tiago Correia avalia suposta mudança de sigla de ACM Neto e celebra chegada de Coronel ao grupo
Foto: Max Haack / Agência Haack

O líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Tiago Correia (PSDB) comentou as supostas negociações de ACM Neto com o PSD nesta quarta-feira (3). O candidato a governador estaria avaliando uma migração para o partido liderado por Otto Alencar na Bahia. 

 

“É claro que todo mundo é pego de surpresa, políticas são como as nuvens mudam de repente, agora a gente tem que aguardar as confirmações. Parece que realmente Neto foi a Brasília. Seria um movimento muito significativo que impactaria diretamente o governo”, afirmou.


Durante o retorno das atividades na assembleia, ele também comemorou a migração do senador Angelo Coronel para um partido da base de ACM Neto. A mudança de legenda aconteceu após a indefinição sobre quais seriam os candidatos ao Senado a marchar com Jerônimo Rodrigues na disputa pelo Governo do Estado.


“Com certeza é um apoio significativo, um reforço significativo à campanha de ACM Neto e a gente fica muito feliz com esse anúncio do coronel. Todos sabem que desde o início eu tenho me manifestado publicamente pela vinda, conversando com ele diversas vezes”, comemorou o deputado.

Em meio à crise, Kassab e Jerônimo falaram ao telefone para tentar minimizar tensão entre PSD e PT na Bahia
Foto: Feijão Almeida / GovBA / Marcelo Camargo/Agência Brasil

Após a turbulenta saída do senador Angelo Coronel do PSD e de rumores sobre um novo destino do partido na Bahia, uma ligação do presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, para o governador, Jerônimo Rodrigues (PT), teria servido para reaproximar os laços e acalmar possíveis desentendimentos. 

 

Segundo informações obtidas pela reportagem com lideranças do grupo do PSD, Kassab realizou uma chamada de telefone com Jerônimo nesta segunda-feira (2). Durante o contato, o ex-prefeito de São Paulo teria agradecido por ter uma “posição firme” na relação com o seu partido. 

 

Ainda na ocasião, Kassab teria feito endossos para o ex-governador do estado, o senador Jaques Wagner. O dirigente do partido teria ainda efetuado contato com o presidente do PSD baiano, Otto Alencar, depois do encontro do senador com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizado nesta segunda em Brasília. 

 

Por meio de telefone, Otto e Kassab teriam tratado sobre filiações do partido e acerca da manutenção da sigla na base do governo estadual baiano. Na ligação, ambos relembraram a relação histórica e de apoio que tiveram na política baiana. 

 

O encontro chega em meio a tensões e novas discussões a respeito de uma possível saída do partido do grupo petista. Além disso, a possível retirada do comando de Otto na sigla, também chegou a ser especulada entre membros da cúpula

 

Um dos fatos que teria influenciado o assunto seria a chegada de Ronaldo Caiado ao partido. O traçado poderia retirar o poder e comando do presidente estadual do PSD, Otto Alencar, fazendo com que o senador não conseguisse determinar o destino do partido e como seria a caminhada dos filiados, em decorrência da chegada de Caiado

 

O tema ainda sofreu maior influência na manhã desta terça-feira (3) por conta da possível articulação para a chegada do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, ao Partido Social Democrático (PSD) da Bahia para as eleições de 2026

 

Informações reveladas ao Bahia Notícias por interlocutores do ex-prefeito apontaram que a ideia e a eventual movimentação deve ser um dos temas discutidos e comentados, durante a viagem do atual vice-presidente do União para Brasília, também nesta terça.

ACM Neto se reúne com Kassab e possível filiação ao PSD estaria em pauta; Otto descarta migração de adversário
Foto: Divulgação GovBA

Uma inédita movimentação pode mudar os rumos e surpreender o tabuleiro político baiano nos próximos dias. Trata-se do debate e possível articulação para a chegada do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, ao Partido Social Democrático (PSD) da Bahia para as eleições de 2026. 

 

Informações reveladas ao Bahia Notícias por interlocutores do ex-prefeito apontaram que a ideia e a eventual movimentação deve ser um dos temas discutidos e comentados, durante a viagem do atual vice-presidente do União para Brasília, nesta terça-feira (3). 

 

Durante agenda na capital federal, um dos encontros previstos de Neto é com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. O encontro teria sido mediado pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Ele seria uma das figuras protagonistas nesta ação. A estratégia chega depois que ele anunciou filiação ao Partido Social Democrático (PSD), no último dia 27

 

Segundo publicação do Políticos do Sul da Bahia, parceiro do BN, Caiado iria sugerir a nova configuração a Kassab durante a reunião. De acordo com a publicação, o deputado federal Elmar Nascimento (União) e o senador Angelo Coronel, que anunciou sua saída do PSD no último sábado para migrar a uma sigla do grupo da oposição baiana, vão embarcar com o ex-prefeito para participar das conversas desta terça. 

 

A transferência do pré-candidato ao governo da Bahia poderia servir também para que ele conseguisse o tão requisitado “palanque nacional”, tendo um candidato à presidência do seu próprio partido. Desta forma, o ex-gestor da capital baiana, não precisaria anunciar apoio a figuras ligadas ao PL e ao ex-presidente Jair Bolsonaro, como o filho dele, Flávio Bolsonaro. 

 

Vale lembrar que Caiado e Neto mantiveram suas relações, mesmo após a saída do gestor goiano do União, após a sigla não oficializar sua candidatura ao Palácio do Planalto, com o veto do presidente do Progressistas, Ciro Nogueira, um dos dirigentes da federação União Progressista. 

 

MOVIMENTAÇÃO NEGADA
O presidente do PSD da Bahia, senador Otto Alencar, negou a cartada que seria feita por seu adversário político, ACM Neto. Em contato com a reportagem, Otto negou a possível filiação e afirmou que a possibilidade foi descartada inicialmente pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. 

 

Otto afastou a possibilidade de perder o comando da sigla baiana com essa possível chegada do ex-prefeito de Salvador. Ele denominou a movimentação como “boato” e disse que o partido vai continuar apoiando a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues. 

Cacá Leão confirma convite a Angelo Coronel para integrar o PP
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O secretário de Gestão de Salvador, Cacá Leão, revelou que fez um convite para o senador Angelo Coronel integrar o seu partido PP, após o parlamentar anunciar saída do PSD, no último sábado (31). Durante entrevista à imprensa nesta segunda-feira (2), o presidente do Progressistas baiano comentou que fez um convite oficial para que Coronel integrasse a sigla, neste domingo (1º). 

 

“As portas estão abertas. Já fiz inclusive oficialmente esse convite a ele ontem, dizendo que se for o desejo dele, com certeza qualquer um dos partidos da nossa base se orgulhará muito em receber o senador Angelo Coronel”, disse durante a reabertura dos trabalhos da Câmara Municipal de Salvador. 

 

O secretário classificou a saída do senador do PSD como uma "apunhalada" e um "golpe". Ele expressou admiração por Coronel e afirmou que a oposição acompanhava a movimentação do parlamentar e eventualmente o convidaria para se filiar. 

 

“Em primeiro lugar, Coronel é um grande senador, um homem de valor. Dos três senadores da Bahia, é o único que verdadeiramente defende os municípios. É o senador que é amigo dos deputados, vereadores e prefeitos. Faz um trabalho brilhante em prol dos municípios baianos. Tanto que teve aí o apoio de mais de 400 prefeitos para sua recondução, para sua manutenção na chapa, mas não foi o que ele viu esse apoio todo e esse peso político todo valer. Os interesses partidários maiores, o rifaram de um processo legítimo onde ele tinha todo o direito de continuar no Senado, de continuar como candidato a Senador, e nós sempre deixamos essa porta aberta”, explicou. 

 

“Confesso para você, e agora brincava até agora a pouco, que eu não esperava que eles fossem fazer com o Coronel o que eles fizeram. Eu achava que, diferente do que fizeram conosco em 2022, eles iam tentar recompor, mas não foi o que aconteceu. Coronel sofreu um golpe pelas costas, foi apunhalado, e vem aí agora, se tudo der certo, é óbvio que está tudo ainda muito cedo. As feridas ainda estão muito abertas, cicatrizadas, mas o tapete azul está estendido para que ele venha marchar nos campos da oposição da Bahia”, completou. 

Em meio a conflitos com Coronel, Otto terá reunião com Lula em Brasília nesta segunda
Foto: Claudio Kbene/ PR/ Divulgação

O senador Otto Alencar revelou que terá uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira (2), em Brasília. O encontro ocorre em meio a conflitos com o seu ex-correligionário, Angelo Coronel, que anunciou o rompimento com o PSD e com o grupo da base governista baiano. 

 

A declaração ocorreu durante entrevista à rádio Metrópole. No entanto, ele não confirmou se vai tratar sobre Coronel com o chefe do Executivo nacional. 

 

“Agora a tarde vou pegar um voo para Brasília, conversar às 17h com o presidente Lula. Vou conversar com ele sobre o que está na CCJ deste ano, que não é coisa fácil. Inclusive vamos falar sobre a indicação de Jorge Messias, PEC da Segurança, quem será o relator, aprovação do Programa Gás do Povo, tem outras matérias lá que são sensíveis”, revelou. 

 

Em seguida, Alencar reafirmou que vai continuar no grupo político e reforçou acerca do apoio de Lula com os outros caciques petistas. 

 

“A suplência é um cargo importante, está na mão deles, nós vamos caminhar com eles, esse projeto começou em 2010, eu acredito no projeto do Lula, do Jerônimo [Rodrigues], de [Jaques] Wagner, como ele tem de Rui [Costa] e vou até o final”, disse. 

 

Otto afirmou ainda que lamenta o rompimento com Coronel e que deseja manter a amizade com o senador. 

 

“Lamento muito, você não pode imaginar como eu senti e sofro com isso. Perder um grande amigo que não vai caminhar comigo na política. Mas eu quero ser amigo dele como sempre foi, não vai ser difícil não, eu conheço ele [Angelo Coronel], ele é um cara aberto, vamos ser amigos. No mesmo jeito talvez não, mas seremos amigos, vamos nos cumprimentar, conversar, trocar ideias”, completou.

 Bruno Reis comenta situação de Angelo Coronel e celebra migração de Caiado para o PSD: “Aonde for, é o nosso pré-candidato”
Foto: Max Haack / Agência Haack

Durante a abertura de trabalhos da Câmara Municipal para o ano de 2026, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), comentou o rompimento do senador Angelo Coronel (PSD) com o PT na Bahia, e afirmou que as negociações com partidos de sua base devem avançar nas próximas semanas.

 

“Tiraram o direito dele de disputar a eleição.  A decisão está tomada por parte dele, de seguir o caminho dele e iniciar as tratativas conosco. A partir dessa semana, vamos discutir a forma. Muitos partidos da nossa base manifestaram o desejo de abrir as portas caso ele decida disputar a vaga ao Senado”, garantiu o gestor.

 

Ao comentar a postura do Partido dos Trabalhadores na disputa pelo Governo do Estado em outubro. “O PT suga o sangue dos aliados, dá aquele abraço de urso e depois descarta”, disparou o prefeito.

 

Na ocasião, ele também comentou sobre a migração de Ronaldo Caiado para o PSD, sigla de Angelo Coronel que protagoniza momentos de tensão com a base do atual governador, Jerônimo Rodrigues (PT). Para o prefeito, a mudança de legenda acelerou as negociações.

 

“A saída de Caiado gerou essa precipitação política. Antecipou muitas coisas que iriam acontecer em março para agora em janeiro. Essa movimentação nos aproxima muito mais do PSD. Aonde Caiado for, é o nosso pré-candidato”, declarou.

“É talvez o momento mais difícil da minha vida”, afirma Otto Alencar sobre ruptura com Coronel no PSD
Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador Otto Alencar, presidente estadual do Partido Social Democrático (PSD), disse estar vivendo um momento “doloroso” de sua carreira política, após a confirmação da saída do senador Angelo Coronel do partido sob acusações de “marginalização” no processo eleitoral.  Em declaração dada ao Programa Frequência News, da rádio Boa Fm (96.1), de Itabuna, no sul baiano, neste domingo (1°), Alencar destacou que, apesar das falas, “respeita muito o senador Coronel.”

