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O papa Leão XIV disse nesta sexta-feira (6) que se sente “orgulhoso de ser americano” depois de votar nas eleições legislativas dos Estados Unidos, realizadas na terça-feira (3). Nascido em Chicago, ele votou por correspondência e se tornou o primeiro papa da história a participar de uma eleição americana.
As eleições de meio de mandato, que acontecem na metade do governo do presidente e renovam o Congresso, ainda estão em apuração. Os resultados parciais, porém, já mostram um avanço expressivo do Partido Democrata sobre o Partido Republicano, de Donald Trump.
Os democratas tinham eleito 20 senadores, 7 deles em estados antes ocupados por republicanos, e somavam 54 das 100 cadeiras do Senado. Na Câmara dos Deputados, o partido tirou dos republicanos 25 cadeiras em distritos de mais de dez estados e chegou a 237 das 435 vagas.
O Ministério Público do Paraguai ordenou nesta sexta-feira (6) a prisão do ex-presidente Santiago Peña, horas depois de ele ter sofrido impeachment no Senado. A ordem faz parte de uma investigação sobre suspeitas de gestão fraudulenta e outros crimes ligados ao escândalo do Ueno Bank, o maior banco digital do país.
A ordem de prisão foi assinada pelos quatro promotores responsáveis pelo caso. Depois da votação no Senado, policiais foram até a casa de Peña para cumprir a determinação.
A decisão vem logo após o impeachment, que tirou de Peña a imunidade do cargo e abriu caminho para que ele seja processado criminalmente. O colapso do Ueno Bank, que tinha 2,9 mi de clientes, congelou o dinheiro de milhões de correntistas e provocou uma onda de protestos no país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (6) a promoção de Stephen Miller, um dos principais articuladores de sua política anti-imigração, ao cargo de chefe de gabinete da Casa Branca. A mudança ocorre após a derrota histórica dos republicanos nas eleições de meio de mandato.
Miller substituirá Susie Wiles, que deixará a função para integrar a estrutura política de Trump. Com sua saída, ela se torna a 6ª mulher do primeiro escalão do governo a ser demitida ou renunciar durante a atual gestão.
Até então conselheiro político e de segurança nacional da Casa Branca, Miller é considerado o principal responsável pela estratégia de deportação em massa de imigrantes implementada pelo governo. O Southern Poverty Law Center, organização que monitora grupos extremistas nos Estados Unidos, o classifica como extremista anti-imigração.
O anúncio foi feito pelo próprio Trump na rede social Truth Social e confirmado pelo jornal Folha de S.Paulo. Segundo o presidente, Miller assumirá o novo posto a partir de 9 de novembro. Na publicação, ele também agradeceu a Wiles pelo trabalho realizado.
A promoção sinaliza a manutenção da linha-dura do governo na política migratória, apesar do revés eleitoral. A derrota republicana fortaleceu os democratas, que conquistaram maiorias nas duas Casas do Congresso.
O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, criticou a escolha e afirmou que Miller é responsável por algumas das políticas mais desumanas da administração Trump. Ele prometeu oposição à atuação do novo chefe de gabinete.
O deputado federal Léo Prates (Republicanos) declarou ser contrário à proposta de unificação das eleições no Brasil. A afirmação foi feita durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador. Apesar de ressaltar que é um membro disciplinado de seu partido e de expressar gratidão aos líderes partidários, o parlamentar justificou sua posição apontando os riscos para a balança de poder democrática.
Para Prates, a hegemonia do Poder Executivo em um pleito unificado seria prejudicial. "A influência da figura do presidente, ela é muito forte, e aí ela passa a ser influenciada e a gente corre o risco inclusive, estou falando de reflexão da democracia, de ter um Congresso, uma Câmara, governadores, vereadores, todos só amigos do presidente", argumentou o deputado, concluindo que isso não é benéfico para a democracia.
PODER DAS REDES SOCIAIS
Ainda durante a entrevista, ao afastar a polarização entre direita e esquerda, Léo Prates se definiu como um político de "centro social", termo cunhado pelo senador Otto Alencar (PSD), que traz uma visão de mundo que, segundo Prates, busca equilibrar o desenvolvimento econômico com a justiça social.
Confira a entrevista completa:
A assessoria de comunicação do ator Igor Jansen confirmou nesta quinta-feira (5) o término do namoro do artista com a medalhista olímpica Julia Soares. Internautas já especulavam o fim do relacionamento, inclusive afirmando que divergências políticas teriam sido o motivo da separação.
Porém, a equipe do ator afirmou que a decisão aconteceu de maneira pacífica. “Por razões puramente deles e do momento de cada um, entenderam que a vida os levou por caminhos diferentes e optaram por seguir como bons amigos”, afirmou.
Internautas especulavam o fim do namoro desde o segundo turno das eleições presidenciais, em que o ator declarou apoio ao presidente Lula (PT), enquanto membros da família da atleta seguiam contas de políticos de direita nas redes sociais.
O ex-casal estava junto desde dezembro de 2024. Igor conheceu Julia durante os Jogos Olímpicos de Paris, ocasião em que a atleta conquistou uma medalha de bronze por equipes na ginástica artística. Até o momento, nenhum dos dois se pronunciou publicamente sobre o assunto.
O Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (Coren-BA) afirmou que o aumento nos valores pagos aos conselheiros e nos salários de cargos comissionados faz parte de uma reforma administrativa que atingiu toda a estrutura do órgão e que seguiu recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). A resposta foi enviada ao Bahia Notícias depois da publicação de denúncias da chapa de oposição Muda Coren, que concorre na eleição do conselho no próximo domingo (8).
Segundo o Coren-BA, a reforma foi exigida para a implantação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e já havia sido recomendada em gestões anteriores, mas só foi colocada em prática pela atual administração. O conselho afirma que divulgar um percentual isolado, sem considerar os anos de valores defasados e o alcance da reforma, “pode levar à interpretação equivocada de que houve aumento de benefícios exclusivo para os conselheiros”.
A chapa Muda Coren havia denunciado um aumento de 121% nos valores pagos aos conselheiros por meio de jetons e auxílio-representação. Jeton é o valor pago pela participação em reuniões e atividades do conselho. O grupo também apontou que os gastos com pessoal subiram 27,28% em um ano, de R$ 17,8 milhões em 2024 para R$ 22,7 milhões em 2025, e que cargos de confiança que pagavam cerca de R$ 9 mil passaram a pagar mais de R$ 15 mil. A chapa ainda criticou o pagamento de um “auxílio Uber” de mais de R$ 444,15 por viagem.
Na nota, o Coren-BA afirma que os conselheiros não recebem salário. Segundo o órgão, o jeton é pago pela participação em atividades previstas em norma, e o auxílio-representação tem caráter de ressarcimento, destinado a despesas com a representação institucional. As duas verbas, diz o conselho, são regulamentadas pelo sistema Cofen e pelos conselhos regionais, e o processo de reestruturação foi submetido aos órgãos de controle.
O Coren-BA também destacou que, depois da reestruturação, as ações de capacitação chegaram pela primeira vez aos 417 municípios baianos, com mais de 65 mil profissionais qualificados. O órgão afirma ainda que tem, desde junho de 2024, o selo de 100% de transparência e que divulga a aplicação dos recursos no Portal da Transparência.
O conselho reconheceu que a disputa eleitoral aumenta a fiscalização sobre a gestão e disse considerar legítimas as críticas. No entanto, afirmou que, se ficar comprovada a divulgação de informações falsas, vai adotar medidas para responsabilizar quem produzir ou espalhar esse conteúdo.
A eleição dos 27 conselhos regionais de enfermagem do país começa no domingo (8) e vai escolher os integrantes dos plenários para o período de 2027 a 2029. A votação será feita só pela internet, das 8h de domingo às 8h de segunda-feira (9).
Leia a íntegra da nota do Coren-BA:
“O Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (Coren-BA) agradece o espaço e solicita a publicação integral desta nota, para que os leitores tenham acesso ao contexto completo das informações tratadas na reportagem”, diz a nota.
A atualização dos valores mencionada na matéria integrou uma reforma administrativa que alcançou toda a estrutura do Coren-BA, incluindo servidores e colaboradores. A reforma atendeu a recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e foi condição para a implantação do Sistema Eletrônico de Informações (SEI). A medida já havia sido recomendada em gestões anteriores e foi implementada pela atual gestão. A apresentação de um percentual isolado, sem considerar os anos de defasagem e o alcance da reforma, pode levar à interpretação equivocada de que houve aumento de benefícios exclusivo para os conselheiros.
Os conselheiros exercem mandato sem remuneração salarial. O jeton é pago pela participação nas atividades colegiadas previstas em norma, e o Auxílio de Representação (AR) tem natureza indenizatória e se destina a despesas relacionadas à representação institucional. Ambas as verbas são regulamentadas no âmbito do Sistema Cofen/Conselhos Regionais. O processo de reestruturação foi submetido aos órgãos de controle.
Com a reestruturação, o Coren-BA ampliou a oferta de qualificação profissional. Pela primeira vez, as ações de capacitação chegaram aos 417 municípios da Bahia, com mais de 65 mil profissionais capacitados. Desde junho de 2024, o Conselho possui o selo de 100% de transparência e disponibiliza, no Portal da Transparência, informações sobre a aplicação dos recursos públicos da autarquia.
O Coren-BA reconhece que a disputa eleitoral amplia o escrutínio sobre a gestão e considera legítimos os questionamentos, as críticas e a fiscalização. Como guardião da ética no exercício profissional da enfermagem, o Conselho tem o dever de prestar contas, esclarecer os fatos e agir com responsabilidade diante da divulgação de informações falsas. Quando a falsidade for comprovada, o Coren-BA adotará as medidas cabíveis perante as instâncias competentes para a responsabilização de quem produzir ou divulgar esse conteúdo, observados o contraditório e a ampla defesa.
O Coren-BA permanece à disposição para esclarecimentos e reitera o pedido de publicação integral deste posicionamento.
Conselho Regional de Enfermagem da Bahia, Coren-BA”
Em nota pública, divulgada nesta quarta-feira (4), o Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) alerta que a liberdade de manifestação política, assegurada pela Constituição Federal, não autoriza a prática de condutas criminosas como xenofobia, ameaças, perseguições, assédio, discriminação e represálias motivadas por preferências político-partidárias ou pelo resultado das eleições presidenciais de 2026.
No documento, o colegiado destacou a necessidade de respeito aos direitos fundamentais, ao pluralismo político e à dignidade da pessoa humana, reafirmando o compromisso institucional com o enfrentamento de todas as formas de violência e discriminação.
A manifestação acontece após o cenário registrado após o segundo turno das eleições presidenciais, que aconteceu no último dia 25. Diante disso, o conselho, por meio do Grupo Nacional de Coordenadores Eleitorais (Gnace), emitiu orientação técnica para uniformizar a atuação das Promotorias de Justiça em todo o território nacional.
O documento estabelece diretrizes para o tratamento de notícias de fato relacionadas a assédio eleitoral, perseguições profissionais, boicotes econômicos e manifestações discriminatórias, orientando a adoção das providências cabíveis e o encaminhamento dos casos aos órgãos competentes para investigação e responsabilização nas esferas eleitoral, criminal, trabalhista ou cível, conforme a natureza das condutas identificadas.
