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Ana Beatriz Soares

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Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

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Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

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Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

Equipe

Ana Beatriz Soares

Foto de Ana Beatriz Soares

Graduanda de Jornalismo na Universidade Federal da Bahia e bacharel em Artes com habilitação em Cinema e Audiovisual, também pela Ufba. Atua como estagiária na editoria de holofote, cobrindo temas relacionados ao entretenimento.

Últimas Notícias de Ana Beatriz Soares

Maroon 5 faz história com turnê “Love Is Like” na Arena Fonte Nova
Foto: Luís Vasconcelos/Bahia Notícias

Quando “Harder to Breathe” começou a tocar, a Arena Fonte Nova já estava entregue ao Maroon 5. De volta a Salvador após dez anos, o grupo fez história na noite desta quinta-feira (10), com a turnê “Love Is Like”, em uma apresentação que revisitou sucessos de diferentes fases da trajetória de uma das bandas mais renomadas do pop rock internacional.

 

Nem a chuva forte que caiu durante o show foi capaz de impedir quem estava no estádio de cantar a plenos pulmões clássicos como “Lucky Strike”, “This Love”, “One More Night” e “Sunday Morning”.

 

O repertório incluiu também “Misery”, “Maps”, “Love Somebody”, “Won’t Go Home Without You”, “Don’t Wanna Know” e “What Lovers Do”.

 

A relação com os fãs brasileiros também ganhou destaque durante a apresentação. Em um dos momentos de interação, Adam Levine, vocalista da banda, afirmou que considera os brasileiros entre os melhores do mundo. “Sempre que alguém me pergunta de onde são os melhores fãs, eu sempre digo que são do fucking Brasil”, declarou o vocalista, arrancando gritos da plateia.

 

Na sequência, o grupo apresentou “Moves Like Jagger”, “Payphone”, “Sugar” e “Memories”, antes de encerrar a noite com “She Will Be Loved”. O repertório também trouxe músicas de outros artistas que contam com a participação de Levine, como “Stereo Hearts”, do Gym Class Heroes, e “Heavy”, de PJ Morton.

 

A passagem por Salvador faz parte da atual turnê do Maroon 5, inspirada no álbum “Love is Like”, lançado em 2025. Depois da apresentação na capital baiana, o grupo viaja para o Rio de Janeiro, onde se apresenta neste sábado (12), como atração principal do Rock in Rio.

 

 

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VÍDEO: Maroon 5 reencontra Salvador após 10 anos com show na Arena Fonte Nova
Foto: Luis Vasconcelos / Bahia Notícias

Ao som de sucessos como “This Love”, o Maroon 5 levou o público à euforia na Arena Fonte Nova, na noite desta quinta-feira (10). Após 10 anos, Salvador voltou a receber o grupo norte-americano para uma apresentação que reuniu músicas responsáveis por marcar diferentes momentos das quase três décadas de trajetória da banda.


O repertório incluiu “One More Night”, “Misery”, “Sunday Morning”, “Maps”, “Love Somebody”, “Moves Like Jagger”, “Payphone”, “Sugar”, “Memories” e “She Will Be Loved”, além de canções de outros artistas que têm participação de Adam Levine, como “Stereo Hearts”, do Gym Class Heroes, e “Heavy”, de PJ Morton.

 

 

Entre os sucessos mais antigos, “Harder to Breathe” também integrou a setlist. Lançada em 2002, a música faz parte de “Songs About Jane”, primeiro álbum do Maroon 5, que também revelou faixas como “This Love” e “She Will Be Loved”.

 

Com Adam Levine nos vocais, a formação atual conta ainda com Jesse Carmichael, James Valentine, Matt Flynn, PJ Morton e Sam Farrar. A primeira apresentação em Salvador aconteceu em março de 2016, no Parque de Exposições. De lá para cá, a discografia ganhou “Red Pill Blues”, de 2017, “JORDI”, de 2021, e “Love Is Like”, lançado em 2025 e que dá nome a turnê atual. 

 



Foto: Luis Vasconcelos / Bahia Notícias

 

A atual turnê já passou por São Paulo e São José do Rio Preto antes de chegar à capital baiana. Agora, o Maroon 5 segue para o Rio de Janeiro, onde se apresenta neste sábado (12), como atração principal do Rock in Rio.
 

