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joao roma
O presidente do PL na Bahia, João Roma, presente na oficialização da chapa de ACM Neto (União) no centro de convenções de Salvador nesta quarta-feira (22) foi questionado pela imprensa a respeito da relação do candidato à presidência da república Flávio Bolsonaro (PL) com as últimas medidas do tarifaço dos EUA sobre o Brasil.
Homologado candidato ao Senado pela Bahia na convenção, Roma foi pontual ao defender Flávio das alegações. Segundo ele, o senador não apenas não apoiou as medidas, como trabalhou para evitar que o aumento do tarifaço acontecesse.
“Eu não vi Flávio Bolsonaro levantando essa bandeira, pelo contrário, eu vi ele buscando que não ocorresse o tarifaço”, declarou.
João Roma aproveitou a oportunidade para direcionar críticas à oposição, afirmando que o governo dirigido pelo PT tem dado um "péssimo exemplo" ao se aliar com o que chamou de "contramão do mundo civilizado".
De acordo com o presidente do PL baiano, essa postura tem imposto ao Brasil graves dificuldades no comércio internacional.
O ex-ministro do governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado pelo grupo de oposição, João Roma (PL), anunciou nesta quarta-feira (22) seus dois suplentes ao Senado, completando a chapa de oposição encabeçada pelo ex-prefeito e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União).
O anúncio foi feito durante a convenção partidária que oficializou ACM Neto como pré-candidato. Segundo Roma, a ex-prefeita de Juazeiro Suzana Ramos (PSDB) será a primeira suplente na chapa. A segunda suplência ficará com o ex-prefeito de Itapetinga Rodrigo Hagge (PSDB).
Segundo Roma, a escolha foi pautada pela experiência administrativa e pelo compromisso dos dois líderes com a melhoria da vida dos baianos. Para ele, Suzana e Rodrigo representam diferentes regiões do estado, fortalecendo uma chapa conectada com a realidade da Bahia.
“São pessoas de muito serviço prestado, que têm conexão com a realidade do dia a dia do cidadão baiano. Abrangemos diferentes regiões do estado e reunimos pessoas que fazem política por vocação, pensando em servir às pessoas”, afirmou.
Ao falar sobre Suzana Ramos, Roma destacou sua trajetória no sertão baiano e sua identificação com as demandas da população do Vale do São Francisco.
“Suzana é uma sertaneja valente, uma mulher de fibra e coragem, que conhece de perto a realidade do nosso povo. Ela tem uma conexão popular muito forte, faz política por vocação e sabe a dor de quem enfrenta os desafios do dia a dia. É uma liderança que engrandece nossa chapa e fortalece o compromisso de representar cada baiano nessa mudança que a Bahia precisa”, disse.
Já sobre Rodrigo Hagge, o candidato ao Senado ressaltou sua experiência como gestor municipal e sua liderança no sudoeste baiano.
“Rodrigo foi prefeito de Itapetinga por oito anos, reconhecido por uma excelente gestão é um jovem muito talentoso, respeitado em toda a região e que representa uma tradição de serviço à população. Tenho certeza de que ele também agrega muito à nossa caminhada”, afirmou.
Confira o momento:
?? João Roma anuncia dois ex-prefeitos como suplentes ao Senado
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 22, 2026
???? Mauricio Leiro/ Bahia Notícias
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O pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), rebate as declarações de adversários políticos e criticou episódios registrados durante as comemorações do 2 de Julho na capital baiana. O dirigente, presente no evento, acusou o ex-governador e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), de praticar xenofobia ao afirmar que ele não possuiria "alma baiana" pelo fato de ter nascido em outro estado.
Confira o vídeo:
??João Roma acusou Rui Costa de xenofobia por falar que ele não é daqui.
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 3, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/EURzkj2Apw
Em suas redes sociais, Roma classificou a declaração de Rui como preconceituosa e ironizou a postura do ex-ministro, apontando uma suposta incoerência interna no grupo governista, mencionando a origem fluminense do senador Jaques Wagner (PT), que é nascido no Rio de Janeiro.
"Cheguei no carro, peguei o celular e vi um show de horrores. O Rui Costa, mais uma vez, destilando ódio, com xenofobia, dizendo que eu não podia ter alma baiana porque não nasci na Bahia. É lamentável mais esse preconceito. Eu fico pensando se ele usa isso também para atacar o seu então coleguinha Jaques Wagner. Todo mundo fica falando aí que os dois estão se odiando ultimamente", diz Roma.
Nome do PL presente no 2 de Julho | Foto: Ednei Cunha / Bahia Notícias
Por sua vez, Wagner respondeu ao adversário pela cadeira do Senado Federal nas eleições de 2026. Jaques Wagner adotou tom moderado, destacando que vive há 5 décadas no estado, e atribuiu o comportamento ao calor do momento do 2 de julho.
"É o calor, até para o que eu diga, é o calor do 2 de julho, todo mundo com a cabeça quente. Eu vivo aqui há 52 anos, não sei quanto tempo Roma está aqui. Mas, na medida em que o cara está legalizado, eleitoralmente ele pode ser candidato. Eu acho que não é por aí, é o calor da disputa eleitoral", responde Wagner.
A Corrida Patriota reuniu cerca de 3 mil pessoas na manhã desta quinta-feira (2), na Barra, em Salvador, durante a programação do 2 de Julho. Organizado pelo grupo Bahia Direita, o evento contou com a presença de lideranças do campo conservador e apoiadores do movimento.
Entre os participantes esteve o deputado estadual Diego Castro (PL), que comentou o cenário eleitoral na Bahia e projetou crescimento da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) no estado. Segundo o parlamentar, o desempenho do aliado poderá surpreender os adversários nas eleições deste ano.
"A população baiana é conservadora e tem demonstrado isso cada vez mais. Tenho convicção de que o PT terá muita surpresa com o crescimento de Flávio Bolsonaro na Bahia durante esta eleição", afirmou.
O deputado federal Capitão Alden (PL), um dos organizadores da corrida, não participou do evento por compromissos de agenda. Outro que não marcou presença foi presidente do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, que participou da caminhada cívica do 2 de Julho, na Lapinha, ao lado do pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil).
Ao Bahia Notícias, Diego negou que a ausência de Roma represente qualquer divergência política entre eles e afirmou que a decisão ocorreu em razão do contexto eleitoral. "Essa foi uma corrida voltada para os grupos de direita e, tradicionalmente, os grupos de direita não marcham no 2 de Julho. [...] Como este ano é um ano eleitoral e ele é pré-candidato ao Senado, a presença dele lá no cortejo da Lapinha era indispensável, porque a imprensa toda estava lá. Ele se colocou à disposição para participar, para dar todo suporte à corrida e só não foi por esse motivo."
A atividade integrou a programação paralela às comemorações da Independência da Bahia e reuniu apoiadores vestidos com as cores verde e amarelo na orla da capital baiana.
CONFIRA:
O presidente do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, avaliou nesta quinta-feira, durante a caminhada do 2 de Julho, a receptividade de Flávio Bolsonaro no estado e projetou um cenário favorável à oposição nas eleições de outubro. O senador do PL esteve na Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, no último mês de junho. Flávio é o virtual adversário na tentativa de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva no próximo mês de outubro.
"O que eu percebi foi um grande calor humano recebendo o nosso pré-candidato Flávio Bolsonaro. Teremos outras agendas na Bahia. O que se percebe é que mesmo com todos os ataques, mesmo com toda essa caminhada, o Lula não conseguiu aumentar. Você vê uma eleição desse ano com um PT enfraquecido, em virtude de 20 anos de bonitas propagandas e muitas promessas, mas o PT não entrega o que promete. Esse é o ano da virada, esse é o ano onde a gente vai mudar a Bahia e mudar o Brasil", afirmou Roma.
Sobre a suplência, Roma disse que o prazo para o anúncio é a convenção do partido, marcada para o dia 22 de julho, e que buscará nomes que agreguem à "maré de mudança pela Bahia".
Em meio às comemorações da independência da Bahia e em clima de Copa do Mundo, não há espaço para pensar em suplência na oposição. Pelo menos é esse o discurso do senador Angelo Coronel, candidato à reeleição. Coronel (Republicanos) adiou a escolha de suplentes para as pré-candidaturas dele e de João Roma (PL) ao Senado Federal. Em entrevista ao Bahia Notícias nesta quinta-feira (2), o entrevistado informou que a definição será feita em cerca de 15 dias.
Segundo Coronel, os nomes que devem compor a suplência das chapas da oposição à Câmara Alta do Congresso Nacional já estão sendo discutidos. Ainda de acordo com o republicano, a decisão deverá ficar para depois da Copa do Mundo de futebol, que tem sua partida final marcada para o dia 19 de julho deste ano.
"As discussões continuam e já temos nomes cotados, mas vamos deixar o Brasil ser campeão primeiro para batermos o martelo nisso", disse o senador, agora integrante da oposição ao governo da Bahia.
O pré-candidato ainda afirmou que as preferências por um suplente que atue no cargo de vereador, dando prioridade aos atuantes no interior do estado. "Nada como prestigiar quem está no interior todos os dias fazendo o melhor pelo povo", elogiou o político. "A identidade com o interior é um requisito para a suplência em uma das candidaturas", completou.
O pré-candidato ao Senado Federal, João Roma (PL), destacou a importância para os festejos do 2 de Julho na Bahia. Em entrevista ao Bahia Notícias, nesta terça-feira (30), o ex-ministro da Cidadania ressaltou o papel histórico e as ações do povo baiano neste processo.
João Roma ressalta legado histórico do 2 de Julho e comenta sobre conduta de candidatos na pré-campanha
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 30, 2026
???? Daniel Araújo / Bahia Notícias pic.twitter.com/uEF9YeuxLs
“No próximo 2 de julho estaremos juntos com a população comemorando os feitos do povo baiano e do povo brasileiro da consolidação da nossa independência, que se deu aqui na Bahia com ações valorosas do nosso povo”, disse Roma.
O presidente estadual do PL comentou ainda a necessidade de a população acompanhar com atenção a conduta dos agentes políticos durante a pré-campanha no estado.
“É fundamental que a população tenha a oportunidade de observar realmente a conduta de cada um desses personagens, especialmente nesse momento de pré-campanha, num momento tão crucial no Brasil que serão as eleições do próximo 4 de outubro para que nós possamos, sim, não é, fazer uma mudança na Bahia e no Brasil."
João Roma critica Jerônimo por defender Wagner e diz que senador "usou mandato para servir os ricos"
O presidente estadual do PL e pré-candidato ao Senado, João Roma, criticou nesta sexta-feira (26) a declaração do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que afirmou, durante agenda em Barreiras, que o "erro" do senador Jaques Wagner foi dedicar a vida a cuidar dos pobres.
Para Roma, a fala tenta desviar o foco da investigação da Polícia Federal e minimizar a gravidade das suspeitas contra o senador.
A declaração de Jerônimo ocorreu no primeiro ato público de Wagner após a operação da PF que o colocou no centro das investigações do caso Banco Master. A apuração, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, investiga suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro e aponta o possível recebimento de vantagens indevidas, como imóveis, viagens e outros benefícios, em troca de atuação em pautas de interesse da instituição financeira.