O vídeo que mostra o incidente completo, em que o humorista e influenciador digital Yuri Marçal teve a apresentação do espetáculo 'MACUMBEIRO' em Salvador interrompida por uma pessoa da plateia contrária ao seu posicionamento político, foi divulgado nesta terça-feira (3).
No registro na íntegra, o comediante realizava um bloco de seu monólogo focado no contexto político pós-eleitoral, comentando com ironia sobre figuras públicas. Enquanto conversava com o público sobre a diferença de se apresentar em Salvador em comparação com cidades como Curitiba, Campinas e Florianópolis, Marçal observou uma movimentação atípica nas primeiras fileiras. Ao perceber o tumulto, o artista interrompeu a sequência programada e buscou entender o que estava ocorrendo, perguntando diretamente à plateia.
Diante da confusão, o humorista solicitou que um espectador mais próximo explicasse a motivação do protesto, que relatou que uma mulher havia se irritado com as piadas sobre política, levantando-se para contestar a abordagem do show. Segundo o relato gravado, a espectadora declarou que havia comprado o ingresso para assistir a uma apresentação voltada à temática de religiões de matriz africana, e não para ouvir comentários partidários, afirmando ter pago por um "show de macumba".
No espetáculo, o quinto show solo de Marçal, o humorista fala sobre experiências pessoais e familiares ligadas às religiões de matriz africana de forma bem-humorada, e carregada de crítica social. O comediante, no entanto, não afasta a história de seu posicionamento político, pró-Lula. Ao longo das eleições, Marçal produziu conteúdos para o Instagram focado em política e deixou claro o seu voto no petista durante as apresentações no teatro e nas redes.
????COMPLETO: Coroa Bolsonarista causou tumulto na apresentação do Yuri Marçal em Salvador. Repare, enquanto ele se apresentava, a coroa falando na platéia. Preste atenção na legenda. Vídeo: canal Yuri Marçal https://t.co/86YHIWor8U
— Danzinho (@eudanzinho) November 3, 2026
Nomes aliados do senador Rogério Marinho (PL), líder da oposição no Senado Federal, articulam apoio de parlamentares de pelo menos sete partidos para viabilizar sua candidatura à presidência da Casa em 2027. A movimentação busca impedir que o atual presidente, Davi Alcolumbre (União), permaneça no comando do Legislativo por mais um mandato.
A candidatura de Marinho será lançada oficialmente nesta quarta-feira (4) pelo Partido Liberal, que contará com o apoio formal do Novo. Apesar de não terem o respaldo oficial de outras legendas, os aliados do senador apostam em dissidências nas bancadas para alcançar o número mínimo de 41 votos necessários para vencer a disputa.
Para chegar ao resultado, a estratégia prevê o comprometimento integral dos parlamentares do PL, que terá 29 representantes na próxima legislatura, e dos três senadores do Novo. A partir dessa base, o grupo pretende conquistar votos de outras siglas. Nas projeções dos aliados de Marinho, a articulação pode atrair quatro votos do Republicanos, dois do Progressistas (PP), além de um parlamentar de cada uma das seguintes legendas: Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Podemos e Partido Social Democrático (PSD).
Segundo bastidores revelados pela CNN, a estratégia, no entanto, enfrenta um obstáculo: a votação para a presidência do Senado é secreta, o que permite que parlamentares mudem de posição sem revelar publicamente seus votos. A federação União Progressista, formada pelo União Brasil e pelo PP, já declarou apoio à reeleição de Alcolumbre.
Integrantes do PL têm pressionado senadores a declararem publicamente apoio a Rogério Marinho. A exposição dos posicionamentos é vista como uma forma de aumentar a pressão sobre Alcolumbre e reduzir a margem de articulação do atual presidente. Nas projeções do grupo ligado ao senador do União Brasil, porém, ele também pode receber votos de integrantes do próprio PL.
O humorista Antonio Tabet, em sua conta no X (antigo Twitter), fez críticas a um “nepobaby babaca”, que supostamente se beneficiaria da fama de outras pessoas. Embora Tabet não tenha mencionado nomes, a publicação foi associada a João Vicente de Castro, que se posicionou a favor de Marina Ruy Barbosa durante sua briga pública com antigas amigas, que tinham opiniões políticas divergentes das suas.
“Apareceu o nepobaby babaca! Ficou pianinho durante a eleição para não ofender a “panelinha” dos amigos do Vorcaro, mas ele não perde a chance de tentar aparecer de carona na fama de alguém. Hipócrita, metido a desconstruído e é o sujeito mais escroto e preconceituoso que conheci. Um inútil que nunca fez NADA sozinho e só ‘vingou’ na vida graças aos que se pendura ou bajula”, afirmou Tabet.
Apareceu o nepobaby babaca! Ficou pianinho durante a eleição para não ofender a “panelinha” dos amigos do Vorcaro, mas ele não perde a chance de tentar aparecer de carona na fama de alguém. Hipócrita, metido a desconstruído e é o sujeito mais escroto e preconceituoso que conheci. Um inútil que nunca fez NADA sozinho e só “vingou” na vida graças aos que se pendura ou bajula.
— Antonio Tabet (@antoniotabet) November 3, 2026
João Vicente havia defendido Ruy Barbosa em uma publicação em seu Instagram, afirmando que a atriz estaria sofrendo uma tentativa de cancelamento, além de ser vítima de um “ataque coordenado puxado por algumas mulheres que discordam dela politicamente”. Antonio Tabet e João Vicente de Castro são ex-sócios e fundadores do canal de humor Porta dos Fundos, criado em 2012 junto com Fábio Porchat, Gregório Duvivier e Ian SBF. Eles trabalharam e construíram uma relação profissional por mais de uma década, até que Tabet deixou o quadro societário do grupo em março de 2025.
A situação central envolve o afastamento entre Marina Ruy Barbosa e Luma Costa, que ganhou repercussão após as duas deixarem de se seguir nas redes sociais. As atrizes se conhecem desde 2004, quando trabalharam na novela "Começar de Novo", da TV Globo.
Rumores apontam que um dos fatores para o rompimento entre as duas seria a presença de Luma no casamento de Eliza Zarzur e Alexandre Negrão, ex-marido de Marina. Na época da cerimônia, Marina e Luma já estariam afastadas, porém a participação da influenciadora na celebração teria desgastado ainda mais a relação, contribuindo para o término definitivo da relação.
A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) registrou quórum de maioria absoluta durante as sessões deliberativas dedicadas à apreciação de pautas prioritárias da Casa. Entre as matérias aprovadas pelos parlamentares, destaca-se o projeto de lei relativo ao Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), voltado à adequação e ao ajuste do regimento interno do Poder Legislativo. Na mesma sessão, o plenário aprovou um pacote de propostas apresentadas pelos próprios deputados estaduais presentes. No total, foram validados sete projetos de resolução e 19 projetos de declaração de utilidade pública.
De acordo com a deputada Ivana Bastos, a votação expressiva demonstra o compromisso dos parlamentares com a pauta legislativa. "Votamos hoje na Casa, tivemos maioria absoluta para o projeto do Tribunal de Contas do Estado, que faz uma adequação e um ajuste ao nosso regimento. Também aprovamos 7 projetos de resolução de deputados que estavam em plenário e 19 projetos de utilidade pública", disse.
Em reunião realizada com o Colegiado de Líderes, que contou com a participação de representantes de todas as bancadas partidárias, a liderança da Casa alinhou o planejamento para o encerramento dos trabalhos legislativos do exercício. A meta é concluir as votações em plenário entre os dias 15 e 16 de dezembro, antecedendo a diplomação dos eleitos, agendada para o dia 17 do mesmo mês.
"Hoje pela manhã, tivemos uma reunião do Colegiado de Líderes, com a presença de todos os líderes partidários, para fechar o calendário deste ano. Nossa intenção é encerrar os trabalhos entre os dias 15 e 16 de dezembro, já que no dia 17 teremos a diplomação de todos os deputados", explica a parlamentar.
Paralelamente, o cronograma orçamentário do Legislativo estadual segue com prazo aberto até o dia 18 para a apresentação de emendas à Lei Orçamentária Anual (LOA). A orientação da Casa é dar celeridade ao processo, priorizando a votação de propostas dos deputados que já contam com parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
"Até o dia 18, as emendas ao orçamento da Casa estão abertas para que possamos adiantar o máximo possível. A ideia é trazer ao plenário, nesse período, os projetos dos deputados que já foram aprovados pela CCJ. Decidimos isso no colegiado e vamos nos reunir com cada bancada para alinhar essa decisão", pontua a deputada.
Para dar continuidade ao alinhamento operacional e garantir a fluidez dos trabalhos, a Mesa Diretora reúne-se nesta quarta-feira. O objetivo do encontro é definir o fluxo de trabalho até meados de dezembro e assegurar o pleno funcionamento das sessões ordinárias com quórum regimental. "Amanhã teremos uma reunião da Mesa Diretora para fazer todos esses ajustes. Queremos garantir o funcionamento da Casa todas as semanas com quórum garantido, sem problemas, para que possamos entregar os resultados que a sociedade baiana aguarda de nós", conclui a presidente Ivana Bastos.
O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), anunciou que vai iniciar um movimento para pedir à Justiça Eleitoral a realização de um segundo turno na eleição para o governo do estado. As declarações foram feitas a partir de um vídeo publicado no instagram, nesta terça-feira (3).
Paes afirmou que a população fluminense tem direito de decidir a disputa em uma nova votação e voltou a contestar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que declarou Douglas Ruas eleito no primeiro turno, após anular os votos do ex-governador Anthony Garotinho.
Essa é a primeira vez que Paes se manifesta sobre a campanha pelo segundo turno, que vinha sendo mobilizada por seus apoiadores. O ex-prefeito afirmou que decidiu se pronunciar após a eleição presidencial, para não interferir no processo de votação nacional.
“Chegou a hora de falar sobre o 2° turno no Rio de Janeiro. Faz pouco mais de uma semana que o Brasil escolheu seu presidente e muita gente me perguntou porque eu fiquei em silêncio sobre a eleição aqui do Rio desde a decisão do Tribunal Superior Eleitoral. A resposta é simples: entendi que o país precisava votar com tranquilidade e foi isso que aconteceu”, declarou.
Paes também afirmou que, desde o início da campanha, havia denunciado que Garotinho estava com os direitos políticos cassados e não poderia votar nem ser candidato. Segundo ele, a decisão dos eleitores no primeiro turno foi por uma segunda etapa da disputa.
“Ao longo das últimas semanas vi muitas manifestações de muitos setores da sociedade fluminense exigindo a realização de 2° turno aqui. Hoje eu reinicio junto com vocês essa luta. [...] A decisão da população no 1° turno não foi para eleger qualquer candidato, foi para ter 2° turno. É isso que o PSD pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF)”, disse.
O vídeo acumula mais de 100 mil curtidas e mais de 14 mil comentários, limitados pelo perfil.
CONFIRA:
“Não se trata aqui de uma peleja ideológica ou retórica, e sim de uma representação institucional da Casa". É com esse tom que o vereador Alexandre Aleluia (Novo) avalia o cenário que o aproxima do comando da Câmara Municipal de Salvador (CMS) para o próximo biênio.
Ao celebrar a adesão de novos parlamentares à sua candidatura, o vereador minimizou as diferenças políticas em prol da independência do Legislativo. "A existência [da Câmara] precede, várias ideologias são novas. Então a gente tem que levar em conta que está em um patamar muito superior a uma disputa ideológica ou partidária", afirmou Aleluia.