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VÍDEO: Lagum abre show do Maroon 5 na Arena Fonte Nova
Foto: Luis Vasconcelos / Bahia Notícias

A banda mineira Lagum abriu o show do Maroon 5 na Arena Fonte Nova, em Salvador, na noite desta quinta-feira (10). “Oi”, um dos maiores sucessos do grupo, foi uma das primeiras músicas a colocar a Fonte Nova para cantar, em uma apresentação que também passou por faixas como “Eu Não Valho Nada”, "Ninguém Me Ensinou" e “Telefone”.

 

 

A apresentação marcou um momento especial para o grupo, que celebra 10 anos de carreira com a turnê “Lagum em Todo Lugar”. A relação dos mineiros com o Maroon 5 também está ligada à trajetória de Pedro Calais, vocalista do Lagum. Em entrevistas recentes, ele contou que “Sunday Morning” foi o primeiro cover que gravou e publicou na internet. A música também fez parte do repertório do grupo durante os primeiros anos de carreira.

 

Após a apresentação, o Maroon 5 assumiu o palco da Arena Fonte Nova para reencontrar o público baiano após uma década.

 

A banda norte-americana se apresentou pela primeira vez na Bahia em março de 2016, no Parque de Exposições. Desde então, lançou os álbuns Red Pill Blues (2017), JORDI (2021) e Love Is Like (2025), que dá nome à atual turnê.

 

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Mãe de Davi Brito celebra casamento do filho e rebate críticas: “Tentam manchar essa história, mas não vão conseguir”
Foto: Júlia Estrela / Bahia Notícias

A mãe do ex-BBB Davi Brito, Elisângela Brito, compareceu a cerimônia de casamento do filho com Emilly Araújo, neste sábado (5), e celebrou o momento como um “recomeço” na vida de Davi. Em entrevista ao Bahia Notícias, Elisangela destaca que o filho merece a trajetória e o reconhecimento que possui, apesar das críticas que a família enfrenta. 

 

Ela começa dizendo que já teve o prazer de viver o momento que o filho vive hoje. “Eu fui casada e tive esse prazer de sentir essa emoção e, lógico, que hoje, depois de tanta polêmica que ainda existe, é um refrigério”

 

Elisângela diz que “Davi é um excelente filho”. “Ele é um excelente rapaz. Davi tem um coração lindo. Eu digo isso como mãe, não é porque ele é um ganhador do Big Brother. Eu digo de lá atrás quando ele era anônimo, quando ele era um jovem. Ele sempre me abençoou com o que ele ganhava e Deus escreveu uma história para Davi”, garante. 

 

A mãe do influenciador ainda rebateu as críticas contra o filho: “Tentam manchar essa história de Davi, mas não vão conseguir porque Deus foi quem escreveu essa história de Davi Brito. E hoje se oficializa mais um recomeço de vida de Davi”, afirma. 

 

Ao Bahia Notícias ela diz que “espera em Deus ainda uma resposta de situações que Davi sofre hoje na internet”. “Eu não vou mentir, aguardo fielmente. Ele já me falou que aqui, ele vai agir e a polêmica eu já aprendi a lidar mais, a entender. Antes eu chorava, me desesperava, mas hoje não. Eu aprendi a lidar. Hoje se eu ver um comentário, eu sei trilhar, eu sei tirar ele de mim, eu sei deixar”, garante Elisângela. 

 

Segundo ela, “os haters às vezes me ajudam, embora eles me digam que não, eles ajudam a galera bastante”. “Eles que não sabem. Eles somam pontos e tudo. A gente vai lidando com os mal amados”, completa. 

 

MODA 

Vestida com um vestido dourado, assinado pelo estilista Elcimar Badu, que já fez produções para nomes como Ivete Sangalo e Lorena Improta, Elisângela diz que o modelista “faz parte da história” da família. 

 

“Bem, Elcimar Badu fez parte da nossa história ali quando nós não tínhamos dinheiro para alugar os looks dele caríssimos. Ele não olhou para o nosso estado financeiro. Eu conheci ali seu Elcimar Badu através de Alex Lopes e ele sempre nos dando vestidos e hoje, com certeza, nós fazendo o casamento de Davi, ele teria que fazer parte dessa história. Então toda família está vestida po Elcimar Badu”, narra. 