 

“Eu respeito muito o senador Coronel, é muito doloroso para mim estar vivendo uma situação dessa com um amigo meu”, afirmou o parlamentar. Os senadores são compadres, já que Diego Coronel é afilhado do dirigente. Relembrando sua trajetória recente no Congresso Nacional, Otto contextualiza que, apesar da frustração com o cenário atual, ele e o correligionário já traçavam caminhos distintos em Brasília.

 

“Lamentavelmente, lá no Senado, eu segui o nosso projeto: a aliança com o Lula, desde que me elegi. Fui oposição a Michel Temer, oposição a Bolsonaro, e o senador de Coronel é mais de direita e tomou decisões de apoiar, de se aliar, na época, à proposta do governo Bolsonaro e também sempre foi um crítico e opositor do governo Lula. Então isso tem uma situação que de alguma forma dificulta”, explica. 

 

Na mesma declaração, o senador que lidera a legenda democrata na Bahia destacou que nunca “tomou iniciativa de tirar do partido ou defenestrar ele [Coronel]”. Otto ressalta que Coronel teria tentado, por meio de uma interlocução direta com Gilberto Kassab, presidente nacional do partido, estabelecer uma neutralidade total do PSD na Bahia, promovendo um rompimento com o PT. Otto, por sua vez, defendeu a aliança, destacando a importância da aliança para a maioria dos candidatos da sigla em 2026. 

 

“É talvez o momento mais difícil da minha vida, porque eu não estou decidindo daquilo que eu vou fazer. Estou decidindo daquilo que a maioria quer que eu faça. E, lamentavelmente, aconteceram esses ajustes”, explica o líder partidário. 

 

Ao final, Otto volta a destacar que “respeito muito o senador, o senador é um senador valoroso, tem muito caráter, muita personalidade, muito capaz”. “Mas, às vezes, é assim que acontece. A vida política junta e às vezes, também por algum motivo, separa”, conclui o senador.

PSD na Bahia: Otto Alencar evita comentar mudança de Coronel, mas diz que neutralidade na eleição seria "afundar o partido de uma vez"
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Otto Alencar se manifestou, neste domingo (1°), sobre as mudanças na política interna do Partido Social Democrático (PSD) conforme a oficialização da saída do senador Angelo Coronel. Em declaração dada ao Programa Frequência News, da rádio Boa Fm (96.1), de Itabuna, no sul baiano, o senador que lidera a legenda democrata na Bahia destacou que nunca “tomou iniciativa de tirar do partido ou defenestrar ele [Coronel]”.

 

Alencar destacou que só deve se pronunciar sobre a saída de Angelo Coronel “quando for concretizado”. No entanto, garantiu que deu oportunidade para que o senador buscasse uma reeleição de maneira avulsa, ainda que o partido estivesse vinculado ao PT baiano. 

 

“O que eu quero dizer é que eu nunca tomei nenhuma iniciativa de tirar do partido ou defenestrar ele, como ele falou. O partido garantiu a ele que ele teria a candidatura a senador ‘avulso’, mas avulso com o partido coligado na eleição do governador Jerônimo. Não haveria menor condição de que o partido saísse, como se fala, na proposta de sair camarão”, afirma Otto Alencar. 

 

O senador se refere a suposta visita de Angelo Coronel a São Paulo para discutir uma mudança de posicionamento do PSD baiano junto a Gilberto Kassab, presidente nacional do partido. A ação, que não foi confirmada pelo senador Coronel, teria sido vista como uma “tentativa de golpe” para tomar o comando do partido no estado e romper a parceria entre o PSD e o PT. 

 

Otto diz que o senador Coronel teria tentado emplacar uma “neutralidade” do PSD na Bahia. “Ou seja, saía candidato a senador, deputado federal, estadual e não coligava com nenhum candidato a governador. Nem com o governador Jerônimo, nem coligava na oposição com ACM Neto. O que seria uma atitude de praticamente tirar todos os candidatos a deputado federal e estadual.”

 

Alencar avalia que uma mudança desse tipo “seria afundar o partido de vez”. “Neutralidade seria afundar o partido de uma vez. Nenhum partido neutro vai para absolutamente lugar nenhum”, afirma. O líder partidário afirma ainda que a maioria dos filiados que disputarão a eleição se mantém na base estadual, por isso, a decisão de manter a legenda na base petista foi uma decisão coletiva.

 

“Todos os candidatos, a maioria, me procuraram para apoiar a reeleição do governador Jerônimo. Dos 115 prefeitos consultados, mais de 90% querem estar na aliança com o governador Jerônimo. Todos eles têm aliança com o governador Jerônimo”, contextualiza. “Portanto, eu não posso decidir o destino de tantos candidatos por uma neutralidade ou até para levar para uma aliança com o candidato da oposição a ACM Neto. Eu não tenho absolutamente nada pessoal contra o candidato a ACM Neto, absolutamente, respeito a todos, mas a decisão de um presidente partido da grandeza do PSD deve ser sempre pela maioria dos seus filiados”, completa. 

 

O senador Angelo Coronel anunciou sua saída do PSD neste sábado (31) e deixou em aberto as possibilidades quanto à nova legenda. No mesmo dia, diversos líderes baianos vinculados ao PSD, como a atual líder da Assembléia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos, afirmou que a liderança do senador Alencar seria “incontestável”.

Após ruptura com Otto Alencar, internet relembra declaração de Coronel: "Sou liderado dele"
Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senado

Após a confirmação da saída do senador Angelo Coronel do seu então partido, o Partido Social Democrático (PSD), neste sábado (31), internautas relembraram uma declaração dada pelo senador no último ano, durante o aniversário do líder estadual da legenda, o também senador, Otto Alencar. No registro, Coronel afirma que "sou liderado por ele [Otto]”. 

 

 

“Ele que é líder do PSD na Bahia. Ele é líder da Bahia. O meu mesmo, eu sou liderado dele. O dia que ele vai, sai da política, eu sou ligeiro. Meu medo é ele quer sair amanhã e eu tenho vontade de ficar mais uns dias”, brincou Coronel na ocasião. O vídeo foi publicado no dia 24 de agosto de 2025, no aniversário de 78 anos de Alencar. 

 

No mesmo registro, Otto também afirma: “Vamos continuar juntos, como sempre tivemos juntos há mais de 30 e tantos anos, quando você era líder da oposição, eu era o presidente da Assembleia, pedi seu voto para a minha eleição, você concedeu o voto. Desde aí a aliança continua firme”, relembrou. 

 

O vídeo voltou a chamar a atenção após informações nos bastidores indicarem que Angelo Coronel teria viajado a São Paulo para discutir uma mudança de posicionamento do PSD com o PT baiano junto a Gilberto Kassab, presidente nacional do partido. A ação, que não foi confirmada pelo senador, teria sido vista como uma “tentativa de golpe” para tomar o comando do partido no estado. 

 

Ainda na sexta-feira (30), antes da confirmação de sua mudança partidária, Coronel afirmou ao BN que tudo não passava de uma “orquestração” contra ele e o senador e presidente do PSD na Bahia, Otto Alencar, que além de correligionário são compadres e amigos pessoais. 

 

Otto não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas diversos líderes baianos vinculados ao PSD, como a atual líder da Assembléia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos, afirmou que a liderança do senador Alencar seria “incontestável”.

Coronel confirma saída do PSD após ser "limado" de chapa majoritária: "Falta só formalizar no TRE"
Foto: Agência Senado

O senador Angelo Coronel confirmou a saída do PSD em entrevista ao programa 'Frequência News', da Boa FM 96,1, transmitido neste sábado (31).

 

De acordo com o político, a movimentação dele e de outros nomes, como seus filhos Diego e Angelo Filho, João de Furão, Thiago Gileno, Luizinho Sobral, acontece após ele ter sido limado da chapa.

 

Na última sexta-feira (30), em entrevista ao BN, o senador chegou a comentar sobre as trativas para tentar dar um golpe e tomar o comando do partido, e afirmou que tudo não passava de uma “orquestração” contra ele e o senador e presidente do PSD na Bahia, Otto Alencar.

 

"Eu quero que fique bem claro isso para os baianos, eu saí do grupo porque não me deram a vaga que eu tenho direito. Eu fui defenestrado e eu não tenho sangue de barata. Se você não me quer, por que eu vou ficar do lado? Se você não me quer, praticamente não é uma expulsão. Automaticamente eu já fui destituído só faltando oficializar no Tribunal Regional Eleitoral."

 

A saída de Coronel do partido era tratada como algo muito difícil de acontecer até a noite da última sexta (30).

 

Toda situação envolvendo o senador acontece após a chegada de Caiado no PSD. Desde então, Coronel vem sendo acusado de estar agido nos bastidores contra Otto ao procurar Kassab para tentar mudar o posicionamento do PSD na Bahia, migrando o partido para a base de ACM Neto (União). 

Gilberto Kassab anuncia filiação de governador de Rondônia e acumula sete governos no PSD
Foto: Reprodução / Redes sociais

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, anunciou a filiação de Marcos Rocha, governador de Rondônia e então filiado ao União Brasil. Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta sexta-feira (30), Kassab confirmou a chegada de mais um governador do União Brasil, dias após a oficialização da mudança de Ronaldo Caiado (Goiás), e o sétimo governador a integrar a legenda para 2026. 

 

 

Ao lado de Rocha, o presidente do PSD ressalta que a chegada de Rocha “envaidece” a legenda. “Um governo de realizações, respeitado por todos, e que agora toma uma decisão no campo da política que nos envaidece muito, fortalece muito o nosso PSD, que é a sua filiação ao PSD. Marcos Rocha, seja muito bem-vindo”, afirma. 

 

Como um recado ao novo correligionário, Gilberto Kassab garante: “Governador, eu tenho certeza absoluta que o PSD será de extrema relevância na sua carreira a partir de agora, mas, mais importante de tudo, é a dimensão que você dá ao partido com a sua vida. Seja em Rondônia, na região Norte do país, que você conte conosco, estaremos a partir de agora juntos na mesma trincheira, trabalhando para que Rondônia possa ter cada vez melhor qualidade de vida”. 

 

Já Marcos Rocha aponta que “a equipe” de governadores do PSD foi um dos fatores de sua mudança: “A gente fica feliz com nomes importantes que fazem parte dessa legenda, como Caiado [Ronaldo, do Goiás], que acabou de entrar, o governador Ratinho Júnior [Paraná], o Eduardo [Leite, do Rio Grande do Sul] e tantos outros que têm atuado extremamente firmes para poder fortalecer o país. Eu não tenho dúvida que o PSB foi uma ótima escolha para mim. Agradeço a legenda que sai e fico agora aqui nessa legenda, que eu tenho certeza que me recebeu com muito carinho”, conclui.

“Não vejo nada de chapa de sonho”, diz Coronel sobre possível chapa puro-sangue do PT
Foto: Agência Senado

O senador Angelo Coronel (PSD) comentou a possibilidade da formação de uma chapa majoritária “puro-sangue” do PT, com o ministro da Casa Civil Rui Costa, o senador Jaques Wagner, ambos candidato ao Senado, e o atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, como candidato à reeleição. A declaração foi dada em entrevista à Antena 1 nesta sexta-feira (30).



Para o socialdemocrata, seu partido, que sempre esteve na base do governo, deveria ter mais espaços nas eleições de outubro. “É um absurdo, no meu pensamento, o PSD abrir mão desse espaço, já que se prega tanto essa unidade entre os partidos que compõem a base. Eu vejo que é uma gula muito grande por parte do PT”, declarou.

 

O senador criticou a escolha de uma chapa formada por um único partido. As especulações vieram após declarações de Jaques Wagner que sugeriam uma formação 100% petista.

 

“Talvez seja a chapa dos sonhos para o Partidos dos Trabalhadores, porque pra mim mesmo, não vejo nada de chapa de sonho aí. Até então não vi nenhuma palavra por parte do governador Jerônimo”, declarou Coronel.

 

Ele ainda chamou atenção para o silêncio do governador sobre a questão. “Talvez o governador deve estar imaginando: essa chapa dos sonhos pode terminar virando uma chapa pesadelo”, completou.