O candidato comemorou publicamente a chegada de um bloco de apoio formado por Podemos, MDB e PSD, que conta com quatro vereadores, e fez um aceno para que o restante da oposição siga o mesmo caminho. A consolidação da aliança o faz projetar até 39 dos 43 votos possíveis. "Certinho de unanimidade? Está perto, né? Isso me dá uma posição de felicidade. Mostra que os vereadores estão pensando não em disputa partidária ou ideológica, e sim em uma representação da instituição Câmara", declarou.
LEGADO DA ATUAL GESTÃO
Durante sua fala, Aleluia fez questão de exaltar o atual presidente da CMS, Carlos Muniz, cujo respaldo classificou como "uma honra muito grande". Para o candidato do Novo, o atual gestor demonstrou uma "visão muito republicana e democrática" e deixará sua marca na Casa. "A Câmara continuou com seu protagonismo defendido, sua independência mantida", pontuou.
BASTIDORES DOS APOIOS
O discurso de autonomia institucional feito por Aleluia reflete os compromissos firmados para garantir os 37 votos já declarados. Para atrair os opositores — como Randerson Leal (Podemos), João Cláudio Bacelar (Podemos), Carlos Kleber (PSD) e David Rios (MDB) —, além de Débora Santana (PSDB), o candidato sinalizou positivamente a uma pauta de reivindicações.
O acordo inclui a garantia de independência do Legislativo em relação ao Executivo (Palácio Thomé de Souza), o cumprimento rigoroso do Regimento Interno, o respeito à proporcionalidade nas comissões permanentes e a regulamentação das emendas parlamentares. A eleição ainda não tem data prevista para ocorrer.
A partir dessa terça-feira (3), a Justiça Eleitoral retomará o atendimento completo do cadastro eleitoral em todo o país. Com a reabertura do sistema, eleitoras e eleitores poderão voltar a solicitar o primeiro título de eleitor, realizar a transferência de domicílio eleitoral, atualizar dados cadastrais e regularizar a situação eleitoral tanto pela internet quanto presencialmente nas unidades de atendimento.
A reabertura ocorre após o período de fechamento do cadastro eleitoral para as Eleições de 2026. Conforme a Resolução TSE nº 23.750/2026, o recebimento de solicitações de alistamento, transferência e revisão eleitoral foi suspenso em 7 de maio de 2026 para garantir a organização e a segurança das etapas preparatórias do processo eleitoral.
Com a retomada dos serviços, o atendimento voltará a ser realizado nos cartórios eleitorais, centrais e postos da Justiça Eleitoral, além do serviço de autoatendimento disponível no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Com a reabertura do cadastro, a população poderá solicitar os seguintes serviços:
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Primeiro título (alistamento eleitoral): para quem ainda não possui inscrição eleitoral;
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Transferência de domicílio eleitoral: permite solicitar a mudança do município em que a eleitora ou o eleitor vota, desde que atendidos os requisitos legais;
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Revisão de dados cadastrais: possibilita atualizar informações pessoais, corrigir dados e solicitar alterações permitidas pela legislação eleitoral;
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Regularização da situação eleitoral: permite solicitar a regularização de inscrições canceladas, conforme cada situação.
Os serviços poderão ser solicitados presencialmente nos cartórios e demais unidades de atendimento da Justiça Eleitoral ou pela internet, por meio do Autoatendimento Eleitoral
Os serviços poderão ser acessados por meio do Autoatendimento Eleitoral, disponível nos portais da Justiça Eleitoral. Pela plataforma, o eleitor ou a eleitora poderá preencher o requerimento eletrônico e acompanhar a análise do pedido sem precisar comparecer presencialmente, salvo nos casos em que houver exigência específica.
Além disso, o aplicativo e-Título continuará disponível para consulta de informações eleitorais e acesso ao título digital.
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O governo do presidente norte-americano Donald Trump não demonstra intenção de respaldar as declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre assumir a liderança política do Brasil. A avaliação foi divulgada pela agência Reuters neste sábado (31), com base em informações de pessoas familiarizadas com as discussões na administração dos Estados Unidos.
De acordo com os relatos, autoridades americanas não pretendem assumir publicamente uma posição favorável ao parlamentar, apesar de terem contribuído para viabilizar sua entrada no território norte-americano. A preocupação seria evitar um novo desgaste diplomático com o governo brasileiro.
A movimentação de Flávio ocorre após sua derrota na disputa presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Depois do resultado das urnas, o senador divulgou um documento no qual reivindicava o posto de “verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Posteriormente, alterou o discurso e passou a se apresentar como “líder do Brasil”.
Ainda conforme a Reuters, a postura da Casa Branca não representa uma decisão definitiva de Trump, que poderia rever sua posição. No momento, entretanto, o presidente americano estaria pouco disposto a criar novos atritos nas relações entre os dois países.
O senador chegou a Miami na quarta-feira (28), depois de deixar o Brasil, e tem planos de seguir para Washington nos próximos dias. A viagem à capital americana teria como objetivo estabelecer conversas diretamente com representantes da administração Trump.
Em uma transmissão pelas redes sociais, Flávio afirmou que decidiu sair do país por temer novas providências judiciais contra ele. Depois da eleição, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), havia determinado a retenção dos documentos de viagem do parlamentar.
Na mesma transmissão, o senador também sinalizou que poderá voltar a disputar o comando do Executivo federal. Flávio mencionou a possibilidade de uma nova candidatura em um prazo inferior ao calendário eleitoral de 2030 e vinculou essa hipótese a uma eventual crise econômica durante o próximo governo Lula.
O parlamentar, contudo, não apresentou detalhes sobre como essa situação poderia resultar na convocação de uma nova eleição presidencial. “Qualquer coisa que aconteça, eu vou estar aqui pronto, inclusive, se for preciso, para disputar a Presidência da República de novo. (...) Eu não tô falando de 2030, não. Eu tô falando de antes disso”, alega.
A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) defendeu que os votos do Avante sejam somados aos da Federação Renovação Solidária, formada por Solidariedade e PRD, para o cálculo da cláusula de barreira da eleição deste ano. O Avante pediu para entrar na federação depois do pleito.
Se a Justiça Eleitoral aceitar o parecer, o grupo passa a cumprir a regra de desempenho mínimo e garante acesso a recursos públicos e a tempo de propaganda no rádio e na TV.
No parecer, o vice-procurador-geral Eleitoral Alexandre Espinosa Bravo Barbosa afirma que os partidos manifestaram de forma clara a vontade de se unir e que não há, a princípio, impedimento para a nova composição. Ele faz uma ressalva: como o Avante disputou a eleição separado da federação, os votos não podem ser somados para o cálculo do quociente eleitoral, número que define quantas cadeiras cada partido conquista. “Não há veto, porém, para que a soma dos votos obtidos pelos partidos federados possa ser considerada para atingimento da cláusula de desempenho”, escreveu.
A PGE também argumenta que o fato de nenhum outro partido ter contestado o pedido “depõe em favor da tese” da federação. O parecer cita ainda uma decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, que aceitou um pedido da federação Rede-PSOL e adotou o arredondamento de votos no cálculo da cláusula de barreira.
A cláusula de barreira define quais partidos têm acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de propaganda no rádio e na TV. Em 2026, para cumprir a regra, cada legenda ou federação precisou eleger pelo menos 13 deputados federais em ao menos nove estados ou alcançar 2,5% dos votos válidos para deputado federal no país, com pelo menos 1,5% em cada um de, no mínimo, nove estados.
Apenas alguns dias depois do segundo turno das eleições 2026, tornou-se mais acirrada a disputa pelas presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, cuja eleição se dará no início de fevereiro de 2027. E enquanto Hugo Motta (Republicanos-PB) já conquistou apoios suficientes para garantir sua permanência na cadeira, no Senado, a reeleição de Davi Alcolumbre (União-AP) ainda enfrenta cenário totalmente incerto.
O PL, partido do candidato a presidente Flávio Bolsonaro, deve lançar na próxima semana o senador Rogério Marinho (RN) como candidato a presidente. E mesmo com o PL provavelmente fechando questão em torno do nome do coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, Alcolumbre ainda busca adesões no partido bolsonarista, contando com o voto secreto para promover traições na cúpula oposicionista.
O terceiro nome que corre por fora é o da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que apesar de estar sendo assediada tanto por Marinho quanto por Alcolumbre, segue mantendo sua disposição de concorrer à eleição no Senado.
A senadora, horas depois da confirmação de que Flávio Bolsonaro havia viajado para os Estados Unidos, divulgou uma nota na qual reafirmou sua intenção de disputar a presidência e sinalizou disposição para dar andamento a pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
A manifestação de Tereza Cristina representa um movimento de confronto direto à candidatura de Davi Alcolumbre, que, nesta semana, esteve reunido com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e recebeu o apoio do Palácio do Planalto para tentar permanecer no comando do Senado e do Congresso Nacional.
Alcolumbre já indicou que não pretende avançar com processos de afastamento de integrantes do STF. Já Tereza Cristina defendeu que a escolha da nova direção do Senado leve em consideração a composição política resultante das eleições e a vontade dos parlamentares que assumirão seus mandatos.
“Mal saímos da eleição e vimos nosso candidato Flávio Bolsonaro ser abordado na rua depois de visitar o pai por policiais. Será que o Judiciário renovará neste quarto mandato a perseguição política contra adversários do atual governo?”, questionou a senadora.
A declaração da senadora do PP foi divulgada depois que o ministro Alexandre de Moraes determinou que Flávio entregasse seus passaportes à Polícia Federal (PF). O episódio passou a ser utilizado por aliados do candidato a presidente como argumento para criticar a atuação do Judiciário e defender mudanças na condução política do Senado.
Apesar de sua disposição em manter sua candidatura, o partido da senadora, o PP, já anunciou apoio a Alcolumbre. Lideranças e dirigentes do partido afirmam, reservadamente, que Alcolumbre pode oferecer à senadora uma composição, para que ela seja vice-presidente de 2027 a 2029, e receba apoio para concorrer ao cargo em fevereiro de 2029.
Como Davi Alcolumbre não poderá se reeleger em 2029, o senador, nesta composição, apoiaria Tereza Cristina para o cargo de presidente na eleição seguinte. Não se sabe, entretanto, se a bancada governista no Senado apoiaria esse arranjo.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado na eleição presidencial do último domingo (25), teria contado com apoio de integrantes do governo de Donald Trump para viajar aos Estados Unidos. Segundo informações publicadas pelo The New York Times, a aeronave particular utilizada pelo parlamentar e seus familiares foi organizada por Jason Miller, integrante da equipe de comunicação da Casa Branca.
De acordo com o jornal americano, Flávio deixou a Argentina na noite de terça-feira (27), fez uma parada no Equador para reabastecer e, posteriormente, seguiu para Miami, na Flórida.
A viagem teria sido planejada após o senador receber a informação de que deveria entregar seus passaportes. A determinação foi estabelecida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como medida cautelar. Conforme a publicação, Eduardo Bolsonaro entrou em contato com Miller depois que o irmão foi notificado sobre a entrega dos documentos.