 

Davi Brito e Emily Araújo se casam em grande cerimônia que reúne 300 convidados em Salvador 
Foto: Júlia Estrela / Bahia Notícias

O ex-BBB Davi Brito e Emilly Araújo se casam em uma cerimônia realizada em Salvador, no espaço na Alameda das Framboesas, no bairro Caminho das Árvores, neste sábado (5). Os noivos subiram ao altar por volta das 20h40, ao lado dos pais: Davi, com a mãe Elisângela, e Emilly ao lado do pai. 

 

Com mais de 300 convidados, a festa foi avaliada em cerca de R$ 2 milhões. O Bahia Notícias foi convidado para a celebração. À reportagem, Davi celebrou o momento e disse estar emocionado com a união. “Sentimento único. Me sinto feliz, lisonjeado, alegre, de estar entre amigos e famílias, pessoas que nós gostamos”, revelou. 

 

O casal oficializou os papéis da união no cartório em 30 de julho de 2026, cerca de dois meses após assumirem publicamente o namoro.

Davi Brito celebra presença de amigos e família e promete votos autorais em casamento: “Espero que ela goste”
Foto: Júlia Estrela / Bahia Notícias

O baiano Davi Brito celebra, neste sábado (5), uma nova realização desde que ganhou os olhos do país no Big Brother Brasil 24: o casamento e a troca de alianças com Emilly Araújo. Em entrevista ao Bahia Notícias antes da cerimônia, o ex-BBB revelou que, apesar da lista extensa de convidados, a celebração conta, principalmente, com amigos e a família do casal, sem a presença de famosos.

 

“[O casamento traz um] Sentimento único. Me sinto feliz, lisonjeado, alegre por estar entre amigos e famílias, pessoas de quem gostamos. Eu acho que aqui não tem nenhum famoso a não ser, no caso, eu e a Emilly. Tem alguns repórteres também que são famosos, mas é um momento único mesmo para a gente passar com quem a gente gosta, com quem a gente ama, com quem a gente admira. Um momento especial para mim”, disse o influenciador.

 

Segundo ele, os votos da cerimônia são autorais e, apesar do costume de estar nos holofotes, o nervosismo já está em alta. “Os votos eu escrevi. Estou meio nervoso na hora de falar, vai dar um nervosinho ali, mas vai sair. Eu espero que ela goste dos votos, porque foram sinceros e de coração, que eu escrevi para ela, com cada letra”, relata ao BN.

 

Ainda que os nervos estejam à flor da pele, o noivo relata que esse é o momento mais especial da noite para ele. “E é um momento que eu quero viver ao lado dela, falar de todo o meu amor que eu sinto pela Emilly, porque, querendo ou não, a gente está aqui, a gente está se casando e o que a gente tá celebrando é o amor, o cuidado, o carinho, o respeito, que é o mais importante. E, se a gente chegou até aqui, é porque isso a gente tem. Então, eu pretendo passar para ela tudo isso ali em cima do palco”, garante.

 

Davi narra que as lágrimas já vieram à tona ao ver o espaço da cerimônia e da recepção.

 

“Eu já estava chorando lá. Já chorei antes. Já estava chorando. É um momento em que a gente fica feliz, emocionado. Eu estou… foi, sinceramente, eu não imaginava que fosse uma estrutura dessa. Eu não tinha essas coisas, esses luxos aí maravilhosos. Então, assim, tudo leva à emoção da gente, e é um momento em que eu tô aqui para me emocionar, para viver esse momento”, conclui.

Davi Brito e Emilly Araújo se casam em Salvador neste sábado em festa de R$ 2 mi; veja fotos
Foto: Reprodução / Redes sociais / Bahia Notícias

O ex-BBB Davi Brito e Emilly Araújo se casam em uma cerimônia realizada em Salvador, neste sábado (5). A festa, que foi avaliada em cerca de R$ 2 milhões, será realizada em um espaço na Alameda das Framboesas, no bairro Caminho das Árvores. O Bahia Notícias foi convidado para a recepção do casamento e mostra os detalhes (veja as fotos no final da reportagem). 

 

Segundo as informações divulgadas pelo casal, são esperados cerca de 300 convidados, além de jornalistas, artistas, bandas e equipes responsáveis pelo funcionamento e cobertura do evento.

 

O buffet que está sendo preparado para o casamento está estimado em R$ 250 mil, e o cardápio promete pratos sofisticados, bebidas regionais, tropicais, além de opções internacionais. 

