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Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

lula

Lula prefere Márcio França como vice de Haddad em eventual disputa pelo governo de São Paulo
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem manifestado a aliados sua preferência para que o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França, seja candidato a vice-governador em uma eventual chapa encabeçada pelo ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo em 2026.

 

Apesar da sinalização do presidente, o Partido Socialista Brasileiro mantém, por enquanto, a defesa da candidatura de França ao Senado Federal, o que tem prolongado as negociações sobre a composição da chapa no estado.

 

Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, Haddad já demonstrou incômodo com a indefinição e espera que a questão seja solucionada nos próximos dias.

 

Na semana passada, durante reunião da Executiva Nacional do PSB, o partido definiu como prioridade as candidaturas de Márcio França e da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, para o Senado. A decisão foi interpretada como um posicionamento da legenda em defesa de uma segunda vaga na chapa majoritária do campo governista em São Paulo.

 

O movimento ocorre em meio às articulações da federação formada por PSOL e Rede Sustentabilidade para ampliar o apoio à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que também é apontada como possível candidata ao Senado.

 

A posição do PSB teria sido levada ao conhecimento de Lula. Dias antes, o presidente participou de agendas públicas na capital paulista ao lado de Simone Tebet e Marina Silva. Durante um dos eventos, diante de um público formado por motoboys e sindicalistas, Lula afirmou que esperava que os presentes "um dia" votassem nas duas ministras.

 

A declaração foi interpretada por integrantes do grupo político de Marina Silva como um gesto favorável à sua eventual candidatura ao Senado. Já aliados de Márcio França minimizaram o episódio e mantêm a expectativa de que as negociações sobre a composição da chapa sejam concluídas nas próximas semanas.

"Lula está perdendo uma oportunidade de fazer história", diz Olívia sobre vaga no STF
Liz Barretto / Bahia Notícias

A deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) criticou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de indicar novamente o advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi feita nesta segunda-feira (1º), durante entrevista ao Projeto Prisma.

 

Ao comentar a escolha do presidente, a parlamentar afirmou que a nova indicação ignora uma mobilização nacional que defende a nomeação da primeira mulher negra para a mais alta Corte do país. Segundo ela, há juristas negras com qualificação suficiente para ocupar o cargo.

 

“Eu lamento. O fato de apoiarmos o presidente Lula não significa um cheque em branco. Essa questão tem tomado uma grande dimensão, com uma pressão e campanha nacional por uma jurista negra. Como é que o STF nunca teve uma mulher preta jurista? [...] Eu acho que o presidente está perdendo uma grande oportunidade de fazer uma aposta em mulheres e fazer história”, afirmou.

 

Durante a entrevista, Olívia citou nomes como o da promotora baiana Lívia Vaz e da jurista Manoelita Hermes como exemplos de profissionais aptas a assumir uma cadeira no STF. Para a deputada, o principal obstáculo não é a falta de quadros qualificados, mas a ausência de vontade política para promover maior representatividade na Corte. “Nós não temos problema de falta de nomes. Temos problema de falta de oportunidade, de aposta e vontade política”, declarou.

 

A parlamentar também disse não se identificar com o perfil de Jorge Messias e avaliou que a insistência em seu nome ocorre mesmo após a rejeição sofrida no Senado. “Sinceramente, eu não me identifico com o perfil de Messias. [...] Então, acho que a Manuellita Hermes e Li?via Sant’Anna Vaz são nomes importantíssimos. Ou ele poderia identificar outra mulher negra que está no que ele entenda que é o mais oportuno neste momento”, afirmou.

 

A fala ocorre após Lula confirmar que encaminhará novamente o nome de Jorge Messias ao Senado. A primeira indicação de Messias foi rejeitada pelo Senado no fim de abril. Foram registrados 42 votos contrários e 34 favoráveis, resultado inédito na história recente do país para uma indicação ao Supremo. A vaga permanece aberta desde a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso.

 

Confira o programa completo no YouTube do Bahia Notícias:

Lula cria subsídio para diesel e adia cobrança de tarifas de companhias aéreas
Fernando Frazão/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou a a Medida Provisória (MPV) 1.363/2026, que cria um subsídio de R$ 1,12 por litro de diesel para produtores e importadores do combustível, e adiou a cobrança de tarifas das companhias aéreas. A iniciativa foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União no sábado (30) e tem como objetivo reduzir os impactos da alta dos preços provocada pelo conflito no Oriente Médio.

 

O benefício será válido entre 1º de junho e 31 de dezembro de 2026 para empresas autorizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para receber os recursos, as companhias deverão aderir ao programa, repassar o desconto ao consumidor e fornecer informações periódicas ao órgão regulador.

 

A medida estabelece que a ANP ficará responsável pela habilitação das empresas, fiscalização das regras e pagamento dos valores. O Ministério da Fazenda poderá revisar o subsídio ou até suspender o programa a cada dois meses, desde que comunique a decisão com antecedência mínima de 15 dias.

 

Além do auxílio ao setor de combustíveis, o governo também prorrogou para 4 de dezembro de 2026 o vencimento de tarifas de navegação aérea que seriam pagas por companhias nacionais entre setembro e novembro. A medida já está em vigor, mas ainda precisará ser analisada pelo Congresso Nacional.

VÍDEO: Lula responde à classificação dos EUA sobre facções brasileiras como terroristas: ‘não aceitamos ser tratados como moleques
Fotos aprimoradas por I.A (Gemini): Reprodução / Redes Sociais / CanalGovBr

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, nesta sexta-feira (29), que o governo brasileiro combaterá internamente as facções do crime organizado e não aceitará intervenções internacionais. “Não aceitamos ser tratados como moleques”, rebate o presidente.

 

Confira fala do vídeo:

 

O pronunciamento ocorre após o Departamento de Estado dos Estados Unidos, chefiado pelo secretário Marco Rubio, anunciar a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.

 

"Eu [estou] muito triste, senadores. Hoje é um dia decepcionante, com a notícia do secretário de um tal de Marco Rubio. Esse Comando Vermelho e PCC são terroristas para o povo da periferia desse país. Incomodam a família, roubam tudo do povo. São terroristas aqui dentro. Não somos uma republiqueta", desabafa Lula.

 

Durante discurso em Sergipe, onde participava de um evento sobre investimentos da Petrobras, o chefe do Executivo brasileiro defendeu a soberania do país e criticou duramente a medida adotada por Washington. 

 

COMBATE É INTERNO
Lula ainda reafirmou que o PCC e o CV atuam de forma terrorista contra as famílias das periferias brasileiras e, por isso, devem ser combatidos pelas forças de segurança nacionais. Ele ressaltou que o Congresso brasileiro aprovou recentemente legislações rigorosas, como a Lei Antifacção.

 

Ação da PF e muro em Salvador | Fotos: Ascom da PF / Google Maps

 

Em contrapartida à ação norte-americana, o presidente sugeriu que o governo dos EUA colabore com as autoridades brasileiras entregando cidadãos do Brasil foragidos da Justiça que atualmente vivem em território estadunidense.

 

Ainda na sexta-feira, a Folha de S.Paulo revelou que o presidente Lula teme sanções de Trump contra o Brasil. E, mesmo que seja elogiado como "dinâmico" em reunião, o chefe de Estado brasileiro pediu uma análise sobre o impacto econômico da decisão dos EUA. 

 

Lula citou nominalmente o ex-deputado federal Alexandre Ramagem (investigado em inquérito sobre tentativa de golpe de Estado) e o empresário Ricardo Magro, controlador do Grupo Refit (dono da Refinaria de Manguinhos), que está foragido após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF). O presidente relembrou que teria entregado ao presidente Donald Trump documentos com fotos e nomes dos envolvidos.

 

"Que combater crime organizado? Me entregue os nossos que estão lá nos Estados Unidos. Tive 3 horas com ele, entreguei quatro documentos para ele com a foto da casa [do Ricardo Magro] em Miami. Marco Rubio não estava lá, preocupado em ajudar um filho bolsonarista que não tem vergonha na cara de trair a pátria", grita Lula.

 

Vale lembrar que o ex-deputado Alexandre Ramagem é um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro. E, durante sua rápida visita à Casa Branca, o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) pediu para o governo classificar as facções brasileiras como terroristas. O mesmo senador agradeceu como um "grande dia" a classificação. Algo que seus votos no Congresso Nacional parecem ter sido esquecidos na pré-campanha

 

De fato, o lobby do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e do economista Paulo Figueredo dentro da Secretaria de Estado Norte-Americana (equivalente ao Itamaraty dos Estados Unidos) foi decisivo na classificação anunciada por Marco Rubio. 

Lula confirma nova indicação de Jorge Messias ao STF
Foto: Foto: José Cruz / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou nesta sexta-feira (29) que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF).  O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.


Durante a participação em uma cerimônia sobre investimentos da Petrobras em Sergipe, o presidente afirmou estar decepcionado com a derrota de Messias. “Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico”, disparou.

 

 

Pela primeira em mais de 130 anos, o Senado rejeitou o nome de um indicado a vaga de ministro do STF. Para que a indicação de Messias fosse aprovada eram necessários pelo menos 41 votos dos 81 senadores. O resultado final foram 42 votos contrários e 34 favoráveis. 

 

A vaga para uma cadeira do Supremo está aberta desde novembro do ano passado, quando o ministro Luís Roberto Barroso anunciou sua aposentadoria.

Pesquisa testa Joaquim Barbosa e Aécio pela primeira vez e aponta vitória de Lula
Foto: Reprodução Veja

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (28) pelo instituto Meio/Ideia trouxe novos cenários e nomes de candidatos para a disputa da Presidência da República em 2026. O levantamento trouxe, pela primeira vez, o nome do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Joaquim Barbosa (DC) e do deputado federal, Aécio Neves (PSDB), para análise de eleitores do Brasil. 

 

Inicialmente, no cenário estimulado do primeiro turno, Lula abriu sete pontos percentuais de vantagem sobre o principal adversário. O presidente recuou de 40%, na pesquisa divulgada no último dia 6 de maio, para 38,5%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) oscilou para baixo de 36% para 31,5%.

 

Ainda neste contexto, aparecem o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 5,5%; pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 2,4%; e pelo líder do MBL (Movimento Brasil Livre), Renan Santos (Missão), com 2,1% 

 

Já em cenários de segundo turno, onde aparecem os nomes de Barbosa e Neves, de forma inédita, o jurista aparece com 26% e Aécio Neves com 25%. No entanto, ambos perdem para o petista, que registrou 46% em ambas disputas contra os seus adversários. 

 

Caiado e Michelle Bolsonaro aparecem como os mais competitivos contra Lula, ambos com 40% das intenções de voto. Lula continuou com 46% de intenções de votos, que mantém o mesmo percentual na comparação com Zema, com 37%; Renan Santos, com 31% e Tereza Cristina, com 27%. 

 

O estudo ouviu 1.500 pessoas entre os dias 23 e 27 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. 

Lula inicia radioterapia preventiva no couro cabeludo após diagnóstico de câncer de pele
Fotos: Paulo Pimenta / Agência Brasil / Google Maps

O presidente Lula (PT) iniciou, nesta segunda-feira (25), um tratamento complementar com radioterapia superficial preventiva. O procedimento ocorre após a retirada, no mês passado, de uma lesão basocelular (um tipo de câncer de pele em estágio inicial) no couro cabeludo. As informações foram confirmadas em nota conjunta do Palácio do Planalto e do boletim médico do Hospital Sírio-Libanês.

 

Segundo o boletim médico oficial, o presidente não precisará interromper seus compromissos oficiais: "O presidente seguirá suas atividades diárias sem restrições, mantendo acompanhamento pelas equipes médicas". Confira abaixo:

 


De acordo com a assessoria da Presidência da República, a lesão retirada era pequena e estava em estágio inicial. Para evitar o surgimento de novas lesões na região afetada, Lula passará por um ciclo preventivo de radioterapia composto por 15 sessões diárias de dois minutos cada, distribuídas ao longo de duas semanas.