Uma fonte do governo americano ouvida pelo The New York Times afirmou que Flávio deverá solicitar residência permanente nos Estados Unidos, por meio do chamado green card. O mesmo interlocutor indicou que o processo poderia tramitar rapidamente, seguindo procedimento semelhante ao concedido a Eduardo Bolsonaro.
Referência da direita brasileira na área da segurança pública, o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, parebenizou a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas no último domingo. Ele se junta a outras lideranças internacionais que reconheceram o resultado das eleições brasileiras de 2026.
Na mensagem, obtida pela CNN, Bukele diz reiterar "a disposição da República de El Salvador de continuar fortalecendo as relações de amizade e cooperação entre nossos países, com base no respeito mútuo e no interesse comum de promover o bem-estar de nossos povos". Segundo Bukele, a mensagem é enviada "em nome do povo e do Governo da República de El Salvador, de minha esposa Gabriela e em meu próprio nome".
Na mensagem, obtida pela CNN, Bukele diz reiterar "a disposição da República de El Salvador de continuar fortalecendo as relações de amizade e cooperação entre nossos países, com base no respeito mútuo e no interesse comum de promover o bem-estar de nossos povos". Segundo Bukele, a mensagem é enviada "em nome do povo e do Governo da República de El Salvador, de minha esposa Gabriela e em meu próprio nome".
As políticas linha-dura de Bukele para o combate ao crime foram citadas mais de uma vez ao longo do pleito por candidatos da direita, como Flávio Bolsonaro (PL) e Renan Santos (Missão). Em agosto, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro chegou a se encontrar com o ministro da Justiça de El Salvador, Gustavo Villatoro, em um hotel de São Paulo.
Já em meados de outubro, antes do segundo turno, Flávio chegou a dizer em um evento que "El Salvador é pouco" se comparado ao que gostaria de fazer, caso eleito.
"Já tenho trocado umas ideias com o (senador eleito Guilherme) Derrite, porque eu estou achando que El Salvador é pouco. Vou fazer mais de meio milhão de vagas em presídios para prender estuprador. E abusador de mulher e criança vai sofrer castração química e vai ficar preso muito mais tempo. Ladrão de celular, a gente vai mudar a lei no Congresso, vai ser no mínimo oito anos de cadeia. Vai ficar preso e vai ser obrigado a trabalhar para dar valor a como é difícil comprar um celular" disse o candidato.
O governo dos Estados Unidos pediu ao senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições presidenciais por 4,4 mi de votos, que Flávio retirasse de uma carta divulgada por ele as expressões “verdadeiro presidente do Brasil” e “presidente eleito”. Integrantes do Departamento de Estado alegaram que isso poderia ser interpretado como um rompimento diplomático com o governo brasileiro.
Segundo informações publicadas pelo blog do jornalista Valdo Cruz, da GloboNews, nesta quinta-feira (29), o uso dos termos poderia sugerir que o governo norte-americano reconhecia o parlamentar como vencedor do pleito. De acordo com diplomatas ouvidos, a mudança ocorreu após o governo do presidente Donald Trump tomar conhecimento do conteúdo da primeira versão do documento.
Apesar de críticas ao processo eleitoral do Brasil, Trump tem mantido interlocução com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, segundo o relato, não pretende reconhecer Flávio como presidente eleito. Aliados do senador afirmaram que a alteração foi apenas um ajuste no texto. A informação sobre a solicitação do governo norte-americano também foi divulgada pela colunista Mariana Sanches, do UOL, e confirmada por diplomatas ouvidos pela GloboNews.
Na primeira versão da carta, publicada na quarta-feira (28), Flávio se apresentou como o “verdadeiro presidente do Brasil” e “presidente eleito”. No documento, ele também contestou o resultado do segundo turno e alegou, sem apresentar provas, que houve fraude na eleição.
Pouco depois, o senador apagou a publicação e divulgou uma nova versão, na qual substituiu as expressões por “líder do Brasil” e “líder”. Na carta revisada, Flávio agradeceu a Trump e ao presidente da Argentina, Javier Milei, e afirmou estar nos Estados Unidos com a família e em segurança. Ele também negou ter fugido do Brasil, disse ser alvo de perseguição política e declarou que passaria a liderar a oposição a partir do território norte-americano.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta quarta-feira (28) que pretende discutir e tentar votar ainda neste ano uma PEC para instituir o voto distrital misto no Brasil. A alteração substituiria o atual sistema proporcional de lista aberta por outro que combina a escolha individual de representantes de regiões geográficas com a distribuição de cadeiras entre os partidos.
Motta apresentou um calendário para a implantação do novo sistema. "A ideia aqui tratada e decidida na manhã de hoje vai no seguinte sentido: de podermos buscar a efetivação desse sistema eleitoral no voto distrital misto para o ano de 2034 e, até lá, construirmos uma transição para esse modelo", declarou.
A mudança alcançaria as eleições para a Câmara dos Deputados, as assembleias legislativas, a Câmara Legislativa do Distrito Federal e as câmaras municipais. As regras para presidente da República, governadores, prefeitos e senadores permaneceriam inalteradas.
As regras a serem adotadas para o distrital misto no Brasil ainda serão debatidas durante a elaboração da proposta. O modelo é bastante conhecido na política mundial e citado como forma de chegar ao "meio termo" entre parlamentos voltados à representação de bandeiras partidárias e aqueles que buscam priorizar o fortalecimento de bases regionais.
MODELO ATUAL: VOTO PROPORCIONAL
O Brasil utiliza o sistema proporcional de lista aberta para eleger deputados e vereadores. Nele, os votos recebidos pelos candidatos de cada partido ou federação são somados aos votos dados diretamente às legendas. O resultado determina quantas cadeiras cada agrupamento político terá direito a ocupar, enquanto a votação individual define quais candidatos assumirão essas vagas.
A distribuição começa pelo cálculo do quociente eleitoral, obtido pela divisão dos votos válidos pelo número de cadeiras em disputa. O total recebido por cada partido ou federação determina sua participação nessa divisão, com regras adicionais para a distribuição das vagas restantes.
Além do Brasil, países como Finlândia, Chile, Portugal e Polônia utilizam variantes desse sistema. Alguns optam pelo modelo de lista fechada, no qual não há votação em candidatos, mas sim em partidos, com uma relação predefinida para a ordem de prioridade dos futuros ocupantes das cadeiras.
A principal característica do sistema proporcional é a facilidade para eleger representantes de diferentes correntes políticas. Ao mesmo tempo, a possibilidade de reunir votos de vários candidatos favorece aqueles com expressiva visibilidade pessoal, os chamados "puxadores de votos", capazes de contribuir para a eleição de colegas da mesma legenda, nem sempre conhecidos pelo eleitor.
O formato também facilita o acesso de partidos menores ao Parlamento, o que, por um lado, fortalece o pluralismo de ideias e, por outro, dificulta a formação de maiorias e a tomada de decisões colegiadas.
O QUE É VOTO DISTRITAL
O modelo proporcional tem como principal contraponto o sistema distrital puro. Nele, o território é dividido em regiões geográficas menores, chamadas distritos eleitorais. Cada uma delas elege apenas um representante, escolhido diretamente pelos moradores daquela área. Em sua forma mais comum, vence o candidato mais votado, independentemente da soma de votos obtida por seu partido em outras regiões.
Alguns países, como os Estados Unidos, adotam o sistema em turno único. Outros, como a França, realizam dois turnos quando nenhum candidato alcança 50% dos votos locais.
Esse formato dá maior peso ao desempenho individual dos candidatos e estabelece uma área geográfica específica para cada parlamentar. Seu ponto forte é permitir que o eleitor identifique o representante responsável por seu distrito, facilitando o acompanhamento e a cobrança por sua atuação.
O voto distrital é utilizado nas eleições legislativas dos Estados Unidos, do Reino Unido, do Canadá e da Índia. No Parlamento, ele favorece siglas capazes de vencer disputas locais, concentrando a distribuição das cadeiras nas legendas com maior força eleitoral em cada território. Partidos com votação expressiva em escala nacional podem conquistar poucas vagas caso seus eleitores estejam espalhados por diferentes distritos ou quando há tendência local ao voto útil.
DISTRITAL MISTO: MEIO TERMO
O voto distrital misto combina os dois sistemas. Em sua configuração mais conhecida, o eleitor dispõe de dois votos: um para escolher o candidato que representará seu distrito e outro para escolher o partido de sua preferência. Parte dos parlamentares chega ao Legislativo pela disputa territorial, enquanto os demais são escolhidos por listas partidárias, geralmente organizadas previamente pelas legendas.
Esse modelo é adotado em diferentes formatos ao redor do mundo, como na Alemanha, Nova Zelândia e Japão. Em alguns países, os dois sistemas operam de forma independente, com cadeiras separadas para os eleitos por voto distrital e para os escolhidos pelo proporcional. Em outros, há vinculação entre ambos, com a vitória do candidato de um distrito condicionada ao número de vagas conquistadas pela legenda.
A combinação procura preservar a representação das diferentes correntes políticas e permitir que parte dos parlamentares tenha vínculo eleitoral direto com suas regiões.
Os efeitos sobre a composição do Parlamento dependem das regras escolhidas. Sistemas com compensação proporcional tendem a preservar o espaço dos partidos menores direcionados ao debate ideológico, enquanto modelos de distribuição independente podem favorecer legendas maiores especializadas em representação regional.
O debate em torno da adoção do sistema distrital misto não começou agora. Desde 2017, tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei 9212/2017, do ex-senador José Serra, que trata exatamente da implementação do modelo. O atual relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) é o deputado Domingos Neto (PSD-CE).
O Ministério Público Eleitoral entrou com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA), nesta segunda-feira (26), contra o governador eleito do Pará, Daniel Barbosa Santos, a deputada federal reeleita Alessandra Haber Carvalho Santos e o deputado estadual eleito Alexandre Cesar Santos Gomes. A ação aponta abuso de poder econômico e político.
Para o MP Eleitoral, os três usaram o projeto "Olhar Cidadão" para se promover politicamente e ganhar vantagem nas Eleições 2026. O projeto oferecia de graça consultas oftalmológicas, exames de vista e óculos de grau a pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Em dezembro de 2025, quando os eventos ocorreram, Daniel Santos era prefeito de Ananindeua e pré-candidato ao governo do estado. Alessandra Haber é deputada federal e era pré-candidata à reeleição. Alexandre Gomes é vereador em Ananindeua e era pré-candidato a deputado estadual.
A ação foi assinada pelo procurador regional eleitoral no Pará, Bruno Araújo Soares Valente. Ela resulta de procedimento aberto para apurar a origem dos recursos e a legalidade das atividades do projeto.
De acordo com o MP Eleitoral, os atendimentos de saúde foram ligados de forma direta e chamativa à imagem, às cores partidárias e aos nomes dos três investigados. A divulgação usava vans totalmente adesivadas, banners grandes e publicações nas redes sociais.
Os eventos não foram casos isolados. A ação descreve uma estrutura itinerante que passou por vários municípios paraenses:
• Ananindeua, no conjunto residencial Júlia Seffer, em 3 de dezembro de 2025;
• Tucuruí, em 5 de dezembro de 2025;
• Breu Branco, em 6 de dezembro de 2025;
• Jacundá, em 7 de dezembro de 2025;
• Viseu, nas localidades de Curupati e Fernandes Belo, em 12 de dezembro de 2025.