"Wagner fez algo muito usual no PT: fazer um discurso defendendo os pobres e fazer uma prática política completamente diferente. Ele está sendo investigado pela Polícia Federal justamente por utilizar o seu mandato para servir os ricos e se servir para ser rico", afirmou Roma.
O dirigente do PL também criticou a reação de aliados do governo à operação. "Ainda tirou chacota com a Polícia Federal, dizendo que a operação foi uma patacoada. Quer dizer que a Polícia Federal só serve quando é para investigar os adversários?", questionou.
Roma encerrou com um recado direto ao governador. "Jerônimo Rodrigues, você pode querer estar defendendo sua patota, mas querer fazer o povo baiano de besta não vai acontecer, porque o povo baiano já não aceita mais", disse.
Veja o vídeo:
Apesar de ter ficado em segundo plano nesta semana por conta da briga pública entre Michelle e Flávio Bolsonaro, a saída do senador Jaques Wagner (PT-BA) da Liderança do Governo deve seguir sendo explorada pela oposição e por seus adversários. Segundo a coluna Radar da revista Veja que chegou às bancas nesta sexta-feira (26), interlocutores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva teriam afirmado que a demora na demissão do senador baiano seguirá sendo um “prato cheio” que pode vir a impactar o desempenho do líder petista nas pesquisas.
Uma das principais críticas dos adversários do senador baiano foi direcionada para a entrevista dada por ele à Band News no mesmo dia em que foi deflagrada a operação da Polícia Federal em suas residências. Ouvido pela coluna Radar, o presidente do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, disse à Veja que a performance de Jaques Wagner na entrevista foi pior do que a própria operação.
“É um escárnio. Uma coisa é ter relação com Vorcaro, outra é ver as coisas materializadas. É uma vergonha ele achar normal um banqueiro comprar um apartamento para a filha dele como se fosse um picolé na praia, uma cervejinha”, disse Roma.
Apesar da crítica, integrantes do PT da Bahia ouvidos pela coluna minimizaram o impacto da operação contra Jaques Wagner em relação ao desempenho do senador nas eleições, assim como do governador Jerônimo Rodrigues (PT). A aposta desses interlocutores é que bastaria o presidente Lula dedicar algumas agendas no estado da Bahia para consagrar junto aos eleitores quem estiver ao seu lado.
A coluna Radar da Veja afirma ainda que na comemoração da independência da Bahia, no próximo dia 2 de julho, o presidente Lula deve evitar fotos ao lado de Jaques Wagner. Fontes ouvidas pela coluna dizem que a orientação a Lula seria a de manter uma “distância protocolar” do senador petista e candidato à reeleição.
O presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.
O caso foi parte da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostas irregularidades envolvendo instituições do sistema financeiro nacional e possíveis crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Em publicação oficial, Roma afirmou:
"Minha posição é a mesma de sempre: toda irregularidade deve ser apurada com seriedade, respeito ao devido processo legal e punição aos responsáveis. A lei não pode ter lado político. A Bahia merece verdade, transparência e respeito", diz o pré-candidato.
O ex-ministro do governo Bolsonaro também relacionou o episódio ao cenário político estadual e fez críticas à gestão petista na Bahia: "Em 2026, os baianos terão a oportunidade de decidir os rumos do nosso estado. Escolham com consciência. O futuro da Bahia está nas mãos de vocês. São 20 anos de PT na Bahia desse mesmo jeito", diz.
Roma reforçou o discurso de mudança política: "A Bahia cansou. O eleitor tem chance real de escolher representantes dignos, tanto para o Senado quanto para o governo. O futuro está na mão de vocês".
Foto: Moreira Mariz / Agência Senado
SENADOR NO MASTER
A operação contra Jaques Wagner (PT) ocorre em meio ao avanço das investigações relacionadas ao chamado Caso Banco Master. Para a Polícia Federal, há apurações sobre uma possível relação entre agentes públicos e integrantes do grupo empresarial ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, Wagner teria feito lobby em favor do banco Master.
Wagner nega irregularidades e afirma que não recebeu vantagens indevidas. Segundo as decisões judiciais divulgadas pela imprensa nacional, os investigadores apuram supostos benefícios que teriam sido destinados ao senador e pessoas próximas a ele.
O STF autorizou as buscas com base em elementos considerados suficientes para aprofundar as investigações, ressaltando que a medida não representa condenação nem oferecimento de denúncia.
A repercussão do caso alcança diferentes setores da política nacional. Reportagens publicadas nos últimos meses apontaram que o senador Flávio Bolsonaro (PL) também teve seu nome mencionado em desdobramentos das investigações envolvendo Daniel Vorcaro, assim como o senador Ciro Nogueira (PP), que nega qualquer irregularidade.
A operação contra um dos principais líderes do PT no Congresso adiciona novos elementos ao debate político nacional e estadual, especialmente diante das articulações para as eleições de 2026. Aliado histórico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Jaques Wagner é uma das figuras centrais do grupo político que governa a Bahia.
LEIA TAMBÉM:
- VÍDEO: Após ser alvo da PF, Wagner nega propina do Master e explica dólares e apartamento no Horto Florestal;
- Opinião: Wagner se explica e se complica nas relações pouco apropriadas com Augusto Lima e o caso Master;
- PT da Bahia sai em defesa de Jaques Wagner após operação da PF e diz confiar na conduta do senador.
O vice-líder petista no Senado Federal também pede afastamento de Wagner: "Na condição de investigado, Jaques Wagner deve se afastar da liderança do governo para se dedicar à sua defesa, resguardada a presunção de inocência. A Polícia Federal está fazendo seu trabalho, e quem cometeu irregularidades deve responder por elas", escreve o mineiro Rogério Correia.
Confira abaixo:
O presidente Lula sempre disse: doa a quem doer, a investigação precisa ser feita até o fim! Com as novas informações reveladas pela Operação Compliance não seria diferente.
— Rogério Correia (@RogerioCorreia_) June 18, 2026
Na condição de investigado, Jaques Wagner deve se afastar da liderança do governo para se dedicar a sua…
O pré-candidato ao Senado João Roma (PL) relatou nesta terça-feira (9) o momento de pânico vivido na véspera durante a despressurização do avião em que viajava com o pré-candidato ao governo ACM Neto (União Brasil) e outros políticos.
"Deu uma sensação que era o fim. Era um avião pequeno comigo, minha esposa, a deputada Roberta Roma, ACM Neto, Angelo Coronel e o deputado Nelson Leal. De repente despressurizou a cabine, caíram as máscaras e o avião imbicou. Deu uma sensação de queda livre de 28 mil pés para perto de 12 mil pés e durou cerca de 3 minutos, mas pareceu uma eternidade", relatou Roma ao Bahia Notícias.
O parlamentar afirmou que chegou a acreditar que "o pior iria acontecer realmente" durante o episódio.
Em outro assunto, Roma comentou sobre a presença do senador Flávio Bolsonaro na 20ª edição da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães. Segundo ele, o convite a Flávio ocorreu durante a filiação de Cinthya Marabá, esposa do prefeito do município, que confirmou candidatura a deputada estadual.
A deputada federal Roberta Roma (PL) e o ex-ministro da Cidadania e presidente do PL na Bahia, João Roma, gravaram um vídeo nas redes sociais para agradecer as mensagens de apoio recebidas após a falha técnica registrada em uma aeronave que transportava lideranças políticas na segunda-feira (8). No vídeo, o casal tranquilizou familiares, amigos e apoiadores, afirmando que todos os ocupantes passam bem após o incidente.
?? Roberta e João Roma gravam vídeo e tranquilizam apoiadores após problema em aeronave
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 9, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/N3lTh0jKW2
Os dois estavam na aeronave que transportava o pré-candidato ao governo, ACM Neto, além de outras autoridades. Segundo a assessoria do ex-prefeito de Salvador, o avião sofreu uma despressurização nas proximidades de Brumado, no sudoeste da Bahia, o que obrigou a tripulação a interromper a viagem.
O grupo tinha como destino o município de Brumado e seguiria de carro para Livramento de Nossa Senhora, onde cumpriria agenda política. Diante da ocorrência, o piloto retornou para Salvador. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
O deputado estadual Diego Castro (PL) apresentou ao prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), uma proposta para implantação de uma rede municipal de escolas cívico-militares na capital baiana. O tema foi discutido durante reunião realizada nesta sexta-feira (29), que contou também com a presença de João Roma (PL).
Segundo Diego Castro, a iniciativa tem como objetivo ampliar um modelo educacional que, na avaliação dele, apresenta resultados positivos em unidades onde já foi adotado. “Não se trata de ideologia, se trata do modelo de educação que deu certo”, afirmou o parlamentar ao defender a proposta.
Além da pauta educacional, o deputado levou reivindicações relacionadas à ampliação da estrutura da unidade de saúde localizada na entrada do bairro da Engomadeira. De acordo com Castro, Bruno Reis se comprometeu a analisar alternativas para atender a demanda da comunidade.
O presidente estadual do Partido Liberal na Bahia, ex-ministro da Cidadania e pré-candidato ao Senado, João Roma, comemorou a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
Para Roma, a medida representa um reconhecimento internacional da gravidade da atuação das facções criminosas no Brasil e reforça a necessidade de endurecimento no combate ao crime organizado.
“A decisão dos EUA de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas é uma medida importante e necessária diante da gravidade do que essas facções representam hoje para o Brasil e para os brasileiros. E a Bahia talvez seja a maior prova do mal que essas facções fazem ao povo”, afirmou.
O ex-ministro também declarou que a Bahia enfrenta uma crise permanente de violência provocada pela expansão das organizações criminosas.
“Vivemos uma verdadeira tragédia humanitária, com milhares de mortes, territórios dominados pelo crime e uma população refém do medo, aprisionada dentro de casa e sem liberdade para viver em paz”, disse.
João Roma ainda elogiou a atuação do senador Flávio Bolsonaro, que, segundo ele, tem defendido internacionalmente medidas mais rígidas contra facções criminosas.
“Parabéns ao senador Flávio Bolsonaro por levantar essa bandeira e pela coragem em enfrentar esse tema”, declarou.
O pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), afirmou nesta segunda-feira (25) que a recente oscilação do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas eleitorais não preocupa o grupo político aliado ao parlamentar. Segundo Roma, a queda registrada foi pequena e o cenário segue estável.
Ele destacou ainda que adversários diretos do presidenciável também não apresentaram crescimento significativo nos levantamentos. “Acho que ele não caiu muito. Ele teve uma oscilação na pesquisa de aproximadamente 5 pontos e que está estabilizado. Inclusive, o candidato adversário dele principal não cresceu, o que talvez seja um dado muito mais preocupante para quem esteja pilotando a campanha de Lula”, declarou ao Bahia Notícias.
Durante entrevista, o baiano também comentou o posicionamento de partidos aliados na Bahia que apoiam ACM Neto ao governo estadual, mas não necessariamente acompanham o PL na disputa presidencial. De acordo com o dirigente, o principal compromisso da aliança construída no estado é derrotar o PT após duas décadas de gestão estadual.