 

Conforme o boletim médico, a primeira sessão foi realizada nesta segunda-feira (25).  A lesão basocelular diagnosticada é o tipo mais frequente de câncer de pele. Ela ocorre em áreas do corpo com maior exposição solar, apresenta crescimento lento e, de forma geral, raramente se espalha para outros órgãos (metástase).

Após impasse com Pacheco, PT busca empresário Josué Gomes para disputar governo de Minas
Foto: Pedro França / Agência Senado

O Partido dos Trabalhadores passou a buscar um novo nome para disputar o governo de Minas Gerais com apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o senador Rodrigo Pacheco (PSB) desistir da candidatura.

 

Segundo informações do jornal O Globo, a direção nacional do PT tenta agora convencer o empresário Josué Gomes da Silva a entrar na disputa. Filiado ao Partido Socialista Brasileiro, Josué enfrenta atualmente o processo de recuperação judicial da Coteminas.

 

Na quarta-feira (20), o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o partido está em busca de um novo nome para a disputa estadual.

 

“O PT está atrás”, disse Edinho ao ser questionado por jornalistas sobre quem substituiria Pacheco na articulação política em Minas.

 

O partido vinha trabalhando para viabilizar a candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo mineiro, mas não conseguiu consolidar a aliança em torno do senador. Na terça-feira (19), Edinho afirmou que Pacheco optou por não disputar o cargo.

VÍDEO: Lula cobra governador interino do Rio de Janeiro: "Trabalhe para prender todos os ladrões"
Foto: Reprodução / CanalGov

Durante a agenda oficial realizada no Rio de Janeiro neste sábado (23), o presidente da República, Lula (PT), fez elogios ao governador interino do estado, o desembargador Ricardo Couto, e pediu empenho na prisão de gestores públicos envolvidos em corrupção, além do combate firme às milícias organizadas: "Trabalhe para prender todos os ladrões que governaram este estado".

 

Confira em vídeo:

 

Em seu longo pronunciamento, Lula chamou o governador interino para se posicionar ao seu lado no palco e brincou com o fato de que ele não teria cara de político, afinal é um "homem da justiça". Ricardo Couto assumiu a gestão estadual de forma interina e manteve-se ao lado do presidente durante o restante da fala.

 

"As pessoas esperam que você trabalhe para prender todos os ladrões que governaram este estado, que fazem parte de uma milícia organizada", avisa o presidente. "Não é possível ouvir que o crime organizado tomou conta dos territórios. Vamos juntos devolvê-los ao povo do Rio de Janeiro", completa.

 

Essa declaração ocorreu durante a cerimônia de inauguração de novas instalações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que celebra 126 anos na próxima segunda-feira (25). Na mesma solenidade, foi realizada a entrega de 42 veículos do Programa Agora Tem Especialistas.

 

CONTEXTO DO RIO
O desembargador Ricardo Couto assumiu o comando do Palácio Guanabara no mês de março, após a saída de Cláudio Castro (PL). A mudança na chefia do Executivo do Rio de Janeiro ocorreu em meio às análises do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), logo após declararem a inelegibilidade de Castro por oito anos devido a acusações de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

 

Palácio da Guanabara | Foto: Reprodução / Google Street View 

 

Em seu discurso, Lula mencionou a independência do governador interino pelo fato de não ter passado por um processo eleitoral tradicional. "Você, que não precisou pedir voto, foi indicado. Aproveite e faça o que muita gente não fez em dez anos: ajude a consertar esse estado", conclui.

Lula se manifesta sobre agressão em supermercado na Bahia: ‘escravidão acabou’
Foto: Reprodução / TV Brasil

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, comentou um caso de agressão contra uma atendente de caixa em Luís Eduardo Magalhães, no Extremo Oeste baiano. A fala ocorreu durante entrevista nesta sexta-feira (22) ao programa Sem Censura, da TV Brasil.

 

 

Segundo o presidente, o fato foi levado ao conhecimento dele pela primeira-dama Janja Lula da Silva. O presidente comentava sobre as diferenças entre o Brasil dos primeiros mandatos em que esteve à frente do Executivo do país com os tempos atuais, que considera que passou dos limites da civilidade. Lula disse que pediu ao governador baiano que desse atenção ao fato.

 

"Hoje, por exemplo, a Janja estava me mostrando no celular dela, um cidadão na Bahia foi no supermercado fazer uma compra e não sei o que aconteceu que ele deu um tapa na cara da caixa, que era uma negra, e chamou de 'negra petista'. Eu estava no avião, passei a mensagem para o governador da Bahia e pedi para ele ir lá, sabe? Porque não é possível que um cidadão desse, em pleno século 21, em 2026, ele ainda não saiba que acabou a escravidão", declarou.

 

Um vídeo flagrou a agressão contra a atendente. Apesar do caso, o homem saiu do supermercado sem ser abordado. Momento depois, um boletim de ocorrência foi registrado pela vítima e pelo gerente do supermercado.

 

 

O suspeito de cometer as agressões teria se apresentado como pastor, mas a Associação de Ministros Evangélicos de Luís Eduardo Magalhães declarou que ele nunca fez parte do quadro de membros.

 

Conforme o g1, o homem tem 57 anos, é vendedor de comércio varejista e atacadista e se candidatou a vereador da cidade em 2020, pelo partido Podemos. 

Otto diz que Lula deve insistir em Jorge Messias para vaga no STF
Waldemir Barreto / Agência Senado

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD), afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende manter o nome do ministro Jorge Messias para uma futura indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo senador baiano, assunto foi discutido em reunião realizada na semana passada.

 

A derrota do chefe da AGU provocou desgaste entre o Palácio do Planalto e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, após a articulação que levou à rejeição do nome. Ao comentar a conversa com Lula, Otto afirmou que o presidente considera Jorge Messias preparado para assumir uma cadeira na Suprema Corte e que pretende manter o gesto de confiança no auxiliar.

 

“Ele disse, na semana passada, em reunião, que vai manter mesmo a indicação. Ele vai fazer isso até por solidariedade pelo que aconteceu com o Messias”, declarou o senador.

 

Apesar da sinalização política, ainda não existe definição sobre quando uma nova indicação ao STF deverá ser formalizada pelo governo federal.

Lula relata conversa com Trump e diz que guerra entre os dois é “na narrativa”
Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revelou nesta sexta-feira (22) detalhes de uma conversa recente que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Durante entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, Lula afirmou que defendeu uma relação diplomática baseada no diálogo e criticou a postura norte-americana em relação à América Latina.

 

Segundo o petista, ele afirmou a Trump que não pretende entrar em confronto militar com os Estados Unidos e que a disputa entre os dois países deve acontecer no campo político e ideológico. “Eu falei pro Trump: ‘Não adianta você ficar dizendo que tem navio de guerra, que tem avião de guerra. Eu não quero fazer guerra com você! A minha guerra com você é na narrativa. Eu quero provar que você tá errado e que eu tô certo’”, declarou Lula.

 

O presidente brasileiro também comentou, em tom descontraído, sobre a idade avançada dos dois líderes. Lula disse que costuma registrar formalmente os encontros que tem com Trump após as conversas. “Dizem que, quando as pessoas têm 80 anos, têm facilidade de esquecer”, brincou o presidente.

 

ASSISTA:

Lula anuncia plano para transformar 138 presídios em unidades de segurança máxima
Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (22) que o governo federal pretende transformar 138 presídios do país em unidades de segurança máxima para ampliar o combate às facções criminosas. O anúncio foi feito durante entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil/EBC.

 

Segundo Lula, a medida integra o programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado pelo governo no início de maio. De acordo com o presidente, a proposta prevê parceria com os governos estaduais para reforçar a estrutura das unidades prisionais e impedir que os presídios continuem sendo usados como centros de articulação criminosa.

 

“Nós vamos transformar 138 presídios, onde está praticamente quase que 80% do chamado crime organizado das facções, nós vamos fazer 138 presídios de segurança máxima. Vamos financiar, com os governadores, tudo o que for necessário para que a gente proíba que a cadeia, em vez de ser uma punição, seja um escritório para eles fomentarem o crime no Brasil e no mundo”, afirmou Lula durante a entrevista.

 

O presidente também voltou a defender a aprovação da PEC da Segurança Pública, que aguarda análise no Senado Federal. Lula pediu que o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, coloque a proposta em votação. Segundo o petista, a combinação entre a PEC, a lei antifacções e o programa federal de combate ao crime organizado deve fortalecer as ações de enfrentamento às organizações criminosas no país.

Datafolha mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro após caso “Dark Horse”
Ricardo Stuckert / PR e Geraldo Magela/Agência Senado

O levantamento do instituto Datafolha divulgado nesta sexta-feira (22) mostrou uma superioridade de 9% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) nas simulações para a eleição presidencial de 2026.

 

No principal cenário de primeiro turno, Lula aparece com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 31%. Na rodada anterior da pesquisa, os dois estavam mais próximos, com 38% para o petista e 35% para o senador. Já no cenário de segundo turno, Lula soma 47% contra 43% de Flávio. Na pesquisa passada, ambos apareciam empatados com 45%.

 

A nova rodada da pesquisa foi realizada após a divulgação das denúncias envolvendo o financiamento do documentário “Dark Horse”, produção ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o levantamento, 64% dos entrevistados disseram conhecer o caso e o mesmo percentual avaliou negativamente a atuação de Flávio no episódio.

 

Apesar da queda nos números, o senador segue como principal nome da oposição ao governo federal nas simulações apresentadas pelo instituto. No primeiro turno, nomes como Ronaldo Caiado (PSD-GO, 4%) e Romeu Zema (Novo-MG, 3%) aparecem atrás dos dois líderes. 

 

Empatados, Renan Santos (Missão) e Samara Martins (UP), surgem também com 3%. O Datafolha também simulou um cenário com Michelle Bolsonaro (PL) na disputa. Nesse caso, Lula teria 48% em um eventual segundo turno, contra 43% da ex-primeira-dama.

Congresso derruba vetos de Lula à LDO e libera repasses a municípios em ano eleitoral
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (21), vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 e retomou dispositivos que flexibilizam regras para repasses federais a municípios e transferências durante o período eleitoral.

 

A sessão conjunta foi convocada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, responsável por pautar as reuniões do Congresso destinadas à análise de vetos presidenciais.

 

A articulação para derrubar os vetos ganhou força durante a Marcha dos Prefeitos, realizada nesta semana em Brasília. O evento reúne gestores municipais de todo o país em busca de liberação de verbas, convênios e emendas parlamentares, em diálogo direto com deputados, senadores e integrantes do governo federal.

 

Um dos trechos retomados pelo Congresso diz respeito ao artigo 95 da LDO, que estabelece que a “doação de bens, valores ou benefícios pela administração pública com encargo ao donatário” não configura descumprimento das restrições previstas na legislação eleitoral. Na prática, o dispositivo flexibiliza repasses e transferências em ano de eleição.

 

Ao vetar o trecho anteriormente, o governo argumentou que a proposta criava exceção à Lei das Eleições e tratava de tema fora do escopo da LDO.

 

Na justificativa do veto, Lula também citou a legislação eleitoral que proíbe, nos três meses anteriores às eleições, transferências voluntárias da União para estados e municípios, com exceção de recursos destinados a obras já em andamento ou situações de emergência e calamidade pública.

 

Contrário à derrubada do veto, o líder do PSOL na Câmara, Tarcísio Motta, afirmou que a retomada do dispositivo pode abrir espaço para “compra de votos” ao permitir repasses federais em período eleitoral.

 

“Antirrepublicano, uma aberração”, declarou o parlamentar.

Lula cita Flávio Bolsonaro e diz que “ainda vai aparecer muito mais coisa” sobre Banco Master
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (21), que “ainda vai aparecer muito mais coisa” ao comentar o caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, preso pela Polícia Federal (PF).