As ações em Jacundá, Viseu, Tucuruí e Breu Branco já tinham sido levadas à Justiça Eleitoral em representações anteriores. Nesses processos, o TRE-PA reconheceu o caráter eleitoreiro do projeto. O tribunal destacou o "efeito outdoor" causado pelos veículos adesivados e pelas peças publicitárias, que promoviam as pré-candidaturas fora do prazo permitido.
As provas digitais reunidas nesses processos mostraram ainda o evento no conjunto Júlia Seffer, em Ananindeua. Lá, mais de 100 óculos de grau foram entregues em caixas personalizadas com o rosto dos investigados. Para o procurador regional eleitoral, esse detalhe "esvazia qualquer pretexto de filantropia legítima e confirma o desvio de finalidade eleitoreiro".
Dinheiro sem origem comprovada
Durante a investigação, o MP Eleitoral pediu formalmente aos investigados que informassem de onde veio o dinheiro, qual era a base legal do projeto, a contabilidade dos gastos, quantos municípios foram atendidos e quantas pessoas foram beneficiadas.
Segundo a ação, os investigados disseram apenas, de forma genérica, que o projeto era pago com doações privadas. Não apresentaram nenhuma comprovação.
Para o MP Eleitoral, a falta de transparência não elimina a irregularidade. Se o dinheiro foi privado, há abuso de poder econômico, porque recursos foram usados para atrair o voto de eleitores carentes. Se o dinheiro ou a estrutura foram públicos, há também abuso de poder político e desvio de finalidade administrativa. Se a origem continuar oculta, ficará evidente que os recursos circularam fora do controle da Justiça Eleitoral.
O MP Eleitoral também lembra que, para a Justiça Eleitoral reconhecer abuso de poder, não é preciso provar que o ato mudou o resultado da eleição. Basta comprovar a gravidade das circunstâncias, como prevê a Lei Complementar nº 64/1990. A ação cita ainda o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): condutas praticadas antes do período eleitoral, inclusive no ano anterior à eleição, podem configurar abuso de poder.
Pedidos da ação
O MP Eleitoral pede à Justiça Eleitoral:
- que determine a suspensão imediata de novos eventos, etapas ou distribuições de bens e serviços do "Olhar Cidadão" ligados à imagem dos investigados, com multa de R$ 100 mil por evento realizado, além da possível configuração de crime de desobediência;
- que os investigados apresentem em até 5 dias toda a movimentação financeira, os extratos bancários, a lista de doadores e a contabilidade do projeto;
- quebra do sigilo bancário dos investigados, caso os dados não sejam apresentados ou estejam incompletos;
- uso, como prova, do material reunido nas representações sobre Jacundá, Viseu, Tucuruí e Breu Branco;
- no julgamento final, o reconhecimento do abuso de poder econômico e político;
- inelegibilidade dos três investigados por oito anos; e
- cassação do registro ou do diploma que eles venham a obter nas Eleições 2026.
Os investigados serão citados e poderão apresentar defesa no prazo legal.
A influenciadora e apresentadora Thayse Teixeira foi desligada do SBT após questionar o resultado das eleições presidenciais que teve o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o escolhido pela população através das urnas eletrônicas.
Por meio de comunicado, a emissora não falou sobre a motivação do desligamento, mas agradeceu o período que Thayse colaborou com o SBT, entre as participações no Fofocalizando e no quadro 'Dez ou Mil', do Programa do Ratinho.
"São Paulo, 28 de outubro de 2026 – O SBT informa o encerramento do contrato com Thayse Teixeira. Durante sua trajetória na emissora, a apresentadora integrou o time de apresentadores do Fofocalizando e participou do quadro “Dez ou Mil”, do Programa do Ratinho. O SBT agradece à apresentadora pelo período em que esteve na emissora, reforça seu respeito por sua trajetória profissional e deseja sucesso em seus próximos projetos."
Demitiram a Thayse Teixeira do SBT só porque ela defendeu a saída do Flávio Bolsonaro e questionou a prorrogação do horário de votação. Cadê a democracia que vocês dizem defender, @SBT??? https://t.co/9kxhvPV5Qg
— Thais (@thaispsic) October 28, 2026
De acordo com a colunista Fábia Oliveira, o episódio envolvendo Thayse na terça-feira (27), na qual a influenciadora questionou o resultado das urnas, teve impacto na decisão da emissora.
Na ocasião, Thayse sugeriu uma possível fraude eleitoral ao questionar a prorrogação do horário de votação. Os colegas de programa da influenciadora ficaram visivelmente desconfortáveis, e chegaram a tentar contornar a situação, informando aos telespectadores que os votos registrados após as 17h foram insuficientes para alterar o resultado.
“Tanta coisa já foi injusta e completamente discrepante, desde a hora que começou até o final”, declarou a apresentadora.
Segundo Fábia Oliveira, a justificativa apresentada pela emissora durante uma reunião foi um “corte de custos”.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou nesta quarta-feira (28) que as eleições de 2026 “transcorreram dentro da mais absoluta normalidade” e que a Justiça Eleitoral entregou um pleito seguro.
Em nota, o ministro reconheceu que houve instabilidade na reta final da votação, mas disse que as medidas adotadas pelo tribunal permitiram concluir a apuração. Ele também informou que todos os questionamentos apresentados dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos.
Kassio não detalhou que instabilidade foi essa nem quais questionamentos chegaram ao tribunal. No texto, o ministro destacou o compromisso da Justiça Eleitoral com “a vontade soberana do eleitorado” e classificou a disputa como “as eleições mais inclusivas da história da República brasileira”.
Leia a íntegra da nota:
“Ressalto o compromisso de toda a Justiça Eleitoral com a vontade soberana do eleitorado, que foi às urnas e legitimamente escolheu seus representantes.
No último domingo (25), foram realizadas as eleições mais inclusivas da história da República brasileira. Mesmo diante da instabilidade na reta final de votação, graças às medidas adotadas e à competência dos técnicos do Tribunal, foi possível avançar com a apuração e entregar um pleito com segurança.
Informo que todos os questionamentos feitos dentro do devido processo legal serão analisados e respondidos.
Com empenho de servidores públicos de todo o país, dos mesários, das forças de segurança e dos demais atores envolvidos, as Eleições 2026 transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais.
Ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, evitou comentar nesta quarta-feira (28) a carta em que o senador Flávio Bolsonaro (PL) se apresenta como o “verdadeiro presidente do Brasil”. Questionado por um jornalista sobre a declaração, Trump disse que não pretende se envolver no assunto, mas voltou a colocar em dúvida o processo eleitoral brasileiro.
“Não vou comentar isso. Nós demos a ele uma autorização para entrar no país. Mas não vou me envolver”, afirmou o republicano. Na mesma ocasião, Trump classificou as eleições no Brasil como “muito estranhas”.
A carta de Flávio Bolsonaro foi divulgada mais cedo, em uma rede social. No texto, o senador afirma ser o “verdadeiro presidente do Brasil”.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) vai investigar o deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) por suposta prática de discriminação, incitação à hostilidade e discurso de ódio por meio de um inquérito civil instaurado nesta segunda-feira (26), com base em declarações feitas por ele no início de outubro, quando afirmou em uma entrevista para a rádio Jovem Pan que colocaria minorias "no devido lugar".
O inquérito pede que seja analisado o contexto das falas, a identificação dos grupos a quem ele se referia e a verificação de eventual responsabilização civil eleitoral ou penal. Para o MP-SP, apesar da análise da íntegra da entrevista, as declarações permanecem dúbias e podem caracterizar discurso de ódio contra grupos sociais, podendo resultar em eventual responsabilização civil, eleitoral ou penal. As informações são da Agência Brasil.
Durante a entrevista, em 6 de outubro, Lucas disse que esperava exatamente que as pessoas estivessem insatisfeitas com a votação de Eduarda Campopiano que foi eleita com o maior número de votos do estado de São Paulo para deputada estadual, e que também esperava que os eleitores estivessem preocupados com seu próprio número de votos para deputado federal.
“Porque realmente nós somos uma ameaça para vocês. Realmente nós temos uma bancada agora forte para enfrentar a ideologia hegemônica de vocês. Vocês são a minoria, e, como minoria, a gente vai colocar vocês no devido lugar”, disse Pavanato logo depois do primeiro turno das eleições.
O MP-SP fundamenta a abertura do procedimento na Constituição Federal e na Convenção Interamericana contra o Racismo e a Intolerância. Os objetivos principais do inquérito civil são investigar a existência de condutas discriminatórias e avaliar a extensão de eventuais danos morais e sociais difusos causados pelas falas.
O atacante Richarlison usou as redes sociais nesta terça-feira (27) para ironizar a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil rumo aos Estados Unidos, dois dias após a derrota dele no segundo turno da eleição presidencial.
Na publicação, o jogador fez referência à disputa que trava com o advogado Wiler Tomaz, amigo do senador, pela posse de uma ilha em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro. “Então não tem ninguém na ilha?”, escreveu.
A postagem traz montagens feitas com inteligência artificial que mostram Richarlison na ilha. Entre os comentários, chamou atenção o de Neymar, atacante do Santos e companheiro de Richarlison na seleção brasileira na Copa do Mundo de 2022. “Próxima vez lê o contrato, seu moleque”, escreveu Neymar, que apoiou Flávio Bolsonaro durante a campanha presidencial.
Veja a postagem:
A primeira-dama e secretária de Saúde de Jequié, Mariana Vaz Lemos de Freitas Oliva, foi exonerada da pasta após repostar nos stories de seu Instagram um outro story que associava os eleitores do presidente Lula (PT) a maconheiros e artistas cheiradores após a divulgação do resultado das eleições ocorridas no último domingo (25). O desligamento foi decretado pelo seu próprio marido, o prefeito do município do Médio Rio de Contas, Flávio Gondim Oliva Santana (PP).
O anúncio foi feito nesta terça-feira (27), no Diário Oficial do Município de Jequié. De acordo com o Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, ainda não há um nome definido para assumir a secretaria da Saúde do município.
Mariana chegou a se desculpar pelo ocorrido, afirmando que o conteúdo “não reflete a maneira como enxerga e respeita as pessoas". Na nova publicação feita em suas redes sociais, a ex-secretária avisou de antemão que estaria deixando a pasta por questões pessoais. "Sigo com a consciência de que todos estamos sujeitos a erros e de que reconhecê-los", afirmou a primeira-dama.
Tenho minhas convicções pessoais, mas tenho consciência de que o dever deve estar acima de qualquer divergência política. Deus os abençoe", completou a mulher. A exoneração passa a valer a partir do próximo domingo (1º).
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a declarar nesta terça-feira (27), durante comício realizado no Texas, que as eleições no Brasil foram fraudadas. A declaração ocorreu no contexto de críticas dirigidas ao partido opositor norte-americano.
“Eles fraudam muito bem. São os maiores fraudadores de eleições da história. Embora o Brasil também esteja fazendo um bom trabalho nisso, não é? Eu não tomei partido, não gostei, não me pareceu muito bom”, alega Trump.
A aparição no Texas faz parte de uma intensa agenda de viagens do presidente às vésperas das Eleições de Meio de Mandato (Midterms), marcadas para 3 de novembro. Trump tem realizado comícios quase diariamente com o objetivo de incentivar a participação dos eleitores e manter o controle republicano no Congresso.