“O compromisso maior que nós temos aqui é mudar a Bahia. São 20 anos de PT, 20 anos de bonitas propagandas, de muitas promessas, mas, infelizmente, não entrega o que promete. A Bahia está ficando para trás e o cidadão baiano está sofrendo. Então, nós estamos aqui juntando forças”, afirmou.
Roma ressaltou que, apesar da convergência regional, mantém apoio pessoal à candidatura de Flávio à Presidência da República. O presidente estadual do PL também comentou declarações do pré-candidato presidencial Renan Santos, que afirmou recentemente que Flávio Bolsonaro poderia perder força eleitoral até o período da votação.
Questionado sobre sua candidatura ao Senado, o presidente do PL na Bahia afirmou que ainda não há definição sobre suplentes na chapa. Segundo ele, as discussões devem avançar após o período junino, durante a fase das convenções partidárias, previstas entre julho e agosto.
O levantamento realizado pela Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Noticias, também analisou o cenário de disputa pelas duas cadeiras baianas ao Senado Federal. A pesquisa revela certa vantagem ao ex-governador Rui Costa (PT).
No cenário estimulado, quando os candidatos são apresentados aos eleitores, podendo citar até dois nomes, Rui Costa surge com 48,8% dos votos, seguido do atual senador Jaques Wagner (PT) com 40,6%. Na sequência aparece João Roma (PL) com 24,8% e o atual senador Ângelo Coronel (Republicanos) com 23,2%. Delliana Ribeiro (PSOL) soma 5,3%. Nenhum, branco ou nulo são 14,1% e não sabem ou não opinaram formam 7,7%.

Registro da pesquisa eleitoral BN/Paraná Pesquisas / Cenário estimulado
Já no cenário espontâneo, sem citar os candidatos, Rui Costa também lidera com 4,7%, seguido de Jaques Wagner com 3,6%, João Roma surge com 2,7%, seguido de Ângelo Coronel com 1,7%. Na sequência aparece o atual senador Otto Alencar (PSD) com 0,5%. Outros nomes são 0,7%, brancos, ninguém e nulos surgem com 5,8%. Não sabem ou não responderam são 80,4%.
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Registro da pesquisa eleitoral BN/Paraná Pesquisas / Cenário espontâneo
O levantamento está de acordo com a Resolução-TSE n.º 23.600/2019, essa pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n. BA-03619/2026. Com coleta de dados realizada através de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais, entre os dias 10 e 12 de maio de 2026.
Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 1510 eleitores em 65 municípios. Tal amostra representativa do Estado da Bahia atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.
O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), voltou a afirmar nesta quinta-feira (7) que pretende debater diretamente com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), e não com o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT), pré-candidato para disputar o Senado em 2026.
“Eu não debato com ele [Rui Costa] porque ele é candidato ao Senado. Eu debato com Jerônimo Rodrigues, que é o candidato a governador”, afirmou.
Durante a entrevista, o ex-ministro João Roma (PL), pré-candidato ao Senado pela chapa de Neto, também provocou Rui Costa e disse que o petista evita confrontos públicos.
“Eu estou chamando ele para debate e ele está correndo. Por isso o nome dele é ‘Rui Correria’. Estou chamando para o debate e ele está correndo”, declarou.
Na sequência, ACM Neto voltou a direcionar críticas ao atual governador da Bahia e afirmou que Jerônimo estaria evitando se expor publicamente.
“Eu debato com Jerônimo, que, por sinal, tem se escondido por aí, falado pouco e deixado outros falarem. Acho que ele deve estar com medo dos problemas do governo e das promessas que não está cumprindo”, disse.
O ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), apontou a possibilidade do pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União), anunciar apoio e participar de palanque de candidatos que possam derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidência da República.
Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta quinta-feira (23), o pré-candidato ao Senado Federal indicou que seria possível o ex-prefeito de Salvador estar em um palanque de possíveis nomes ao Planalto, a exemplo de Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, ainda no primeiro turno.
Questionado se Neto poderia participar apoiar uma candidatura nacional, antes do prazo final de formação das chapas, Roma confirmou o possível palanque.
“É possível. Cabe lembrar que a eleição foi muito antecipada esse ano. O prazo de 4 de abril, no qual nós já manifestamos e anunciamos uma chapa de pré-candidatos, na verdade era um período crucial para a filiação dos partidários. Mas a definição formal, burocrática, se dá no final de julho, quando se encerram as convenções partidárias”, disse no programa Bahia Notícias no Ar.
João comentou ainda que o cenário ainda pode sofrer mudanças até o começo do segundo semestre.
“Como nós temos esse prazo político de convenções partidárias até o final de julho, acredito inclusive que muita coisa pode mudar ainda. Tem movimentos de pessoas que defendem que Zema seja o vice de Flávio, existem movimentos do próprio Partido União Brasil e progressistas para uma possível coligação”, disse aos apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes.
Ele ainda endossou a candidatura de seu aliado político Flávio Bolsonaro (PL) ao Governo Federal.
“Flávio Bolsonaro que até então estava bem preservado do debate político, está diminuindo a rejeição dele aumentando a aceitação e ele acho que a candidatura tende a ser realmente a antagônica”, completou.
O ex-ministro da Cidadania e presidente do PL na Bahia, João Roma, afirmou que o processo de montagem da chapa proporcional do partido para as eleições de outubro tem sido marcado por disputas internas por espaço, cenário que, segundo ele, é característico da dinâmica partidária.
Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, na manhã desta quinta-feira (23), Roma indicou que a concorrência entre os próprios integrantes da sigla gera desconfortos, mas está associada à forma como cada candidato conduz seu mandato e busca apoio eleitoral.
Durante o bate-papo, ele projetou o saldo do partido na eleição para as Casas legislativas: eleger quatro deputados federais e pelo menos seis estaduais. “Sempre dá confusão, a política e especialmente a partidária ela requer, pressupõe a disputa por espaços, cada um tem a sua forma de exercer o mandato e a forma de pedir seu voto. Isso cria um desconforto, uma certa competitividade. O PL é o maior partido do Brasil, detém quase 20% de todo tempo de rádio e TV de todo Brasil”, afirmou.
“Aqui na Bahia temos 39 cadeiras de deputado federal e na última eleição apenas três foram ocupados por deputados do PL. Nessa eleição devemos chegar a quatro cadeiras para deputado federal”, emendou.
O dirigente também mencionou a composição da chapa estadual e a chegada de novos quadros ao partido, a exemplo de nomes já com mandatos.
“Na Assembleia Legislativa tivemos a chegada de alguns parlamentares como Samuel Júnior, deputado na casa de 100 mil votos, e o deputado Paulo Câmara, que ficou como suplente na última eleição mas é um deputado muito atuante, eu conheço ele desde quando foi candidato pela primeira vez a vereador em Salvador”, declarou.
“E outros nomes que vieram, vamos ter uma chapa muito forte, acredito que devemos fazer pelo menos seis deputados estaduais com a vinda desses nomes. E isso cria desconforto, algumas inseguranças, mas é fundamental para um partido que quer crescer e ocupar uma posição no estado da Bahia. Mas isso é positivo, mostra uma procura pelo PL”, concluiu.
Aliados do ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, descartam a possibilidade de ele assumir a primeira suplência de João Roma (PL) na disputa pelo Senado na chapa encabeçada por ACM Neto (União) nas eleições deste ano.
Segundo interlocutores próximos ao ex-ministro do TCU, que procuraram o Bahia Notícias sob condição de anonimato, Cedraz não deve aceitar a vaga na suplência, apesar de recentes especulações. As mesmas fontes indicam ainda que o ex-deputado federal já teria sinalizado que não pretende disputar cargos eletivos em outubro, mesmo após ter se filiado ao Partido Liberal (PL).
Um encontro recente entre João Roma e Aroldo Cedraz teria ocorrido, porém, sem ter o tema sendo tratado. O debate ainda estaria "na estaca 0" e não teria sido citado durante a conversa entre ambos.
A filiação de Cedraz ocorreu no dia 17 de março. Na ocasião, o anúncio foi feito pelo presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, que afirmou que a chegada do ex-ministro tinha como objetivo ampliar e fortalecer o partido na Bahia.
O ato de filiação também reuniu o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, além do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL).
OUTRA SUPLÊNCIA EM DEBATE
Um grupo de oposição vem apresentando divergências quanto a suplência do senador Angelo Coronel (Republicanos) para a disputa eleitoral deste ano. Apesar do pré-candidato ao governador ACM Neto (União) ter anunciado que o ex-deputado federal Marcelo Guimarães Filho (Podemos) será o primeiro suplente do congressista, Coronel tem adotado uma postura mais conservadora e evitado cravar o nome que ocupará o posto.
Em entrevista ao Bahia Notícias, o senador informou à reportagem que Guimarães Filho assumiu a presidência estadual do Podemos, fazendo parte de uma articulação com ACM Neto. Até o último dia da janela partidária, ele esteve filiado ao Democracia Cristã (DC) e presidia o diretório do partido na Bahia desde janeiro deste ano.
Mesmo com as “cabeças” da chapa oposicionista confirmadas para fazer oposição ao atual grupo político do governo do estado, ainda há ajustes a serem feitos na composição. Uma das discussões que ainda está sendo feita - ainda sem resolução - é o nome que irá ocupar as suplências do pré-candidato ao Senado, João Roma (PL).
De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, a decisão deve passar por meio da executiva nacional do Partido Liberal, liderada por Valdemar Costa Neto. O dirigente tem olhado “com carinho” para a Bahia por ser considerado um estado essencial para Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial, visto que a região é considerada “lulista”.
As negociações dependem primeiramente de um “debate bolsonarista” dentro do diretório estadual do PL, o qual possui o próprio João Roma como presidente. Assim, a tendência é que a suplência do pré-candidato à Casa Alta também seja ocupada por um membro do partido. Após a escolha do nome, a definição ainda dependeria do “aval” da direção nacional.
Uma fonte da reportagem apontou que o ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, é um dos nomes cotados para o posto. Ele deixou o TCU este ano e anunciou sua filiação ao PL no dia 18 de março, em cerimônia que contou com a presença de Flávio Bolsonaro, Valdemar Costa Neto, João Roma e do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União).
Aroldo foi eleito deputado federal em 1991, permanecendo no cargo até 2007, quando renunciou para assumir a cadeira de ministro do TCU. Enquanto parlamentar, ele foi filiado ao PFL, legenda associada ao ex-senador e ex-governador Antônio Carlos Magalhães (1927-2007).
Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (30), Roma afirmou que irá "buscar nomes que irão agregar" no grupo de ACM Neto na disputa pelo governo do estado. Sem estipular prazos para anúncios dos suplentes, o presidente do PL na Bahia também relembrou que as convenções partidárias devem acontecer no final de julho.
"As convenções se darão no final de julho deste ano. Nós tivemos uma antecipação de mais de três meses do anúncio de uma chapa, uma chapa consistente, uma chapa que agrega forças maiúsculas para transformar de fato o país. E, naturalmente, não só por todo um agrupamento de lideranças, de candidaturas a deputados federais e estaduais, mas também na complementação dessa chapa através dos suplentes de senadores. Também devemos observar pessoas que possam agregar nessa caminhada", afirmou Roma.