 

Durante discurso em evento de anúncio de ações culturais em Aracruz, no Espírito Santo, Lula também fez referência ao senador Flávio Bolsonaro e ao financiamento do filme Dark Horse, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

“A verdade tarda, mas não falha. Vocês, que são da área cultural desse país, sabem quantas ofensas artistas receberam porque iam buscar um dinheirinho na Lei Rouanet”, afirmou o presidente.

 

Em seguida, Lula ironizou o caso ao citar o nome do banqueiro.

 

“Nós nunca fomos atrás da Lei Daniel Vorcaro para financiar nenhum artista brasileiro. E ainda vai aparecer muito mais coisa porque nós estamos convencidos de que o período da mentira, das ofensas, da violência e da incivilidade precisa acabar no nosso país”, declarou.

 

Na sequência, o presidente mencionou Flávio Bolsonaro, sem citar diretamente o nome do senador.

 

“Quem imaginava que aquele menino, que parecia ser a pessoa mais santa da família Bolsonaro, estivesse pegando milhões de dólares para fazer um filme do pai? Ninguém imaginava. E isso é apenas o que a gente sabe agora”, disse Lula.

Lula assina decreto que regula funcionamento de big techs e impõe normas contra violência nas redes; entenda
Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira (20) dois decretos que criam novas regras para a atuação das plataformas digitais, as chamadas big techs, no Brasil. Um deles traz medidas específicas para proteger mulheres e meninas contra a violência na internet.

 

De acordo com a norma do governo, as plataformas deverão criar um canal exclusivo para denúncias de conteúdo de nudez não autorizada, seja de imagens reais ou de imagens falsas geradas por inteligência artificial. Nesses casos, a remoção do material deverá ocorrer em até duas horas após a notificação feita pela vítima ou por seu representante legal.

 

Outro ponto importante é a proibição de as empresas disponibilizarem ferramentas de IA que permitam a criação dos chamados "nudes falsos", ou seja, aplicações que alteram fotos reais removendo a roupa de mulheres sem o consentimento delas. Além disso, os algoritmos das plataformas deverão ser programados para reduzir o alcance de ataques coordenados contra mulheres, como aqueles que frequentemente atingem jornalistas e mulheres públicas em razão de seu trabalho.

 

Dentro do canal de denúncia voltado para esse público, as big techs também são obrigadas a divulgar a informação de que as vítimas devem procurar o canal 180, a central oficial de atendimento à mulher do governo federal. Os decretos entrarão em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União e deverão estipular um prazo razoável para que as plataformas digitais se adaptem às novas exigências.

Lula é alvo de ação no TSE após declaração sobre votos em ministras durante agenda pública
Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) virou alvo de uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após declarações feitas durante um evento oficial realizado no bairro da Liberdade, em São Paulo. A ação foi protocolada pela deputada federal Rosangela Moro (PL), que acusa o petista de propaganda eleitoral antecipada.

 

O questionamento surgiu após Lula mencionar as ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) durante o discurso. Ao falar com apoiadores, o presidente afirmou que o que as pessoas poderiam fazer pelas duas “um dia” seria “dar voto para elas”.

 

Na ação, Rosangela Moro sustenta que a fala configurou pedido explícito de votos fora do período permitido pela legislação eleitoral. Segundo a parlamentar, a declaração teria favorecido duas possíveis candidaturas ao Senado por São Paulo antes do início oficial da campanha eleitoral.

 

Atualmente, Tebet é tratada como pré-candidata ao Senado. Já Marina também é apontada nos bastidores como possível nome para a disputa, embora ainda não tenha oficializado participação no pleito.

Davi Alcolumbre diz que Congresso deve derrubar veto de Lula para liberar emendas a prefeitos
Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou nesta terça-feira (19), durante a abertura da Marcha dos Prefeitos, em Brasília, que o Congresso Nacional deve derrubar vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para permitir que municípios inadimplentes com o governo federal possam voltar a receber recursos de emendas parlamentares e convênios.

 

Segundo Alcolumbre, dispositivos vetados por Lula na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 impedem que cerca de 3.100 municípios tenham acesso aos recursos federais.

 

Durante o discurso, o presidente do Senado chamou o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e o presidente da Câmara, Hugo Motta, para anunciar a intenção de convocar uma sessão do Congresso Nacional para analisar os vetos.

 

“Eu queria, Guimarães, com a compreensão do governo, e sei que nós teremos, que nós vamos ainda hoje, eu, presidente Hugo Motta, lideranças congressuais e lideranças do governo, organizar rapidamente uma sessão do Congresso para que a gente possa analisar esses vetos, derrubar esses vetos e entregar para mais de 3.000 municípios a possibilidade de acessar mais recursos do Estado brasileiro”, declarou Alcolumbre.

 

Após a fala, José Guimarães aplaudiu o discurso e cumprimentou o senador.

 

Antes do anúncio, Hugo Motta defendeu a importância das emendas parlamentares para os municípios.

 

“É muito importante que essa marcha possa se posicionar acerca desse tema. Para aqui defender e reafirmar a importância das emendas parlamentares como instrumento legítimo de aproximação entre o orçamento da União e as necessidades concretas dos municípios”, afirmou.

 

O presidente da Câmara também criticou o que chamou de tentativa de criminalização das emendas parlamentares.

 

“Quantas vezes foi necessária a nossa defesa, seja presidindo uma sessão da Câmara, concedendo alguma entrevista, a necessidade constante e recorrente de se defender as emendas. Aqui em Brasília, de maneira quase constante, há uma intenção de se criminalizar o destino de emendas parlamentares para municípios”, disse Motta.

Após áudio enviado a Vorcaro, Flávio Bolsonaro tem queda em 2º turno contra Lula,  diz Atlas/Bloomberg
Foto: Ricardo Stuckert/PR e Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O pré-candidato à presidência da república, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), registrou uma queda de mais de cinco pontos percentuais no primeiro turno e seis pontos em um possível segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

 

O atual presidente tem 48,9% contra 41,8% do senador. No mês de abril, o cenário de segundo turno apontava empate técnico, com o senador bolsonarista com 47,8% contra 47,5% do petista. 

 

A queda de votos de Flávio chega após a veiculação de áudios do senador ao empresário Daniel Vorcaro, onde ele pede dinheiro ao banqueiro. Depois disso, a maior parte dos votos que eram de Flávio passaram para os indecisos, brancos e nulos: o grupo saltou de 4,7% no último levantamento para 9,3%. 

 

O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 18 de maio, no mesmo dia em que os dados foram divulgados. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 18 de maio – ou seja, as entrevistas começaram no mesmo dia em que o site The Intercept divulgou o áudio com Flávio pedindo dinheiro a Vorcaro para financiar o filme sobre o pai dele.

 

O petista lidera a disputa contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro com uma vantagem ampliada também no primeiro turno, onde Lula foi de 46,6% do úlltimo estudo para 47%, enquanto Flávio registrou queda de 39,7% para 34,3%. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.  Já os outros candidatos, Renan Santos (Missão) tem 6,9%, Romeu Zema (Novo), 5,2% e Ronaldo Caiado (PSD), 2,7%. Augusto Cury (Avante) e Aldo Rebelo (DC) não alcançaram 1%.

 

Brancos e nulos somaram 1,4% e indecisos são 1,9%. 

Lula diz que Donald Trump deveria investir em terras-raras no Brasil: “Não temos veto a ninguém”
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender, nesta segunda-feira (18), o controle brasileiro sobre as terras-raras do país, mas afirmou que o Brasil está aberto a investimentos estrangeiros no setor. A declaração foi dada durante evento em Campinas, no interior de São Paulo, duas semanas após encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

 

“A gente faz com que o Trump pare de brigar com o Xi Jinping e venha se associar a nós, para que a gente possa explorar aqui. Nós não temos veto a ninguém, nós não temos preferência por ninguém. Aqui pode vir chinês, pode vir alemão, pode vir francês, pode vir japonês, pode vir americano, pode vir quem quiser. Desde que tenham consciência de que o Brasil não abre mão da sua soberania”, afirmou Lula.

 

A fala marca uma diferença em relação a declarações anteriores do presidente sobre o tema. Em março, durante reunião da Cúpula de Chefes de Estado e de Governo Celac-África, realizada na Colômbia, Lula defendeu as reservas brasileiras de terras-raras diante do interesse de países ricos.

 

Na ocasião, o presidente afirmou que países como o Brasil já foram colonizados, conquistaram soberania e não poderiam voltar a ocupar apenas o papel de exportadores de matérias-primas.

 

As chamadas terras-raras são um grupo de 17 elementos químicos usados na fabricação de baterias, turbinas eólicas, semicondutores, equipamentos eletrônicos e tecnologias militares. Apesar do nome, esses minerais não são necessariamente escassos, mas a extração e o processamento são considerados complexos, caros e ambientalmente sensíveis.

Eden Valadares deve integrar coordenação da campanha de reeleição de Lula após pedido do presidente
Foto: Reprodução / PT

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu a ampliação da coordenação nacional de sua campanha à reeleição, e um dos nomes cotados para integrar o grupo é o do secretário nacional de Comunicação do PT, Eden Valadares.

 

Segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo, a decisão de Lula está ligada à importância dada pelo presidente ao fortalecimento da atuação nas redes sociais durante o pleito de 2026.

 

A ideia é que o PT e a coordenação de comunicação da campanha, comandada pelo marqueteiro Raul Rabelo, atuem de forma integrada. O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, também deve participar da articulação.

 

Além de Eden Valadares, a coordenação deve contar com nomes ligados à cúpula petista e ao governo federal. Entre eles estão o presidente nacional do PT, Edinho Silva, as dirigentes petistas Mônica Valente e Mazé Morais, o ex-presidente da Fundação Perseu Abramo Paulo Okamotto, o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli, o ex-chefe de gabinete da Presidência Gilberto Carvalho e o ex-prefeito de Diadema José de Filippi.

 

Também integram o grupo o ministro Guilherme Boulos e o ex-ministro Camilo Santana.

Em meio ao caso da conversa entre Flávio e Vorcaro, é aguardado o relatório de Leo Prates sobre jornada 6x1
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em meio às especulações sobre possíveis novas revelações a respeito das conversas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, a semana começa em Brasília com expectativa sobre o relatório a respeito dos projetos que tratam da mudança na jornada de trabalho dos brasileiros. O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), deve apresentar seu parecer aos projetos na próxima quarta-feira (20). 

 

A partir da apresentação do relatório, estará aberto o prazo para apresentação de emendas, que terão seu conteúdo analisado pelo deputado Leo Prates. As emendas podem vir a ser acatadas e com isso, novas alterações seriam feitas no projeto até a votação do mesmo na comissão especial, programa para a próxima semana. 

 

Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia a sua semana em São Paulo, onde anunciará investimentos da Petrobras e  lançará um programa de financiamento para troca de veículos voltado a motoristas de aplicativo e taxistas. No Congresso, Câmara e Senado terão uma semana de votações de projetos que tratam da violência contra a mulher, proteção infantil, seguro rural, transparência pública, entre outros temas.

 

Confira abaixo a pauta da semana em Brasília.

 

PODER EXECUTIVO

 

O presidente Lula começa a semana em São Paulo, onde terá uma série de compromissos nesta segunda-feira (18) e também na terça. O destaque desta segunda é uma visita à refinaria de Paulínia. 

 

No evento, Lula vai anunciar investimentos de R$ 37 milhões da Petrobras até ano de 2030. Os recursos serão aplicados no fortalecimento do refino e biorrefino, logística, exploração e produção, descarbonização e geração de energia sustentável, entre outros. 

 

Segundo informações da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, a Petrobras, com a expansão, estima a geração de cerca de 38 mil postos de trabalho diretos e indiretos. Parte desse valor (R$ 6 bilhões) será aplicada na Replan, a maior refinaria da Petrobras, responsável pelo abastecimento de mais de 30% do território brasileiro. 

 

Ainda nesta segunda, o presidente Lula cumprirá agenda em Campinas, onde vai formalizar a entrega de quatro novas linhas de luz síncrotron no Sirius, popularmente conhecido como acelerador de partículas. Essa estrutura integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). 