Em discursos que chegam a durar 90 minutos, o presidente defende suas políticas econômicas, celebra o público presente, zomba de manifestantes e realiza comentários pessoais sobre aliados políticos. As informações foram confirmadas pela CNN Brasil.
Maria Bethânia celebrou o aniversário de 81 anos do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por meio de suas redes sociais nesta terça-feira (27).
Com fotos de um encontro entre os dois e uma declaração na legenda da publicação, a baiana parabenizou o petista e desejou um bom governo. “Felicidades para o nosso Presidente Lula. Que Deus o ilumine para governar o Brasil que eu amo”, escreveu a artista.
A cantora baiana e o presidente Lula possuem uma relação marcada por décadas de apoio político e reconhecimento mútuo. Em 2002, quando o petista foi eleito presidente pela primeira vez, a artista gravou a música “Sonho Impossível” para o programa eleitoral dele. Vinte anos depois, durante a campanha presidencial de 2022, Bethânia repetiu gestos de apoio e “fez o L”.
Em 2025, Lula e a primeira-dama Janja prestigiaram um show em que Bethânia celebrou os 60 anos de carreira. Na ocasião, o presidente entregou flores à cantora no camarim e deixou um bilhete a chamando de “a mais extraordinária cantora brasileira”. Já em 2026, a cantora reafirmou seu apoio ao presidente. Durante sua apresentação no Coala Festival em São Paulo, Bethânia disse: “Eu voto Lula presidente”.
Kim Kardashian fala sobre entrar para a política: “Não consigo ignorar o quanto acham que sou capaz”
A socialite Kim Kardashian falou sobre a possibilidade de entrar na política. Em entrevista ao jornalista Jonathyan Van Meter para o livro “Citizen Kim: The Woman Who Created the Future”, lançado nesta terça-feira (27), a empresária disse que frequentemente recebe diversas perguntas sobre disputar algum cargo público e afirmou que fica lisonjeada com a ideia.
“Não consigo ignorar o quanto as pessoas acham que sou capaz disso”, disse a segunda filha de Kris Jenner ao comentar as mensagens que recebeu depois do debate presidencial dos Estados Unidos. Porém, Kim destacou que, mesmo com o interesse, ela ainda possui outros objetivos de vida antes de cogitar uma candidatura.
Segundo a socialite, passar no exame da ordem e se tornar uma advogada é uma de suas prioridades no momento. Além disso, ela destacou que o fato de possuir empresas para administrar dificultaria esse processo. “Se você concorre a um cargo público, realmente não pode ser dona e administrar uma empresa. E eu amo a Skims e o que construímos. Esse é meu foco”, disse a empresária. No entanto, a empresária não descartou a possibilidade, afirmando que precisaria de tempo para pensar melhor e organizar tudo.
O livro “Citizen Kim: The Woman Who Created the Future” possui entrevistas feitas por Van Meter com Kim Kardashian e com pessoas do círculo pessoal da empresária ao longo de quase dez anos. O jornalista descreve a Kardashian como uma pessoa que é magnata e musa e destaca a sua trajetória empresarial, além da sua projeção pública.
Entre o primeiro e o segundo turno das eleições, foram ajuizadas 50 novas ações trabalhistas por assédio eleitoral no país, segundo dados parciais levantados pelo Centro de Pesquisas Judiciárias da Justiça do Trabalho. Entre o mês de janeiro e o dia 4 de outubro, data do primeiro turno, haviam sido registrados 135 processos. De 4 a 24 de outubro, o número passou para 185, um aumento de 37%.
Nas eleições de 2026, a Justiça do Trabalho atuou em parceria com a Justiça Eleitoral, o Ministério Público Eleitoral e o Ministério Público do Trabalho para fortalecer o enfrentamento dessa prática irregular. Em agosto, um termo de cooperação foi firmado entre as entidades com essa finalidade.
“Juízes e juízas do trabalho em todo o Brasil trabalharam em regime de plantão para garantir respostas rápidas, assegurando que trabalhadoras e trabalhadores pudessem fazer escolhas com serenidade e chegar aos locais de votação sem pressão nem medo”, afirma o juiz auxiliar da Presidência do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e supervisor do Centro de Pesquisas Judiciárias, Rodrigo Trindade. “A Justiça do Trabalho está plena e institucionalmente integrada na garantia da liberdade de voto e do respeito à cidadania. Quando houver tentativa de impedir esse direito, haverá resposta firme e rápida das instituições.”
Conforme o Ministério Público do Trabalho (MPT), somente no segundo turno das eleições foram recebidas mais de 800 denúncias. No ano, são mais de 1,8 mil. Nem todas as denúncias se transformam em ações judiciais, já que o órgão, após a apuração dos casos, pode adotar medidas extrajudiciais.
Aliança pelo Voto Livre e Secreto
A Justiça do Trabalho também realizou, nas eleições de 2026, a campanha No Meu Voto Mando Eu, em parceria com a Justiça Eleitoral e os Ministérios Públicos do Trabalho e Eleitoral, a fim de informar e conscientizar brasileiros e brasileiras sobre o que é assédio eleitoral e como enfrentar essa prática no ambiente de trabalho.
Também foi criada a Aliança pelo Voto Livre e Secreto, à qual qualquer entidade, empresa ou pessoa física pode aderir, ampliando a divulgação das informações sobre o tema
O influenciador digital Rico Melquiades confirmou que está arrumando as malas para deixar o Brasil. A decisão vem depois de uma promessa feita dias antes das eleições presidenciais, quando afirmou que mudaria de país caso Lula (PT) saísse vitorioso. Em conversa telefônica com a influenciadora Gabô Pantaleão, realizada nesta segunda-feira (26), o ex-participante de A Fazenda declarou que não se considera mais brasileiro.
Durante a ligação, Gabô perguntou se o influenciador estava falando sério e qual seria seu novo endereço. Rico recusou-se a divulgar a localização exata, mas afirmou que seu voo estava marcado para o mesmo dia e enfatizou que pretende se distanciar de outros brasileiros, inclusive daqueles que residem no exterior. "Promessa é dívida. Eu não vou dizer meu endereço. Eu não sou brasileiro mais. Eu não quero nenhum brasileiro", disparou.
O influenciador destacou que buscará criar laços exclusivamente com europeus: "Eu não quero conhecer nenhum brasileiro. Minhas amizades vão ser todas europeias. Eu tô arrumando minha mala, porque o meu voo é hoje, já, já."
Rico também revelou como pretende manter suas finanças fora do país. Ele indicou que atuará com a divulgação de casas de apostas virtuais em uma nação onde essa atividade seja legalizada. Ao ser questionado por Gabô sobre o sustento no exterior, o influenciador disse que irá divulgar casas de apostas, já que no país é permitido.
Diante das tentativas da amiga em sugerir outras áreas de atuação profissional, Rico recusou as propostas e fez declarações sobre seu distanciamento da comunidade LGBTQ+ e sobre seu alinhamento político. "A comunidade não me aceita mais. Eu fui contra elas. Eu fui falso. Eu não estou nem aí mesmo! Não gosto da comunidade, não gosto de sapatão, não gosto de gay, não gosto de nada", afirmou. "Vou para um país de direita, eu sou direita", concluiu.
Após a vitória do presidente Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL), MC Cabelinho utilizou suas redes sociais para comemorar o resultado do segundo turno e alfinetou o jogador do Santos, Neymar Jr. Na noite de domingo (25), para celebrar a vitória do petista, o cantor utilizou uma frase dita pelo atacante alguns dias antes do pleito, demonstrando apoio ao ex-senador carioca.
Logo após a confirmação da quarta vitória de Lula nas urnas, o funkeiro publicou uma foto “fazendo o L” com a legenda “Dito isso… 13”. Essa postagem de Cabelinho faz referência ao comentário deixado por Neymar em uma publicação do próprio cantor. Na ocasião, a Meta, empresa dona do Instagram, removeu da plataforma um vídeo da série “Revelando” em que MC Cabelinho falava sobre o, até então, candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).
O vídeo em questão abordava a acusação de Flávio ter sido funcionário fantasma no gabinete de seu pai, Jair Bolsonaro, aos 19 anos. O artista comentou, em suas redes sociais, sobre a retirada do conteúdo e logo em seguida repostou o registro, o que gerou grande repercussão e milhares de comentários, inclusive de Neymar, que comentou: “Dito isso… 22”, acompanhado por um emoji representando a bandeira do Brasil e outro de risada.

O jogador tem se envolvido em diversas polêmicas em relação ao seu posicionamento político desde as eleições de 2018, quando deixou curtidas em publicações a favor do ex-presidente Jair Bolsonaro. Já em 2022, seu incentivo à candidatura do pai de Flávio à presidência da República foi mais explícito, com o jogador declarando apoio com um vídeo em que dançava ao som de uma música que dizia: “Vota, vota e confirma: 22 é Bolsonaro”. Enquanto nas eleições de 2026, o atacante se encontrou com o deputado federal por Minas Gerais, Nikolas Ferreira, que foi o mais votado da história, reforçando apoio a Flávio Bolsonaro.
O presidente Donald Trump afirmou, nesta segunda-feira (26), que a eleição presidencial no Brasil "pareceu mais uma eleição fraudada", sem apresentar qualquer indício ou prova que sustentasse a alegação. Logo na sequência, o líder norte-americano declarou que "gosta do Lula" e que se dá bem com o presidente brasileiro.
Confira o momento:
? Sem apresentar provas, Trump diz que eleição no Brasil "pareceu fraudada" e afirma que "gosta do Lula" ????Reprodução Confira ? https://t.co/lRCvOy3YlS
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) October 26, 2026
"Eu não tomei partido, mas pareceu mais uma eleição fraudada", disse Trump, sem exibir evidências. "Para mim, pareceu muito ruim", completa. O resultado do segundo turno foi confirmado oficialmente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, na noite do domingo (25).
Na votação de domingo, Lula derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), marcando um fato inédito na história do país ao se tornar o primeiro candidato eleito após ter ficado em segundo lugar no primeiro turno. O candidato vitorioso obteve 51,79% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro alcançou 48,21%.
Questionado pela imprensa americana sobre possível ação contra o Brasil, Trump respondeu: "Não governo o Brasil, governo os Estados Unidos." Prestes a completar 81 anos nesta terça-feira (27), Lula tornou-se o primeiro presidente brasileiro eleito quatro vezes pelo voto popular.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, comemorou publicamente nesta segunda-feira (26) a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições presidenciais do Brasil. Ao iniciar sua coletiva de imprensa diária, a líder mexicana fez com a mão o gesto do "L", símbolo adotado pela campanha petista.
Confira em vídeo:
"Estamos felizes, muito contentes pela vitória de Lula no Brasil. Muitas e muitas felicidades ao presidente Lula e ao povo do Brasil. É um sopro de esperança para a América Latina e o Caribe", disse a presidente mexicana antes de pautar os assuntos de seu governo.
A reeleição de Lula assegura a manutenção do Brasil no bloco de governos progressistas da América do Sul. Até o momento do pronunciamento, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Argentina, Javier Milei, não haviam emitido declarações oficiais sobre o resultado do pleito.
A confirmação do resultado das urnas mobilizou chefes de Estado e representantes de governo de diversas nações, que enviaram mensagens de felicitação ao presidente reeleito:
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França: O presidente Emmanuel Macron destacou a parceria estratégica entre os países. "A França e o Brasil têm muito a construir juntos. Diante dos grandes desafios do nosso tempo, reforcemos nossa parceria estratégica e façamos viver a amizade entre nossos dois países", publicou.