CHAPA CONFIRMADA
ACM Neto confirmou a chapa oposicionista nesta segunda-feira (30) em lançamento realizado na cidade de Feira de Santana. Além de Roma, a composição conta com o candidato à reeleição, Angelo Coronel (Republicanos), e o candidato a vice-governador, o ex-prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP).
O evento ocorreu às 18h, no Teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), e contou com diversas lideranças da oposição, entre elas, o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União).
SUPLENTE DE CORONEL
Apesar da indefinição sobre Roma, a suplência de Coronel já possui um indicativo. O ex-deputado federal Marcelo Nilo (Republicanos) já anunciou que fará a indicação do primeiro suplente do senador, que poderá ser o nome dele próprio.
O acordo veio após Nilo desistir de lançar uma candidatura avulsa ao Senado após a chegada de Coronel ao grupo de oposição, “rifando-o” da composição.
“Conversamos no último domingo durante quatro horas e eles me fizeram apelo pela unidade do nosso grupo para derrotarmos o PT. [...] Irei indicar o suplente de senador do nosso candidato, Ângelo Coronel. Aceitei por diversos motivos, mas o principal é defender a Bahia, derrotar o PT”, disse Marcelo Nilo em anúncio de desistência.
Já filiado ao Republicanos, o senador Angelo Coronel deve iniciar nesta semana uma sequência de viagens pelo interior da Bahia ao lado de ACM Neto (União), pré-candidato ao governo do Estado, e de João Roma (PL), que deve disputar uma das duas vagas ao Senado.
A informação foi publicada inicialmente pelo site Informe Baiano e confirmada pelo Bahia Notícias. A expectativa é que o primeiro compromisso do grupo seja em Itabuna, no sul do estado, nesta quinta-feira (19). Depois, a agenda deve ter no roteiro uma passagem por Ibicaraí.
Ainda conforme as informações, os três devem desembarcar em Jequié no próximo dia 23, segunda-feira, onde há expectativa de encontro com o prefeito Zé Cocá (PP). A eventual confirmação do gestor como pré-candidato a vice-governador, no entanto, não deve ocorrer nesse momento.
Isso porque o grupo tem adotado o dia 30 como data de referência, com anúncio feito em Feira de Santana ao lado do prefeito Zé Ronaldo (União).
Com duas vagas para o Senado Federal em 2026, os ex-governadores Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, lideram a corrida pelas cadeiras. É o que aponta o levantamento da Séculus Análise e Pesquisa, contratado pelo Bahia Notícias. O senador Jaques Wagner é candidato à reeleição, porém aparece com 19,23% das intenções de voto, atrás do ministro da Casa Civil, Rui Costa, que lidera com 23,38%. É o caso de um empate técnico, porém, por serem duas vagas, ambos estariam garantidos pelas urnas.
A pesquisa testou ainda os nomes de João Roma (PL) e Angelo Coronel (sem partido). O ex-ministro da Cidadania do governo de Jair Bolsonaro foi citado por 12,43%, enquanto o senador, que deve ser candidato à reeleição, foi opção para 10,5% dos entrevistados. Dalliane Ribeiro também foi testada e foi opção para 3,69% dos eleitores.
Não souberam ou não opinaram 12,93% dos entrevistados, enquanto 17,84% responderam que não votariam em nenhum deles ou votariam nulo ou em branco.

A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-09740/2026. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.
A primeira reunião administrativa da CPI do Crime Organizado do Senado no ano de 2026, realizada na última quarta-feira (25), teve a aprovação de diversos requerimentos de convocações, convites e quebras de sigilo com objetivo de investigar a infiltração de organizações criminosas no sistema financeiro e em estruturas do Estado. Um dos nomes convocados a depor futuramente na CPI foi o ex-ministro da Cidadania no governo Jair Bolsonaro, o baiano João Roma.
Atual presidente do PL na Bahia, João Roma foi convocado a partir da aprovação de requerimento apresentado pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). O senador justificou a convocação de Roma alegando que existem indícios que conectariam o ex-ministro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e também a Augusto Lima, ex-diretor do Master e proprietário do Banco Pleno.
Outro personagem que o líder do governo associa a João Roma é o de Ronaldo Bento, diretor do Banco Pleno, recentemente liquidado pelo Banco Central. O diretor também é investigado pela Polícia Federal sobre possível infiltração do crime organizado no sistema financeiro nacional e a lavagem de capitais por meio de instituições bancárias e gestoras de recursos.
“Importante destacar a proximidade do Sr. João Roma com o sr. Ronaldo Bento, tendo este substituído aquele no Ministério da Cidadania em 2022. É imperiosa a convocação do ex-ministro para que preste esclarecimentos sobre a incidência do crime organizado em estruturas institucionais, de modo que o presente requerimento alinha ao objetivo da CPI”, justificou Randolfe Rodrigues.
O ex-ministro da Cidadania Ronaldo Bento também foi alvo de requerimento de convocação aprovado pela CPI. Bento, nascido em Salvador, é servidor de carreira do Executivo Federal, e em 2023 se filiou ao partido Republicanos.
Por meio de requerimento do relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), a comissão aprovou a convocação de Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master. O relator justificou que a convocação de Lima seria fundamental para averiguar a incidência do crime organizado em setores da economia, assim como a falha sistêmica ou intencional dos mecanismos de Compliance e Prevenção à Lavagem de Dinheiro.
Ainda em relação a Augusto Lima, o senador Alessandro Vieira garantiu a aprovação de requerimento que solicita à Diretoria-Geral do Senado os registros de entrada e saída de Augusto Ferreira Lima nas dependências do Senado Federal.
Por fim, os membros da CPI aprovaram um requerimento apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), que convida o ministro da Casa Civil, Rui Costa, a comparecer na comissão. Como a aprovação foi de um convite, Rui Costa não tem obrigação de depor no colegiado.
O senador de oposição justificou o convite a Rui Costa lembrando que o ministro esteve presente em uma reunião realizada em novembro de 2024, no Palácio do Planalto, em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o banqueiro Daniel Vorcaro. O encontro, que contou também com a presença do hoje presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, não constou da agenda presidencial.
Para Girão, o ministro Rui Costa, na condição de ministro da Casa Civil, é o responsável pela coordenação política do governo e pela gestão da agenda presidencial, além organização, controle e formalização de compromissos institucionais do chefe do Poder Executivo. Desta forma, para o senador, seria necessário que a CPI obtivesse esclarecimentos sobre os critérios adotados para a realização da referida reunião, da forma como ela foi solicitada, autorizada e registrada.
“A oitiva do Sr. Rui Costa é, portanto, essencial para esclarecer se foram observados os protocolos institucionais adequados, se houve avaliação prévia de riscos administrativos e políticos e se a Casa Civil adotou providências posteriores diante da repercussão pública dos fatos. Trata-se de medida necessária para o completo esclarecimento das circunstâncias investigadas por esta CPI, bem como para a preservação da transparência e da integridade das instituições da República”, justificou o senador.
Um documento com anotações atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, indica negociações e estratégias do Partido Liberal (PL) para a construção de palanques nas disputas pelos governos estaduais e pelo Senado.
No arquivo, intitulado “situação nos estados”, a Bahia aparece com dois nomes: o ex-ministro do governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL), apontado como participante direto do grupo, e o pré-candidato ao governo ACM Neto (União Brasil), com a observação: “conversar primeiro [depois] tratamos de palanque”, em referência ao neto de Antonio Carlos Magalhães.
Na mesma foto, é possivél ver o nome de Ciro Gomes para governo do Ceará e trazendo uma anotação dando a entender que deve ser o nome do PL por ter um integrante do partido na chapa, além de outros nomes para compor o Senado do Estado.
Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, também há registros. Em uma das páginas, Flávio escreve que é preciso “ligar para o Tarcísio”, em menção ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O documento traz ainda questionamentos sobre a possível chapa de reeleição de Tarcísio. O presidente da Assembleia Legislativa paulista, André do Prado (PL), é citado como possível candidato a vice-governador. “André do Prado vice?”, diz a anotação.
Na disputa pelo Senado em São Paulo, o deputado Guilherme Derrite (PP) aparece como o único nome destacado. A segunda vaga da chapa ligada ao PL não teria definição. Também são mencionados como possibilidades Renato Bolsonaro, o deputado Mário Frias, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o vice-prefeito da capital Coronel Mello Araújo e o deputado Marco Feliciano.
Flávio indicou que o PL pode lançar até 11 candidatos aos governos estaduais. O partido também trabalha para ampliar sua bancada no Senado, atendendo a um pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro, que avalia o fortalecimento da Casa como estratégico.
“Ontem, eu tive várias reuniões para falar de vários estados e anotava no papel. Em algum momento, algum coleguinha de vocês tirou foto das minhas anotações, mas não eram opiniões minhas, mas sugestões de pessoas”, afirmou o senador.
O documento também aponta indefinição em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral. Há registro de que o vice-governador Mateus Simões (PSD), indicado pelo governador Romeu Zema (Novo) como possível sucessor, “puxa” Flávio “para baixo”. A anotação indica avaliação semelhante caso os senadores Cleitinho (Republicanos) ou Rodrigo Pacheco (PSD) disputem o governo estadual.
Apesar disso, há sinalização de que o PL ainda trabalha para lançar candidatura própria em Minas Gerais.
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), afirmou que a construção da aliança com o PL e o ex-ministro João Roma está em fase “madura” e equilibrada. Por outro lado, Neto disse que neste momento, o foco é consolidar a união política na Bahia, e não discutir apoio à presidência da República.
A declaração ocorre em meio a especulações sobre um possível alinhamento automático ao nome de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual palanque nacional.
Em entrevista ao Bahia Notícias neste domingo (15) de carnaval, ACM Neto declarou que a aproximação entre os grupos políticos parte de uma leitura comum sobre as eleições de 2022. Ele afirmou que a divisão da oposição naquele ano favoreceu o PT no estado. “Há uma consciência de que, divididos, quem perdeu foi a Bahia”, sinalizou o ex-prefeito ao BN.
Questionado sobre a possibilidade de João Roma condicionar a aliança estadual ao apoio a uma candidatura presidencial específica, ACM Neto se mostrou direto.
De acordo com ele, nem o PL, nem o União Brasil, nem a federação partidária trataram oficialmente da questão nacional. A definição sobre palanque presidencial, segundo ACM Neto, será debatida “no momento certo”, com diálogo e bom senso.
O ex-prefeito ressaltou que, neste estágio, o esforço está concentrado em “amalgamar” e consolidar a aliança política na Bahia. Só após essa etapa, a discussão sobre o cenário nacional deverá avançar.
Nos bastidores, a movimentação é vista como parte da estratégia para reorganizar a oposição baiana e fortalecer o campo político liderado por ACM Neto, mantendo em aberto as definições sobre apoio à corrida presidencial.
O senador Angelo Coronel (PSD) participou de um almoço com lideranças do Partido Liberal, incluindo o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto. O encontro ocorreu no sábado (14) e também contou com a presença do líder da executiva estadual, o ex-deputado federal João Roma, e do prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal (PL).