 

De acordo com o Planalto, a comitiva da presidência percorrerá as instalações do complexo, que recebe aportes do governo por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A ministra da Pasta, Luciana Santos, também confirmou presença.

 

Na terça (19), em São Paulo, Lula participa de um encontro da indústria da construção. Na ocasião, o presidente lançará um programa de financiamento para troca de veículos voltado a motoristas de aplicativo e taxistas.

 

A agenda do presidente Lula para o restante da semana ainda não foi divulgada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República. 

 

PODER LEGISLATIVO

 

A Câmara dos Deputados deve ter uma pauta no plenário com destaque para a votação de propostas ligadas a temas como o agronegócio, a segurança digital, a transparência pública e o meio ambiente. A pauta adiantada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), prevê também a análise de projetos sobre fertilizantes, seguro rural, combate à pornografia infantil com uso de inteligência artificial e mudanças em áreas de preservação ambiental.

 

Entre os destaques está a continuidade da discussão do projeto de lei 669/2023, que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). A proposta busca incentivar a produção nacional de fertilizantes e altera regras tributárias e de financiamento do setor.

 

Os deputados também devem analisar o projeto que aperfeiçoa os marcos legais do seguro rural (2.951/2024), com mudanças em leis relacionadas à política agrícola e ao financiamento do setor agropecuário.

 

Outro ponto da pauta é a proposta (3.066/2025) que endurece punições para crimes de pornografia infantil praticados com uso de inteligência artificial e ferramentas de ocultação de IP. O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei dos Crimes Hediondos e outras legislações penais.

 

Na área da transparência, os parlamentares poderão votar um projeto (3.240/2025) que proíbe a imposição de sigilo sobre gastos da administração pública federal. A proposta modifica a Lei de Acesso à Informação e a Lei de Improbidade Administrativa.

 

Há ainda a possível análise do projeto (8.107/2017) que altera os limites da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará, e cria uma Área de Proteção Ambiental na região.

 

Nas comissões, a expectativa maior é a apresentação, programada para a próxima quarta (20), do relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-PB) aos projetos que tratam da jornada de trabalho 6x1. A expectativa é de que o texto inclua regras de transição para alguns setores e punições para empresas que descumprirem as novas normas. 

 

A comissão especial da Câmara ainda realiza audiências nesta semana com representantes de empregadores e trabalhadores. Também estão programadas audiências públicas da comissão especial da jornada 6x1 em Minas Gerais, na quinta (21), e no Amazonas, na sexta (22).

 

Já no Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), programou para o plenário uma semana de análise de projetos voltados à proteção de mulheres, crianças e estudantes, além de propostas na área ambiental. A pauta das sessões deliberativas prevê a análise de medidas sobre violência doméstica, recuperação da Caatinga, educação inclusiva e conscientização sobre direitos da infância.

 

Entre os destaques está o projeto de lei 421/2023, que altera o Código Penal, a Lei Maria da Penha e o Código de Processo Penal para ampliar o prazo de representação em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. A proposta já recebeu pareceres favoráveis nas comissões temáticas do Senado.

 

Os senadores também devem analisar o projeto que cria a Política Nacional para Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação (1.049/2026). O texto prevê a criação de um cadastro nacional e medidas específicas de acompanhamento educacional para esses estudantes.

 

Na área ambiental, a pauta inclui a análise da emenda da Câmara ao projeto que institui a Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga e cria um programa voltado à recuperação do bioma (1.990/2024).

 

Outro projeto que será colocado em discussão por Davi Alcolumbre prevê medidas de conscientização nas escolas sobre direitos da criança e do adolescente, mecanismos de proteção infantil e canais de denúncia e ajuda (4.161/2025).

 

Nas comissões do Senado, um dos destaques é a audiência prevista na Comissão de Assuntos Econômicos, que vai ouvir o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. A presença do dirigente do BC acontece em meio às discussões sobre juros, inflação e aos desdobramentos do caso Banco Master, além de debater temas da política monetária.

 

PODER JUDICIÁRIO

 

A pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) tem como um dos destaques, no julgamento marcado para a próxima quarta (20), a aplicação da Lei Maria da Penha quando a violência não ocorre em ambiente domiciliar, ou seja, quando o acusado não faz parte do núcleo familiar. Marcado para às 14 horas, e tendo como relator o ministro Edson Fachin, o julgamento avalia se medidas protetivas poderiam ter validade quando o agressor não tem nenhuma relação familiar.

 

O caso tomou repercussão quando o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJ-MG) negou a aplicação de medidas protetivas a uma mulher ameaçada em contexto comunitário, com o entendimento de que a legislação se restringia apenas às relações domésticas, familiares ou afetivas.

 

O plenário do Supremo também julga na quarta a constitucionalidade de dispositivos da Reforma da Previdência de 2019 que alteraram a aposentadoria especial de trabalhadores que exercem atividades insalubres. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6309, vai analisar a exigência de idade mínima para a concessão da aposentadoria especial.

 

A pauta inclui também dois processos que questionam ato do então presidente da República, Jair Bolsonaro, que bloqueou o acesso de cidadãos às suas contas em redes sociais. O Mandado de Segurança (MS) 36666 é relatado pela ministra Cármen Lúcia, e o MS 37132 é de relatoria do ministro André Mendonça.

 

Também está programada a análise de uma ação ajuizada contra a Lei 6.200/2018 do Distrito Federal, que instituiu o Selo Multinível Legal. O objetivo do selo, previsto no artigo 1º da lei, é premiar empresas instaladas ou que operem no Distrito Federal que comprovem a comercialização de serviços ou produtos por meio de venda direta, com plano de remuneração de distribuidores independentes por meio da formação de rede multinível.

 

A ADI foi ajuizada pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) contra a Lei 6.200/2018 do Distrito Federal, que instituiu o Selo Multinível Legal. O relator a ação é o ministro Luiz Fux.

 

Para a autora da ADI, a lei distrital, sob a roupagem de premiação, cria na verdade uma certificação para as sociedades empresárias que atuam em segmento econômico específico. “O selo atuaria, assim, como forma de fiscalização das atividades empresariais”, alega. 

 

A pauta do STF no dia 21, no plenário, prevê a análise conjunta das ADIs 7779 e 7790, relatadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que discutem regras da Reforma Tributária sobre a isenção de impostos na compra de veículos por pessoas com deficiência.

 

A Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência (ANAPCD) é a autora de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade que aborda a questão. Segundo a associação, a Lei Complementar (LC) 214/2025, que regulamenta a reforma, condiciona a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), atual Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS), e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), atual Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), na compra de veículos novo e adaptações externas nos veículos feitas em oficinas credenciadas pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans), deixando de reconhecer adaptações de fábrica, como direção elétrica e hidráulica, câmbio automático. 

 

A ANAPCD sustenta que essa exigência causará discriminação entre as pessoas com deficiência, pois, dependendo do lado do corpo afetado, algumas poderão ter direito às isenções e outras não.

 

Essa é a segunda ação que o STF recebeu sobre o tema. No mês passado, o Instituto Nacional de Direitos da Pessoa com Deficiência Oceano Azul, que defende interesses de pessoas autistas, apresentou a ADI 7779, em que alega que a norma cria novas restrições, gera insegurança jurídica e limita o acesso a direitos já garantidos. O ministro Alexandre de Mores é o relator das duas ações.
 

Em visita a hospital, Lula ironiza relação entre Flávio Bolsonaro e dono do Banco Master: “Aqui não tem dinheiro do Vorcaro”
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ironizou, nesta sexta-feira (15), o caso envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que admitiu ter buscado apoio financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar um filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

 

Durante visita ao Hospital de Amor, em Barretos (SP), Lula afirmou que os investimentos destinados à instituição não tiveram participação do empresário.

 

“Aqui nesse hospital não tem dinheiro do Vorcaro”, disse o presidente, arrancando aplausos e gritos de apoio do público presente.

 

Na última quinta-feira (14), durante visita a uma fábrica de fertilizantes da Petrobras em Camaçari, Lula havia evitado comentar o episódio, classificando o assunto apenas como “caso de polícia”.

 

O CASO
Na última quarta-feira (13), uma reportagem publicada pelo Intercept Brasil revelou mensagens em que Flávio Bolsonaro solicita apoio financeiro de Daniel Vorcaro para concluir o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre Jair Bolsonaro.

 

“Tá num momento muito decisivo aqui do filme e como tem muita parcela pra trás, cara, tá todo mundo tenso e eu fico preocupado com o efeito contrário ao que a gente sonhou pro filme”, disse o senador em um áudio enviado ao banqueiro.

 

Inicialmente, Flávio negou qualquer participação de Vorcaro no projeto. Após conversar com aliados, porém, o senador voltou atrás e admitiu que procurou patrocínio privado para a produção.

 

“O que aconteceu foi um filho procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de Lei Rouanet”, afirmou.

Pesquisa Vox Brasil com entrevistas antes do caso Vorcaro mostra Flávio à frente de Lula no 1º e no 2º turno
Foto: montagem com fotos Agências Brasil, Senado e reprodução de redes sociais

Com entrevistas realizadas antes da revelação das conversas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, pesquisa realizada pela Vox Brasil e divulgada nesta sexta-feira (15) mostra o pré-candidato da direita na frente de seu adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tanto nas simulações de primeiro turno quanto em um cenário de disputa no segundo turno.

 

As entrevistas da Vox Brasil foram fechadas na última terça (12), um dia antes da matéria divulgada pelo site Intercept Brasil que caiu como uma bomba no meio político brasileiro, com a exposição de áudios e prints que mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro para custear o filme “Dark Horse”, que fala da trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

 

De acordo com a Vox, na simulação de segundo turno, o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, tem 43,8% das intenções de voto. Já o presidente Lula teria 40,2%, o que não configuraria empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de 2,15 pontos percentuais.

 

Confira abaixo os resultados dos quatro cenários de segundo turno auferidos pela Vox em sua pesquisa:

 

Flávio Bolsonaro 43,8 x 40,2% Lula

Lula 44,4% x 26,2% Renan Santos

Lula 43,1% x 34,3% Romeu Zema

Lula 42,9% x 32,5% Ronaldo Caiado

 

Em relação ao primeiro turno, a Vox Brasil questionou seus entrevistados apresentando duas listas, e em um delas aparecia o nome do ex-governador Ciro Gomes, do PSDB. Ciro, entretanto, anunciou na última segunda (11) que não será candidato a presidente, preferindo concorrer ao governo do Ceará. 

 

Na simulação do instituto em primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro aparece pela primeira vez na liderança da corrida presidencial. Confira abaixo o cenário da Vox Brasil sem a inclusão do nome de Ciro Gomes. 

 

Flávio Bolsonaro (PL) - 37,8%
Lula (PT) - 35,1%
Romeu Zema (Novo) - 4,5%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,3%
Renan Santos (Missão) - 1,8%
Augusto Cury (Avante) - 0,8%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 0,5%
Aldo Rebelo (DC) - 0,2%
Nenhum/branco/nulo - 0,5%
Não sabe - 6,5%

 

No campo da rejeição aos candidatos a presidente, o quadro apurado pela pesquisa Vox é o seguinte:

 

Lula - 54,1%
Flávio Bolsonaro - 39,3%
Romeu Zema - 22,4%
Ronaldo Caiado - 18,5%
Ciro Gomes - 15,5%
Aldo Rebelo - 14,5%
Cabo Daciolo - 13,3%
Renan Santos - 11,1%
Augusto Cury - 10,3%
Não rejeita nenhum - 2,1%
Não sabe - 6,3%

 

A pesquisa entrevistou 2.100 pessoas de 9 a 12 de maio de 2026. A margem de erro é 2,15% pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-02423/2026 . O estudo custou R$ 50.000 e foi pago com recursos próprios.
 