 

Agora, seu filho, o deputado federal Diego Coronel (PSD) é o responsável pelas articulações sobre o futuro dos dois para a corrida eleitoral. Segundo ele, a permanência na corrida ao lado do PT ainda está em negociação.

Após entraves no PSD, Angelo Coronel nega crise com Otto: “Nossa amizade é inabalável”
Foto: Reprodução

Após uma série de impasses em relação à participação de Angelo Coronel (PSD) na chapa majoritária, o senador falou sobre sua relação com Otto Alencar, senador e presidente do PSD na Bahia. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar nesta sexta-feira (30), na Antena 1, Coronel garantiu que a relação segue firme apesar dos embates.

 

“Tem mais ou menos uma semana que nós conversamos, não tem nenhuma rusga. Evidentemente Otto prega um apoio diretamente ao PT e eu discordo. Defendo que o PSD, por ser o maior partido da Bahia, tenha espaço na chapa majoritária”, afirmou.

 

Otto já definiu o apoio à Jerônimo e afirmou que marchará com o atual governador Jerônimo Rodrigues e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026. Já Angelo Coronel, mesmo sem definição da participação na chapa, garante que a amizade continue.

 

“Quanto a Otto Alencar estou tranquilo, a nossa amizade é inabalável. Agora, Otto torce pelo Vitória, eu torço pelo Bahia. Quem está plantando notas para nos afastar, está plantando errado. Da minha parte, continuo na amizade.”

Ângelo Coronel nega articulação com Kassab e pedido de intervenção no PSD baiano: "Tomei um susto"
Foto: Andressa Anholete / Agência Senado

O senador Angelo Coronel negou que realizou articulações com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, para que o dirigente do partido fizesse intervenções em seu favor na composição da chapa majoritária nas eleições de 2026. A declaração ocorreu durante entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (30). 

 

De acordo com Coronel, foram espalhadas notícias falsas sobre a chegada do ex-governador Ronaldo Caiado à sigla, pavimentar o seu caminho para ir à oposição e alterar “comando” da legenda na Bahia. 

 

“Espalharam fake news a respeito deste encontro, que ele não ocorreu. Estava em São Paulo com Diego Coronel e na madrugada veio a notícia que o PSD através do presidente Gilberto Kassab tinha colocado Caiado como candidato a presidente da república junto com Eduardo Leite, Ratinho Jr. Tomei um susto ao acordar, ligamos para Kassab para ele nos atualizar sobre o ocorrido", disse ao programa Bahia Notícias no Ar. 

 

O senador reforçou ainda que não viajou para São Paulo com o intuito de que Kassab realizasse uma intervenção no grupo político e retirasse o comando da sigla do presidente estadual, Otto Alencar. 

 

“Começaram a plantar mentiras. Nós não fomos para São Paulo para querer que Kassab interviesse no PSDB da Bahia. Achei isso um absurdo, na tarde de ontem que essas notas saíram sem nenhum fundamento. Liguei para ele para saber das novidades já que eu estava em São Paulo, toda semana eu estou lá porque tenho um filho na cidade”, revelou aos apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes.

Aliados de Jerônimo reclamam que debate sobre eleições de 2026 na Bahia está restrito ao PT

A insistência em tornar pública a chapa “puro-sangue” do PT, formada pelas candidaturas à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues e do senador Jaques Wagner, somada à chegada de Rui Costa como candidato ao Senado, começa a gerar ruído entre partidos da base aliada — e não somente com o PSD. Os socialdemocratas tendem a ficar de fora da chapa com a saída de Angelo Coronel, porém outros aliados seguem sem ser consultados sobre as perspectivas eleitorais de 2026.

 

Para além das três cadeiras “principais”, há em jogo a vaga de vice, atualmente ocupada por Geraldo Jr. (MDB), e as suplências do Senado — que podem virar vagas temporárias em caso de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, dada as projeções do grupo para vitória conjunta nacional e estadual. São para essas composições que a queixa começa a aparecer, ainda que de maneira discreta.

 

“Não há alinhamento automático”, confidenciou um aliado que garante ter cadeira cativa nos espaços de debate. Às vésperas dos prazos estabelecidos pelos próprios agentes políticos — no caso, o governador Jerônimo Rodrigues, que traçou o mês de março como marco-limite —, não houve um encontro da base para tratar prioritariamente do pleito de outubro. Segundo o mesmo interlocutor, as informações que chegam são “truncadas” e pela imprensa, sem “conversa olho no olho”.

 

O ruído atinge desde partidos com maior envergadura até siglas que tradicionalmente ficam à margem de formações majoritárias, mas que convergem quase sempre com o PT. “Defendemos que, antes do Carnaval, haja uma conversa com os partidos. Não dá para postergar mais. Até agora está tudo num círculo muito restrito e não é uma tradição do nosso lado”, completa outro membro da base.

 

A reclamação não é pública, mas, nos bastidores, é tratada como crescente. Apesar do risco de fratura ser pequeno, qualquer desacerto em uma eleição apertada pode ser decisivo nas urnas. Por essa razão, as fontes ouvidas pelo Bahia Notícias cobram certa agilidade nas discussões, antes que o ruído se torne uma insatisfação mais difícil de ser contornada.

 

“Não é só o PT que importa”, bradou uma das fontes. Somente petistas estariam participando das discussões, deixando todas os demais partidos excluídos de qualquer conversa. Enquanto o senador Angelo Coronel torna pública uma “batalha” para permanecer candidato à reeleição, outros aliados reclamam em silêncio de estarem escanteados no debate. E nem todos estão devidamente contemplados no governo como o presidente do PSD da Bahia, Otto Alencar, que assegura o apoio ao grupo ainda que o PSD perca espaço na chapa majoritária. 

Um em cada cinco governadores mudou de partido após as eleições de 2022
Foto: Divulgação

Seis dos 27 governadores eleitos no Brasil em 2022 já trocaram de partido desde o início do mandato. Duas dessas mudanças ocorrem nesta semana. O governador do Amapá, Clécio Luís, deixará o Solidariedade para se filiar ao União Brasil na próxima sexta-feira. Já Ronaldo Caiado, governador de Goiás, anunciou a saída do União Brasil e a entrada no PSD.

 

O PSD, inclusive, tornou-se destino de outros chefes de Executivo estadual. No ano passado, Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Raquel Lyra, de Pernambuco, deixaram o PSDB e ingressaram na sigla. Com isso, o número de governadores tucanos foi reduzido ainda mais. Eduardo Riedel, do Mato Grosso do Sul, último eleito pelo PSDB que permanecia no partido, também deixou a legenda e se filiou ao PP.

 

Outro caso é o do governador do Maranhão, Carlos Brandão. Ele se desfiliou do PSB em setembro de 2025, após romper politicamente com aliados do ministro Flávio Dino, e desde então está sem partido. De acordo com informações do jornal O Globo, Brandão pretende articular a candidatura do sobrinho, Orleans Brandão (MDB), como sucessor no governo estadual. A expectativa é que ele aguarde a janela partidária, entre março e abril, para definir sua nova legenda, acompanhado por pelo menos dez deputados estaduais.

 

Ao contrário de deputados e vereadores, que podem perder o mandato em casos de infidelidade partidária, governadores, prefeitos, senadores e o presidente da República são eleitos pelo sistema majoritário. Por isso, eles têm liberdade para trocar de partido a qualquer momento, sem risco de perda do cargo.

Caiado diz que recebeu aval de Kassab e que “se for escolhido" participa de palanque de ACM Neto
Foto: Reprodução / GloboNews

Em seu primeiro dia após o anúncio de migração para o PSD, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), garantiu que recebeu aval do presidente do partido, Gilberto Kassab (PSD), para realizar suas filiações de campanha de forma independente ao diretório estadual. Em entrevista ao GloboNews, nesta quarta-feira (28), Caiado aponta que, no caso da Bahia, deverá manter o apoio da ACM Neto, ainda que seu novo partido seja base de Jerônimo Rodrigues. 

 

"O Kassab liberou nossas bases para que nós tivéssemos essa independência também, aquele que for escolhido. Por exemplo, eu cito, na Bahia, por exemplo, se lá o PSD estiver vinculado ao governador candidato pelo PT, o candidato nosso estará ali no palanque do ACM Neto", afirmou o governador do Goiás. 

 

Ele reitera que "isto mostra a nossa capacidade e nosso bom desempenho hoje no Nordeste também”. Ele afirma ainda que essa é uma estratégia de enfraquecimento do PT: “Então, não será fácil para o PT, já que ele decepcionou muito a esperança daquele povo", completa. 

 

Em entrevista em outra emissora, ainda nesta quarta, o posicionamento de Ronaldo Caiado seguiu o mesmo caminho: "O compromisso que tem é que aquele que for escolhido terá o apoio dos outros. E que nós teremos total liberdade nos estados"

 

"Então é dada a nós quem for escolhido a liberdade de estar no palanque de quem seja compatível com os nossos princípios com as nossas ideias e ao mesmo tempo com aquilo que nós defendemos", finaliza. 

Caiado e Ratinho Junior afirmam que o PSD não irá realizar prévias para escolha do candidato a presidente
Foto: Reprodução/Redes sociais

A filiação ao PSD do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, não deve levar o partido a realizar prévias para decidir qual será o seu candidato a presidente da República em outubro deste ano. A afirmação foi feita pelo governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), em entrevista nesta quarta-feira (28) ao podcast Warren Política. 

 

Com a chegada de Caiado, o PSD passou a ter três postulantes à candidatura oficial à presidência pelo partido: o próprio Ronaldo, Ratinho Junior e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. 

 

“Acho que vai ser muito simples, bem fácil, porque todos aqueles que podem vir a ser candidatos estão desarmados. Porque a gente quer ajudar o Brasil. Aquele que tiver maior capacidade de poder liderar esse processo, de aglutinar bons quadros, bons nomes, eu acho que vai ser tranquilamente aprovado e apoiado por todos os demais”,  disse Ratinho Jr. na entrevista.

 

À CNN, o governador Ronaldo Caiado deu opinião na mesma linha que seu agora colega de partido Ratinho Junior. Caiado descartou a realização de prévias dentro do PSD para escolher o candidato à presidência pela sigla.

 

“A escolha será feita por um colegiado do PSD com nomes como Gilberto Kassab, Jorge Bornhausen, Guilherme Afif e Andrea Matarazzo”, afirmou o governador goiano.

 

Questionado sobre a disputa no campo da direita contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Caiado disse que a campanha no primeiro turno será “respeitosa” e que todos estarão juntos no segundo turno.

 

“Vamos adotar o modelo chileno: uma disputa respeitosa no primeiro turno e todos juntos no 2°”, concluiu o governador de Goiás.

 

Assim como Caiado, o governador Ratinho Junior também defendeu uma multiplicidade de candidaturas de direita para se debater o país. Ao ser questionado sobre o nome do senador Flávio Bolsonaro para presidente, Ratinho argumentou que a população brasileira não pode ter apenas duas opções de voto.

 

“É extremamente natural o PL ter candidato, o PSD ter candidato, o MDB daqui a pouco ter candidato. Eu acho que é natural, é do jogo político”, completou Ratinho.

 

O governador Eduardo Leite também concedeu entrevista nesta quarta (28), ao site R7, mas não chegou a falar sobre o processo de escolha do candidato do PSD. Leite expressou interesse em concorrer à presidência da República pela sigla e destacou o desejo por um novo rumo político-econômico para o Brasil.

 

“Para mim, política é missão. Conforme a gente vai avançando, fui prefeito, governador, naturalmente que a presidência passa a ser algo possível e até desejado, mas não é sobre atender a minha aspiração individual de ser presidente, e sim de conseguir fazer com que o país encontre um rumo diferente do que eu estou observando hoje”, explicou o governador gaúcho.

 

Segundo apuração do jornal Opção, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, determinou a criação de uma comissão formada por Ronaldo Caiado, Ratinho Junior e Eduardo Leite. O grupo terá a missão de avaliar cenários eleitorais e assessorar o partido na escolha do nome que representará o PSD na disputa pelo Palácio do Planalto.