 

Na troca de alianças, tanto o terno de Davi quanto o vestido de Emilly estão sendo assinados por Elcimar Badu, um dos principais estilistas especialistas em trajes para noivos e noivas da capital baiana. As roupas do casal estão sendo avaliadas em cerca de R$ 120 mil. Além disso, as alianças têm um valor estimado de R$ 30 mil.

 

Veja os registros oficiais do Bahia Notícias e BN Hall: 

Fotos: Júlia Estrela / Bahia Notícias 
 

Jau, Mãeana e Larissa Luz são confirmados na FLICA 2026; saiba tudo sobre o festival no Recôncavo

Aconteceu nesta quarta-feira (2), em Salvador, o lançamento oficial da 14ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira, a FLICA. O evento, considerado o maior festival literário do Norte e Nordeste, ocorrerá entre os dias 5 e 8 de novembro de 2026, na histórica cidade de Cachoeira, às margens do Rio Paraguaçu. Com o tema “Como ser criativo com tanta IA por aí”, o evento promete debater a fronteira entre a produção artística humana e os avanços tecnológicos, trazendo grandes nomes da literatura, da música e do ativismo cultural para o centro da discussão.

 

A FLICA é um evento anual que celebra a literatura e a cultura. Realizado na histórica cidade de Cachoeira, palco das lutas pela Independência do Brasil, o evento chama a atenção de milhares de pessoas. Segundo Vanessa Dantas, embaixadora da FLICA, a atmosfera da cidade é única. "A gente já tem todo esse contexto histórico, cultural e educacional envolvido e, para além disso, realizar a FLICA às margens do Rio Paraguaçu, que divide essas duas cidades, promove essa energia, que nos fornece e possibilita essa linda paisagem, com certeza, faz toda a diferença”, afirmou. 

 

O tema central deste ano foca em inteligência artificial, que, segundo o assessor do gabinete da Secretaria de Educação do Estado, é considerado “assustador” para muitos educadores que enfrentam o dilema de como conviver com a IA de forma ética. Para estruturar essas discussões, a programação se dividirá em espaços temáticos consagrados. 

 

Na Tenda Paraguaçu, sob curadoria de Marielson Carvalho, os grandes debates trarão nomes como Miriam Leitão, Nilma Lino Gomes e Tarcísio Silva, discutindo desde distopias virtuais até o racismo algorítmico. O público juvenil se reunirá na Geração FLICA, com o curador Deco Lipe propondo reflexões descontraídas sobre quadrinhos, memes e o universo digital. Já a Fliquinha, curada por Emília Nuñez e Duca Clara, desafiará o uso excessivo de telas, ressignificando a sigla IA como "Infância Autêntica, Artística, Alegre e Autoral." 

 

O tempero cultural e de entretenimento do festival também promete agitar o Recôncavo Baiano com um elenco de peso no Palco dos Ritmos e nas mesas de debate. Entre os nomes confirmados estão a cantora e ativista Larissa Luz, a influenciadora baiana Beberes, o renomado quadrinista nordestino Paulo Moreira e a cantora Sued Nunes, indicada ao Grammy Latino. Para animar o público, o festival contará com shows gratuitos do consagrado cantor de samba-reggae Jau e da cantora Mãeana, que encerrará a noite de sábado com o espetáculo "Mãeana Canta JG", interpretando de João Gilberto a João Gomes. Com uma estrutura construída ao longo de meses, a FLICA 2026 reafirma-se como uma vitrine de emoções e ideias, em que o público é convidado a viver "um encontro de muita energia e muita literatura que nos abre uma janela para viver novos mundos”, como resume a embaixadora Vanessa Dantas.

 

Já presente no calendário cultural baiano, a FLICA 2026 acontece de 5 a 8 de novembro, com acesso inteiramente gratuito. Esperando atrair milhares de visitantes e caravanas de diversos municípios, a festa literária promete não apenas agitar o turismo e a economia de Cachoeira, mas também consolidar a literatura como uma experiência viva e transformadora que permanece nas escolas e no imaginário das novas gerações de leitores.

Janja e Leonardo DiCaprio discutem pautas ambientais em encontro no Planalto
Foto: Reprodução / Instagram @janjalula

A primeira-dama, Janja Lula da Silva, compartilhou nas redes sociais registros da reunião que teve com Leonardo DiCaprio nesta quarta-feira (2). O ator norte-americano esteve no Palácio do Planalto para discutir pautas ambientais no encontro que contou também com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes.