Flávio ganhou cinco vezes mais seguidores que Lula nos últimos dois meses, mas caso Vorcaro pode mudar cenário
Foto: montagem com imagens de Edu Mota e Agência Senado

A crise que se instalou na pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após a revelação de seus diálogos com o banqueiro Daniel Vorcaro pode vir a estancar o bom desempenho que ele vinha obtendo em seus perfis oficiais nas diversas plataformas de redes sociais. Levantamento realizado pelo Bahia Notícias mostra que o candidato da direita brasileira cresceu pelo menos cinco vezes mais nas redes do que seu adversário direto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nos últimos dois meses. 

 

Neste levantamento atual, o BN comparou os números de agora com pesquisa feita em 17 de março que mostra a quantidade de seguidores de Lula e de Flávio Bolsonaro nas principais plataformas de redes sociais. Foram considerados, para essa totalização, os perfis oficiais dos dois candidatos no Instagram, no Facebook, no X, no Youtube, no Threads, no TikTok e na rede BlueSky (Flávio não tem conta nesta plataforma). 

 

Em março, o presidente Lula tinha um total de 40,975 milhões de seguidores distribuídos pelas plataformas listadas acima. Já o senador Flávio Bolsonaro totalizava 19,575 milhões nas mesmas plataformas de redes. 

 

A contabilização feita pelo BN nesta sexta-feira (15) revela que Fávio Bolsonaro ganhou perto de três milhões de novos seguidores nos últimos dois meses. Já Lula viu sua quantidade de seguidores aumentar em algo próximo a 500 mil no mesmo período.

 

Confira abaixo a quantidade de seguidores de dois principais candidatos a presidente, e entre parênteses, o número que eles tinham em cada rede no levantamento do BN de março deste ano.

 

Lula

 

Instagram - 14,5 milhões (14,5)

Facebook - 6,2 milhões (6,1)

X - 10,2 milhões (10,1)

Threads - 3,1 milhões (3,1)

Blue Sky - 295,6 mil (295,3)

TikTok - 5,5 milhões (5,3)

Youtube - 1,6 milhão (1,58)

Total: 41,395 milhões (40,975)

 

Flávio Bolsonaro

 

Instagram - 10,3 milhões (8,2)

Facebook - 3,4 milhões (3,2)

X - 3,7 milhões (3,6)

Threads - 2,3 milhões (2)

TikTok - 2 milhões (1,8)

Youtube - 804 mil (0,3)

Total: 22,504 milhões (19,575)

 

Os números demonstram que o presidente Lula ainda mantém uma larga distância do seu adversário na quantidade total de seguidores, com 41,3 milhões contra 22,5 milhões de Flávio Bolsonaro. Essa distância, entretanto, diminuiu do mês de março para cá, mas as revelações desta semana sobre o pedido de dinheiro do senador do PL ao dono do Banco Master podem acabar refreando o crescimento que vinha sendo obtido pelo senador do PL, principalmente no Instagram. 
 

Lula critica compra de navios chineses pela Vale e defende indústria nacional
SEAUD/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou nesta quinta-feira (14) a decisão da Vale de adquirir navios produzidos na China em vez de embarcações fabricadas no Brasil. Segundo o petista, a medida prejudica a geração de empregos e o desenvolvimento industrial no país.

 

“Não tem sentido a gente fazer esforço em estaleiro brasileiro e que a Vale esteja gerando emprego na China. Produzir navios seria mais caro, mas estaríamos trazendo conhecimento tecnológico e mão de obra qualificada”, afirmou Lula durante visita à Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia, em Camaçari.

 

O presidente disse que pretende conversar com o presidente da companhia, Gustavo Pimenta, sobre o assunto. Para Lula, mesmo que a produção nacional tenha custo maior, o investimento ajudaria a ampliar o conhecimento tecnológico e a qualificação da mão de obra brasileira.

 

Durante o evento, o petista também defendeu o fortalecimento da indústria nacional e criticou privatizações realizadas em governos anteriores. Lula ainda afirmou que a Petrobras deveria recomprar ativos vendidos nos últimos anos, desde que os valores sejam considerados adequados pela estatal.

Lula defende restrição de IA nas eleições e diz que campanhas precisam ser feitas por candidatos “de carne e osso”
SEAUD/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta quinta-feira (14) a criação de medidas para restringir o uso de inteligência artificial nas eleições brasileiras. A declaração foi dada durante evento do programa Minha Casa, Minha Vida, em Camaçari, na Bahia.

 

Ao lado dos senadores Jaques Wagner (PT) e Otto Alencar (PT), Lula sugeriu que o Congresso discuta uma proposta legislativa sobre o tema e afirmou que campanhas eleitorais devem priorizar o contato direto entre candidatos e eleitores. “Na eleição, as pessoas têm que votar numa coisa verdadeira, de carne e osso. As pessoas não podem votar numa mentira”, disse.

 

O presidente também afirmou que o uso da inteligência artificial na política pode favorecer a disseminação de desinformação e ataques durante o período eleitoral. “Fiquei pensando o que a gente pode fazer para proibir em época de eleição usar inteligência artificial na política. Isso vai servir aos mentirosos”, declarou.

 

Durante o discurso, Lula elogiou as regras aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral para as eleições deste ano. A resolução da Corte proíbe a divulgação de conteúdos produzidos por inteligência artificial nas 72 horas antes e 24 horas após a votação, além de exigir identificação em materiais manipulados digitalmente.

Oliver Stone nega ligação de filme sobre Lula com ex-dono do Banco Master
Reprodução/Instagram @officialoliverstone

O diretor norte-americano Oliver Stone negou que o documentário “Lula”, lançado em 2024, tenha recebido qualquer tipo de financiamento do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. A manifestação ocorreu após a divulgação de mensagens e áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e Vorcaro sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

Em nota à Folha de São Paulo, os produtores do documentário afirmaram que não houve “quaisquer recebimentos de recursos, investimentos, patrocínios ou contribuições” ligados a Vorcaro, ao Banco Master ou empresas associadas ao empresário. A equipe também informou que poderá adotar medidas judiciais contra informações consideradas falsas.

 

O filme dirigido por Stone e Rob Wilson retrata a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com foco no período entre a prisão do petista, em 2018, e a volta ao Palácio do Planalto em 2022.
 

VÍDEO: Lula evita comentar mensagens entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro: "Eu não vou comentar um caso de polícia"
Foto: Wallison Breno/PR

O presidente Lula (PT) esteve no Polo Petroquímico de Camaçari, onde visitou a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA), nesta quinta-feira (14). Durante o discurso, Lula foi questionado sobre o vazamento de mensagens entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, preso no caso do Banco Master. O presidente se negou a falar sobre o tema.

 

 

“Eu não vou comentar um caso de polícia. Não sou policial, não sou procurador-geral. O caso dele é de polícia. Tem algum delegado aqui? Não tem. Vá na 1ª Delegacia da Polícia Federal e pergunte como vai ser tratado o caso dele. O meu caso é tratar do povo brasileiro, é tratar da Petrobras e tratar do emprego”, disse.

 

Relembre o caso

 

A fala se refere a uma reportagem publicada pelo site The Intercept Brasil, que revelou a existência de negociações entre Vorcaro e Flávio. Segundo a apuração, o banqueiro se comprometeu a repassar um total de 24 milhões de dólares (cerca de R$ 134 milhões na cotação da época) para financiar a cinebiografia “Dark Horse”, que retrata de modo narrativo a trajetória de Jair Bolsonaro.

 

O banqueiro teria repassado R$ 61 milhões a Flávio, em seis operações realizadas entre os meses de fevereiro e maio de 2025. Em um dos áudios revelados, Flávio cobra parte do pagamento ao banqueiro, alegando temer não conseguir arcar com os custos da produção.

 

“Se você puder me dar um toque, uma posição, porque a gente precisa saber o que faz, porque eu já tenho muita conta pra pagar esse mês e no mês seguinte. Agora que é a reta final, a gente não pode vacilar, não pode não honrar com os compromissos, porque senão a gente perde tudo em contrato, perde ator, perde diretor, perde equipe, perde tudo. Podendo nos dar um toque aí irmão”, completou Flávio.

 

Os registros obtidos incluem um cronograma de desembolso, um comprovante bancário e cobranças relacionadas às parcelas previstas para a produção. A negociação teve como intermediários o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e o deputado federal Mário Frias (PL).

 

Flávio Bolsonaro confirmou o contato e disse que a conversa mostra “um filho procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai”. O senador ainda afirmou que conheceu Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, antes das acusações sobre o caso do Banco Master.

 

“O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem”, disse.

VÍDEO: Lula chega na Bahia para cumprir agenda e realizar entrega em Camaçari
Foto: Márcia Espíndola / GOVBA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou na Bahia, na manhã desta quinta-feira (14), para cumprir agenda na cidade de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (RMS). Na cidade, Lula entrega 384 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), do Residencial Verdes Horizontes I e II. O investimento total foi de R$ 65 milhões, recursos do Novo PAC. 

 

Além disso, o petista visita à Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA), na Rua Eteno, 2198, Polo Petroquímico, na tarde desta quinta. A unidade teve a produção reiniciada em janeiro de 2026, após investimento de R$ 100 milhões, e tem capacidade para produzir 1,3 mil toneladas diárias de ureia, o equivalente a cerca de 5% da demanda nacional. 

 

O chefe do planalto foi recebido na cidade pelo governador da Bahia Jerônimo Rodrigues, pelos senadores Otto Alencar e Jaques Wagner e ex-ministros da Casa Civil, Rui Costa. 

 

“Bem-vindo à Bahia, presidente Lula. Recebendo o presidente Lula para mais uma agenda importante, ao lado do time que trabalha pela Bahia e segue cuidando da nossa gente com parceria, diálogo e compromisso”, disse Rodrigues nas redes sociais. 

Messias, que saiu de férias antes de decidir se fica no governo, não foi aplaudido por Alcolumbre durante homenagem
Foto: Reprodução Youtube

Após participar, na noite desta terça-feira (12), da posse do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, o advogado-geral da União, Jorge Messias, decidiu tirar férias. O período de recesso será de 12 dias, a contar desta quarta (13), e só depois, no seu retorno, ele deve decidir se continua ou não no governo. 

 

Jorge Messias vinha avaliando sua continuidade na Esplanada dos Ministérios após ter tido sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitada pelo Senado. O desgaste com a rejeição, a primeira de um indicado ao STF em 132 anos, levou o advogado da União até mesmo a esboçar um pedido de demissão ao presidente Lula, no dia da votação no Senado.

 

Naquela noite, Jorge Messias foi aconselhado a “esfriar a cabeça” por Lula, que pediu ainda para que ele reconsiderasse a decisão. Depois das férias em família, a tendência é que Messias continue à frente da AGU. 

 

Dentro do governo, houve quem sugerisse que Lula indicasse Jorge Messias para o Ministério da Justiça. Depois do lançamento do novo plano para a área de segurança pública do governo, nesta terça, em que o atual ministro da Justiça, o baiano Wellington César Lima e Silva, obteve protagonismo, essa opção parece estar por enquanto descartada. 

 

Durante a posse do ministro Kássio Nunes, Jorge Messias recebeu uma homenagem durante a fala do presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, que o chamou de “querido amigo” e puxou uma salva de palmas da plateia. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), acusado de ter atuado para barrar a indicação de Messias, não aplaudiu o advogado-geral da União.
 

Depois da revogação da taxa das blusinhas, internautas exigem que governadores zerem o ICMS estadual
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Um dia depois da decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de revogar, por medida provisória, o imposto de importação de 20% cobrado sobre compras de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, internautas agora exigem que os governos estaduais cortam também o ICMS cobrado sobre produtos adquiridos em plataformas internacionais. 

 

Com o volume de comentários em toda a manhã desta quarta-feira (13), o tema “ICMS” chegou ao topo dos trending topics da rede X. A grande maioria dos internautas que estão se manifestando vem criticando governadores por não cortarem ou mesmo zerarem o imposto estadual. 