 

A comissão também deve atuar na interlocução com outras forças políticas, analisando possíveis alianças e o posicionamento estratégico da legenda no cenário nacional. A expectativa é de que a definição do candidato do PSD ocorra até o dia 15 de abril, embora o anúncio possa ser antecipado a depender do avanço das articulações.
 

Em meio a especulações, Ivana Bastos reforça que PSD seguirá decisão de Otto Alencar nas eleições de 2026
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos reforçou a manutenção do PSD e lideranças do partido na base do Governo do Estado para as eleições de 2026. A declaração ocorreu durante entrevista para o programa Bahia Notícias do Ar, na rádio Antena 1 Salvador, nesta quarta-feira (28). O posicionamento chega após especulações sobre a possibilidade do partido ter um novo destino com a chegada do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. 

 

Ivana revelou que ela e outros deputados devem seguir a definição do presidente estadual do PSD, Otto Alencar, acerca do apoio a chapa petista. 

 

“A gente tem tranquilidade aqui na Bahia em relação ao PSD. Nosso presidente Gilberto Kassab e na Bahia quem define é o senador Otto Alencar. A definição nossa, do senador Otto Alencar é marchar com o governador Jerônimo Rodrigue”, comentou.  

 

“O psd tem marchado nessa linha. A movimentação é grande dos deputados e dos candidatos pelo interior. Esse mês de recesso é quando nós, deputados, visitamos mais a nossa base. A eleição acho que começou muito cedo, desde o ano passado, desde o São João, já está em pleno valor e pleno trabalho”, completou. 

 

A parlamentar expressou tranquilidade e não revelou que a chegada do pré-candidato à presidência da República vai impactar entre os deputados do grupo

 

“Tenho muita tranquilidade com o PSD, com a direção do senador Otto, que é a direção que vamos seguir”, disse.

“No meu palanque não”, dispara Otto sobre possível campanha de Caiado pelo PSD
Foto: Agência Senado

O senador Otto Alencar (PSD) afirmou, em entrevista à Antena 1, que não apoiará a candidatura de Ronaldo Caiado caso o presidenciável migre para o PSD. A declaração acontece em meio à saída do governador de Goiás do União Brasil e chegada no PSD, confirmada nesta terça-feira (27).

Questionado por Maurício Leiro e Rebeca Menezes, no programa 
Bahia Notícias no Ar, o senador garantiu que seguirá com o apoio ao presidente Lula mesmo com a escolha de um nome de sua sigla para disputar à Presidência da República.

“No palanque do PSD Bahia não. Aqui na Bahia vamos apoiar com todas as letras Luiz Inácio Lula da Silva em sua reeleição e a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues. Isso já conversei com deputados federais, a maioria deles consentiram. O Kassab já sabe disso”, destacou Otto.


O senador ainda afirmou que, apesar de não ter problemas com o candidato, a decisão não foi planejada. “Não tenho nenhuma crítica a ele, mas aqui na Bahia não não vamos aceitar uma mudança de caminho de última hora”, disparou.

PSD segue em negociações sobre participação em chapa majoritária, diz Otto em entrevista à Antena 1
Foto: Roque de Sá / Agência Senado

O senador Otto Alencar (PSD) comentou as articulações para as eleições para o Governo da Bahia e garantiu que o PSD ainda está na etapa das negociações sobre o espaço do partido na chapa majoritária. A declaração foi dada em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 (100.1 FM).

 

Após uma série de especulações acerca da participação de seu partido na chapa governista, o parlamentar negou qualquer definição para a disputa de outubro.

 

 “Ainda está em discussão, não tem ainda uma decisão formalizada. A convenção é em julho, e nós vamos ter que aguardar. Até lá tem muito tempo”, alegou Otto.

 

Questionado sobre a foto do presidente Lula tirada com a ausência dele e de seus correligionários, o senador desmentiu os rumores de rompimento com o presidente. “Quanto à fotografia que se tira num evento com o presidente Lula, são elucubrações simplistas.”, afirmou. 

 

O psdbista ainda criticou as declarações sobre uma possível chapa “puro-sangue” e atribuiu a responsabilidade ao senador petista e atual líder do governo no Senado, Jaques Wagner.


“Lamentavelmente, e aí não fui eu, quem levantou essa possibilidade em janeiro foi Wagner, fazendo a chapa com o governador Jerônimo, o ministro da Casa Civil Rui e ele [Wagner], se passou 2025 todo discutindo isso e até agora não resolveu. Na minha óptica, eleição se discute no ano da eleição. Até porque a discussão precoce termina prejudicando as ações do governo. Não foi eu que levantei essa questão”, completou.

Na Antena 1, Otto nega possível interferência de Caiado em aliança do PSD com PT na Bahia
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O senador Otto Alencar (PSD) negou que a chegada do governador de Goiás e pré-candidato à presidência, Ronaldo Caiado ao partido, terá interferência na aliança entre o seu partido e o PT na Bahia em 2026. Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta quarta-feira (28), o presidente estadual da sigla revelou que já sabia da chegada do gestor estadual ao seu partido. 

 

“Sim, o Gilberto Kassab, que é o nosso presidente, me falou semana passada dessa possibilidade.  Ontem ele me ligou falando que haveria essa filiação do caiado. Lá em Goiás,o PSD já tem o senador Vanderlan Cardoso, que já é filiado ao partido há muitos anos. De tal sorte já sabia, não influenciou em nada para que houvesse essa filiação”, disse ao programa Bahia Notícias no Ar. 

 

O senador reforçou ainda que a chegada do governador não vai alterar a relação e a aliança histórica entre PSD e PT no estado. 

 

“Aqui na Bahia, a filiação não altera a posição e o rumo do PSD na aliança com o presidente Lula no estado e também a aliança com o governador Jerônimo Rodrigues. Nós já tomamos posição muito antes disso e vamos manter. Essas coisas acontecem assim sem um trajeto mais longo, que é surpreendente, embora o Kassab tenha me falado. Ele tem essa consciência, que no estado da Bahia, como foi em 2022, nós vamos manter nossa aliança, nossa posição”, disse aos apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes.

Ida de Caiado ao PSD pode pavimentar caminho de Coronel na oposição e alterar “comando” da legenda na Bahia; entenda
Foto: Reprodução Redes Sociais

A chegada de Ronaldo Caiado ao PSD pode embaralhar as cartas e mudar as estratégias da disputa eleitoral na Bahia, em 2026. Isso porque, a filiação do governador de Goiás, pode servir como o "abre alas" para que o senador Ângelo Coronel (PSD) se aproxime do grupo da oposição na Bahia, seguindo um possível alinhamento da sigla nacionalmente. 

 

Segundo informações apuradas pelo Bahia Notícias com interlocutores, o traçado poderia retirar o poder e comando do presidente estadual do PSD, Otto Alencar, fazendo com que o senador não conseguisse determinar o destino do partido e como seria a caminhada dos filiados, em decorrência da chegada de Caiado. 

 

Na nova conta, de acordo com informações obtidas pelo BN com fontes próximas ao grupo, a filiação do gestor de Goiás ampliaria o espaço para a candidatura de Coronel ou mudança para um partido do grupo opositor, já que Caiado é classificado com um candidato de maior alcance nacional. 

 

Em meio a indefinação de Alencar e do PSD em bancar uma candidatura de Coronel na disputa, o grupo da oposição na disputa pelo governo baiano, liderado por ACM Neto (União), antigo partido de Caiado, indicou o desejado de ter Ângelo Coronel na chapa

 

Mesmo com a aliança histórica com o PT, o senador não estaria satisfeito com o espaço na chapa governista. Com a chegada de Caiado e um possível fortalecimento de uma candidatura do PSD ao Governo Federal, a “via” estaria livre para Coronel marchar junto no grupo que pode ser formado por nomes da oposição. 

 

O "flerte" entre o senador com a oposição foi fomentado após um evento no último final de semana, onde o  Coronel e o filho deputado federal Diego Coronel (PSD) estiveram com o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) e o prefeito Bruno Reis (União), onde teriam dialogado sobre uma eventual aproximação nas eleições futuras. 

 

O Bahia Notícias apurou com interlocutores ligados aos dois grupos que o encontro não foi marcado com o propósito de debater sobre a relação política. O evento teria sido promovido por uma pessoa em comum com os políticos, mais precisamente no extremo-sul da Bahia. No entanto, o tema eleitoral esteve em debate, mesmo que em tom de brincadeira. Apesar do clima amistoso, a articulação da aproximação teria partido do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. 

 

Isso aconteceria, em decorrência também de Kassab, descartar a possibilidade de união da direita em favor da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a eleição presidencial de 2026. 

 

“O PSD tem uma posição muito clara. Todos sabem que se o governador Tarcísio for candidato, o partido irá apoiar. [...] Caso o governador Tarcísio não seja candidato, nós temos dois pré-candidatos no partido, dois excelentes governadores, o governador do Paraná, que é o Ratinho, e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite”, disse Kassab em entrevista à CNN, nesta segunda-feira (26). 

 

Com a declaração, Kassab reforçou  a possibilidade da formação de um grupo para disputar em conjunto as eleições da oposição, abrindo o leque de possibilidades para Coronel na Bahia indiretamente. 

 

Caso o desejo de Kassab se mantenha firme, o senador Otto Alencar correria o risco de não liderar as estratégias do partido, tendo que seguir os rumos nacionais, conforme apurado pelo BN, con fontes próximas ao grupo.

 

Se o cenário se consolidar, o tempo de Televisão dos candidatos na Bahia também podem ser alterados, em decorrência de um possível apoio ao pré-candidato ACM Neto. 

 

G5 DE GOVERNADORES
Em meio a esses debates, nomes de cinco governadores correm em blocos individuais para a disputa. Entre eles, o governador de Goiás, Romeu Zema (Novo), o governador de Goiás, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador do Paraná, Ratinho Jr (PSD) e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). 

 

Na equação do PSD, Ratinho Jr é considerado o favorito dentro do para se candidatar à Presidência. Kassab, porém, não crava o nome e também tem elogiado posicionamentos públicos de Eduardo Leite. Depois de divulgar a filiação de Caiado em suas redes sociais, nesta terça, Kassab comentou que o trio de governadores passa a "trabalhar juntos no PSD na busca de uma candidatura a presidente da República que traga um projeto para o futuro do nosso País".

 

CHAPA DA OPOSIÇÃO
A definição sobre a composição da chapa majoritária ligada a oposição ainda segue com pontos indefinidos. Mesmo com ACM Neto já reforçando sua pré-candidatura e uma das vagas com o indicativo de ocupação do ex-ministro da Cidadania João Roma (PL). A cadeira de vice e o outro posto ao Senado seguem sem confirmações. 

 

A segunda vaga para o Senado teria como preferido por ACM Neto o atual senador Angelo Coronel, porém o movimento ainda não foi definido. O Republicanos, partido da base aliada do ex-prefeito, tem afirmado através do presidente da legenda, deputado federal Márcio Marinho, que não “renunciará a indicar um nome para uma das vagas”. Entre os postulantes estão o próprio Márcio Marinho e o ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Marcelo Nilo. 

 

Já para compor a vice, a ideia seria disponibilizar o espaço para um nome “do interior”. O arranjo passa pela ideia de ampliar a atuação da chapa por territórios com menor adesão do grupo político. Alguns nomes foram cotados, incluindo o do deputado federal Ricardo Maia (MDB), o prefeito de Jequié Zé Cocá (PP), além do prefeito de Feira de Santana Zé Ronaldo (União). Os dois primeiros, inclusive, deram demonstrações públicas de estarem ao lado do projeto de reeleição de Jerônimo Rodrigues, enquanto Zé Ronaldo segue com sinais mais dúbios.

Caiado anuncia filiação ao PSD após deixar o União Brasil
Foto: Reprodução Redes Sociais

O governador de Goiás e pré-candidato à presidência da república, Ronaldo Caiado, anunciou filiação ao Partido Social Democrático (PSD). A novidade foi confirmada na noite desta terça-feira (27), por meio das redes sociais. 