O encontro foi registrado nas redes sociais, que busca um novo partido após anunciar que deixaria o PSD para assegurar sua candidatura à reeleição ao Senado nas eleições deste ano. Na quinta-feira (12), Coronel confirmou que irá ser integrante da chapa do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), principal nome da oposição na Bahia.
“Almoço hoje na Bahia com o prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal, o presidente do PL da Bahia, João Roma, e o senador Angelo Coronel. Sempre muito bom estar com vocês”, escreveu Valdemar Costa Neto em publicação.
Confira:
Também estiveram presentes, o vice-presidente da Câmara Federal, deputado Altineu Côrtes (PL-RJ), o vereador do Rio de Janeiro, Marcos Dias (PL) e o ex-prefeito de Irecê, Luizinho Sobral (PL).
O Bahia Notícias entrou em contato com João Roma para saber se uma possível filiação de Coronel ao PL foi discutida, mas a reportagem, até o momento, ainda não foi respondida.
Após o senador Angelo Coronel (PSD) confirmar publicamente sua aliança com o grupo político do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União), o presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, manifestou entusiasmo com a movimentação. Com duas vagas em disputa para o Senado na eleição de 2026, ele avalia que a chegada de Coronel fortalece a chapa de oposição na Bahia.
"Eu acho que é animador para todos aqueles que querem transformar a Bahia, encerrar esse período de 20 anos do PT, onde foram feitas bonitas propagandas, mas infelizmente o PT não entregou o que prometeu, não melhorou a vida do baiano, então a chegada do Coronel fortalece essa chapa que quer mudança para a Bahia", disse em entrevista ao Bahia Notícias nesta quinta-feira (12), durante a primeira noite do Carnaval de Salvador.
"Ao invés do que alguns ficam achando que tem candidatura desse ou daquele do Senado, eu acredito numa chapa forte e coesa. Eu acredito que a chegada de Coronel fortalece tanto a eleição de João Roma quanto a eleição de Coronel, como, sobretudo, a eleição de ACM Neto, para que a gente possa passar por uma mudança, de fato, no estado da Bahia e que a gente volte a ter orgulho da Bahia e do Brasil", complementou.
A confirmação ocorre após Coronel comunicar sua saída do PSD, partido ligado ao senador Otto Alencar. O senador, no entanto, ainda não confirmou o novo partido que irá se filiar.
O presidente do PL Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, comentou sobre os candidatos à presidência de 2026 e exaltou o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa. A declaração foi dada durante a Lavagem do Bonfim nesta quinta-feira (15).
Questionado sobre a divergência com ACM Neto (União) em relação ao melhor nome para se opor ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial, Roma celebrou a diversidade de nomes, mas defendeu Flávio, apresentado como representante pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Acredito que, naturalmente, pelo perfil agregador, articulado, ele [Flávio] vai despontar como contraponto ao PT e é aquele que oferece uma perspectiva melhor para o futuro da nossa nação", afirmou.
Roma também comentou a atual rejeição do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e previu um futuro otimista. “A partir do momento que as pessoas começassem a ver o personagem Flávio para além do sobrenome Bolsonaro, veriam um político ponderado, articulado, de fala serena, acredito que essa rejeição vai cair”, ponderou o candidato.
Roma nega conversas sobre candidatura única de Coronel em chapa de ACM Neto e reforça o próprio nome
Durante a Lavagem do Bonfim, o presidente do PL Bahia e candidato a senador João Roma comentou as especulações de uma mudança na chapa de ACM Neto com a chegada do senador Ângelo Coronel (PSD), historicamente alinhado ao PT no estado.
Questionado sobre a possibilidade de Coronel se aliar à chapa da oposição e ser candidato único ao Senado, Roma alegou não ter sido comunicado.
“Não soube disso. Obviamente não seria um pedido muito factível. O Coronel tem a caminhada dele, é uma pessoa que avança no campo baiano. Mas é fundamental que a gente busque agregar forças, até porque não acredito em chapas fracionadas, acredito sim no bloco que possa vencer as eleições”, afirmou.
Roma ainda falou sobre o interesse em continuar o diálogo com os partidos para construir uma candidata unificada e disse não considerar as pesquisas, que o posicionam de maneira promissora no Senado.
“É importante a gente marchar em bloco, é isso que me motiva a conversar com ACM Neto e com outros partidos, para que a gente consiga traduzir para a população que a gente tem um caminho muito melhor para a Bahia”, completou o candidato.
O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, reforçou publicamente apoio ao nome de João Roma (PL) para a disputa ao Senado Federal nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante um encontro da oposição realizado nesta segunda-feira (22), no Hotel Solar Imperador, em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia.
Ao comentar a formação da chapa majoritária da oposição no estado, Neto defende a importância da unidade entre os partidos do campo conservador e de centro-direita. “Se depender de mim, um dos nomes a concorrer ao Senado Federal está aqui do lado, o presidente do PL em nosso estado”, afirma, apontando para João Roma.
A fala consolida uma reaproximação política entre as lideranças, que estiveram em campos distintos em disputas anteriores, mas agora articulam uma frente comum para enfrentar o grupo governista na Bahia. Confira momento em vídeo:
? ACM Neto reforça apoio a João Roma para disputa ao Senado em 2026 pic.twitter.com/A8EuKlDnSw
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) December 22, 2025
Roma, ex-ministro e ex-candidato ao governo estadual, desponta como o principal nome do Partido Liberal no estado. O evento foi marcado pelos questionamentos do prefeito Jânio natal (PL) para as figuras e durante as respostas ACM neto reforçou seu apoio, endossado pelo presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto.
O presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, vereador Ivan Cordeiro (PL), terá que buscar um novo partido a partir do próximo ano, conforme confidenciado por lideranças do PL ao Bahia Notícias. Segundo fontes da reportagem, a decisão que vem “de cima”, veio após o edil firmar acordo para apoiar a candidatura a deputado federal de Carlos Muniz Filho (Sem partido), filho do presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB).
A relação entre Cordeiro e o PL já vinha se desgastando nos últimos meses e sua saída da legenda bolsonarista já era aguardada pelas lideranças. Contudo, o apoio a Muniz Filho, sem consultar a “alta cúpula”, foi visto como a gota d’água.
"Ivan Cordeiro vai sair. Já firmou seu acordo com o filho de Muniz para a candidatura a federal”, disse uma fonte do PL.

Reunião entre Ivan Cordeiro, Carlos Muniz Filho e lideranças do interior | Foto: Redes Sociais
Ainda este ano, o vereador chegou a afirmar que “não apoiaria” o candidato indicado pelo partido nas eleições de 2026. Na oportunidade, o edil também declarou que “não respondia mais” pelo partido em Vitória da Conquista.
“Não respondo mais pelo PL de Conquista. Isso é até justo, na medida em que, de fato, temos nos distanciado. Não irei apoiar nenhum candidato indicado pela cúpula do partido. Aqueles que vou apoiar não representam necessariamente a direita e muito menos o bolsonarismo", declarou Ivan.
Apesar de ter posteriormente recuado publicamente da declaração, lideranças do PL identificaram que o vereador mantinha articulações “independentes”, causando insatisfações com membros do diretório estadual. Uma medida adotada pelo presidente do partido na Bahia, João Roma, foi determinar a retirada de Cordeiro do comando do PL na cidade.
A ordem ocorreu um dia após o edil se encontrar com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o secretário estadual de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola.
Em setembro, o Bahia Notícias informou que o rompimento entre Ivan e o PL teria participação do deputado estadual Vitor Azevedo (PL), que, apesar de ser filiado ao partido bolsonarista, é integrante da base de Jerônimo Rodrigues na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). De acordo com fontes ligadas ao governo e ao PL, o parlamentar atuava como um elo entre o vereador e João Roma.
SUBSTITUTO?
Nesta terça-feira (2), João Roma, convidou o marido da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União), para se filiar ao partido e disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia nas eleições de 2026. O advogado Wagner Lemos já tinha sido lançado como pré-candidato ao legislativo estadual em agosto, mas, até o momento, ainda não possui filiação partidária.
Em contato com a reportagem do Políticos do Sul da Bahia, parceiro do Bahia Notícias, Roma confirmou que realizou o convite e ainda aguarda o retorno.
“Convidamos o Wagner Lemos para o partido, ele ficou de avaliar”, declarou Roma.
Segundo a reportagem, o gesto é visto nos bastidores como uma tentativa do PL de ampliar sua base no Sudoeste baiano, aproximando ainda mais a sigla de lideranças com mandato e influência regional. Caso aceite o convite, Wagner Lemos poderá ser um dos nomes do partido na disputa por uma cadeira na AL-BA.
O lançamento da pré-candidatura de Wagner no final de agosto gerou uma tensão entre o PSDB e o União Brasil. Isso se deve, pois o líder da oposição na AL-BA, Tiago Correia, possui como um de seus redutos eleitorais o município de Vitória da Conquista, sua cidade natal. Na época, se ventilou nos bastidores uma possibilidade de racha entre os tucanos e a base do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União).
O presidente do PL na Bahia, João Roma, convidou o marido da prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (União), para se filiar ao partido e disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nas eleições de 2026. O advogado Wagner Lemos já tinha sido lançado como pré-candidato ao legislativo estadual em agosto, mas, até o momento, ainda não possui filiação partidária.
Em contato com a reportagem do Políticos do Sul da Bahia, parceiro do Bahia Notícias, Roma confirmou que realizou o convite e ainda aguarda o retorno.
“Convidamos o Wagner Lemos para o partido, ele ficou de avaliar”, declarou Roma.
Segundo a reportagem, o gesto é visto nos bastidores como uma tentativa do PL de ampliar sua base no Sudoeste baiano, aproximando ainda mais a sigla de lideranças com mandato e influência regional. Caso aceite o convite, Wagner Lemos poderá ser um dos nomes do partido na disputa por uma cadeira na AL-BA.
O lançamento da pré-candidatura de Wagner no final de agosto gerou uma tensão entre o PSDB e o União Brasil. Isso se deve, pois o líder da oposição na AL-BA, Tiago Correia, possui como um de seus redutos eleitorais o município de Vitória da Conquista, sua cidade natal. Na época, se ventilou nos bastidores uma possibilidade de racha entre os tucanos e a base do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União).
Em entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da Band, no início de setembro, Correia revelou que a pré-candidatura de Wagner Lemos causou “surpresa”, mas evitou falar em racha na base de ACM Neto.
“É lógico que essa informação pegou a todos de surpresa, não só o meio político, como também a imprensa. Ninguém esperava que o Wagner quisesse ser candidato a deputado estadual. É totalmente legítimo o desejo de Wagner a deputado, ninguém pode tirar esse desejo dele. É legítimo também a prefeita querer lançar o marido dela candidato. Mas é claro que a gente foi pego de surpresa dado a todo o esforço e trabalho que a gente tem na cidade, buscando expectativa nas próximas eleições”, disse o parlamentar.
O Partido Liberal tem se movimentado para se estruturar rumo às eleições de 2026 e, possivelmente, pode ganhar o reforço do deputado estadual, Alan Sanches (União), para a montagem da chapa proporcional para a Câmara dos Deputados. Conforme informações obtidas pelo Bahia Notícias, o PL “não veria problema” na chegada do parlamentar, avaliando que ele não disputaria votos com as lideranças da legenda.