 

 

"Cuidar da floresta é também cuidar de quem vive e luta por ela. Hoje, conversei com Leonardo DiCaprio sobre o papel fundamental das mulheres na preservação dos nossos territórios e sobre como a bioeconomia pode gerar trabalho, renda e desenvolvimento sem destruir a natureza", escreveu Janja na legenda da publicação feita no Instagram.

 

Segundo a esposa do presidente Lula, discutiram-se temas como a Amazônia, povos indígenas, o combate às mudanças climáticas e "a importância de unir governo, comunidades e sociedade na construção de um futuro sustentável." O ator levou para casa ainda uma lembrança fotográfica do líder indígena brasileiro da etnia caiapó, Cacique Raoni, feita por Ricardo Stuckert.

 

"Seguimos juntos na defesa da nossa floresta e de quem cuida dela", finalizou Janja.

 

Leonardo DiCaprio possui uma atuação de anos nas causas ambientais, enquanto o presidente Lula tem dado destaque à pauta em seus últimos pronunciamentos.

"Eu não enxergava que a música era para mim": Diggo abre o jogo sobre transição para os vocais
Foto: Igor Barreto / Bahia Notícias

De compositor de bastidores a uma das novas promessas do pagode baiano, Diggo, nome artístico de Rodrigo Martins, vive um momento de virada único em sua carreira. Após passar cinco anos investindo no pagotrap, o artista teve uma reviravolta com o sucesso do projeto “Pagodiggo”. Começando como um evento pequeno para apenas 250 pessoas, a empreitada cresceu de forma exponencial, em apenas um ano, levando um público de 2.500 pessoas na última edição. Agora, o artista se prepara para mais uma edição do projeto, que tem se provado frutífero, no dia 19 de dezembro, além de uma turnê internacional ainda este ano. 

 

CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA:

 

Diggo, que começou como compositor de músicas que se tornaram grandes hits nas vozes de outros artistas, passa por um momento de transição. Entre suas criações de sucesso estão músicas como "Contatinho", gravada por Léo Santana e Anitta, e "Dengo", hit de João Gomes que nasceu de maneira inusitada no banheiro em Petrolina, após um bloqueio de inspiração criativa. Ele também é o nome por trás do refrão de "Cachorrinhas", sucesso de Luísa Sonza que deu ao baiano o seu primeiro "Top 1" nas plataformas de áudio. Diggo, que antes estudava a linguagem dos outros artistas para escrever para eles, hoje já consegue separar o que cabe no seu próprio repertório. 

 

Mesmo estando na posição que ocupa hoje, Diggo admite que nunca se viu nesse lugar sob a luz dos holofotes. "Eu comecei compondo, mas eu sempre cantei [...] e antigamente eu não enxergava que a música era para mim. Sempre fazia música para as pessoas mesmo", revela o artista. Essa percepção mudou à medida que ele compreendeu sua própria identidade e aprendeu a decifrar o destino natural de suas criações: "Hoje em dia, até quando eu escrevo um samba, um pagode, eu já consigo falar: 'Hum, isso aqui acho que cabe para mim'". Para o cantor, o processo de composição é quase intuitivo e as faixas parecem escolher seus próprios intérpretes desde o primeiro acorde: "Acho que a música já vem... ela já tem um caminho, sabe? Você já consegue imaginar o lugar dela”. Vivenciando o reconhecimento de seu trabalho como intérprete, o cantor se prepara agora para novos passos internacionais, com show marcado em Luanda, na Angola, em outubro. 

 

Em entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, Diggo fala sobre essa transição de carreira, novos projetos e relembra momentos inusitados e engraçados que passou compondo alguns dos seus maiores sucessos.

 

Eu queria começar pedindo para você se apresentar para quem ainda não te conhece, quem ainda não ouviu sua música.

Gente, eu sou Diggo. Cantor, compositor, agora mais cantor do que compositor. E eu passei esses tempos a cantar pagode, samba-pagode, né? A gente tem um ano de projeto e a gente começou a viralizar depois da música de “Hipnotiza” junto com o Léo Santana e alguns projetos também!

 

Já que você falou da música, eu queria começar falando de "Hipnotiza", que foi um grande hit nesse carnaval. Como surgiu essa parceria com Léo? E como vocês fizeram ela acontecer?