 

Em vídeo publicado ao lado do governador do Paraná, Ratinho Jr, e do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, Caiado indicou que fez um "gesto de total desprendimento", e disse que o PSD ainda decidirá, entre os três, quem será o candidato à Presidência neste ano.

 

“Aqui não tem interesse pessoal de cada um. Aquele que for escolhido levará esta bandeira de um projeto de esperança e de resgate daquilo que o povo tanto espera. É dessa maneira que sou recebido aqui. E tenho a graça de ter a minha filiação partidária ao PSD. O que sair daqui candidato terá o apoio dos demais”, afirmou Ronaldo. 

 

Leite comentou na ocasião, que "antes da aspiração individual, como agentes políticos, vem nossa aspiração como brasileiros". O gaúcho também disse a Caiado que "será um prazer trilhar" ao lado dele e do colega do Paraná. Já Ratinho Jr contou que a filiação de Caiado ao PSD representa um "projeto de união pelo Brasil".

 

O anúncio de filiação chega após Caiado deixar o União Brasil em decorrência do partido confirmar sua candidatura à Presidência. O goiano observou que buscava "uma oportunidade para contribuir com a discussão nacional", e que as portas para isso haviam se fechado no União Brasil.

TRE-BA cassa mandatos de vereadores em cidade da RMS acusados de fraude à cota de gênero
Foto: Reprodução / Mais Região

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) decidiu, na tarde desta segunda-feira (26), pela cassação dos mandatos dos vereadores Joabe Palmeira (PSB) e Maria Imperatriz (PSD), de Dias d’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

 

Segundo o Mais Região, parceiro do Bahia Notícias, o motivo decorre de uma acusação de fraude à cota de gênero na eleição de 2024. No julgamento sobre o PSB, a Corte negou provimento ao recurso interposto pela defesa de Joabe Palmeira, mantendo a sentença de primeiro grau.

 

Relator do processo, o desembargador Ricardo Maracajá afirmou que o conjunto de provas indicou votação inexpressiva, ausência de atos efetivos de campanha, além de outros elementos característicos de burla à legislação eleitoral, o que afasta a tese de que teria havido apenas desistência política das candidatas.

 

Ainda segundo o site, a defesa sustentou que as candidatas investigadas teriam abandonado a campanha em razão de um rompimento político entre PT e PSB na disputa majoritária, o que teria provocado uma desistência coletiva. O argumento, no entanto, não foi acolhido pela maioria dos membros do Tribunal.

 

PSD
Em relação ao PSD, o TRE-BA deu provimento ao recurso eleitoral, reformando decisão anterior e reconhecendo a existência de fraude à cota de gênero, o que resultou na cassação do mandato da vereadora Maria Imperatriz.

 

De acordo com o relator, ficaram caracterizados indícios como prestação de contas padronizada, inexistência de campanha efetiva e promoção de terceiros, elementos que configurariam candidatura fictícia. Apesar da decisão, a cassação dos mandatos não produz efeitos imediatos.

 

CABE RECURSO
Ainda cabem embargos de declaração no próprio TRE-BA e, posteriormente, recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A perda definitiva dos mandatos somente ocorrerá após o trânsito em julgado, ou seja, depois da decisão final da instância superior.

Márcio Marinho vê espaço para Angelo Coronel na chapa de ACM Neto, mas ressalta prioridade a aliados históricos
Foto: Divulgação

O deputado federal e presidente do Republicanos na Bahia, Márcio Marinho, comentou nesta segunda-feira (26) a possibilidade de o senador Angelo Coronel (PSD) integrar a chapa majoritária do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União Brasil).

 

Durante a inauguração do viaduto José Linhares, Marinho afirmou que há espaço para diálogo com Coronel dentro do grupo liderado por ACM Neto, mas ponderou que uma eventual aliança não pode enfraquecer nomes que já caminham há bastante tempo com o vice-presidente nacional do União Brasil.

 

“Não pode trazer um e perder o outro. Não pode trazer um e enfraquecer aqueles que caminham com ele há muito tempo. Mas, se o Angelo Coronel vier, há espaço para a gente estar conversando”, declarou.

 

Questionado sobre um prazo para a definição da chapa majoritária, o líder do Republicanos disse que ainda não há uma data estabelecida e que essa decisão caberá ao próprio ACM Neto. Segundo ele, o pré-candidato ao governo já sinalizou a intenção de dialogar sobre a composição.

 

“O prazo a gente não consegue definir, porque quem vai dar esse tempo é o próprio candidato. Agora há pouco ele desceu do palanque e disse: ‘Marinho, a gente precisa conversar’. Esse é o momento da reflexão para a composição da chapa, sem questão emocional ou de amizade, mas de forma objetiva, pensando em quem agrega mais votos”, afirmou.

 

Ainda durante a coletiva, Marinho disse que o Republicanos está aberto a uma possível filiação do deputado federal Elmar Nascimento, caso ele deixe o União Brasil.

 

“Elmar Nascimento é uma grande liderança política e um grande deputado do nosso estado. O Republicanos é um partido de portas abertas para quem quer ajudar a construir uma legenda forte. Eu, particularmente, ainda não tive nenhuma conversa com Elmar sobre isso, mas, se acontecer, será bem-vindo”, concluiu.

VÍDEO: Em meio a rumores sobre aliança com o PT, Otto publica vídeo com ditado inusitado e gera dúvidas
Foto: Reprodução Redes Sociais

O senador Otto Alencar (PSD) divertiu e chamou atenção nas redes sociais ao publicar um vídeo com um ditado inusitado e não tão conhecido entre populares. Na gravação, publicada nesta segunda-feira (26), o presidente do PSD Bahia proclamou, em tom de brincadeira, o ditado “três coisas que podem arruinar sua vida: passar à frente de um touro brabo, passar por trás de um burro coicero ou andar ao lado de um idiota. Prejudica bastante”. 

 

A frase popular na cultura rural brasileira que alerta sobre perigos, gerou dúvidas entre seguidores e apoiadores do senador. Isso porque, o dito popular publicado por ele, chega em um momento de especulações sobre Otto e seu partido não permanecerem marchando com o grupo petista na Bahia, nas eleições de 2026. 

 

No último dia 16, Alencar criticou a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada. 

 

As declarações foram publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, que também informou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve atuar como mediador da crise entre os partidos no estado.

 

Segundo a reportagem, Otto avaliou que chapas formadas por um único grupo político tendem a enfrentar dificuldades eleitorais. O senador teria lembrado a disputa em que Paulo Souto e Eraldo Tinoco, então apoiados pelo grupo carlista, foram derrotados por Jaques Wagner, eleito governador da Bahia

 

Ainda durante a entrevista ao Estadão, o presidente do PSD na Bahia comentou as articulações em torno da chapa majoritária para 2026. Otto revelou que rejeitou uma proposta para que o deputado federal Diego Coronel (PSD), filho do senador Angelo Coronel, ocupasse a vaga de vice-governador como forma de amenizar tensões internas diante da possibilidade de Angelo ficar fora da chapa.

 

O senador afirmou também que a hipótese de Angelo Coronel assumir a suplência seria inaceitável. “Isso fere o amor-próprio dele. É uma proposta que não deveria ter sido feita”, declarou

Eduardo Paes anuncia pré-candidatura ao governo do Rio em 2026 e reafirma apoio a Lula
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), anunciou nesta segunda-feira (19), pela primeira vez de forma explícita, que será candidato ao governo do estado nas eleições de 2026. Até então, Paes vinha sinalizando a intenção, mas sem confirmar publicamente a disputa. Ele também reafirmou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

“Sou pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro”, afirmou após comandar a primeira reunião do secretariado municipal em 2026, que pode ter sido a última sob sua gestão. Na ocasião, Paes destacou a agenda da segurança pública como um dos principais desafios do estado. “O Rio tem solução, a segurança tem solução. Mas a solução não será entregando a segurança a grupelhos políticos”, declarou.

 

No momento do anúncio, o prefeito estava acompanhado do vice-prefeito Eduardo Cavaliere (PSD), que deverá assumir o comando da prefeitura, e do deputado federal Pedro Paulo, presidente do PSD no estado, ambos considerados peças centrais na articulação política da legenda.

 

Para estar apto a concorrer, Eduardo Paes precisará se desincompatibilizar do cargo até o dia 4 de abril, prazo legal de seis meses antes da eleição. A expectativa, no entanto, é que a transição no comando da prefeitura ocorra já no dia 20 de março, quando Cavaliere assumiria oficialmente o Executivo municipal.

Otto Alencar critica “chapa puro-sangue” do PT na Bahia, diz jornal
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O senador Otto Alencar (PSD) criticou a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada. As declarações foram publicadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, que também informou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve atuar como mediador da crise entre os partidos no estado.

 

Segundo a reportagem, Otto avaliou que chapas formadas por um único grupo político tendem a enfrentar dificuldades eleitorais. O senador teria lembrado a disputa em que Paulo Souto e Eraldo Tinoco, então apoiados pelo grupo carlista, foram derrotados por Jaques Wagner, eleito governador da Bahia.

 

Ainda durante a entrevista ao Estadão, o presidente do PSD na Bahia comentou as articulações em torno da chapa majoritária para 2026. Otto revelou que rejeitou uma proposta para que o deputado federal Diego Coronel (PSD), filho do senador Angelo Coronel, ocupasse a vaga de vice-governador como forma de amenizar tensões internas diante da possibilidade de Angelo ficar fora da chapa.

 

O senador afirmou também que a hipótese de Angelo Coronel assumir a suplência seria inaceitável. “Isso fere o amor-próprio dele. É uma proposta que não deveria ter sido feita”, declarou.

 

Após a repercussão da reportagem, Otto Alencar negou ter usado a palavra “carniça” para se referir a adversários políticos ou à eventual chapa puro-sangue do PT. Em nota enviada à imprensa nesta sexta-feira (16), a assessoria do senador classificou a informação como falsa e afirmou que ele foi mal interpretado.

 

“A única observação feita pelo senador foi que, historicamente, as chamadas chapas ‘puro-sangue’ não obtiveram êxito eleitoral”, diz o comunicado. A assessoria reforçou ainda que Otto “em nenhum momento utilizou termos ofensivos ou depreciativos para se referir a adversários políticos”.

 

Confira o comunicado enviado:

"O senador Otto Alencar repudia veementemente a matéria publicada nesta sexta-feira (16) pelo jornal O Estado de S. Paulo, assinada pelo jornalista Daniel Weterman.  Em nenhum momento o senador utilizou qualquer termo pejorativo para se referir a adversários políticos, tampouco a expressão que lhe foi atribuída. Presidente do PSD na Bahia e da CCJ no Senado, Otto Alencar apenas relembrou, em entrevistas, que chapas chamadas de “puro-sangue”, historicamente, não obtiveram êxito eleitoral, citando como exemplo a eleição de 2006 na Bahia, quando uma chapa da oposição, encabeçada pelo mesmo partido (Paulo Souto / Eraldo Tinoco) foi derrotada por Jaques Wagner, que se elegeu governador do Estado. O senador Otto reafirma seu compromisso com o debate político respeitoso e responsável e rechaça a distorção de suas declarações."

Revista diz que Pacheco teria decidido aceitar convite de Lula para se candidatar ao governo de Minas Gerais
Foto: Ricardo Stuckert/PR

De acordo com informação da coluna Radar da revista Veja, que chegou às bancas nesta sexta-feira (16), o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) teria sido convencido a entrar na disputa pelo cargo de governador por Minas Gerais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o maior incentivador dessa candidatura de Pacheco. 

 

Por diversas vezes o presidente Lula falou publicamente sobre a sua preferência por ter Pacheco em um palanque junto com ele no estado de Minas Gerais. Em junho de 2025, em um evento na cidade de Mariana, Lula se voltou para Pacheco e o chamou de “futuro governador dos mineiros”, além de dizer que o estado não merece ter como seu gestor políticos como Nikolas Ferreira (PL) ou Cleitinho (Republicanos). 

 

O mesmo aconteceu durante uma cerimônia em setembro, em Belo Horizonte, durante o lançamento do programa "Gás do Povo". No palanque do evento, Lula voltou a chamar Pacheco de governador de Minas Gerais. 