Na última sexta-feira (21), Alan Sanches se encontrou com o presidente estadual do PL, João Roma, em meio a rumores de uma possível migração do deputado para a sigla bolsonarista. A reunião ocorreu em Brasília, no diretório do Partido Liberal, e, segundo Alan, se tratou de um “reencontro de antigos aliados”.
Ao Bahia Notícias, antes da reunião com Roma, uma liderança do PL apontou que a chegada de Alan Sanches “não traria medo” aos candidatos da legenda, facilitando assim uma possível filiação. Além disso, a fonte informou à reportagem que o deputado procurou o presidente do PL em outras oportunidades e enxerga a chegada como uma forma de garantir prefeituras ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União).
“Acredito que seja uma forma de conseguir a garantia de algumas prefeituras por parte de [ACM] Neto e Bruno Reis. Mas não seria um 'problema' ele concorrer. Não traria 'medo' aos candidatos do PL”, contou a fonte.
Até o momento, o único “impeditivo” para a filiação de Alan Sanches seria que o deputado não é visto como um “bolsonarista nato”. Apesar do deputado já ter declarado publicamente ter uma certa afinidade política com o ex-presidente, Jair Bolsonaro (PL), a legenda entende que Alan poderia realizar um apoio “explícito e público”.
Uma pessoa ligada ao deputado confidenciou ao Bahia Notícias que Sanches não veria “problemas” em se filiar ao PL, mas que é preciso fazer as contas para chegar ao “número mágico” dos 100 mil votos para garantir o êxito na eleição de 2026. Além disso, há uma avaliação de que sua candidatura pode ter sido afetada em razão da formação da federação entre União Brasil e Progressistas, colaborando para sua migração partidária.
O presidente do diretório estadual do PL, o ex-ministro da Cidadania João Roma, comentou sobre as articulações do partido para a montagem da chapa das eleições de 2026. Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (10), Roma contou que espera o cumprimento de acordos estabelecidos durante o pleito municipal, quando o PL renunciou candidaturas próprias para apoiar nomes de outros partidos.
“Alguns nomes eu não vou poder estar revelando, mas já nas eleições municipais passadas, quando, inclusive, participamos de algumas coligações, abrindo mão [de encabeçar chapas]. Isso resultou no compromisso também de nomes de algumas pessoas que podem vir elencar a chapa tanto para deputado federal como para deputado estadual aqui no partido”, disse Roma.
Na avaliação do dirigente, o partido bolsonarista será uma das “melhores legendas” para se disputar uma eleição no próximo ano. Além disso, no cenário nacional, Roma contou que espera que o PL amplie sua participação no Congresso Nacional.
“É um movimento natural uma crescida aqui do PL, há um movimento forte por todo Brasil e isso deve fazer o partido maior (...). Na chapa para deputado estadual a gente repete sendo uma das melhores chapas para disputar, tanto que a procura tem sido grande e a gente tem filtrado bastante. É uma chapa bem competitiva”, avaliou Roma.
Confira:
O presidente do PL na Bahia, João Roma, relembrou, durante participação no Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, a retomada do diálogo com o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil), que completará um ano em dezembro.
“Foi em dezembro do ano passado que sentei com Neto. Tivemos uma boa conversa. Foi difícil, após quase dois anos sem entendimento. Disputamos a mesma posição, foi um momento muito severo”, contou Roma.
O encontro entre os dois aconteceu em um contexto político mais estável, já com Bruno Reis reeleito em Salvador, Zé Ronaldo eleito em Feira de Santana e o PL consolidando novas posições no estado, fatores que ajudaram a reaproximar as lideranças.
“Já tendo Bruno Reis, Zé Ronaldo e Sheila Lemos eleitos, houve vários entendimentos dentro do PL. Na conversa com Neto, definimos uma visão de clareza para a Bahia”, afirmou.
Roma ainda destacou que, caso ele e ACM Neto, atual vice-presidente nacional do União Brasil, iniciem as eleições de 2026 separados, o principal beneficiado será o PT. “O PT vai estar satisfeito, batendo palma”, concluiu o ex-ministro.
O deputado estadual Vitor Azevedo (PL) saiu em defesa do presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, Ivan Cordeiro (PL), após a notícia de que o vereador teria sido afastado da presidente municipal de legenda. A determinação foi publicada nesta quarta-feira (1º), pelo presidente do PL na Bahia, João Roma, um dia após o edil se reunir com o governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Segundo Azevedo, Ivan Cordeiro nunca foi presidente do PL em Conquista. Conforme o parlamentar, a presidência do diretório municipal é ocupado pelo advogado Flávio Farias de Carvalho.
"Acho que tentaram atacar Ivan por conta de uma agenda institucional, mas o tiro saiu pela culatra. Levei ontem Ivan ao governador para uma agenda institucional, para uma pauta de investimentos para Vitória da Conquista. Nem falamos sobre política, sobre 2026. Quem se colocou contra essa audiência é contra Vitória da Conquista", afirmou o deputado.
Embora seja do PL, Vitor Azevedo está na base do governo Jerônimo desde o início de 2023.
Mais cedo, o Bahia Notícias publicou que o presidente do PL na Bahia, João Roma, determinou a retirada do vereador e presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, Ivan Cordeiro, do comando do partido na cidade.
A determinação ocorreu um dia após o edil se encontrar com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o secretário estadual de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola.
O presidente do PL na Bahia, João Roma, determinou a retirada do vereador e presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, Ivan Cordeiro, do comando do partido na cidade. A determinação ocorreu nesta quarta-feira (1º), um dia após o edil se encontrar com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o secretário estadual de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola.
Nos últimos meses, já havia um afastamento entre Cordeiro e Roma. No início de setembro, ao Bahia Notícias, o vereador chegou a afirmar que "não respondia mais" pelo PL no município e que não iria apoiar nenhum candidato indicado pela cúpula do partido.
"Não respondo mais pelo PL de Conquista. Isso é até justo, na medida em que, de fato, temos nos distanciado. Não irei apoiar nenhum candidato indicado pela cúpula do partido. Aqueles que vou apoiar não representam necessariamente a direita e muito menos o bolsonarismo", declarou Ivan.
Para o lugar de Cordeiro na presidência do PL, Roma indicou o procurador-geral da Câmara Municipal, Flávio Faria. A vice-presidência será ocupada por Tayna Tatyara Rodrigues Campos Andrade, que foi candidata a vereadora pela legenda nas eleições do ano passado. O secretário será Osmario Lacerda Ferraz De Melo, também candidato no pleito de 2024.
As mudanças, inclusive, já constam no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
REUNIÃO E ROMPIMENTO
Na terça (30), Ivan Cordeiro apareceu em um momento amistoso com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) em vídeo publicado nas redes sociais. Na gravação, o governador celebrou o encontro e informou que foram debatidos investimentos em Vitória da Conquista.
"Que alegria receber aqui no gabinete esses vereadores, nós tratamos aqui de temas estratégicos importantes para o desenvolvimento de [Vitória da Conquista]. Quero garantir a vocês que a gente não vai abrir mão de poder continuar zelando com investimento na área de pavimentação, de água, de saúde, de segurança, foi a pauta que tratamos aqui", celebra o governador.
Conforme informações obtidas pela reportagem, o rompimento entre Ivan e o PL teria participação do deputado estadual Vitor Azevedo (PL), que, apesar de ser filiado ao partido bolsonarista, é integrante da base de Jerônimo Rodrigues na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). De acordo com fontes ligadas ao governo e ao PL, o parlamentar atuava como um elo entre o vereador e João Roma.
Apesar de rumores para uma possível adesão ao governo de Jerônimo, Cordeiro negou a possibilidade de apoiar o governador em 2026, indicando a preferência por uma “terceira via”.
“Na Bahia, o momento político não apresenta como alternativas apenas ACM Neto e Jerônimo Rodrigues”, disse Cordeiro, ao reforçar que o grupo que representa está em busca de novas lideranças para disputar o governo. Ele citou nomes como o ex-deputado federal José Carlos Aleluia e o ex-ministro João Roma.
Consolidando o processo de estreitar relações políticas com o ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, o presidente do PL na Bahia, João Roma, não vê dificuldades na candidatura de Flávio Matos a deputado federal pelo Partido Liberal. Na avaliação do ex-ministro da Cidadania e ex-parlamentar, a relação entre os partidos não deve ser afetada em 2026, ao que considera movimento "natural" no xadrez eleitoral.
Isso porque, no mês de julho, Flávio Matos trocou o União Brasil pelo PL, levantando dúvidas sobre o clima entre as siglas para o pleito do próximo ano, em especial em Camaçari, município da Região Metropolitana de Salvador (RMS). Por lá, além do apoio maciço do União Brasil, Flávio Matos contou com esforços conjuntos do grupo político aliado a ACM Neto e Bruno Reis na tentativa de ser eleito prefeito. Apesar disso, foi derrotado em segundo turno por Luiz Caetano (PT).
"Ele é uma grande opção para deputado federal, ele é pré-candidato atualmente a deputado federal, não só para representar a Camaçari, como toda a Bahia, um jovem, dinâmico, que defende suas ideias, e eu não vejo maiores dificuldades em relação a isso, são processos naturais, e eu acho que vai ser uma grande força para que a gente possa justamente poder fazer a mudança verdadeira na nossa Bahia", disse Roma em entrevista ao Bahia Notícias.
Nos bastidores, a tensão criada com a eventual candidatura de Flávio se deve também a uma eventual ruptura do acordo firmado no ano passado. Segundo o ex-prefeito de Camaçari e principal padrinho de Flávio até então, Elinaldo Araújo (União), o compromisso estabelecido para Camaçari foi com os deputados Paulo Azi e Manuel Rocha, ambos do União Brasil. O primeiro busca a reeleição e tem base consolidada no município, e o segundo pretende deixar a Assembleia Legislativa (AL-BA) para alçar novos voos na Câmara dos Deputados.
O ex-gestor chegou a citar mudanças no comportamento do aliado desde a derrota nas urnas em 2024. "Eu tenho dito que tem três Flávios: o vereador, o candidato e o pós-eleição. Eu não tenho que falar do Flávio vereador nem do Flávio candidato. O Flávio pós-eleição… eu acho que ele vem se perdendo, ouvindo os 'palpiteiros e os cientistas políticos'", declarou.
Recentemente o Bahia Notícias mostrou que a candidatura de Flávio Matos pode impactar a divisão de votos em Camaçari. Segundo informações obtidas pela reportagem, a repartição seria em 60% para Azi e 40% para Manuel, conforme alinhamento com Elinaldo. No entanto, interlocutores do União Brasil na cidade já apontam que ambos já trabalham com margens menores no número de votos no município e recalculam a distribuição para conseguir êxito na disputa eleitoral.
O ex-deputado federal e ex-ministro da Cidadania, João Roma, atualmente presidente estadual do PL, comentou o impacto da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo eleitoral e os planos da legenda para 2026 na Bahia.