Na verdade, essa música eu canto desde 2018. Eu fazia parte de um grupo de samba daqui de Salvador. Essa música é de Nego Thor, de Kaleo [Europa] e de Heron Black. E, quando eu voltei para cantar pagode, eu lembrei dessa música. Eu falei: "Pô, queria regravar ‘Hiptoniza".

 

E aí falei com o Léo, falei: "Pô, Léo, tô com a música aqui, queria que você entrasse na música, gravasse comigo, porque acho que é sua vibe, acho que ia ficar legal nós dois. A energia da música”. E aí, Leo aceitou. A gente gravou lá no Bar do Leo, lá na Saúde. E aí foi incrível. O resultado está aí, né? O sucesso que a música fez. Graças a Deus e graças à minha equipe também.

 

 

Como foi compor hits como “Contatinho” e “Dengo” e como você separa uma música que vai para outra artista e uma música que é para você?

Eu, antigamente, não tinha isso, né? Porque eu comecei compondo, eu sempre cantei e, antigamente, eu não enxergava que a música era para mim. Sempre fazia música para as pessoas. Entendia o artista, para Leo mesmo, estudava o artista, estudava o que ele estava gostando no momento, o que ele curtia cantar, o que o povo estava precisando, o que o povo estava querendo ouvir, a linguagem que estava sendo falada.

 

E aí passou um tempo em que eu entendi o que eu gostava de cantar, como eu gostava de cantar. E é muito diferente, pô, é muito particular. Escrever para mim e escrever para outro artista. Para outro artista eu já sabia, para mim, eu aprendi depois.

 

 

E por que você achou que [cantar] não era para você?

Porque eu não me via como cantor. Ser compositor era meu trabalho de frente. Então, quando eu escrevia a música, eu já imaginava outro artista, não me imaginava cantando. Hoje em dia, quando eu escrevo um samba, um pagode, eu já consigo falar: "Hum, isso aqui acho que cabe para mim" ou “isso aqui não, cabe para Dilsinho, ou Sorriso Maroto, ou Ferrugem, ou Menos É Mais.

 

Quando você escreve a música, ela já tem um caminho. Você já consegue imaginar o lugar dela. Claro que há imprevistos. Na época de “Contatinho”, antes de mandar para Léo, eu tinha mandado para Márcio. Quem ia gravar era Psirico. Aí Márcio não conseguiu gravar, foi fazer outras coisas, aí quando eu mandei para Leo, eu não imaginava. Aí Leo gravou, sendo que, no começo, quando eu fiz a música, eu tinha feito para Anitta.

 

“Jurei não me apaixonar” é totalmente diferente do seu último projeto, Como foi para você sair desse estilo para entrar em um novo e como foi construir essa “persona”?

E essa música foi a única que eu não consegui botar no pagode, velho. Como eu te disse, eu canto há um tempo. Meu primeiro projeto em que eu cantei foi um que era samba. E já era diferente, que eu cantava MPB no samba. Eu saí dessa banda, fui para outra, já cantei pagodão, já fui para vários lugares. Entre 2017 e 2018, eu entrei em uma banda que se chamava “Demorou”, que era uma banda de samba daqui.

 

 

Eu comecei a gostar de cantar aquilo. Eu me sentia confortável em falar de amor, no palco também. E essa banda foi onde eu aprendi essas coisas de palco. Onde eu comecei a entender que eu me sentia bem sendo cantor. E, quando eu saí dessa banda, eu conheci Rafinha RSQ. Eu queria fazer um samba com trap, uma mistura. Nesse samba com trap, acabou que virou pagodão. E aí, pagodão com trap virou pagotrap. Tinha uma galera começando ali, eu lembro que Melly também estava começando na mesma época, Duquesa. Estava todo mundo na mesma vibe. E aí eu fiquei 5 anos nessa onda do pagotrap. Só que eu comecei a sentir falta de como era a minha entrega e a resposta do povo no samba, no samba-pagode. E aí eu tentei um último EP meu, que era “Verão Preto”, um EP com seis músicas, e eu falei assim: "Rapaz, isso aqui é minha última cartada no pagode trap. Vou tentar isso aqui. Se não der certo, eu vou segurar, vou parar de cantar”. Aí fiz o EP, gastei um dinheiro e não deu certo.