 

A aliança entre Lula e Pacheco, entretanto, ficou estremecida no final de 2025, após o presidente anunciar que o advogado-geral da União, Jorge Messias, teria sido o seu escolhido para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal. O nome de Rodrigo Pacheco para o Supremo sempre foi fortemente defendido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). 

 

A partir da escolha de Lula por Messias, Alcolumbre chegou a cortar relações com o governo, e parou até de atender mensagens do líder no Senado, Jaques Wagner. Por conta do aborrecimento do presidente do Senado, o governo decidiu não enviar a mensagem com a indicação de Messias, e a sabatina acabou ficando para 2026. 

 

No final do ano passado, entretanto, o presidente Lula e Alcolumbre tiveram uma longa conversa, e uma espécie de armistício foi acertado. Lula já declarou inclusive que deve enviar a mensagem com a indicação de Jorge Messias ao STF no começo de fevereiro. 

 

Essa retomada das relações entre Lula e Alcolumbre pode ter influenciado em uma mudança de posição de Rodrigo Pacheco. Um outro desdobramento da aliança entre Lula e o presidente do Senado pode vir a ser a ajuda de Alcolumbre para a aprovação do nome de Jorge Messias como novo ministro do STF.

 

Segundo a coluna Radar da revista Veja, a composição para a candidatura de Rodrigo Pacheco inclui uma mudança de partido. Pacheco, que foi eleito pelo PSD, sairia do partido comandado por Gilberto Kassab, e se filiaria ao União Brasil, mesmo partido de Davi Alcolumbre.

 

A coluna diz ainda que nessa composição, a prefeita da cidade de Contagem, a petista Marília Campos, seria a candidata ao Senado no palanque de Lula e Pacheco. O senador mineiro ainda teria a precedência para escolher o nome do seu a vice e o outro candidato ao Senado. 
 

Ratinho Jr. diz que aceita disputar Presidência se for escolhido pelo PSD
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), afirmou que pode disputar a Presidência da República caso essa seja uma decisão do partido. A declaração foi feita na última quarta-feira (14), durante o anúncio de investimentos em infraestrutura viária no Jardim Botânico, em Curitiba.

 

“É preciso pensar quem terá condições de liderar um novo projeto para o Brasil. Se o meu nome for escolhido internamente, fico honrado e, naturalmente, aceito o desafio. Isso é algo que precisa ser construído dentro do partido”, declarou o governador.

 

Ratinho Jr. tem sido citado por lideranças do PSD como um possível nome para a corrida presidencial de 2026. O presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, e o senador Ciro Nogueira (PP) já mencionaram publicamente o governador como uma alternativa para o próximo pleito.

 

Nos últimos dias, o governador se reuniu duas vezes com Kassab, na quinta-feira (8) e na terça-feira (13). Segundo a assessoria de Ratinho Jr., houve avanço nas conversas, mas ainda não há consenso dentro do partido sobre o lançamento de uma candidatura própria à Presidência.

Ex-presidente da AMB, Renata Gil, é convidada por Kassab para concorrer à Câmara pelo PSD-RJ
Foto: Diego Carvalho

A ex-presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Renata Gil, aceitou o convite do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo partido no estado do Rio de Janeiro, segundo a Folha de S. Paulo. A magistrada integrará a chapa eleitoral do PSD que declara apoio ao prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), candidato ao governo estadual.

 

Renata Gil exerce atualmente o cargo de conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No exercício dessa função, foi relatora de processos disciplinares, tendo participado da sessão que resultou na punição do ex-juiz Marcelo Bretas, que conduziu a fase fluminense da Operação Lava Jato. Entre os processos analisados naquele período pelo CNJ, estava uma reclamação apresentada pelo próprio prefeito Eduardo Paes.

“PSD vai marchar com o PT”, garante Antônio Brito no Bonfim
Foto: Nilson Tellys

O deputado federal Antônio Brito negou a possibilidade de um rompimento do PSD com o grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT). A declaração foi dada durante o cortejo da Lavagem do Bonfim, na manhã desta quinta-feira (15).

 

Após rumores de eventual uma saída do senador Angelo Coronel (PSD) da chapa governista, o deputado, acompanhado de seu pai, professor Edvaldo Brito, reafirmou o apoio dos dois ao governador e destacou os debates para solucionar a questão do Senado. São apenas duas cadeiras e o PT indicou os nomes dos ex-governadores Jaques Wagner e Rui Costa, enquanto o PSD apresentou Coronel para reeleição.

 

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“Nosso posicionamento é de apoio à Jerônimo. Quanto à formação da chapa, não tenha dúvida que na hora certa — e está acontecendo esse debate — Rui, Otto [Alencar], Wagner, Coronel e Jerônimo — que é o líder do processo — irão sentar. E agora com Diego Coronel, que parece estar inserido no processo”, garantiu.

 

Para ele, o clima é de resolução. “Fico feliz que as coisas vão se acalmar e o PSD vai marchar com o PT nas eleições de 2026 como fez ao longo desse período”, completou.

 

Questionado sobre a candidatura de Ratinho Jr. (PSD-PR) à Presidência da República, o parlamentar reforçou que o diretório baiano deve seguir com o tradicional apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Sempre tem saída”, diz Alex da Piatã sobre participação de Coronel na chapa governista
Foto: Nilson Tellys

Durante o cortejo da Lavagem do Bonfim, nesta quarta-feira (15), o deputado estadual Alex da Piatã (PSD) falou sobre a participação do PSD nas eleições para o Governo da Bahia e a eventual mudança na chapa, com a possível saída do senador Angelo Coronel.

 

Questionado sobre uma alternativa para a manutenção da aliança na base aliada estadual, o deputado afirmou que “sempre tem saída”. Ele também destacou a importância do senador e presidente estadual do partido Otto Alencar (PSD) nas articulações.

 

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“A gente tem um líder, nosso senador Otto Alencar. Ele vai conduzir tudo isso, já deu as cartas de que vamos estar juntos independentemente de qualquer coisa. Mas a gente torce muito para que essa unidade não se perca e ninguém fique de fora, principalmente nosso senador Coronel”, alegou.

 

Atualmente, o Angelo Coronel estaria com uma proposta sob análise para ficar na primeira suplência de Jaques Wagner (PT).

Jerônimo se reúne com Diego Coronel e aumenta rumores de chapa com PSD: “Construindo ambiente para 2026”
Foto: Reprodução / Redes sociais

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) se reuniu com o deputado federal Diego Coronel (PSD) para “construir um ambiente” para as eleições de 2026. Em um vídeo publicado nas redes sociais, nesta quarta-feira (14), o líder estadual destacou que o deputado fará uma interlocução direta com a base do pai, o senador Angelo Coronel, e o líder do PSD, Otto Alencar. 

 

A aproximação entre Jerônimo e Diego Coronel alimenta os rumores de que o PSD pudesse se encaixar em uma nova posição na chapa eleitoral do governo em 2026. Informações de bastidores sugerem que, possivelmente, o espaço, que antes seria do senador Angelo Coronel na tentativa de reeleição, seria ocupado, no entanto, por seu filho, no cargo de vice-governador. 

 

O ajuste permitiria a manutenção de uma chapa “puro-sangue” do PT nos principais cargos - Jerônimo como candidato à reeleição estadual e Rui Costa e Jaques Wagner como candidatos ao Senado Federal - mantendo a parceria com o PSD, partido com maior número de prefeituras no estado. 

 

Na publicação nesta quarta, Jerônimo garante que o senador Coronel “vai liderar” e o deputado será um “mediador” nesse processo. “Nós estamos construindo esse ambiente para 26. Acabei de receber o Diego para a gente poder iniciar um processo dessa construção. Pacificar para que o grupo continue unido e forte. E o Coronel vai liderar, mas um mediador bom é Diego, que sabe fazer isso muito bem”, aponta. 

 

Jerônimo sugere ainda que é necessário um “distensionamento” na base. “Sob, naturalmente, a patente de Coronel, a patente de senador Otto Alencar, com Rui e Wagner acompanhando, ajudando, nós podemos dizer a vocês que nós nos encontramos para a gente poder distensionar e criar um ambiente positivo para a 26”, afirma. 

 

O vídeo desta quarta não confirma os rumores sobre a chapa, mas Diego garante que a conversa esteve pautada, principalmente, nas eleições estaduais e nacionais. “Vencemos o ano de 2025, o ano de muitas entregas, de muito trabalho. E agora é o ano de 2026, é o ano de realmente falar de eleição. E aqui estamos num processo de construção. Então, não tenho a menor dúvida, que isso trará grandes novidades para a nossa Bahia, para que a gente possa continuar lançando”, garante o deputado.

Otto Alencar confirma apoio do PSD à reeleição de Jerônimo mesmo sem Coronel na chapa
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O senador Otto Alencar (PSD) declarou que o PSD vai apoiar a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT) em 2026, mesmo que o senador Angelo Coronel (PSD) fique fora da chapa majoritária. A declaração foi feita nesta quinta-feira (8), em entrevista ao site Política Ao Vivo.

 

Otto também negou qualquer tipo de negociação alternativa caso Coronel não seja escolhido pelo grupo petista.

 

“O PSD só indicará um nome para a chapa, que é o de Angelo Coronel. Se, por acaso, ele não for escolhido, o partido permanece na aliança, mas não indica ninguém, para não parecer que houve troca ou compensação política”, afirmou.

 

Além disso, o principal líder do partido na Bahia comentou a declaração de Coronel, que disse não ter nascido para ser vice-governador, e afirmou respeitar a posição do correligionário.

 

“Eu até disse que nasci para ser vice-governador, mas respeito a opinião dele. É meu compadre, meu amigo”, declarou, minimizando qualquer atrito no grupo.

 

Durante a entrevista, Otto também afastou qualquer possibilidade de aproximação com a oposição.

 

“Eu não tenho discurso para subir em palanque de quem defenda a causa do ex-presidente”, afirmou.

PT ingressa com ações judiciais e aciona PF após opositores associarem partido e Lula ao narcotráfico
Foto: Divulgação / PT

O Partido dos Trabalhadores (PT) ingressou com uma série de ações judiciais e representações contra políticos opositores que associaram a sigla e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao narcotráfico. As medidas foram tomadas após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos, no último sábado. Maduro será julgado nos EUA por crimes como conspiração para narcoterrorismo.

 

Na terça-feira, o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), protocolou uma representação à Polícia Federal contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). A medida se baseia em uma montagem compartilhada por Ferreira em que Lula aparece sendo preso em uma intervenção estrangeira. Lindbergh defende que Nikolas responda criminalmente por "normalizar intervenção militar estrangeira no Brasil". Na mesma representação, foram incluídos o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, por declarações anteriores.

 

Sobre Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, Lindbergh citou declarações de outubro, nas quais o senador, após anúncio de um ataque dos EUA a um barco no Oceano Pacífico, sugeriu que os americanos atacassem "organizações terroristas" na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. "Vocês são vira-latas, defendem isso mesmo. Querem que o Brasil seja colônia norte-americana. Querem ficar de joelhos dobrados para atrapalhar o Brasil. Vamos continuar defendendo a democracia", disse Lindbergh.

 

Também na terça-feira (6), conforme O Globo, o PT decidiu processar o vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), que definiu o partido como "narcoafetivo". A declaração foi feita ao comentar a situação de imigrantes venezuelanos no estado.

 

"Acredito que esse êxodo vai acabar levando aquelas pessoas, principalmente que estão na fronteira, a retornar ao seu país, onde vão poder desfrutar de liberdade. Porque vai deixar de ter aquele estado narcoafetivo, como o PT que temos aqui. Lamentavelmente, o partido que está no poder aqui no Brasil é um partido narcoafetivo", afirmou Ramuth.

 

Anteriormente, o partido já havia ingressado com uma ação por danos morais contra o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP). O parlamentar publicou um vídeo associando o PT e Lula ao tráfico de drogas e escreveu "Tem que ser preso" sobre o petista, ao lado de uma foto de Lula abraçado com Maduro. Segundo o PT, o conteúdo difunde "narrativa sabidamente falsa e difamatória sem qualquer lastro fático ou jurídico".

 

As informações são do O Globo.