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Rússia: O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, saudou a vitória de Lula e elogiou os esforços do mandatário no desenvolvimento das relações bilaterais e na cooperação internacional.
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China: O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, expressou congratulações em nome de Pequim e reafirmou a disposição de avançar na construção de parcerias e projetos conjuntos com o Brasil.
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União Europeia: A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que "a democracia e o multilateralismo venceram no Brasil" e destacou a intenção de colaborar em áreas como comércio livre, multilateralismo e metas climáticas.
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Espanha: O primeiro-ministro Pedro Sánchez classificou o resultado como uma "grande vitória" e um sinal de retomada progressista global.
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Ucrânia: O presidente Volodymyr Zelensky parabenizou Lula e agradeceu pelo apoio à soberania e à integridade territorial ucraniana, manifestando interesse em expandir a cooperação bilateral.
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Índia: O primeiro-ministro Narendra Modi enviou "calorosas felicitações" e destacou a intenção de aprofundar a Parceria Estratégica Índia-Brasil e fortalecer as pautas do Sul Global.
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Canadá: O premiê Mark Carney ressaltou o avanço das relações bilaterais e a intenção de criar novas oportunidades comerciais e de preservação ambiental.
Na América Latina, diversos líderes da região também se pronunciaram sobre a conclusão do processo eleitoral brasileiro:
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Peru: A presidente Keiko Fujimori parabenizou Lula e reafirmou a intenção de fortalecer a integração econômica e o desenvolvimento sustentável da Amazônia.
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Equador: O presidente Daniel Noboa destacou os desafios regionais compartilhados e a importância do trabalho conjunto.
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Chile: O presidente José Antonio Kast informou ter conversado por telefone com Lula para felicitá-lo e tratar de pautas de integração econômica e combate ao crime organizado. O ex-presidente Gabriel Boric também comemorou o resultado nas redes sociais.
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Uruguai: O presidente Yamandú Orsi saudou o presidente reeleito pela vitória e definiu o processo eleitoral como uma "festa democrática".
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Paraguai, Bolívia e Panamá: Os presidentes Santiago Peña, Rodrigo Paz e José Raúl Mulino, respectivamente, congratularam o povo brasileiro pela jornada democrática e enfatizaram a continuidade das agendas bilaterais de desenvolvimento e cooperação.
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, cumprimentou o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e desejou um bom governo. Em nota, ele afirmou que o partido apoiará iniciativas do governo Lula que busquem reduzir desigualdades sociais e promover o equilíbrio fiscal.
Kassab disse que a sigla também apoiará medidas para estimular investimentos, gerar empregos e manter a estabilidade econômica. O dirigente citou ainda propostas voltadas à pesquisa, ciência e inovação, ao fortalecimento do SUS (Sistema Único de Saúde) e à educação dos jovens.
O presidente do PSD afirmou que os parlamentares e governadores eleitos pelo partido devem defender projetos que considerem positivos e manter uma relação republicana com o governo federal, em nome do desenvolvimento do país e do bem-estar da população.
Após o primeiro turno da eleição presidencial de 2026, quando Flávio Bolsonaro (PL) terminou o pleito na frente, Kassab anunciou que a legenda se manteria neutra e liberou os filiados para escolher os candidatos que apoiariam. O candidato do partido, Ronaldo Caiado, terminou em 4º lugar, com 2,18% dos votos, e declarou apoio ao senador.
“Bastião” do PSD em apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Otto Alencar avalia que o presidente venceu não apenas o “sobrenome Bolsonaro”, mas também toda uma estrutura, incluindo a pressão internacional, contra um quarto mandato do petista no Palácio do Planalto. Em entrevista ao Bahia Notícias nesta segunda-feira (26), Otto indicou que Lula tem a chance de “apaziguar” o país após a reeleição e chamou Flávio Bolsonaro de “orgulhoso e vaidoso.”
“Quando eu queria fazer uma crítica a Flávio sobre economia e tinha problemas para publicar, por exemplo”, citou o senador ao tratar sobre a eventual influência da Meta e de outras plataformas no processo político-eleitoral brasileiro em 2026. Otto listou ações como o tarifaço dos Estados Unidos, as críticas ao pix e também o apoio via big techs a Flávio Bolsonaro como a maior pressão estrangeira sobre uma eleição no Brasil desde a redemocratização. “Nunca um governo americano influenciou tanto numa eleição”, reclamou.
Otto ainda ponderou o posicionamento de parte da elite econômica brasileira relacionada com a Faria Lima – avenida de São Paulo conhecida pelos escritórios de investimentos. “Lula derrotou um grupo da Faria Lima, que influenciou no Datafolha e na Quaest”, reforçou o senador baiano. Na véspera do 2º turno, os relatórios previam números para o Nordeste muito abaixo do percentual final obtido por Lula, conforme relato do líder do PSD baiano.
Durante a conversa, o senador ainda ironizou o vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre a região Nordeste. “Ele não conhece o norte de Minas, com problemas seríssimos e um IDH menor que o da Bahia”, disse.
“UM SOBRENOME”
Ao falar sobre o colega de Senado e candidato derrotado à Presidência da República, Otto tratou Flávio Bolsonaro como “um sobrenome” e chamou-o de “orgulhoso e vaidoso”. “Lamentavelmente, Flávio demonstrou falta de caráter ao não reconhecer a vitória de Lula”, vaticinou o baiano.
Para o senador, o momento de Lula permite que o presidente construa, com base no diálogo, um projeto que volte a unificar o país – ou pelo menos minimizar a cisão. “O presidente fez um discurso muito bom, voltado para os brasileiros. Lula disse que vai governar para 215 milhões de brasileiros e não apenas para aqueles que votaram nele”, sugeriu.
Em meio a já conhecida “ressaca eleitoral”, Otto preferiu não fazer prognósticos das atividades do Senado nos próximos dias. “Conversei rapidamente com o Davi [Alcolumbre] e ele indicou que vai ‘esfriar’ um pouco essa semana, esperando novos fatos”, indicou, ao comentar sobre a pauta da PEC da Segurança Pública, que aguarda por votação na Casa.
O governo de Donald Trump resolveu segurar a publicação de comunicado parabenizando a população do Brasil pela eleição presidencial de domingo (25) após o candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarar que não reconhecia a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pedir a anulação do pleito.
O rascunho do comunicado estava pronto no Departamento de Estado dos Estados Unidos, como é de praxe em relação a eleições ao redor do mundo. Mas houve orientação para adiar a publicação e "avaliar" a situação após Flávio dizer, em entrevista na noite de domingo, que teria havido irregularidades por causa da decisão do ministro do Supremo Cristiano Zanin de prorrogar o horário da votação.
A apuração é da Folha de São Paulo
Indagada, a embaixada dos EUA no Brasil não deu previsão de publicação do comunicado.
Em 2022, durante o governo de Joe Biden, os EUA foram um dos primeiros países a cumprimentar o presidente Lula pela vitória no pleito, em meio a acusações de fraude feitas por Jair Bolsonaro (PL).
Presidentes de direita da América Latina —incluindo aliados de Donald Trump como Abelardo de la Espriella, da Colômbia, e José Antonio Kast, do Chile, próximos da família Bolsonaro— já parabenizaram o presidente Lula pelo resultado em suas contas oficiais em redes sociais.
O governo dos EUA tampouco emitiu comunicado sobre a eleição na Sérvia na noite de domingo, em que o primeiro-ministro Aleksandar Vucic, aliado de Trump, saiu derrotado.
Após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na noite do último domingo (25), o candidato derrotado no primeiro turno do pleito, Ronaldo Caiado (PSD), reconheceu o resultado e declarou "se curvar à decisão da maioria".
"Como democratas que somos, nos curvamos à decisão da maioria e a decisão da apuração. Essa sempre foi a nossa característica. Nós nunca tivemos uma posição que não fosse de respeito, seja ao painel no Congresso Nacional, seja das urnas no final da sua apuração", disse Caiado à imprensa.
Acompanhado da esposa, a senadora eleita Gracinha Caiado (União Brasil), e do governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), o Caiado manifestou que acreditava em um sentimento de mudança.
"O sentimento de que nós trabalhamos é de uma grande mudança no país, [...] uma renovação. Esse é o ponto que todos nós lutamos favoravelmente a ele, era buscar essa virada de página. Acho que esse foi o sentimento nosso, que nos levou a este processo todo. Tanto o governador Daniel, quanto a mim, quanto o Gracinha, todos nós investimos nessa ideia, acreditamos nessa ideia", disse Caiado.
RESULTADO DO SEGUNDO TURNO
Com 100% das urnas apuradas, Lula teve 51,79% dos votos válidos, o equivalente a preferência de 64.256.232 eleitores. O senador fluminense, por sua vez, atingiu 48,21%, ou 59.826.041 votos.
Após o fim da totalização dos votos, o candidato derrotado, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou não reconhecer o resultado e disse que pedirá a anulação do pleito.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, disse neste domingo (25) que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, que ampliou em duas horas o período de votação, gerou “dificuldades para o processo eleitoral”.
Durante coletiva de imprensa para apresentar um balanço do segundo turno das eleições, Kassio disse que a decisão foi recebida por ele após as 17h, horário oficial da votação.
Segundo o presidente, nunca houve decisão anterior sobre ampliação do horário de votação.
“A decisão proferida após o horário de encerramento da votação gerou dificuldades no processo eleitoral. Assim que recebi o pedido de prorrogação do horário da votação, por volta das 15h30, busquei informações técnicas, apesar de não haver normativo que autorizasse qualquer prorrogação”, afirmou.
Kassio também garantiu que as denúncias sobre restrição de transporte coletivo serão apuradas pela Justiça Eleitoral.
“A eventual insuficiência de transporte sempre será apurada e enfrentada pela Justiça Eleitoral, instituição a quem nossa Constituição atribuiu a competência exclusiva de gerir o processo eleitoral", completou.
Votação
O dia de votação foi marcado por denúncias da campanha do presidente da República reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva, sobre a restrição no transporte de eleitores de municípios dos estados do Piauí, Paraíba, Paraná, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Alagoas, Pernambuco , Roraima e Bahia.
Após o registro dos casos, a campanha de Lula recorreu ao TSE para solicitar a ampliação da votação até as 19h.
Diante da inércia do presidente do TSE, que não decidiu a questão, o PT foi ao Supremo, e o ministro Cristiano Zanin determinou a ampliação do horário.
A cantora Daniela Mercury convocou apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para irem às ruas de Salvador neste domingo (25). Em publicação nas redes sociais, a artista anunciou a realização de um desfile com trio elétrico do Farol da Barra em direção ao Rio Vermelho.
Veja reação da cantora que foi essencial em puxar manifestações de apoio na capital:
“Salvador nas ruas agora para comemorar. Lula Treta. Vai ter trio elétrico do Farol da Barra para o Rio Vermelho! "Aqui é Bahia e, na Bahia, fascista não se cria!", escreve a cantora, acompanhando a mensagem com emojis de coração.
Confira postagem:
A convocação foi publicada em meio às comemorações relacionadas ao resultado da eleição presidencial de 2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) assumiu a liderança na disputa presidencial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 50,01% dos votos válidos, o equivalente a 8.526.760 votos. Lula aparece logo atrás, com 49,99%, somando 8.522.839 votos, segundo dados da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atualizados às 19h44 deste domingo (25).