 

Eu falei: "Rapaz, eu vou segurar, eu vou ficar só compondo mesmo, vou cantar esporadicamente”. E aí muita gente me pedia para eu cantar o samba, falavam: "Rapaz, mas grava um negócio da época do ‘Demorou’, grava um samba, grava um pagode, volte a cantar isso”. Aí falei: "Rapaz, vou fazer um projeto só para minha realização pessoal". E aí chamei os meninos para fazer, chamei Mateus, que hoje é meu sócio, falei: "Mateus, eu quero fazer um evento só para eu gravar, e o nome vai ser ‘Pagodiggo’". E aí a gente fez o “Pagodiggo” no Clube do Samba, lá no Pelourinho, para 250 pessoas. Isso tem um ano. Foi em 7 de julho.

 

E lembro que eu falei assim: "É, eu não vou pegar nenhum ingresso não, como são 250 pessoas, é pequeno, vamos convidar a galera e beleza, porque vai ser segunda-feira, acho que ninguém vai comprar”. Só que ele quis abrir as vendas, vendeu 80 ingressos num dia só. Aí eu falei: "Tem alguma coisa aí!"

 

E aí que se tornou o “Pagodiggo”, que hoje a gente acabou de fazer o “Pagodiggo” na Casa Pia para 2500 pessoas. A gente vai para Candyall agora, o próximo, no dia 19 de dezembro, que é para 3.500. Então, a gente tá crescendo, vivendo o processo, sabe? Crescendo devagarinho, mas muito surpreso também. Em um ano só, a gente tá galgando e chegando em vários lugares que nem imaginava.

 

Aqui na Bahia, você pensa em pagodão, axé, e você canta pagode, canta samba. Como você se sente sendo um dos maiores expoentes do ritmo dentro do estado?

Ave Maria, eu fico lisonjeado. Mas sabendo que tem Noelson do Cavaco também, que já saiu de Salvador há muito tempo, que a galera curte muito ele lá no Rio de Janeiro e São Paulo. Mas eu fico muito feliz de verdade. Eu não consigo levar nesse caminho, porque eu acho que é uma responsabilidade grande.

 

Mas é um caminho que você pretende continuar? Por exemplo, o “Pagodiggo”. Você vai continuar por muitos anos ou você acha que é um projeto que terá um fim?

Não tem. A gente vai, nesse ano que vem, começar a sair para outras cidades. Levar o “Pagodiggo”, o evento, não só o artista. Então, eu quero “Pagodiggo” para sempre. Que chegue a lugares incríveis que eu nem imagino. A gente planeja, mas tem coisas que acontecem, que nem passam pela nossa cabeça.

 

 

Você lançou recentemente o seu audiovisual, o “Diggo: a Cara do Brasil”. Como foi a concepção desse projeto?

Na verdade, a ideia foi de Matheus, meu sócio. Ele falou: "Vamos fazer um pagode do Hexa". Eu falei: "Vamos, mano". Ele falou: “Vamos botar várias coisas que são a cara do Brasil”. Eu falei: "Rapaz, e se o nome do audiovisual fosse ‘A cara do Brasil’?". Que a gente saísse desse negócio da Copa. Mas só que botou camisa do Brasil, já foi. O povo não quer nem olhar para não lembrar, né? Mas foi massa, deu foi uma resposta incrível para a gente também. A gente regravou, hipnotizou.

 

As músicas crescem até hoje, com mais de 100.000 vídeos no TikTok. Então esse projeto foi muito importante também para a gente contar a história. Saindo dali do Pelourinho e chegando nesse momento que é da minha carreira.

 

 

Falando em momentos especiais da sua carreira. Esse ano tem sido muito especial para você, em vários aspectos, e um deles foi conseguir submeter o seu trabalho no Grammy Latino. E, quando você compartilhou com os fãs, você disse que só de ser considerado já é uma grande vitória. Eu queria saber como isso realmente chega para você.

É inimaginável, eu nunca imaginei isso aí. O Grammy. Nunca imaginei chegar naquele lugar. O Grammy é uma onda mais conceitual. Então, se eu chegar com o pagode, sei lá, não tem nem palavras para mim, real. Loucura. Doideira.

 

Você faz parte dessa nova geração de artistas que vem surgindo aqui, principalmente na Bahia. A Bahia sempre foi um polo cultural. A gente citou aqui, Melly, tem vários artistas que têm surgido aí. E como você avalia essa nova safra de artistas e em que você acha que essa geração talvez se diferencie das outras, das anteriores?

E eu acho que essa geração tem algo mais independente. Eu acho que todos os artistas que saíram daqui, essa safra que você está falando, todos foram independentes, todos sabiam o que estavam fazendo, todos sabiam o caminho que eles queriam. Todos, acredito eu, são sócios da própria carreira.