PT decide processar vice de Tarcísio por chamar o partido de 'narcoafetivo'
Foto: Fernando Nascimento / Governo do Estado de São Paulo

O Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu mover uma ação judicial contra o vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), em razão de declarações proferidas durante um debate sobre imigração. A medida foi confirmada pela assessoria jurídica do partido ao Globo.

 

Em sua fala, Ramuth associou a questão migratória a uma crítica ao partido do governo federal. "Acredito que esse êxodo vai acabar levando aquelas pessoas, principalmente que estão na fronteira, a retornar ao seu país, onde vão poder desfrutar de liberdade. Porque vai deixar de ter aquele estado narcoafetivo, como o PT que temos aqui. Lamentavelmente, o partido que está no poder aqui no Brasil é um partido narcoafetivo", afirmou o vice-governador.

VÍDEO: Governador Eduardo Leite e marido são vistos em Trancoso, no sul da Bahia, na véspera do Ano Novo
Foto: Leitor BN

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), foi visto nesta terça-feira (30) em Trancoso, distrito do município de Porto Seguro, no sul da Bahia, onde deve passar o Ano Novo. Ele está acompanhado do marido, o médico capixaba Thalis Bolzam.

 

Leite se afastou temporariamente do cargo desde a última sexta-feira (26) e permanecerá fora do governo até o dia 2 de janeiro de 2026. Durante o período, o vice-governador Gabriel Souza (MDB) assume o comando do Executivo estadual de forma interina.

 

Para 2026, Eduardo Leite tem manifestado interesse em disputar a Presidência da República. A eventual candidatura, no entanto, depende do aval do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Caso a disputa presidencial não se concretize, Leite é apontado como possível candidato a uma das duas vagas ao Senado.

 

Além disso, o governador já projeta a definição de um sucessor no comando do estado, após dois mandatos à frente do Executivo gaúcho. Leite tem sinalizado preferência pelo nome de Gabriel Souza, que já presidiu a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e foi líder do governo de José Ivo Sartori (MDB), antecessor de Leite.

Otto Filho toma posse como conselheiro do TCE-BA em cerimônia nesta terça
Foto: Reprodução

O ex-deputado federal Otto Alencar Filho (PSD) tomou posse como conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (AL-BA) em cerimônia realizada nesta terça-feira (23), no Gabinete da Presidência da Corte. A posse ocorre após o governador Jerônimo Rodrigues (PT) nomear o ex-parlamentar ao cargo e depois da aprovação da indicação pela Assembleia Legislativa (AL-BA).

 

“Chego para fazer o que sempre fiz na minha vida: trabalhar com afinco, com humildade, mas também com coragem para fazer o que é certo e justo”, afirmou Otto Filho ao tomar posse. 

 

O presidente do TCE-BA, conselheiro Marcus Presidio, saudou a chegada do novo integrante e afirmou que Otto Filho contará com o apoio do corpo técnico, dos demais conselheiros e do Ministério Público de Contas. Presidio ressaltou que a função exige aprendizado constante e destacou o perfil do novo conselheiro. “Você vem contribuir com o nosso Tribunal. É jovem, determinado, sério e aguerrido. Somos um tribunal com divergências naturais, mas unidos em prol da Bahia”, afirmou.

 

O senador Otto Alencar (PSD), pai do novo conselheiro, também discursou e ressaltou a responsabilidade inerente ao cargo. Segundo ele, julgar contas públicas exige conhecimento técnico, discernimento e compromisso com a legalidade. O senador afirmou ainda que, apesar de seguirem caminhos institucionais distintos, um no Senado e outro no Tribunal, ambos atuarão em defesa dos interesses do estado e do país.

 

A solenidade de posse foi restrita a convidados e contou com a presença de familiares e autoridades. Participaram do ato a esposa do novo conselheiro, Renata Alencar, o senador Otto Alencar, a irmã Isadora, além de conselheiros do TCE e do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). Durante a cerimônia, Otto Filho recebeu o broche institucional do TCE, o Regimento Interno da Corte e o Manual de Auditoria, documentos que orientam a atuação dos conselheiros.

 

Também estiveram presentes o presidente do TCM-BA, Francisco Andrade Netto; o vice-presidente do TCM, Plínio Carneiro Filho; os conselheiros Gildásio Penedo Filho, Carolina Matos e Inaldo da Paixão Santos Araújo; além da procuradora-geral do Ministério Público de Contas, Camila Luz.

Otto Filho declara que vai sair da política após assumir cargo no TCE-BA
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

O deputado federal Otto Filho (PSD) afirmou que deixará definitivamente a política partidária e não participará mais de articulações políticas após assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA). A declaração foi dada nesta segunda-feira (22), na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), após ele ser aprovado em plenário para o cargo de conselheiro.

 

“Isso já não cabe mais a mim. Eu saio realmente da política e vou continuar atendendo os amigos no tribunal, mas não diretamente e nem fazendo política. Não dá mais para fazer isso. Isso vai acabar agora”, declarou o parlamentar.

 

Otto Filho também comentou sobre a sucessão de seu espaço político e afirmou que o irmão, Daniel, pode assumir esse papel, inclusive com a possibilidade de disputar uma vaga como deputado federal, embora a decisão ainda dependa de uma avaliação pessoal.

 

“Talvez isso acabe agora comigo, e com o meu irmão Daniel, que eu acho que vem para me substituir. Vou estar lá realmente no Tribunal de Contas, mas política eu já não vou me envolver mais”, concluiu.

Levantamento mostra como está disputa ao Senado para 2026 em meio a debates sobre Lei de Impeachment
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Mesmo com adaptações, a decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes que suspendeu trechos da Lei do Impeachment de 1950 impactam diretamente nas estratégias dos partidos para as disputas ao Senado em 2026. Agora em plenário físico, os ministros devem decidir sobre a cautelar que atendeu as ADPFs 1259 e 1260 apresentadas pelo partido Solidariedade e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

 

Ao suspender diversos artigos da Lei do Impeachment (Lei 1.079/1950) relativos ao afastamento de ministros da Corte, Gilmar Mendes chegou a estabelecer que somente o procurador-geral da República pode protocolar pedidos de impeachment de ministros do STF no Senado. Todavia, após entendimento com o Senado, em um acordo de bastidores, o próprio ministro recuou. Gilmar também decidiu pelo entendimento de que o quórum para iniciar processos de impeachment é o de dois terços dos senadores (54), acima da maioria simples exigida anteriormente, de 41 votos pela admissão do processo - esse trecho da cautelar ainda segue vigente.

 

“Se trata de aplicar a Constituição, é isso que estamos fazendo. Tendo em vista que a lei, de alguma forma, ela já caducou. É de 1950, feita para regulamentar o impeachment no processo da Constituição de 1946. Ela já passou por várias constituições, e, agora, se coloca a sua discussão face à Constituição de 1988”, afirmou o ministro.

 

O ministro Flávio Dino, em evento no final da semana passada, foi o primeiro a defender a decisão do seu colega de STF. Dino defendeu a revisão da lei de 1950 e afirmou que já foram apresentados 81 pedidos de impeachment contra ministros do Supremo.

 

“Isso jamais aconteceu antes no Brasil e isso nunca aconteceu em nenhum país do planeta Terra. Então, é preciso analisar para ver se de fato são imputações, acusações de crime de responsabilidade. Por que agora? Porque tem 81 pedidos de impeachment”, afirmou Dino.

 

A decisão do ministro Gilmar Mendes gerou fortes protestos de parlamentares de oposição e de direita, e foi elogiada por deputados e senadores governistas. Foi o caso, por exemplo, do líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), que celebrou a medida. 

 

“A liminar de Gilmar Mendes na ADPF sobre o impeachment de ministro do STF foi um contragolpe preventivo. Hoje, a decisão do STF cumpre papel similar ao bloquear o uso político do impeachment para subjugar a Corte, impedindo que a Constituição seja capturada por uma hipotética conquista de uma maioria parlamentar golpista”, afirmou o líder petista.

 

O parlamentar comparou a decisão de Gilmar Mendes ao episódio de 11 de novembro de 1955, quando o então ministro da Guerra, Marechal Henrique Lott, interveio para garantir a posse de Juscelino Kubitschek. 

 

Segundo Lindbergh, há uma movimentação da direita para formar maioria no Senado e tentar destituir ministros do Supremo. Ele argumentou que essa investida teria como meta “destruir o papel do tribunal como guardião da Constituição” e permitir a substituição dos ministros por nomes alinhados a interesses políticos. 

 

“A extrema direita trama abertamente o impeachment de ministros do STF, visando a destruir seu papel de guardião da Constituição. Uma maioria no Senado poderia ‘impichar’ todos os ministros e recompor o tribunal com aliados, convertendo-o em um poder submisso”, disse o deputado do PT.

 

Já senadores e deputados de direita acusaram Gilmar Mendes de dar um “golpe” no parlamento. Esses parlamentares disseram em discursos na Câmara e no Senado e nas redes sociais que o ministro buscou blindar a si mesmo e aos colegas do risco de sofrerem um processo de impeachment. 

 

Para esses parlamentares, a mudança na regra atrapalha frontalmente os planos da oposição nas eleições do ano que vem. O motivo é que o impeachment de ministros do STF faz parte da estratégia da direita para a campanha de seus candidatos ao Senado. 

 

Desde 2023, o bolsonarismo priorizou a eleição ao Senado como forma de reagir às punições por atos golpistas. O tom crítico ao Supremo faria parte da campanha em 2026, e a decisão de Gilmar Mendes, neste aspecto, seria uma “antecipação ao resultado das eleições”, como afirmou o senador Jorge Seif (PL-SC). 

 

Essa estratégia já havia sido confirmada por diversas vezes pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. O dirigente vinha trabalhando para lançar candidaturas fortes ao Senado, com a intenção de conquistar a maior bancada e ter força para levar à frente os pedidos de impeachment. 

 

O próprio ex-presidente Jair Bolsonaro por diversas vezes desde o ano passado vinha estimulando essa estratégia, de conquistar pelo menos uma vaga de senador em cada um dos 27 estados brasileiros. Bolsonaro disse em eventos públicos que a ideia do seu grupo era a de aumentar a representatividade da direita no Senado, para facilitar ações como a abertura de processos de impeachment contra ministros do STF.

 

Em outubro de 2026, o Senado passará por uma renovação de dois terços de suas cadeiras, com a eleição de dois senadores por estado. Na última eleição com mudança de dois terços das cadeiras, em 2018, o Senado assistiu à maior renovação da sua história. 

 

Naquela eleição, de cada quatro senadores que tentaram a reeleição, três não conseguiram manter o mandato. Desde a redemocratização do país não aconteceu um pleito que levasse tantas caras novas para o tapete azul do Senado. No total, das 54 vagas em disputa em 2018, 46 foram ocupadas por novos nomes, uma renovação de mais de 85%.

 

Para as eleições de 2026, é esperada uma repetição de uma renovação alta, mas desta vez com outro ingrediente: é possível que os partidos de direita e de centro-direita conquistem a hegemonia das cadeiras em disputa. 

 

Caso a maioria dos ministros do STF acompanhe a decisão de Gilmar Mendes, uma expressiva vitória de senadores de direita dificilmente teria utilidade para a abertura de processos de impeachment. Somente haveria essa possibilidade caso a direita alcance 54 ou mais cadeiras no Senado, contando as que serão disputadas em 2026 e as demais que entrarão em disputa apenas em 2030. 

 

O Senado, atualmente, possui maioria dos partidos de centro, como PSD, MDB, PP, União e Podemos. No total, esse grupo domina a Casa, com 46 cadeiras, embora mais da metade dos senadores desses partidos votem fechados com o governo Lula.

 

Os partidos de esquerda juntos detém apenas 16 cadeiras no Senado, ou cerca de 20% do total. Já a oposição declarada (PL, PSDB e Novo) possui 19 senadores, ou 22% da composição do Senado. 

 

Para alcançar os 54 apoios necessários, portanto, a oposição e os partidos de direita terão que alcançar uma expressiva votação nas urnas de outubro de 2026.