 

“Estamos vendo a direita - que se diz contra impostos - indignada com Lula zerando a taxa das blusinhas, mas caladinha sobre os governadores (maioria de direita) que mantém o ICMS (imposto estadual) sobre essas importações”, afirma um usuário da rede X, em comentário na mesma linha de muitos outros feitos nesta manhã.

 

A provocação aos governadores para redução do ICMS estadual também vem sendo feita por parlamentares. Foi o caso do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), que em postagem nas redes sociais, questionou especificamente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). 

 

“Eu desafio o governador Tarcísio de Freitas, tem que zerar o ICMS. Tarcísio, você vai zerar o ICMS estadual?”, questionou o deputado petista. 

 

Além dos pedidos de revogação do ICMS estadual, há na rede X quem critique o presidente Lula por não retirar a cobrança do imposto estadual. Internautas da Bahia também fazem apelos ao governador Jerônimo Rodrigues para zerar o imposto no estado.
 

Presidente da CNI diz que fim da "taxa das blusinhas" é um retrocesso que resultará na perda de empregos
Foto: Iano Andrade / CNI

A revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (13) pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban. 

 

Em nota à imprensa, o presidente da CNI avalia que o fim da cobrança do imposto será prejudicial à indústria brasileira e ao desenvolvimento econômico do país. Alban disse também que mais do que uma simples mudança tributária, a decisão do governo federal de extinguir a “taxa das blusinhas” representa uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional.

 

“Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro”, afirma o presidente da CNI.

 

A revogação da taxa foi formalizada com a assinatura, pelo presidente Lula, de uma medida provisória, além de ter sido editada uma portaria do Ministério da Fazenda. Segundo o governo, a isenção entrou em vigor já nesta terça (12), e com isso a tarifa já não pode mais ser cobrada.

 

Na avaliação feita por Ricardo Alban, a retomada da isenção de produtos estrangeiros, enquanto os nacionais permanecem tributados, fere um princípio básico da isonomia e da coerência econômica. 

 

“Um sistema que penaliza a produção interna desestimula investimentos, reduz a competitividade e enfraquece a indústria. Em um cenário global marcado por disputas comerciais e por políticas de proteção econômica, é contraditório que o Brasil abra mão de instrumentos mínimos de equilíbrio concorrencial”, disse o dirigente. a Alban.

 

A CNI argumenta ainda que a decisão do governo Lula representaria um retrocesso, já que, segundo a entidade, a instituição da “taxa das blusinhas” havia sido uma conquista para a indústria e o comércio nacional. Estudo recente da entidade revela que a cobrança do imposto impediu a entrada de R$ 4,5 bilhões em produtos importados no Brasil, redução que teria ajudado a preservar mais de 135 mil empregos e quase R$ 20 bilhões na economia brasileira.

 

“Fica claro que o objetivo dessa taxação quando criada não foi tributar o consumidor, mas proteger a economia. A medida anunciada hoje vai na contramão do bom senso, pois tornar a indústria brasileira competitiva é primordial para que possamos manter empregos e gerar renda. Não somos contra as importações. Elas são bem-vindas e aumentam a competitividade, mas é preciso que entrem no Brasil em condições de igualdade”, completou o presidente da CNI, Ricardo Alban. 
 

Maioria da população avalia que encontro de Lula com Trump foi positivo e que ele saiu fortalecido, mostra Quaest
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula saiu mais forte após encontro com o líder norte-americano Donald Trump, que ocorreu na semana passada na Casa Branca. Para 43% dos entrevistados pela Genial/Quaest, essa foi a impressão ao final da reunião entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, conforme revelou a pesquisa divulgada nesta quarta-feira (13).

 

Ainda sobre o encontro, outros 26% dos entrevistados disseram que Lula saiu mais fraco após a conversa com Donald Trump. Para 13%, o presidente brasileiro ficou igual, e 18% não souberam ou não quiseram responder.

 

Veja abaixo outros questionamentos da Genial/Quaest a respeito do encontro entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos.

 

  • A reunião com Trump foi mais positiva ou mais negativa para Lula?

 

Mais positiva - 37%
Nem positiva, nem negativa - 6%
Mais negativa - 20%
Não sabe/não respondeu - 37%

 

  • Lula teve postura mais dura ou mais amigável na reunião com Trump?

 

Dura - 13%
Amigável - 56%
Nem dura, nem amigável - 3%
Não sabe/Não respondeu - 28%

 

  • Reunião de Lula com Trump na Casa Branca é bom ou ruim para o Brasil?

 

Bom para o Brasil - 60%
Nem bom, nem ruim - 10%
Ruim para o Brasil - 18%
Não sabe/não respondeu - 12%

 

  • Para você, qual a relação que o presidente do Brasil deve ter com os Estados Unidos?

 

Aliado - 56%
Independente - 29%
Opositor - 6%
Não sabe/Não respondeu - 9%

 

A Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 8 e 11 de maio, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

 

A pesquisa foi contratada pelo Banco Genial e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03598/2026.
 

Genial/Quaest: Lula se recupera e ultrapassa Flávio Bolsonaro na simulação de segundo turno; Confira a pesquisa
Foto: Montagem com fotos Agência Brasil e Agência Senado

A mais nova pesquisa da Genial/Quaest sobre as eleições nacionais de outubro deste ano, divulgada nesta quarta-feira (13), revelou mudanças tanto na simulação de primeiro turno quanto na disputa do segundo turno: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve a dianteira no primeiro turno e voltou a aparecer na frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na avaliação sobre o segundo turno, embora a situação seja de empate técnico.

 

Desde que o nome de Flávio Bolsonaro começou a ser testado na pesquisa Genial/Quaest, Lula manteve a liderança nas simulações de segundo turno até que ambos chegaram empatados no levantamento de março. Na pesquisa seguinte, em abril, Flávio Bolsonaro já liderava, com 42% a 40%.

 

Agora na pesquisa deste mês de maio, o presidente Lula teve uma pequena recuperação e retornou a 42%, ficando à frente do senador do PL, que marcou 41%. Os números configuram empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. 

 

Confira abaixo as simulações de disputa no segundo turno:

 

Lula 42% x 41% Flávio Bolsonaro

Lula 44% x 37% Romeu Zema

Lula 44% x 35% Ronaldo Caiado

Lula 45% x 28% Renan Santos

 

Já no cenário de primeiro turno colocado pela Genial/Quaest aos entrevistados, o presidente Lula segue na liderança acima da margem de erro. A diferença dessa pesquisa para a que foi divulgada em abril é a melhora de Lula, que ganhou dois pontos percentuais, e a piora de Flávio Bolsonaro, que caiu um ponto.

 

Veja abaixo o cenário único de primeiro turno:

 

Lula (PT) - 39%
Flávio Bolsonaro (PL) - 33%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4%
Romeu Zema (Novo) - 4%
Renan Santos (Missão) - 2%
Augusto Cury (Avante) - 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 1%
Samara Martins (UP) - 1%
Aldo Rebelo (DC) - 0%
Hertzs Dias (PSTU) - 0%
Indecisos - 5%
Branco/Nulo/Não vai votar - 10%

 

Assim como foi verificado nas simulações de primeiro e segundo turno, o presidente Lula também teve melhora em seus números na pesquisa espontânea, na qual os entrevistados respondem sem verem qualquer lista com nomes. Veja abaixo como ficou o cenário de respostas espontâneas.

 

Lula - 22%
Flávio Bolsonaro - 14%
Outros - 5%
Jair Bolsonaro - 2%
Indecisos - 57%

 

Outro dado que mostrou o presidente Lula se saindo melhor do que o senador Flávio Bolsonaro foi na rejeição. Lula, que em abril era rejeitado por 55% em abril, viu esse índice cair para 53% agora em maio. Já o candidato do PL, que tinha 52% de rejeição no mês passado, agora viu esse indicador subir para 54%, ficando acima do que foi registrado pelo seu principal adversário.

 

A Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 8 e 11 de maio, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

 

A pesquisa foi contratada pelo Banco Genial e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03598/2026.
 

Lula registra 49% de rejeição e sobe em popularidade desde março, afirma Quaest
Foto: Wallison Breno/PR

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, é aprovado por cerca de 49% dos eleitores e aprovado por outros 46%. Pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (13), mostra que, com estes índices, o presidente aumentou sua popularidade e diminuiu a rejeição desde março. 

 

Na pesquisa de abril, 52% desaprovavam o governo e 43% aprovavam; em março, a rejeição chegava a 51% e a aprovação era apenas de 44%. O levantamento de maio foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-03598/2026.

 

Veja os números:

  • Desaprova o governo: 49% (eram 52% em abril e 51% em março);
  • Aprova: 46% (eram 43 em abril e 44% em março);
  • Não sabe/não respondeu: 5% (eram 5% em abril e em março).

 

A pesquisa ocorre em um cenário em que restam cinco meses para a eleição, onde o presidente Lula tenta melhorar seus índices. No começo do mês, o governo lançou o programa "Desenrola 2.0", para renegociação de dívidas com uso do FGTS, um novo programa de combate ao crime organizado e retirou a “taxa da blusinhas” em compras importadas de até U$50.

 

DADOS DO ELEITORADO
Entre as mulheres, 44% desaprovam e 48% aprovam o governo. Nesse público, em abril, o índice de desaprovação era de 49%, e o de aprovação era de 45%. O eleitorado feminino é considerado fundamental na disputa presidencial.

 

Já entre os brasileiros de 16 a 34 anos, 55% desaprovam e 41% aprovam. Em abril, o percentual era de 56% de desaprovação e 40% de aprovação.

 

O Nordeste ainda é a região em que Lula tem a maior aprovação, de 63% (eram 63% em abril e 65% em março). Nas demais regiões, a desaprovação é mais alta: Sudeste (54%), Sul (61%) e Centro-Oeste/Norte (52%).

 

Entre os católicos, a desaprovação era de 46% em abril e marca 42% agora. A aprovação, que estava em 49% no mês passado, neste mês é de 55%. A desaprovação entre os evangélicos saiu de 61% em março para 65% neste mês, uma variação de 3 pontos percentuais. As informações são do g1. 

Lula assina MP que zera imposto sobre compras internacionais de até US$ 50
Wallison Breno/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (12) uma Medida Provisória (MP) que elimina a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50, medida que ficou conhecida como “taxa das blusinhas”. A MP deve ser publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União ainda nesta terça.

 

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, a decisão foi possível após ações de combate ao contrabando e maior regularização do comércio eletrônico internacional nos últimos anos. “O contrabando, que era uma marca presente nesse setor, foi eliminado. Agora, o setor regularizado vai poder usufruir dessa isenção sobre esses produtos”, afirmou.

 

A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, destacou que as compras de baixo valor não envolvem apenas roupas. “Não é só roupa. Há um conjunto de outros bens que são comprados, todos de valor pequeno”, disse.

 

A cobrança do imposto entrou em vigor em agosto de 2024 dentro do programa Remessa Conforme, criado para ampliar a fiscalização das compras internacionais e reduzir fraudes no setor.

Após derrota de Messias no STF e distanciamento de Lula, Alcolumbre falta a evento do governo
Foto: Seaud/PR

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não participou do lançamento do programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, realizado nesta terça-feira (12), no Palácio do Planalto, apesar de ter sido convidado pelo governo federal.

 

A ausência ocorre em meio ao agravamento da crise entre Alcolumbre e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a rejeição da indicação do ministro Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal.

 

Já o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), participou da cerimônia, discursou e circulou ao lado de Lula. O gesto foi interpretado por aliados do Planalto como uma tentativa de preservar a relação institucional entre o governo e a Câmara.

 

Apesar da ausência no evento, Alcolumbre deve se encontrar com Lula ainda nesta terça, durante a posse do ministro Kássio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral.

 

A assessoria de Alcolumbre informou apenas que o senador cumpriu “agenda institucional da Presidência do Senado” pela manhã e, em seguida, participaria da sessão plenária da Casa. A equipe, no entanto, não detalhou quais compromissos motivaram a ausência no evento no Planalto.