 

Então, eles estão lúcidos com a carreira. E acho que o que muda é que, antigamente, o artista não tinha muita força com a sua própria carreira. Acho que autonomia, perdão. Ele não tinha muita autonomia da carreira dele. Acho que os empresários acabaram deixando a música baiana nesse lugar. Tomando muito aquele espaço deles. Acho que os artistas hoje estão mais independentes.

 

Falando um pouquinho sobre a parte da composição, eu queria saber algumas coisinhas de você. Primeiro, qual foi a composição que você fez mais rápido?

Rápida. Pai, não lembro. Acho que “Contatinho” foi rápido. “Baile do VJ” eu fiz, acho que em 10 minutos. Porque tem música que flui, né? Que chega, vai rápido, depois a gente produz, óbvio. Demora mais um pouquinho para mandar para o artista.

 

 

E acontece muito com você isso? Chega rápido e você só escreve e vai.

Na verdade, depende dos parceiros também. Mas estava falando de “Baile do VJ” que é uma música recente e está viralizando com o Eduardinho dos teclados. essa música foi rápida mesmo, essa música foi uns 10 minutos.

 

E qual que é que você, né, ao contrário da mais rápida, qual que foi a que você mais demorou para concluir? Você consegue pensar em alguma?

Meu Deus, não consigo lembrar.

 

E “Dengo” de João Gomes?

Não, “Dengo” não demorou, não. “Dengo”, eu tive a ideia no banheiro. Eu não conhecia João, aí fui para Petrolina e aí fui compor com um sócio dele, com o Dan Mendes. Eu falei: "Preciso fazer alguma coisa muito incrível para esse artista".

 

Fiquei forçando, forçando. Cheguei no banheiro, comecei a tomar banho, aí veio. Nem veio o “dengo”, veio: "Estou precisando de amor, dá para ver. Não estou nem aí para rolê, não estou nem aí para rolê, só estou querendo você." Aí, no meio da história, a gente mudou. [Falamos]: “Não, vamos botar um negócio diferente, um dengo, um negócio, xodó”, e aí veio dengo.

 

 

E qual foi uma música que te surpreendeu pelo alcance, que chegou em lugares que você não imaginou que poderia chegar?

Rapaz. “Cachorrinhas”. Porque me chamaram para compor essa. A música já estava pronta, eu estava no camp dela, e aí eu estava passando, indo embora. A galera falou: "Tá faltando terminar o refrão aqui, vamos fazer". Eu falei: "Vamos nessa". E aí, na hora, ela pirou na música, mas eu não imaginava o alcance. Acho que foi minha primeira música que foi top 1. “Dengo” não foi top 1.

 

Era uma coisa muito particular dela. A gente fala das cadelas dela. A vibe é pop, muito pop. Quando a gente terminou, eu falei: "É uma vibe de filme”. E foi isso, a música de artista pop, a música é muito visual.

 

 

E falando aqui sobre uma que não foi tão conhecida, mas que você acha que deveria ter sido mais.

Ah, eu tenho várias. Tem umas músicas com “Filhos de Jorge”. Tem uma música chamada “Do Nada”, queria que essa música estourasse assim, meu Deus do céu. Eu tenho uma de “Filhos de Jorge” também que é “Xuxu”. “Coração no Direct” foi a música que João gravou, mas não rolou, não era a vibe dele. A música é bem safadinha; acho que a vibe dele é mais de família assim. Comigo, eu acho que vai funcionar. Tem mais a vibe.

 

 

 

 

Para fechar aqui, o que os fãs podem esperar de novidade nesses próximos meses? Tem algum feat? Vai ter uma turnê internacional, não é?

Na verdade, a gente toca lá em Luanda em outubro. Eu estou muito ansioso para ir, tá perto. Para voltar às minhas origens! Eu tô ansioso para saber como é, como vai ser, como a galera vai receber a gente. Mas eu vou gravar um DVD. Contando, na verdade, uma história desde o começo.

 

De como foi o meu começo até o momento em que a gente está agora. Em um lugar muito importante de Salvador. É isso, eu não vou falar muito! Eu vou trazer várias participações que conectam com essa história, com o momento, com tudo.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Eduardo Girão

Eduardo Girão
Foto: Antena 1 Salvador

“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada". 

 

Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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