Até o momento, 13,65% das seções eleitorais foram totalizadas. A diferença entre os dois candidatos é de 3.921 votos, equivalente a 0,02 ponto percentual.A apuração segue em andamento, e o resultado pode mudar à medida que novas urnas forem totalizadas.
Viaturas da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) foram mobilizadas neste domingo (25) para transportar eleitores até os locais de votação em Salvador, durante o segundo turno das eleições presidenciais. A medida foi determinada pelo governador Jerônimo Rodrigues após denúncias sobre a insuficiência de ônibus em circulação na capital baiana.
Os veículos oficiais saíram do Centro de Operações e Inteligência (COI), localizado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), e realizaram o transporte de eleitores em regiões como Garibaldi, Vasco da Gama, Pernambués e Campo Grande.
De acordo com o secretário da Segurança Pública ao Aratu On, Marcelo Werner, as forças de segurança foram mobilizadas para prestar apoio à população e contribuir para que os eleitores pudessem exercer o direito ao voto.
“As Forças Estaduais e Federais da Segurança Pública estarão sempre prontas para garantir o livre exercício da cidadania e a manutenção da democracia”, diz o secretário.
O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Rodoviário Urbano de Passageiros de Salvador (SINTTRUS) divulgou, neste domingo (25), uma nota de esclarecimento à população e aos usuários do transporte público em relação aos relatos de ônibus mantidos nas garagens durante o dia de votação.
Na manifestação oficial assinada pelo presidente da entidade, Fabio dos Santos Primo, o sindicato eximiu os trabalhadores rodoviários de qualquer responsabilidade sobre eventuais restrições na frota. A entidade destacou que a definição das escalas de serviço e dos plantões é de atribuição exclusiva da Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), em articulação direta com as concessionárias do Consórcio Integra.
Segundo o SINTTRUS, todos os profissionais escalados para o domingo de pleito compareceram aos seus respectivos postos de trabalho para garantir o atendimento à população soteropolitana e o deslocamento aos locais de votação.
O sindicato enfatizou que sua atuação se limita estritamente à defesa dos direitos trabalhistas da categoria, não possuindo poder de decisão ou ingerência sobre a montagem de escalas ou a liberação dos veículos das garagens. A entidade afirmou ainda que segue acompanhando os desdobramentos para assegurar a transparência sobre o funcionamento do transporte público na capital.
Confira a nota na íntegra:
"O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Rodoviário Urbano de Passageiros de Salvador (SINTTRUS) vem a público prestar esclarecimentos à sociedade, aos trabalhadores e aos usuários do sistema de transporte público sobre os relatos de ônibus retidos nas garagens ocorridos na data de hoje.
Diante das informações veiculadas, o SINTTRUS esclarece que a elaboração e a gestão das escalas e dos plantões de trabalho do sistema de transporte são de responsabilidade exclusiva da Prefeitura de Salvador, através da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), em articulação direta com as empresas concessionárias que compõem o Consórcio Integra.
Todos os rodoviários que foram escalados para trabalhar no dia da eleição compareceram aos seus postos de trabalho, demonstrando total compromisso com a população soteropolitana e com a democracia, para assegurar que todos os eleitores pudessem comparecer a suas seções eleitorais.
Contudo, o SINTTRUS esclarece que não possui qualquer papel, poder de decisão ou participação na montagem das escalas operacionais e tampouco na determinação ou restrição de saída de ônibus das garagens. O sindicato atua estritamente na defesa dos direitos e interesses trabalhistas da categoria.
O SINTTRUS segue acompanhando a situação de perto e permanece à disposição para garantir que a transparência prevaleça, reafirmando seu compromisso com um transporte público de qualidade e com a valorização dos trabalhadores rodoviários", termina o presidente Fabio Primo.
Em entrevista à imprensa antes do almoço, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e integrantes de sua campanha solicitaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a prorrogação do horário de votação nos municípios de Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas, devido à redução da oferta de transporte público. A campanha também relatou dificuldades de deslocamento em zonas periféricas da cidade de São Paulo.
Confira declarações do candidato:
"Quero fazer um pedido aos eleitores: não desistam de votar. Esperem e votem, porque a democracia tem que sair vencedora desse processo eleitoral. Não vamos permitir que haja roubalheira, banditismo e prefeito bandido. Não vamos aceitar banditismo, mau-caratismo de prefeito, de governador e de empresário", disse o presidente à imprensa.
ELEITORES SEM TRANSPORTE
A representação, elaborada pelo setor jurídico da campanha, argumenta que, na manhã deste domingo (25), o serviço de transporte coletivo foi suspenso ou drasticamente reduzido nessas localidades. Conforme o documento, foram registrados ônibus fora de circulação, pontos e terminais lotados, longas esperas e eleitores impossibilitados de chegar às seções eleitorais.
Na capital baiana, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou a recomposição imediata de 100% da frota do transporte público. A decisão estabelece multa de R$ 1 milhão por hora de descumprimento, aplicável à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) e às empresas concessionárias do serviço.
Na petição encaminhada à Justiça Eleitoral, a defesa da campanha cita jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a qual a ausência de transporte gratuito em frequência compatível com a dos dias úteis durante as eleições pode criar, na prática, uma nova forma de voto censitário, ao dificultar a participação de pessoas de baixa renda no processo eleitoral.
A representação sustenta que o encerramento da votação às 17h pressupõe condições regulares de acesso às urnas durante todo o período eleitoral. Segundo a argumentação apresentada, obtida pela CNN, a legislação permite flexibilizar o horário final para assegurar o exercício do voto quando o impedimento não é de responsabilidade do eleitor.
Como alternativa à extensão da votação até as 19h, a campanha solicita que o prazo seja prorrogado por período equivalente ao tempo em que a determinação do TRE-BA permaneceu descumprida.
Pede, ainda, que os juízos eleitorais das três cidades baianas distribuam senhas a todos os eleitores que estiverem nos locais de votação ou em suas áreas externas, garantindo o atendimento daqueles que já aguardavam para votar. Além disso, o PT pede que nove estados também devam ter tempo prorrogado, com a garantia de que todos os eleitores conseguirão votar.
O vereador Maurício Trindade (PP) declarou neste domingo (25) apoio à candidatura de Alexandre Aleluia (PL) à presidência da Câmara Municipal de Salvador. Com a adesão, o candidato passou a reunir 33 votos entre os 43 integrantes do Legislativo municipal, segundo informações divulgadas pela campanha.
"Estamos hoje aqui fechando com a candidatura de Aleluia, versando pela união da Câmara e pela administração dos próximos anos de condução da Câmara com independência. Com certeza, a presidência de Aleluia na Câmara será o melhor para Salvador", afirmou Trindade.
Ele também avaliou que a presidência de Aleluia seria positiva para a capital baiana. Aleluia agradeceu o apoio e associou a disputa interna da Câmara ao cenário político nacional. Ao comentar o segundo turno presidencial, declarou esperar a vitória de Flávio Bolsonaro (PL).
A eleição para a presidência da Câmara de Salvador definirá quem conduzirá os trabalhos do Legislativo municipal no próximo período.
Um leitor do Bahia Notícias denunciou a suspensão do transporte marítimo convencional entre localidades de Valença e a cobrança de R$ 30 por passageiro para utilizar lanchas rápidas neste domingo (25), dia do segundo turno das eleições de 2026. Segundo o relato, a medida afeta o deslocamento de passageiros entre Atracadouro, Gamboa e Morro de São Paulo.
De acordo com a denúncia, a Associação de Transporte Municipal (ASTRAN) teria suspendido a operação do transporte convencional, deixando apenas o serviço de lancha rápida disponível, mediante pagamento. O leitor afirma que a cobrança ocorre apesar da gratuidade prevista, segundo ele, em decreto estadual para o transporte de eleitores durante o período eleitoral.
O denunciante também relatou uma divergência entre as informações divulgadas e o serviço oferecido nos pontos de embarque. Um card compartilhado em grupos de mensagens de Valença anuncia transporte para o segundo turno de 2026, com autorização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), e apresenta rotas entre Graciosa, Cairu, Valença, Galeão, Gamboa, Morro de São Paulo e São Sebastião.
A peça informa saídas a partir das 8h e, em alguns trajetos, também às 13h. O material afirma ainda que os roteiros continuariam ao longo do dia, conforme a demanda dos eleitores.
No entanto, segundo o leitor, ao chegar ao guichê para utilizar o serviço, uma funcionária teria informado que o card não tinha validade e que o único transporte disponível era o de lancha rápida, com cobrança de R$ 30 por pessoa.
A denúncia levanta questionamentos sobre a oferta do transporte anunciado e a eventual cobrança dos passageiros durante o segundo turno. As informações relatadas pelo leitor ainda precisam de confirmação junto à ASTRAN e aos órgãos responsáveis pelo transporte e pela fiscalização eleitoral.
O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, foi ao lado da família registrar o seu voto no segundo tunro das Eleições 2026, neste domingo (25). Ele vota na Faculdade de Administração da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador.
“Lá em casa a gente vota junto por um Brasil melhor!”, escreveu na legenda. Na foto, ACM Neto aparece ao lado da esposa, Mariana, e dos filhos, Lívia, Marcela e Antônio.
Ao falar com a imprensa, Neto afirmou que considera o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, a melhor opção para o futuro do país. “O Brasil não tá bem. A vida dos brasileiros não tá boa. Eu acho que esse consenso se formou de que Flávio pode ser a melhor opção para o futuro”, declarou.
Neto relacionou sua trajetória política ao período dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, seu primeiro mandato começou justamente no ano em que Lula foi eleito presidente pela primeira vez. “É a oportunidade da gente começar uma nova história para essa nossa geração política que praticamente foi marcada ao longo de todos esses anos, dessas décadas, pela presença de Lula”, disse.
Na avaliação do ex-prefeito, Lula já tem seu espaço na história política brasileira e o momento seria de priorizar o futuro. “Ele já tem o seu lugar na história, isso tá lá, é o que ele fez como presidente. Agora é hora de olhar para o futuro. E olhar para o futuro é acreditar em Flávio presidente”, concluiu.
O presidente e candidato à reeleição votou no início da manhã em São Bernardo do Campo (SP). Lula (PT) chegou à Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, acompanhado da primeira-dama, Janja, do vice-presidente, Geraldo Alckmin, e de ministros.
Lula foi recebido por eleitores na entrada da escola. Além da esposa e do vice, estavam com o presidente: Fernando Haddad, Alexandre Padilha, Simone Tebet, Marina Silva, Luiz Marinho, Paulo Pereira, Leonardo Barchini e Moises Selerges.
Petista disse estar disputando a eleição "com um candidato chamado 'mentira'", em referência a Flávio Bolsonaro (PT). Presidente falou com apoiadores e a imprensa ao sair de casa, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo.
O presidente vai acompanhar a apuração com familiares e aliados no hotel Intercontinental, nos Jardins. Antes, Lula passará o dia em seu apartamento em Pinheiros. Não está prevista nenhuma interação com eleitores, mas, ontem, de improviso, à noite, ele fez uma saudação aos militantes da janela de sua casa, usando um megafone para falar, o que tem feito desde o início do segundo turno.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.