 

Segundo informações do Globo, nos bastidores, a ausência foi interpretada por integrantes do governo como mais um sinal do distanciamento entre Lula e o presidente do Senado.

 

Segundo relatos de senadores, Alcolumbre atuou diretamente contra a indicação de Jorge Messias ao STF e defendia, de forma reservada, o nome do senador Rodrigo Pacheco para a vaga na Corte. A derrota do Planalto foi vista no Congresso como uma demonstração de força política de Alcolumbre diante do governo federal.

Lula lança plano de combate ao crime e diz aguardar aprovação de PEC para criar Ministério da Segurança Pública
Foto : Cadu Gomes/VPR

Um programa que busca construir pontes com os estados para combater as facções criminosas e as milícias não apenas nas comunidades e na periferia, mas também o crime organizado que atua a partir de endereços chiques por “engravatados que estão tomando uísque e zombando da nossa cara”. Em resumo, essa foi a definição dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao programa “Brasil contra o Crime Organizado”, apresentado nesta terça-feira (12) em solenidade no Palácio do Planalto.

 

O novo plano contará com um orçamento de cerca de R$ 11 bilhões e se fundamenta em quatro pilares de combate ao crime: asfixia financeira das organizações; promoção do padrão de segurança máxima no sistema prisional; ampliação das taxas de esclarecimento de homicídios; enfrentamento ao tráfico de armas, munições e explosivos.

 

“Esse ato de hoje não é apenas a criação de um programa. É mais do que isso. O que estamos fazendo aqui hoje é um sinal para a gente dizer ao crime organizado que eles, em pouco tempo, não serão mais donos de nenhum território. Esse território será devolvido ao povo brasileiro de cada cidade e de cada estado”, disse Lula na sua fala na solenidade. 

 

“Esse progama está permitindo que a gente possa combater o crime desde a esquina até o andar de cima do prédio mais alto, para que a gente possa dizer ao mundo que muitas vezes o criminoso não é o pobre, não é o negro, não é o desempregado. Muitas vezes o responsável está no andar de cima de um prédio, é o engravatado que está no andar de cima, tomando uísque e zombando da nossa cara”, explicou o presidente.

 

No início da sua fala, o presidente Lula da Silva disse que o seu governo criará Ministério da Segurança após aprovação da PEC da Segurança Pública pelo Senado. O projeto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e no momento se encontra paralisado no Senado.

 

“O dia que o Senado aprovar a PEC da Segurança, nos próximos dias, nós criaremos Ministérios da Segurança Pública nesse país”, afirmou Lula.

 

“Sempre recusei aprovar o ministério enquanto não tiver decidido o papel do governo federal. Na Constituição de 1988, passamos muita responsabilidade para os estados e, agora, sentimos a necessidade que o governo federal participe ativamente, com critério, sem ocupar espaço de governadores, mas, se não trabalhar junto, a gente não consegue vencer”, completou o presidente.

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não compareceu à solenidade. Já o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), elogiou o programa do governo e afirmou que, sob sua gestão, a Casa aprovou cerca de 50 projetos de lei relativos à segurança pública. Motta também lembrou da PEC da Segurança Pública e do PL Antifacção, este já promulgado, outras iniciativas do Planalto.

 

Quem também se pronunciou durante a solenidade foi o vice-presidente Geraldo Alckmin, que afirmou que quem deve portar armas é a polícia, que é profissional. Alckmin também aproveitou para criticar o governo anterior, de Jair Bolsonaro.

 

Segundo o vice-presidente, na administração anterior, a única política de segurança pública era distribuir armas para a população.

 

“Cerca de 73% das mortes violentas, intencionais, é por arma de fogo. O feminicídio é arma de fogo. Quanto mais a gente deixar na rua a polícia, melhor será a solução. Parabéns pelo trabalho”, disse Alckmin, sobre o lançamento do novo programa do governo.

 

Geraldo Alckmin disse ainda que o governo Lula já apreendeu R$ 22 bilhões em ativos ligados ao crime em três anos. Alckmin, que já foi governador de São Paulo em quatro ocasiões, lembrou que quatro dos cinco presídios federais de segurança máxima foram construídos nos governos do presidente Lula.

 

O novo programa de segurança pública do governo federal foi detalhado na cerimônia pelo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva. O ministro explicou como vai funcionar na prática o combate ao crime a partir dos quatro pilares nos quais se sustenta o plano.

 

O ministro explicou, por exemplo, que a área de asfixia financeira é a que mais vai receber recursos federais neste ano: R$ 388,9 milhões. O programa prevê ações mensais coordenadas das FICCOs estaduais e a compra de softwares para a extração de dados de celulares. 

 

Também está prevista, segundo Wellington, a ampliação da prática de alienação antecipada (antes de decisão definitiva da Justiça) de bens apreendidos que estejam ligados ao crime organizado.

 

No caso dos presídios, a ação do governo federal consiste em equipar 138 cadeias nos estados com a compra de drones, kits para varreduras equipamentos de raio X e scanners corporais, detectores de metal, sistemas de câmeras, bloqueadores de sinal de celular e veículos.

 

De acordo com o ministro da Justiça, a intenção é “aproximar o padrão de vigilância e segurança dos presídios estaduais do sistema penitenciário nacional”. Do valor total destinado ao programa neste ano pelo governo federal, os presídios vão receber R$ 330,6 milhões.

 

Para o eixo de esclarecimentos de homicídios, a verba federal é de R$ 201 milhões. Estão contempladas medidas de qualificação de investigadores e peritos, além da compra de equipamentos para os Institutos Médico-Legais (IMLs), como viaturas refrigeradas para o transporte de corpos, mesas de necropsia, mesas ginecológicas, comparadores balísticos, equipamentos de DNA, kits de coleta e amplificação de material biológico, armários deslizantes, etc.
 

Ministro da Justiça detalha ações contra o crime organizado e pede união dos estados para combater facções e milícias
Foto : Cadu Gomes/VPR

Durante a solenidade desta terça-feira (12) no Palácio do Planalto, para apresentação do programa “Brasil contra o Crime Organizado”, o ministro da Justiça, o baiano Wellington César Lima e Silva, apresentou os conceitos básicos do plano que está sendo implementado pelo governo federal. Na cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz a assinatura de um decreto e de quatro portarias para regulamentar a atuação governamental.

 

O ministro da Justiça detalhou como vai funcionar o novo programa do governo, que terá que é estruturado em quatro pilares básicos de ação: asfixia financeira do crime organizado; reforço na segurança no sistema prisional; aumento das taxas de esclarecimentos de homicídios; e enfrentamento ao tráfico de armas.

 

“Todos serão testemunhas do quão inteligente, racional e adequado é esse plano”, disse o baiano Wellington César Lima e Silva. 

 

O plano foi elaborado, segundo o ministro da Justiça, a partir de um diagnóstico de que o crime organizado sustentam o seu poder sobre esses quatro pilares fundamentais. Para o ministro, é a articulação entre esses eixos que produz o impacto real na sociedade, e não a atuação isolada de cada um, e, portanto, a ideia é oferecer uma resposta estruturada do Estado para combater as facções e milícias a partir desses quatro pilares.

 

Wellington César Lima e Silva detalhou na cerimônia os quatro pilares de combate ao crime e os quatro eixos de resposta:

 

  • Lucro - Combater os fluxos financeiros e lavagem de dinheiro;
  • Poder armado - impedir o mercado ilegal de armas;
  • Violência letal - Solucionar homicídios sem resposta;
  • Comando das prisões - Impedir que líderes comandem ações de dentro dos presídios.

 

O ministro Wellington destacou ainda que o pacote de medidas prevê um investimento direto de R$ 1,06 bilhão do Orçamento de 2026 e mais R$ 10 bilhões através de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aos estados que aderirem. 

 

Do total de investimentos previstos, R$ 1,06 bilhão será de recursos da União, distribuídos entre: R$ 388,9 milhões para ações de asfixia financeira; R$ 330,6 milhões para o eixo do sistema prisional; R$ 201 milhões para esclarecimento de homicídios; R$ 145,2 milhões para ações de enfrentamento ao tráfico de armas.

 

“Isso aqui é fruto de um trabalho de equipe, muito sério, de muita articulação, de muito diálogo com todos os atores que estão aqui, e sem dúvida nenhuma, teremos resultados muito importantes contando com a participação de cada um, porque o risco na esquina, a vulnerabilidade de um ente querido, a vulnerabilidade do patrimônio diz respeito a todos, então o governo federal está cumprindo um papel como nunca antes foi possível viabilizar, induzindo essa medida estruturante”, argumentou o ministro da Justiça.

 

No final de sua fala, o ministro da Justiça fez um apelo aos agentes públicos para que participem do programa e contribuam com as iniciativas, principalmente nos estados. Wellington afirmou que o plano não é do governo federal, e sim do Brasil.

 

“É fundamental que cada um dos agentes de segurança pública tome o plano como seu. O programa é do Brasil, o programa não é só do governo federal. O programa é de cada um dos cidadãos, para que possamos viver sem medo, com muita paz e dominando o território brasileiro e devolvendo ele ao cidadão”, concluiu o ministro da Justiça. 

 

A cerimônia de lançamento conta com a participação do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), assim como do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não compareceu. 
 

Pouco mais de um mês após última visita, Lula retorna à Bahia para entregar moradias em Camaçari
Foto: Ednei Cunha / Bahia Notícias

Cerca de 40 dias depois de sua última passagem na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), estará em terras baianas por mais uma vez. Depois de cumprir agenda na capital baiana para assinar a ordem de serviço da obra de ampliação do metrô de Salvador até o bairro do Campo Grande, no Centro Histórico, o petista visitará a Região Metropolitana em uma nova missão. 

 

Desta vez, Lula deve visitar Camaçari para entregar 384 apartamentos do Minha Casa, Minha Vida, no Residenciais Verdes Horizontes I e II. Conforme informações obtidas pelo Bahia Notícias, nesta terça-feira (12), o chefe do Planalto estará no município na próxima quinta-feira (14), em evento marcado para às 8h, inicialmente. 

 

A ida do presidente para o município é a segunda em menos de um ano. Em outubro de 2025, o presidente já tinha visitado a cidade para a inauguração oficial da fábrica BYD, fabricante chinesa de veículos.

 

A unidade estava ativa desde julho deste ano, quando os primeiros veículos montados em solo baiano foram apresentados, na modalidade SDK. Além de pousar em solo baiano no mês de abril, Lula participou em fevereiro de eventos como o aniversário do PT, a entrega de ambulâncias do Samu e o Carnaval de Salvador.

Pesquisa Futura/Apex: 57% dos brasileiros dizem ser a favor do impeachment de um ministro do STF
Fotos: Gustavo Moreno/STF

Em um dos recortes da pesquisa Futura/Apex divulgada nesta segunda-feira (11), os entrevistados responderam a um questionamento sobre um eventual processo de impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Um total de 57% disse ser a favor do impeachment, sem citação de nenhum ministro particularmente.

 

O recorte mostrou ainda que 27,2% se posicionaram contra o processo de impeachment de algum ministro do STF. Outros 15,9% disseram não saber ou não ter opinião.

 

Na avaliação dos poderes, todos os três possuem mais desaprovação do que aprovação às suas atividades. O Congresso Nacional foi o poder com desaprovação mais alta, de 60,1% (com aprovação de 26,1%. Na sequência vem o STF, com desaprovação de 54,3% (contra aprovação de 33,9%) e depois a presidência da República, com 51,8% de percentual de desaprovação e 44,9% de aprovação.

 

Em relação à anistia aos presos e condenados pelos atos de 8 de janeiro e por tentativa de golpe, 37% afirmaram ser contra a concessão desse tipo de benefício. Outros 31,5% se colocaram a favor da anistia aos presos do 8 de janeiro, e 20,3% disseram não saber.

 

O levantamento foi realizado pela Futura/Apex de 4 a 8 de maio de 2026. Foram entrevistadas 2.000 pessoas com 16 anos ou mais no Brasil. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o código: BR-03678/2026.
 