“Essa é uma suprema injustiça. Já estava sendo ventilada a todos e ninguém esperava diferente de personagens que ao invés de cumprir o seu papel de julgadores, têm sido personagens da política, justamente descumprindo o seu maior compromisso que é defender a Constituição”, afirmou.
A declaração foi feita durante o 3º Congresso Nacional Direito e Sustentabilidade, realizado em Salvador.
Na avaliação do dirigente, a situação fortalece o debate sobre anistia no Congresso. “Acho que isso desencadeia um movimento ainda mais forte sobre a votação do processo de anistia no Congresso Nacional e isso está sensibilizando sem dúvida nenhuma o povo brasileiro para um novo rumo não só na Bahia, como no Brasil”, disse.
Roma acrescentou que o cenário atual gera insegurança jurídica e prejudica a imagem internacional do país.
“Então nós percebemos que muitas pessoas estão enxergando que as coisas não vão bem no Brasil, que o Brasil hoje sofre em especial com essa insegurança jurídica, que deprecia ao país como um todo (…) E todos esses ataques, em especial aos direitos humanos, não vão passar despercebidos. Então nós estamos na nossa tarefa de levar essas informações à população, debater sobre isso e discutir o futuro da Bahia e do Brasil”, destacou.
No caso do cenário local, o presidente estadual do PL afirmou que a legenda reúne nomes expressivos no estado.
“O PL tem muitos nomes na Bahia, não só uma bancada de deputados federais, deputados estaduais, líderes. Você tem o prefeito Jânio Natal, tem muitos personagens que atuam no nosso partido”, declarou.
Sobre a definição de espaços e candidaturas, Roma reafirmou sua pré-candidatura ao governo da Bahia e disse manter diálogo com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. “Naturalmente, como já noticiei antes, eu tenho mantido conversas com o ex-prefeito ACM Neto, conversando sobre o futuro da Bahia e do Brasil. E não só é uma possibilidade que nós possamos buscar uma convergência para fazer um enfrentamento ao PT, como eu acho que é uma grande torcida e trabalhamos para que isso seja possível”, afirmou.
“O PT, nesses 20 anos, não conseguiu melhorar a vida do baiano, fez bonitas propagandas no período eleitoral, mas infelizmente não entregou o que promete. Acho que o povo baiano já está sufocado com esse descaso com o futuro do nosso estado”, acrescentou.
O presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), Ivan Cordeiro (PL), descartou a possibilidade de apoiar a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT) nas eleições de 2026. Em pronunciamento nesta quarta-feira (3), o edil defendeu uma “terceira via” e afirmou que a política baiana não pode se resumir ao atual governador e ao ex-prefeito ACM Neto (União).
Segundo o presidente da Câmara legislativa conquistense, se o presidente do PL, João Roma, confirmar sua candidatura, contará com seu apoio irrestrito.
“Na Bahia, o momento político não apresenta como alternativas apenas ACM Neto e Jerônimo Rodrigues”, disse Cordeiro, ao reforçar que o grupo que representa está em busca de novas lideranças para disputar o governo. Ele citou nomes como o ex-deputado federal José Carlos Aleluia e o ex-ministro João Roma.
Ao ser questionado sobre seu posicionamento em relação ao governo estadual, Ivan Cordeiro foi categórico ao negar qualquer possibilidade de alinhamento com Jerônimo Rodrigues, reforçando que sua atuação política seguirá em outra direção.
“A decisão sobre o candidato a governador ainda não será tomada agora, mas posso assegurar que não estarei com o atual governo”, afirmou.
O posicionamento veio após o Bahia Notícias informar que o vereador poderia apoiar o governador em 2026, visando se afastar do bolsonarismo. À reportagem, o presidente da CMVC chegou a afirmar que “não apoiaria” nenhum candidato ligado ao PL e a disse que não “respondia mais” pelo partido em Conquista.
"Não respondo mais pelo PL de Conquista. Isso é até justo, na medida em que, de fato, temos nos distanciado. Não irei apoiar nenhum candidato indicado pela cúpula do partido. Aqueles que vou apoiar não representam necessariamente a direita e muito menos o bolsonarismo", declarou Ivan.
No pronunciamento desta terça, Ivan garantiu também que seguirá acompanhando as orientações da prefeita Sheila Lemos (União), enquanto, no plano federal, mantém diálogo com o pré-candidato Carlos Muniz Filho (Sem partido).
O presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, Ivan Cordeiro (PL), pode apoiar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) nas eleições de 2026, em um movimento para se afastar do bolsonarismo. Em entrevista ao Bahia Notícias, o vereador afirmou que "não responde mais" pelo PL no município e que não irá apoiar nenhum candidato indicado pela cúpula do partido.
"Não respondo mais pelo PL de Conquista. Isso é até justo, na medida em que, de fato, temos nos distanciado. Não irei apoiar nenhum candidato indicado pela cúpula do partido. Aqueles que vou apoiar não representam necessariamente a direita e muito menos o bolsonarismo", declarou Ivan.
Apesar da indicação de possível apoio a Jerônimo, o vereador reforçou que ainda não tomou uma decisão e irá aguardar a definição das candidaturas: "Vou esperar mais um pouco para tomar uma posição sobre a majoritária", ressaltou.
Conforme informações obtidas pela reportagem, o rompimento entre Ivan e o PL teria participação do deputado estadual Vitor Azevedo (PL), que, apesar de ser filiado ao partido bolsonarista, é integrante da base de Jerônimo Rodrigues na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). De acordo com fontes ligadas ao governo e ao PL, o parlamentar atuava como um elo entre o vereador e o presidente do partido na Bahia, João Roma.

Foto: Reprodução
Inclusive, Ivan já afirmou que também irá apoiar a reeleição de Azevedo na AL-BA nas eleições do próximo ano. De saída do PL, o deputado ainda não confirmou seu futuro partidário, mas, conforme noticiado anteriormente pelo Bahia Notícias, existe uma gama de opções com legendas da base do governador.
A reportagem tentou entrar em contato com o presidente do PL, João Roma, para conhecer o posicionamento da sigla sobre as movimentações de Ivan Cordeiro, mas não foi respondida até o fechamento do texto. O espaço segue aberto para posicionamentos.
MUNIZ NO JOGO
Em uma articulação conduzida pelo próprio Vitor, Ivan também irá marchar com a candidatura de Carlos Muniz Filho (sem partido), herdeiro do presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), a deputado federal. O anúncio foi feito nas redes sociais na última sexta-feira (29).
Na publicação, Cordeiro aparece em uma foto ao lado de Muniz Filho e de outros vereadores de Vitória da Conquista.
Águas passadas e foco no futuro. Esse tem sido o tom adotado pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), ao tratar sobre os problemas que causaram o afastamento entre ele e João Roma (PL), ex-deputado federal e ex-ministro da Cidadania.
Depois de um processo considerado por aliados políticos de ambos como "traumático", Neto garante que ambos estão construindo uma reaproximação e que os problemas de 2022 "foram superados". A declaração foi feita durante entrevista ao Projeto Prisma, na redação do Bahia Notícias.
"Nós temos dialogado, temos conversado com João [Roma]. De vez em quando a gente tem se encontrado, tem falado por telefone. Eu acho que os problemas de 2022 foram superados, da minha parte sim, foram superados. Eu gosto de citar que eu conheço João desde 1998, estamos falando de 27 anos. Desses 27 anos, nós passamos separados, distante, dois anos e pouco. Então se for comparar 10% do nosso tempo foi com algum tipo de ruído e problema, o resto foi com muita amizade e relação. Eu prefiro me apegar e ter a memória do tempo que sempre ficamos juntos e trabalhamos juntos", disse.
Ao mencionar 2022, Neto se refere ao processo eleitoral que o colocou frente a frente com João Roma na disputa pelo governo da Bahia. Após o racha na relação política porque seu ex-assessor aceitou ser ministro de Jair Bolsonaro (PL), a crise entre os dois foi escalou ainda mais no período da campanha, com direito a ofensas pessoais.
Apesar de terem aparado as arestas e retomado o diálogo, ACM Neto afirma que a composição para uma eventual chapa ainda não foi tratada por eles.
"E é por isso que temos conversado, construímos uma reaproximação, e temos tratado sobre os desafios futuros do estado e do país. Agora, como compor chapa, aí é uma coisa que não tratamos, não entramos nesse tipo de discussão, não está acontecendo nesse momento", disse.
"O prefeito Bruno [Reis] com a sabedoria e experiência que tem, gosta de dizer uma coisa no nosso círculo interno, que é preciso ter a consciência que a chapa tem que ser com os melhores para ganhar a eleição. Não pode ter preferência pessoal, imposição e veto. Tem que ser com os melhores e é isso que vai me pautar", finalizou.
O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, criticou nesta segunda-feira (19) os governos do PT e citou a situação da BR-101 na Bahia.
"Precisamos de um estado com serviços focados na população e vetores de desenvolvimento. Hoje enquanto a maioria dos estados brasileiros já tem uma BR-101 duplicada, a Bahia você não tem mais uma BR-101, não tem como percorrer ela porque a ponte caiu. Nem parece que a Bahia tem um ministro da Casa Civil no Governo Federal, as providências não ocorrem. São pequenos gargalos que não consegue solucionar", criticou durante entrevista para o Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena 1 Salvador.
Roma destacou que a ponte localizada no KM 661 da BR-101, próximo à cidade de Itapebi, no Extremo Sul da Bahia, foi interditada por risco de desabamento. A fala foi feita após o presidente do PL ser questionado sobre as perspectivas para a próxima eleição estadual.
"Eu já divulguei e tenho trabalhado na confirmação da minha pré-candidatura a governador da Bahia. Fomos candidatos na última eleição, estou com ânimo e quero, sim, mudanças no estado da Bahia. Mudanças com menos impostos porque não há como progredir com essa base e essa persistência do governo em colocar imposto no cangote do cidadão", disse durante o bate-papo com os apresentadores Mauricio Leiro e Rebeca Menezes.
Roma afirmou, ainda, que enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro mantiver sua candidatura a presidente da República nas eleições de 2026, estará mantida a sua candidatura a governador da Bahia.
"Com Bolsonaro candidato a presidente do Brasil, eu sou candidato a governador da Bahia. Agora, se houver um outro cenário político em 2026, eu considero mais importante do que o projeto pessoal de A, de B ou de C a gente trabalhar pela união das oposições ao PT na Bahia e no Brasil", ponderou.
Roma disse que vem dialogando com o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) pela união das oposições ao PT. Ele afirmou que o encontro mais recente dos dois foi neste final de semana durante a Missa pelo aniversário do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União).
O ex-ministro e atual presidente do PL na Bahia, João Roma comentou nesta segunda-feira (19), sobre a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena 1 Salvador, Roma endossou a candidatura de seu líder político mesmo com a inelegibilidade determinada em 2023.
Segundo o ex-deputado, o nome do grupo a nível nacional ainda continuará sendo Bolsonaro, mesmo com a existência de debates acerca de outros nomes de possíveis candidatos, a exemplo de Ronaldo Caiado (União-GO), Tarcisio de Freitas (Republicanos), Ratinho Jr (PSD).