 

Levantamento realizado pelo Bahia Notícias revela como pode ficar o Senado Federal após as eleições de 2026. O levantamento levou em consideração as pesquisas mais recentes realizadas nos estados, com os nomes que se colocam no momento para a disputa. 

 

Esses nomes ainda podem mudar até outubro de 2026, portanto a simulação é apenas com base no cenário existente no momento, a partir de pesquisas de institutos nacionais.

 

Confira abaixo como está a disputa, com os estados divididos por região:

 

REGIÃO NORTE

 

ACRE (Paraná Pesquisas)

  • Gladson Cameli (PP) - 42,4%
  • Marcio Bittar (PL) - 24,8%
  • Jorge Viana (PT) - 23,7%
  • Jéssica Sales (MDB) - 21,2%
  • Mara Rocha (MDB) - 20,3%

 

AMAPÁ (Paraná Pesquisas)

  • Rayssa Furlan (MDB) - 60,9%
  • Lucas Barreto (PSD) - 45,1%
  • Randolfe Rodrigues (PT) - 38,6%
  • Waldez Góes (PDT) - 17,2%

 

AMAZONAS (Real Time Big Data)

  • Eduardo Braga (MDB) - 21%
  • Alberto Neto (PL) - 21%
  • Wilson Lima (União Brasil) - 18%
  • Marcos Rotta (Avante) - 8%
  • Marcelo Ramos (PT) - 8%

 

PARÁ (Paraná Pesquisas)

  • Helder Barbalho (MDB) - 49,3%
  • Éder Mauro (PL) - 32,5%
  • Celso Sabino (União Brasil) - 20,7%
  • Zequinha Marinho (Podemos) - 19,6%
  • Paulo Rocha (PT) - 15,6%

 

RONDÔNIA (Real Time Big Data)

  • Coronel Marcos Rocha (União Brasil) - 22%
  • Silvia Cristina (PP) - 20%
  • Confúcio Moura (MDB) - 15%
  • Bruno Bolsonaro Scheid (PL) - 14%

 

RORAIMA (Real Time Big Data)

  • Teresa Surita (MDB) - 27%
  • Antonio Denarium (PP) - 24%
  • Chico Rodrigues (PSB) - 13%
  • Mecias de Jesus (Republicanos) - 11%

 

TOCANTINS (Real Time Big Data)

  • Wanderley Barbosa (Republicanos) - 24%
  • Eduardo Gomes (PL) - 19%
  • Alexandre Guimarães (MDB) - 12%
  • Vicentinho Junior (PP) - 12%
  • Carlos Gaguim (União Brasil) - 11%

 

REGIÃO NORDESTE

 

ALAGOAS (Real Time Big Data)

  • Renan Calheiros (MDB) - 26%
  • Davi Davino (Republicanos) - 21%
  • Alfredo Gaspar (União Brasil) - 18%
  • Arthur Lira (PP) - 13%

 

BAHIA (Real Time Big Data)

  • Rui Costa (PT) - 28%
  • Jaques Wagner (PT) - 14%
  • Angelo Coronel (PSD) - 14%
  • João Roma (PL) - 13%
  • Márcio Marinho (Republicanos) - 4%

 

CEARÁ (Real Time Big Data)

  • Roberto Cláudio (União Brasil) - 20%
  • Alcides Fernandes (PL) - 16%
  • Eunício Oliveira (MDB) - 14%
  • José Guimarães (PT) - 14%
  • Priscila Costa (PL) - 10%

 

MARANHÃO (Real Time Big Data)

  • Carlos Brandão (Sem partido) - 27%
  • Weverton Rocha (PDT) - 19%
  • Lahesio Bonfim (Novo) - 15%
  • Andre Fufuca (PP) - 11%
  • Eliziane Gama (PSD) - 7%

 

PARAÍBA (Real Time Big Data)

  • João Azevêdo (PSB) - 30%
  • Veneziano Vital do Rego (MDB) - 22%
  • Marcelo Queiroga (PL) - 14%
  • Nabor Wanderley (Republicanos) - 9%
  • Major Fábio (Novo) - 5%

 

PERNAMBUCO (Instituto Alfa Inteligência)

  • Humberto Costa (PT) - 26%
  • Eduardo da Fonte (PP) - 18%
  • Anderson Ferreira (PL) - 14%
  • Jo Cavalcanti (Psol) - 14%
  • Silvio Costa Filho (Republicanos) - 12%

 

PIAUÍ (Real Time Big Data)

  • Marcelo Castro (MDB) - 29%
  • Julio Cesar (PSD) - 20%
  • Ciro Nogueira (PP) - 19%
  • Tiago Junqueira (PL) - 11%

 

RIO GRANDE DO NORTE (Real Time Big Data)

  • Styvenson Valentim (PSDB) - 22%
  • Fátima Bezerra (PT) - 15%
  • Álvaro Dias (Republicanos) - 14%
  • Carlos Eduardo Alves (PSD) - 13%
  • Dra. Zenaide Maia (PSD) - 13%

 

SERGIPE (Real Time Big Data)

  • Rodrigo Valadares (União Brasil) - 14%
  • Edvaldo Nogueira (PDT) - 14%
  • Eduardo Amorim (PSDB) - 12%
  • André Moura (União Brasil) - 12%
  • Alessandro Vieira (MDB) - 9%
  • Rogério Carvalho (PT) - 9%

 

REGIÃO CENTRO-OESTE

 

DISTRITO FEDERAL (Paraná Pesquisas)

  • Michelle Bolsonaro (PL) - 34,1%
  • Ibaneis Rocha (MDB) - 30,2%
  • Leila do Vôlei (PDT) - 23,2%
  • Érika Kokay (PT) - 21,4%
  • Fred Linhares (Republicanos) - 20,7%

 

GOIÁS (Real Time Big Data)

  • Gracinha Caiado (União) - 30%
  • Gustavo Gayer (PL) - 18%
  • Gustavo Medanha (PSD) - 9%
  • Adriana Accorsi (PT) - 9%
  • Major Victor Hugo (PL) - 8%
  • Vanderlan Cardoso (PSD) - 6%

 

MATO GROSSO (Real Time Big Data)

  • Mauro Mendes (União Brasil) - 49%
  • Janaína Riva (MDB) - 37%
  • Carlos Fávaro (PSD) - 20%
  • Jayme Campos (União Brasil) - 17%
  • José Medeiros (PL) - 13%

 

MATO GROSSO DO SUL (Real Time Big Data)

  • Reinaldo Azambuja (PL) - 31%
  • Capitão Contar (PL) - 18%
  • Nelsinho Trad (PSD) - 16%
  • Simone Tebet (MDB) - 12%
  • Soraya Thronicke (Podemos) - 9%

 

REGIÃO SUDESTE

 

ESPÍRITO SANTO (Real Time Big Data)

  • Renato Casagrande (PSB) - 33%
  • Sérgio Meneghelli (Republicanos) - 15%
  • Da Vitória (PP) - 11%
  • Fabiano Contarato (PT) - 10%
  • Maguinha Malta (PL) - 8%
  • Marcos do Val (Podemos) - 6%

 

MINAS GERAIS (Paraná Pesquisas)

  • Aécio Neves (PSDB) - 29%
  • Carlos Viana (Podemos) - 26,4%
  • Maurício do Vôlei (PL) - 18,3%
  • Rogério Correia (PT) - 14,7%
  • Eros Biondini (PL) - 13,6%
  • Alexandre Silveira (PSD) - 9,6%

 

RIO DE JANEIRO (Real Time Big Data)

  • Flávio Bolsonaro (PL) - 27%
  • Claudio Castro (PL) - 27%
  • Pedro Paulo (PSD) - 12%
  • Marcelo Crivella (Republicanos) - 11%
  • Benedita da Silva (PT) - 11%

 

SÃO PAULO (Real Time Big Data)

  • Fernando Haddad (PT) - 19%
  • Capitão Derrite (PP) - 18%
  • Marina Silva (Rede) - 12%
  • Coronel Mello Araújo (PL) - 11%
  • Ricardo Salles (Novo) - 11%
  • Paulo Serra (PSDB) - 7%
  • Paulinho da Força (Solidariedade) - 4%

 

REGIÃO SUL

 

PARANÁ (Real Time Big Data)

  • Ratinho Jr. (PSD) - 31%
  • Cristina Graeml (União Brasil) - 14%
  • Deltan Dallagnol (Novo) - 13%
  • Filipe Barros (PL) - 13%
  • Gleisi Hoffmann (PT) - 10%
  • Zeca Dirceu (PT) - 8%

 

RIO GRANDE DO SUL (Real Time Big Data)

  • Eduardo Leite (PSDB) - 19%
  • Manuela D´Ávila (Psol) - 16%
  • Paulo Pimenta (PT) - 15%
  • Marcel van Hatten (Novo) - 15%
  • Sanderson (PL) - 12%
  • Luiz Carlos Heinze (PP) - 6%

 

SANTA CATARINA (Real Time Big Data)

  • Carlos Bolsonaro (PL) - 21%
  • Carol de Toni (PL) - 18%
  • Esperidião Amin (PP) - 14%
  • Décio Lima (PT) - 14%
  • Tânia Ramos (Psol) - 5%
Ivana Bastos confirma suplementação orçamentária e garante votação de pautas da oposição antes do recesso na AL-BA
Foto: Leonardo Almeida / Bahia Notícias

A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD) confirmou que deverá solicitar suplementação orçamentária para o fechamento de contas da Casa Legislativa em 2026. Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (10), a deputada afirmou que esta é uma das últimas atribuições do seu primeiro ano de gestão antes do recesso parlamentar. 

 

“Nós estamos fechando a nossa folha, ajustando, buscando todas essas despesas da casa. Eu acredito que até o final da semana a gente já tenha o valor [da suplementação].” “Nós entramos no ano passado com 60 milhões a menos. A menos como este ano, nós já estamos aí com a previsão de 40 milhões a menos, da do ano passado. Então, até o final da semana, a gente está buscando esses ajustes para ver essa suplementação, para a gente fechar a casa com tranquilidade, não ficar nenhum credor aí, gente com débito e nada”, destacou a presidente. 

 

A segunda atribuição para o final de ano é a votação de projetos do Executivo que tramitam na Casa em regime de urgência, a exemplo das solicitações de empréstimo do governador Jerônimo Rodrigues. “São projetos que quando a oposição acha que precisa se discutir, mas a gente tem discutido. A casa tem funcionado todas terça-feiras. Nós, hoje, nós temos três projetos, que foram os projetos de empréstimos que já foram votados a urgências, e temos mais dois projetos que tinham sido votadas as prioridades, que a gente vai votar hoje”, garantiu Ivana. 

 

A líder da Casa legislativa conclui garantindo que “nós ainda temos direito, o governo, a mais cinco urgências, mas a gente está ajustando aqui”. “A bancada da situação faz sua parte muito bem, e o meu papel é representar os 62 deputados, não oposição e não situação, são os dois juntos”, finaliza Ivana Bastos. 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Resgataram o nome de Harry Potter Envelhecido só pra ele poder desagradar todo mundo. Não teve graça pros vermelhos, pros azuis e nem pro centrão. Mas o clima de traição está mesmo no ar. É briga por candidatura de deputado, é amizade destruída pela cadeira do Senado... Como disse o Molusco, esse ano é guerra. E só a vinda do Molusco já resgatou outros nomes que estavam de pijama por aí. Mas uma outra coisa me preocupa: de onde os políticos tiraram que dançar traz voto? Porque o Carnaval nem chegou e eu já não aguento mais. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Bruno Monteiro

Bruno Monteiro
Foto: Reprodução / Antena 1

"É realmente uma questão que precisa se encontrar uma solução. Tanto do ponto de vista de se colocar limite, quanto na garantia de contratação dos artistas do forró da Bahia. É uma discussão que nós temos interesse". 

 

Disse o secretário de Cultura do Estado da Bahia, Bruno Monteiro ao comentar a situação dos cachês milionários pagos aos cantores durante os festejos de São João. A declaração aconteceu em entrevista à Antena 1 nesta segunda-feira (9).

Podcast

Presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

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Presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Carlos Muniz é o entrevista do Projeto Prisma nesta segunda-feira (9). O programa é transmitido a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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