Flávio encosta em Lula no 1º turno e lidera com distância maior no 2º turno, revela pesquisa Futura/Apex
Foto: montagem (Marcelo Camargo/Agência Brasil/Waldemir Barreto/Agência Senado)

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (11) pela Futura/Apex mostrou o pré-candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), reduzindo a distância para o líder nas simulações de primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas abrindo uma distância maior no cenário de segundo turno.

 

Na simulação de primeiro turno, o presidente Lula lidera, mas a diferença para Flávio, que já foi bem maior, caiu para apenas 2,2%. A pesquisa ainda havia incluído o ex-governador Ciro Gomes, que, entretanto, anunciou nesta segunda (11) que não será candidato a presidente.

 

Confira abaixo o resultado do cenário de primeiro turno:

 

Lula (PT) - 38,3%
Flávio Bolsonaro (PL) - 36,1%
Ciro Gomes (PSDB) - 4,4%
Ronaldo Caiado (PSD) - 4,4%
Romeu Zema (Novo) - 3,6%
Renan Santos (Missão) - 1,5%
Augusto Cury (Avante) - 1,4%
Cabo Daciolo (Mobiliza) - 0,6%
Aldo Rebelo (DC) - 0,1%
Ninguém/branco/nulo - 5,5%
Não sabe/indeciso - 4,1%

 

Nos cenários de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro segue na liderança, mas neste levantamento, ele abre distância de 2,5% sobre o presidente Lula. A pesquisa Futura/Apex fez diversas simulações de disputas de segundo turno, inclusive com outros candidatos no lugar do líder petista. Veja abaixo as simulações: 

 

Flávio 46,9% x 44,4% Lula

Lula 45,1% x 36,9% Ronaldo Caiado

Lula 46% x 37,8% Romeu Zema

Lula 41,4% x 37,8% Ciro Gomes

Flávio 47,8% x 36,2% Fernando Haddad

Flávio 45,5% x 37% Ciro Gomes

Flávio 43,9% x 27,1% Romeu Zema

Fernando Haddad 38,9% x 32,8% Ronaldo Caiado

Fernando Haddad 39% x 35,6% Romeu Zema

 

O levantamento foi realizado pela Futura/Apex de 4 a 8 de maio de 2026. Foram entrevistadas 2.000 pessoas com 16 anos ou mais no Brasil. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o código: BR-03678/2026.
 

Lula sanciona Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid e critica gestão Bolsonaro
SEAUD/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que cria o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data escolhida foi 12 de março, quando ocorreu a primeira morte causada pela doença no Brasil, em 2020. A cerimônia de sanção ocorreu no Palácio do Planalto e foi marcada por críticas de Lula à condução da pandemia durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

Durante o discurso, o petista afirmou que é necessário preservar a memória das vítimas da Covid-19 e criticou falas e posicionamentos adotados pelo antigo governo em relação às vacinas e às medidas sanitárias.

 

"Bolsonaro dizia: a pressa da vacina não se justifica. Essa fala foi em entrevista publicada em canal de YouTube do seu filho, aquele fujão que está nos Estados Unidos tentando pregar golpe contra o Brasil. [...] A quantidade de médico que receitava cloroquina, que dizia que vacina fazia as pessoas virarem gay, jacaré, que fazia tudo de mal para as crianças", declarou.

 

O projeto que originou a nova lei foi apresentado pelo deputado Pedro Uczai e relatado no Senado por Humberto Costa. A proposta havia sido aprovada pelos senadores no mês passado antes de seguir para sanção presidencial.

Lula veta projeto que considera tempo de estágio como experiência profissional
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou o projeto que altera a Lei do Estágio e prevê reconhecimento do estágio como experiência profissional. Na justificativa para o veto, o petista considerou que o PL é inconstitucional e contraria o interesse público.


O projeto de lei 2.762, de 2019, aprovado em abril no Senado, defende  que a experiência dos estudantes seja considerada em seleções de empregos e concursos públicos que solicitassem “experiência prévia” e permitia candidatos a utilizar o tempo de estágio para cumprir a experiência.


A decisão, baseada em pareceres de ministérios e da Advocacia-Geral da União (AGU). Segundo o veto, “a previsão de regulamentação genericamente atribuída ao Poder Público promove a centralização de competência exclusivamente no Presidente da República, em violação à autonomia dos entes federativos e à independência dos Poderes, previstas nos art. 2º e art. 18 da Constituição”.

 

O autor da proposta, deputado Flávio Nogueira (PT), defendia que a medida ajudaria a reduzir o desemprego entre jovens de 18 a 24 anos. Agora, a lei retorna para o Congresso Nacional, que pode manter ou derrubar o veto do presidente.

Lula e Janja recebem aves de Baixa Grande na residência presidencial: “Raça genuinamente brasileira”
Foto: Reprodução / Redes Sociais

A primeira-dama brasileira, Janja da Silva, divulgou, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a aquisição de duas aves baianas para a Granja do Torto, residência presidencial de campo, localizada em Brasília. Em um vídeo públicado neste sábado (9), o presidente aparece aparece ao lado das aves, que ele explica serem “tipicamente brasileiras”. 

 

“Alô, Bahia! Olha o tipo de frango que vocês estão produzindo para o Brasil. É a única raça genuinamente brasileira, o frango nordestino, gordo, forte, que só tem seis meses de idade ao tamanho do bicho”, destaca o presidente. 

 

As aves, da raça Galinha Sertaneja Balão (GSB), originalmente brasileira, são de Baixa Grande, no interior baiano. Os animais foram entregues pelo criador de aves Mario Irineu Salviato, do Instituto Avis.

 

“Na cidade de Baixa Grande, esse frango aqui, que é um frango genuinamente brasileiro, é nordestino e é muito, muito grande. Ele vai pedar uns seis quilos com o time agudo e aquela galinha ali, que é a parceira dele, vai pedar pelo menos quatro quilos. Isso aqui ainda não está sendo criado em escala. Vai ter que ter uma pequena propriedade para você dar um até galinha, um galo, e vai ser muito bom”, afirma Lula. 

Jerônimo questiona apoio “dividido” de integrantes da oposição com candidatos a presidente: “Não gostam de Lula”
Foto: Divulgação

Durante evento realizado neste sábado (9), em Feira de Santana, o governador Jerônimo Rodrigues comentou as articulações políticas para as eleições de 2026. O gestor estadual, que buscará a reeleição, abordou a formação de sua base de apoio e fez críticas à composição da oposição liderada por ACM Neto.

 

Questionado sobre possíveis preferências por nomes nas disputas para as câmaras estadual e federal, Jerônimo sinalizou que não irá priorizar nenhum nome. 

 

O objetivo central, segundo o governador, é ampliar a governabilidade por meio de todos os partidos da coalizão, e evitar desavenças.

 

“Está na fase de definição das pré-candidaturas. Muitos já se apresentaram. Quero que todos e todas pré-candidatos, de todos os partidos, não só do PT, que nos acompanham possam ser fortalecidos. Quero aumentar minha base na Assembléia, quero ajudar aumentar a base na Câmara Federal. Quero entregar a Lula dois senadores do time nosso. Temos um conselho político, pelo menos isso não chegou na minha mesa. Ficarei atento para que a gente não possa criar desavença. No dia eu terei o meu candidato. Mas, vocês não verão proteção. Quero fazer por todos”, apontou.

 

O governador também aproveitou para fazer críticas a chapa opositora, e apontou uma falta de unidade ideológica e política em relação ao cenário nacional.

 

Para Jerônimo, os integrantes da chapa adversária possuem apoios distintos para a Presidência da República, apresentando uma postura "anti-lulista", o que, para ele, mostra a falta de afinidade com o projeto do governo federal.

 

"Nós temos, pelo que tenho acompanhado, temos o líder da chapa [ACM Neto] com um candidato à presidência e os outros três com outro candidato. O vice não acompanha a indicação do 01 da chapa. Os dois senadores não acompanham sua liderança. Não quero saber quem está certo ou errado, mas é um Deus nos acuda. Uma situação do tanto faz. De uma coisa eu tenho certeza, a chapa de lá é anti lulista. A oposição é anti lulista e não gosta de Lula. A câmara de vereadores representa a vontade do povo. Não sei qual os serviços que este homenageado fez por Salvador”.

 

O evento deste sábado contou ainda com a participação do senador Jaques Wagner, e do pré-candidato ao Senado, Rui Costa, além do deputado federal Jorge Solla.

Flávio Bolsonaro diz que Lula foi aos EUA “defender PCC e CV”
Geraldo Magela/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL) criticou, nesta sexta-feira (8), a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aos Estados Unidos e afirmou que o petista foi ao encontro com Donald Trump para “defender seus eleitores do PCC e CV”. Segundo o pré-candidato à Presidência da República em 2026, Lula deixou de aproveitar a reunião na Casa Branca para avançar em acordos voltados ao combate das facções criminosas.

 

“Perdeu a oportunidade de trazer algo concreto para o Brasil, como fazer uma parceria de fato para combater o crime organizado”, afirmou em entrevista à CNN Brasil.

 

Lula e Trump se reuniram na última quinta-feira (7), em Washington, nos Estados Unidos. Entre os temas discutidos pelos dois governos estiveram segurança pública, comércio e cooperação internacional.

Alcolumbre, que pediu ajuda a Lula para se livrar da PF, deve ser o próximo grande alvo da investigação, diz revista
Foto: Reprodução CNN

Depois da operação de busca e apreensão da Polícia Federal que envolveu o senador Ciro Nogueira (PP-PI), por suspeita de envolvimento em ações de corrupção relacionadas ao Banco Master, o próximo grande alvo que estaria na mira dos investigadores seria o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Foi o que afirmou a coluna Radar da revista Veja, que chegou às bancas nesta sexta-feira (8). 

 

Segundo a coluna, as apurações da Polícia Federal estariam desvendando as relações de Alcolumbre com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A revista Veja afirma que, cientes dessa investigação, dois ministros do governo Lula já teriam procurado o presidente do Senado para dizer que o líder petista não tem responsabilidade sobre o que virá pela frente nos desdobramentos da investigação. 

 

O próprio Alcolumbre, segundo apuração da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, teria falado recentemente com o presidente Lula sobre a investigação da PF a respeito dele. A jornalista afirma que duas semanas antes da votação no Senado que rejeitou Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), Alcolumbre teria se queixado a Lula de estar sendo perseguido pela Polícia Federal, e pediu ao presidente que o ajudasse a se blindar do que chamou de “injustiças”. 

 

Malu Gaspar afirma que, na conversa, que ocorreu nos bastidores da posse do novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, Alcolumbre disse a Lula que a delação de Vorcaro viria com “muitas mentiras e injustiças” sobre ele e apelou ao presidente para que o ajudasse a ficar de fora. De acordo com o relato que fez a aliados, Lula respondeu que não tem como segurar delegado da PF, o Ministério Público Federal (MPF) e muito menos o Supremo. 

 

Alcolumbre, de sua parte, teria certeza de que será alvo de retaliação do PT, após manobrar pela derrota na indicação de Jorge Messias, tanto que, como diz a coluna Radar da Veja, até teria desabafado com um ministro do STF. “Todo dia vem alguém me avisar de alguma delação”, teria dito o senador amapaense. 
 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O bicho tá solto na política baiana. E tem até tigre pronto pra virar papagaio. Por via das dúvidas, Cunha vestiu logo suas asas. Mas quem tá de ovo virado é o Potro. Ainda mais depois que tentaram passar por cima do rebento do Cavalo. Enquanto isso, tem gente apelando pros santos pra ver se as coisas na campanha vão pra frente. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Luiz Inácio Lula da Silva

Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: CanalGovBr

"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".

 

Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF).  O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.

Podcast

Olivia Santana é a entrevistada do Projeto Prisma nesta segunda

Olivia Santana é a entrevistada do Projeto Prisma nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
A deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) é a entrevistada do Projeto Prisma nesta segunda-feira (1°). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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