“É importante se formar nomes, pessoas que serão conhecidas no Brasil, por isso que considero importante essas outras movimentações que ocorrem, mas o nosso nome é Jair Messias Bolsonaro. Nós vamos com o presidente até o final, ele transmite toda essa força, mesmo com todos os ataques que recebe, até com a questão física dele”, afirmou aos apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes.
No entanto, o líder do PL baiano comentou sobre a possibilidade de Bolsonaro não participar da disputa eleitoral no próximo ano, por conta do dinamismo político e das articulações em torno das eleições.
“A política é dinâmica e dentro disso tudo teremos que observar esses cenários. Temos esse ano para buscar essas articulações, 5 de abril do próximo ano, que é a data de desincompatibilização para quem poderá ser o candidato e a gente vai buscar amarrar cada ponto. Começa pelo cenário nacional, como se dará a sucessão do Brasil e dentro disso vai resvalar aqui na Bahia, onde é fundamental que haja amadurecimento, disposição daqueles que podem ser porta-vozes”, completou.
A forte articulação do governo federal para montagem de chapas fortes ao Senado com vistas à renovação de dois terços das cadeiras a partir de 2027 deve ter um contra-golpe. Inclusive, a Bahia deve ser parte de uma articulação nacional envolvendo o Partido Liberal, juntamente com os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A antecipação do planejamento por parte do governo e do PT teria como objetivo fazer frente à mesma intenção já tornada pública pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e lideranças do PL, de eleger o maior número possível de senadores em outubro do próximo ano. Nas eleições de 2026, estarão em disputa 54 cadeiras do Senado, duas por estado. Na eleição de 2022, o bolsonarismo elegeu, das 27 cadeiras em disputa, 8 senadores pelo PL, além de aliados pelos Republicanos, PP e União Brasil. A bancada atual do PL é composta por 13 senadores, a segunda maior, atrás somente do PSD, com 15.
O movimento nacional também pode ser refletido nas escolhas feitas pelo PL na Bahia. O Bahia Notícias acompanha os debates internos do partido no estado, chegando à informação de que a estratégia ainda é manter a pré-candidatura de governador do ex-ministro João Roma, como forma de “cacifar” o partido a integrar a chapa majoritária. Porém, o no futuro, o grupo entende que “é possível compor” para disputar uma vaga para o Senado.
A sinalização tem sido feita nos bastidores, já que existe a preferência de ter um nome disputando o Senado Federal ao invés de colocar alguém da legenda como vice. O “projeto” é reforçar as candidaturas ao Senado para sustentar uma oposição mais efetiva na Câmara Alta, em Brasília. Com isso, alguns nomes tem sido colocados como possíveis candidatos pelo partido.
Entre as opções está o próprio João Roma, que atuou em Brasília como deputado federal, antes de assumir o Ministério da Cidadania na gestão Jair Bolsonaro (PL). Outro nome mencionado é o do deputado estadual Leandro de Jesus (PL), que tem ligação com o ex-ministro. O entrave é, justamente, a estratégia utilizada pelo partido na Bahia para as eleições de 2026, já que Roma pode retornar para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.
ARRUMAÇÃO DA OPOSIÇÃO
O presidente do PL Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, admitiu que não está distante o momento em que manterá diálogos políticos com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), com vistas a definições de cenários para as eleições de 2026.
“Não voltamos ainda a ter conversa política. Tive entendimentos com Bruno Reis, com Zé Ronaldo, com Sheila Lemos, mas não cheguei a sentar e tratar de política com Neto durante o período eleitoral. Nos encontramos algumas vezes no palanque em Camaçari, em Cruz das Almas, em Feira de Santana, em Itamaraju, no extremo sul”, disse Roma, após ser questionado sobre um retorno das conversas.
Ex-candidata a senadora pelo PL, Raíssa Soares não integra mais a executiva estadual da legenda. Extrato da composição do diretório provisório, com início em 10 de fevereiro último, evidencia uma crise anunciada com a bolsonarista, que entrou em rota de colisão com a direção do partido em mais de uma oportunidade.
A executiva baiana da sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro segue sob o comando do ex-ministro da Cidadania, João Roma. Compõem ainda a diretoria o prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal, como segundo-vice-presidente e o deputado estadual Leandro de Jesus, como secretário.
Aliado de Raíssa, o também deputado estadual Diego Castro se manteve como vogal do partido, junto com nomes como os deputados federais Jonga Bacelar e Capitão Alden, o vereador de Salvador, Alexandre Aleluia e outros bolsonaristas, a exemplo de André Porciúncula.
Outra ausência observada é da deputada federal Roberta Roma, esposa do presidente do PL na Bahia. Tradicionalmente, parlamentares federais com mandatos integram as direções regionais dos partidos aos quais estão filiados. Os deputados estaduais Victor Azevedo e Raimundinho da JR e o vereador de Salvador, Cézar Leite, também não constam como integrantes do diretório.
A direção provisória registrada na Justiça Eleitoral tem validade até 8 de fevereiro de 2026.
A eleição na Bahia, em 2026, pode apresentar uma substituição em algumas candidaturas, entre elas, o nome que irá representar a família Roma. Atualmente, Roberta Roma possui mandato de deputada federal, primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Porém o ex-ministro da Cidadania, João Roma, que já foi deputado federal, deve retornar à disputa.
O Bahia Notícias apurou com interlocutores ligados ao ex-ministro que um retorno de João Roma não está descartado. O movimento contaria com o recuo de Roberta à reeleição, possibilitando que João dispute o pleito com espólio político criado pelo ex-ministro, além da atuação a frente do PL na Bahia. Apesar disso, ainda não se teria uma alternativa para o futuro político de Roberta, que pode passar por uma pausa.
O nome de Roma tem sido ventilado como possível candidato ao governo da Bahia, representando a oposição no estado. Inclusive, o próprio João Roma, revelou que pretende ser candidato a governador em 2026. “Eu tenho uma missão de estruturar nosso partido aqui na Bahia, naturalmente claro que isso culmina numa nova eleição para o Governo do Estado em 2026. Precisamos levantar essa bandeira, coordenar essas forças aqui no estado da Bahia e nós precisamos mostrar para a população, com um diálogo franco, que a Bahia tem perdido com governos sucessivos que não têm sequer tido a sensibilidade de encontrar suas potencialidades e melhorar a vida do nosso povo”, apontou.
Além disso, João Roma admitiu que não estaria distante o momento em que manterá diálogos políticos com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), com vistas a definições de cenários para as eleições de 2026. “Não ocorreu ainda uma aproximação nesses termos, o que eu acho que não vá demorar a ocorrer, até porque vai chegar a sucessão de 2026 e certamente vamos ter que sentar e buscar entendimentos e pensar como vai ser o desfecho, como será a sucessão na Bahia de 2026”, revelou ainda em 2024.
Apesar de apontar que o PL “saiu fortalecido nas eleições municipais”, João Roma vem sofrendo uma sequência de ataques sobre a atuação frente a direção partidária. O deputado federal Jonga Bacelar (PL-BA) teceu críticas a gestão estadual do PL, na figura de João Roma, após o baixo desempenho do partido nas eleições municipais de 2024.
No pleito de 2024 o PL elegeu somente um prefeito na Bahia, sendo ele o prefeito Jânio Natal, de Porto Seguro, um aliado próximo de Bacelar. Jânio, inclusive, foi reeleito. Em entrevista recente, Bacelar destacou que vai se reunir com Valdemar da Costa Neto, presidente nacional do PL, para tratar sobre o desempenho estadual da sigla.
CANDIDATO EM 2022
Com 9,08% dos votos no primeiro turno da Bahia, João Roma deixou seu mandato de deputado federal para pleitar governar o estado. Com uma candidatura vinculada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Roma “rivalizou” a candidatura de ACM Neto (União), que conseguiu chegar ao segundo turno, contra o atual governador da Bahia Jerônimo Rodrigues (PT).
A avaliação do governo Jerônimo Rodrigues (PT) aumentou 7% de dezembro a fevereiro, conforme levantamento da Genial Quaest divulgado nesta quinta-feira (27) pela CNN. Jerônimo é aprovado por 61% dos eleitores, frente aos 54% do final de 2024. Apesar da notícia positiva, quando é testado um cenário eleitoral similar a 2022, o governador perderia para o principal adversário, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União).
A pesquisa mostra ainda que houve uma queda na desaprovação do governador, de 35% em dezembro para 31% agora em fevereiro. Cerca de 11% dos eleitores não souberam ou preferiram não responder – no final de 2024 eram 8%. Foram ouvidas 1.200 pessoas entre os dias 12 e 23 e a pesquisa tem intervalo de confiança de 95%.
ELEIÇÕES 2026
O levantamento fez ainda o seguinte questionamento: “Se as eleições para governador fossem hoje e os candidatos fossem esses, em quem você votaria?”. Nesse cenário, o ex-prefeito de Salvador, derrotado no segundo turno por Jerônimo em 2022, é citado por 42% dos eleitores, enquanto o atual gestor é lembrado por 38%.
A pesquisa testou o mesmo cenário do último pleito majoritário. Assim, João Roma (PL) teve 3% das intenções de voto, enquanto Kleber Rosa (PSOL) ficou com 1%. Indecisos somaram 5% e aqueles que votariam em branco, nulo ou que não votariam chegaram a 11%. (Atualizado às 07h43 para corrigir o percentual de votos de ACM Neto)
Presidente estadual do PL, o ex-deputado federal João Roma defendeu que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve manter a elegibilidade, ainda que decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indiquem o contrário. Durante a Lavagem do Bonfim, nesta quinta-feira (16), Roma disse que “a população não consegue compreender como Bolsonaro não está apto para disputar uma eleição”.
“Dilma [Rousseff] que foi ‘impeachtmada’ pode disputar eleição. [Luiz Inácio] Lula [da Silva], com todas as condenações, pode disputar uma eleição. Então, seria, no mínimo, pouco razoável, não ter o principal líder político da direita no Brasil disputando as eleições”, reforçou o aliado do ex-presidente.
Conforme avaliação de Roma, sondagens de intenções de voto, inclusive, corroboram com e elegibilidade do ex-presidente. “As pesquisas mostram a vontade da população perante isso. Acho que ele tem que seguir a jornada dele. Estaremos ao seu lado e, daqui para lá, muita água ainda para rolar”, completou.
SEM EXTREMISMOS
Ex-ministro de Bolsonaro, considerado representante da extrema-direita no Brasil, Roma relatou “não gostar de extremos”. “Mas uma coisa é muito certa: defendo o melhor para o meu país. O que não dá certo para o país é da maneira que está”, revelou.
“Eu defendo sim o nosso presidente Bolsonaro para que a gente possa implementar e seguir adiante com políticas públicas que deram certo e ajudaram em especial a população mais necessitada”, sugeriu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar da Costa Neto
"Isso é uma loucura, eu acho que o Trump tá, ele perdeu um pouco o rumo nisso aí, e espero que ele estabeleça uma linha melhor, porque o Brasil sempre foi um grande parceiro dos Estados Unidos".
Disse o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao criticar a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de incluir o Brasil no pacote de tarifas norte-americanas. O dirigente classificou a medida como uma "loucura" e defendeu a negociação diplomática entre os dois governos como caminho para reverter as tarifas.